Transplante Hepático

Transplante Hepático

  • O que é o fígado e qual a sua função?

fígado é considerado o segundo maior órgão do corpo humano, constituído por milhões de células, chamadas de hepatócitos, responsáveis por produzir substâncias importantes para o equilíbrio do organismo. Suas principais funções são: armazenamento e liberação de glicose, metabolismo dos lipídeos, metabolismo das proteínas, síntese da maioria das proteínas do plasma, processamento de drogas e hormônios, destruição das células sanguíneas desgastadas e bactérias, emulsificação da gordura durante o processo de digestão através da secreção da bile, entre outras.

O órgão está localizado ao lado direito do abdômen e, apesar de ter uma ótima capacidade de recuperação, algumas doenças podem provocar insuficiência hepática, levando o paciente ao óbito. Nestes casos, pode ser necessária a indicação médica para um  transplante de fígado.


  • Quando se iniciou o processo de transplante?

Em 1963, foi realizado o primeiro transplante de fígado nos Estados Unidos. Na cidade de Denver, o doutor Thomas Starzl realizou a operação numa criança de três anos, que morreu durante o procedimento cirúrgico. Ainda no mesmo ano, este médico realizou outros dois transplantes de fígado, mas os pacientes acabaram vivendo pouco tempo. Em 1967, o doutor Thomas Starzl repetiu o mesmo tipo de cirurgia de transplante de fígado, e conseguiu que o paciente sobrevivesse por um período mais longo. No entanto, o receptor morreu por conta das metástases de um câncer anterior ao transplante.


  • Quando o transplante de fígado deve ser indicado?

A principal causa é a cirrose hepática, caracterizada pelo dano irreversível das células hepáticas. Esta doença ocorre quando a anatomia normal do fígado é substituída por tecido de cicatrização, o que deteriora a função hepática. Hepatites B e C, hepatite autoimune, álcool, cirrose biliar primária, colangite esclerosante e cirrose biliar secundária são algumas das condições que podem causar a cirrose hepática no ser humano e, consequentemente, levar à um transplante do órgão.


  • Qual é o perfil do melhor doador cadáver?

O doador ideal costuma ser um jovem sadio, que foi atendido imediatamente depois do ocorrido, e que ainda não teve a deterioração de órgãos vitais, como fígado, rins e coração. Já o doador não ideal é aquele mais idoso, que teve um tempo mais prolongado de permanência na UTI, indicando a necessidade do uso de substâncias vasoativas para mantê-lo hemodinamicamente estável. Neste caso, a recuperação do órgão doado pode ser de maior risco ao paciente, além de ser mais lenta.


  • Como é o transplante de fígado com doador cadáver?

Primeiramente, é necessário que a família do doador autorize a utilização do órgão. E esta é uma atitude muito importante, porque a fila de transplante é grande. Um exemplo disso é que, quase a metade dos pacientes que precisam de um transplante de fígado no Estado de São Paulo, acabam falecendo antes de conseguir um doador. Na verdade, o ideal é que as pessoas, ainda em vida, manifestem às suas famílias a vontade de doar os órgãos após falecimento. Esse é um ato muito importante, e que pode ajudar a salvar muitas vidas. Após essa etapa, uma equipe especializada retira o fígado inteiro, e preserva em soluções especiais, e em baixa temperatura, para ser transportado para o hospital onde haverá o transplante.

A cirurgia do receptor envolve três principais etapas: 

1. Fase da Hepatectomia total – momento em que é realizada a cirurgia para retirada do fígado doente do paciente. Esta fase está relacionada com um risco maior de sangramentos;

2. Fase anepática – período após a hepatectomia em que o paciente fica sem o fígado, que na realidade, demanda atenção, pois o fígado é um órgão vital;

3. Fase de Implante do fígado doado –  envolve suturas nas principais vias sanguíneas que passam pelo fígado (veia cava, veia porta e artéria hepática) e o restabelecimento do fluxo da bile, que é produzida no fígado e lançada no duodeno (parte do intestino). Esse procedimento é bastante complexo e dura, em média, de seis a oito horas. Antes do implante do órgão, uma importante etapa é a de preparo do órgão, chamada back-table, com o objetivo de realizar o preparo, e adequar o calibre e o tamanho do órgão e dos vasos. 


  • Como é a recuperação pós-operatório?

A cirurgia dependerá das condições do paciente transplantado, e também da qualidade do órgão doado. Na verdade, se o receptor estiver em situações favoráveis, pode suportar melhor a operação. Se o fígado é advindo de um doador ideal, a recuperação, consequentemente, é mais rápida. Entretanto, se o órgão for de um doador considerado não ideal, ou até mesmo o receptor já havia sido operado anteriormente, ou sua doença estava em estágio mais avançado, a recuperação pode ser mais complicada e demorada. Após a cirurgia de transplante de fígado, é possível que o paciente fique de um a dois dias em uma unidade de terapia intensiva, caso não haja alguma complicação, e depois já pode começar a se alimentar. Em geral, o tempo de internação pode variar de uma a duas semanas, podendo se estender dependendo de cada caso. Além do cuidado com o transplante, o tratamento do paciente deve ser voltado para a doença que ocasionou a lesão do órgão. Isso porque, em parte dos portadores de cirrose, a doença pode evoluir para câncer de fígado enquanto aguarda a cirurgia. Esse desenvolvimento precisa de mais cuidados, e aumenta o risco depois da operação. Quando o caso é de hepatites B ou C, é preciso tomar as medidas necessárias também, para que o problema não retorne, principalmente da hepatite C, algo que é mundialmente conhecido.


  • Há riscos para o receptor?

Como qualquer procedimento, o transplante de fígado está contemplado com riscos. Primeiramente, o receptor tem riscos relacionados à cirurgia propriamente dita, como sangramento e problemas na via biliar, ou relacionados com o grau de sua doença de base, ou seja, quanto mais grave, mais riscos existem para o paciente. A ideia é oferecer o tratamento ideal no melhor momento do paciente. Após o período inicial, os outro problemas estão relacionados com a piora da função renal, como infecção, problemas biliares e a rejeição do fígado, que ocorre quando o nível terapêutico da medicação não está adequado. No entanto, há sempre a possibilidade do fígado, assim como qualquer órgão, não funcionar após a operação. Quando essa situação acontece, o paciente volta para a lista de espera, e é priorizado para receber um novo órgão urgentemente.


  • Como funciona o processo de doação de fígado?

O paciente que necessita da doação de transplante de fígado, é inscrito em uma lista única de espera da Secretaria de Estado da Saúde, no caso, do Estado do Maranhão, de acordo com a compatibilidade sanguínea. O critério é baseado na gravidade da doença, chamado de MELD (Model for End-Stage Liver Disease). O índice corresponde a um valor que varia de 6 a 40, mostrando a urgência do caso de cada paciente. Semelhante ao MELD, crianças e adolescentes com menos de 18 anos, são listados respeitando o sistema PELD (Pediatric End-Stage Liver Disease). Em casos urgentes, como hepatite fulminante, retransplante, e trombose da artéria hepática, existe prioridade na lista de espera do transplante de fígado. 

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Tratamento Cirúrgico do CÂNCER GÁSTRICO

Tratamento Cirúrgico do CÂNCER GÁSTRICO

O Câncer Gástrico apresenta uma incidência variável, de acordo com a região geográfica, na dependência dos hábitos sociais e alimentares da população. É freqüente no Brasil, sendo a segunda causa do câncer no sexo masculino e o quarto entre o sexo feminino. No Maranhão, é o primeiro tumor maligno do trato gastrointestinal em freqüência no sexo masculino.

FATORES DE RISCO

Fumo, alimentos preservados no sal, defumados e condimentos, histórico de gastrectomia por úlcera, história familiar e presença de pólipos gástricos do tipo adenomas. Também devem ser considerados os alimentos contaminados com fungos que produzem aflatoxinas (substâncias cancerogênicas). Dentre os fatores protetores, destacamos os vegetais e as frutas frescas.

TRATAMENTO

O início do câncer costuma ser silencioso, podendo ocorrer dor epigástrica (dor na boca do estômago), relacionada ou não com a alimentação. Com a evolução, aparecem anorexia e emagrecimento (falta de apetite). A disfagia (dificuldade de engolir) e vômitos aparecem, em geral, em lesões na junção esofagogástrica ou Antro. O quadro clínico sugestivo e a Endoscopia Digestiva Alta com biópsia gástrica definem o diagnóstico. Após o estabelecimento do diagnóstico, deve-se efetuar o estadiamento pré-operatório (análise da extensão da doença e avaliação de lesões à distância). O estadiamento clínico permite a escolha da melhor conduta terapêutica.

O tratamento é CIRÚRGICO e consiste na retirada parcial ou total do estômago associado a linfadenectomia regional. A Cirurgia pode ser realizada por via convencional ou através de técnica minimamente invasiva (videolaparoscopia ou robótica). A Quimioterapia somente deve ser usada em casos de exceção.

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Consulta Médica 2.0

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👩‍⚕️🤝 Preparando-se para uma Consulta Médica: 8 Dicas Importantes!

Ir ao médico não é uma tarefa corriqueira. Muitas pessoas, infelizmente, não se programam ao agendar uma consulta médica e, por isso, muitas vezes ela não rende ou não é satisfatória. É preciso evitar esse tipo de situação, justamente para garantir um bom diagnóstico e começar o tratamento adequado. Mas como conseguir isso? Com algumas mudanças de atitudes, é possível facilitar a vida do paciente e otimizar o resultado da avaliação médica. Levar os exames anteriormente realizados, convidar um acompanhante e relatar tudo ao médico são alguns exemplos disso. Mas não para por aí. Quer saber mais? Acompanhe este texto e conheça 8 dicas de como se organizar antes de ir a uma consulta médica! 🌐💡

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  1. Leve os exames já realizados 📋
    Muitas doenças são diagnosticadas não por conta dos sintomas atuais. Há situações em que o histórico de saúde evidencia o comportamento de determinada doença. Levar exames já realizados ajuda o médico a se nutrir de informações passadas e evita exames desnecessários.
  2. Faça uma lista dos medicamentos que você faz uso 💊
    Detalhar a relação de remédios que você faz uso é fundamental. Isso auxilia o médico a identificar possíveis erros, a suspender ou adicionar novos medicamentos. Também tenha anotado a dosagem de cada um deles. Faça uma lista com essas informações e apresente ao seu médico.

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  1. Informe ao médico o histórico de doenças da família 🧬
    Muitas doenças são hereditárias, e o histórico familiar é essencial. Informe sobre as doenças que acometeram a sua família, verificando o quadro de saúde de cada um dos familiares.
  2. Leve os seus diagnósticos anteriores 📊
    Informe ao médico sobre diagnósticos anteriores e especialidades que já consultou. Relate sintomas que você teve nos últimos anos, contribuindo para um diagnóstico mais preciso.
  3. Vá à consulta médica com roupas confortáveis 👗
    Roupas inadequadas podem alterar procedimentos como a aferição de pressão. Vista-se confortavelmente para facilitar exames clínicos e garantir resultados precisos.
  4. Convide alguém para ir com você à consulta médica 🤝
    Levar um acompanhante pode ajudar a reduzir a ansiedade. Evite ter mais de um acompanhante para não atrapalhar a consulta. Importante para pacientes idosos e menores de idade.
  5. Não esconda nada de seu médico 🤐
    Relate todos os sintomas, mesmo os aparentemente menores. Esconder informações pode dificultar o diagnóstico.
  6. Não agende a consulta em cima da hora 🕒
    Agende a consulta com antecedência para evitar estresse e atrasos. Chegue pelo menos 10 minutos antes do horário marcado.

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Lembre-se: A informação aqui fornecida é para orientação geral. Sempre consulte seu médico para aconselhamento específico sobre sua situação.

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Para sua comodidade e segurança, o INSTITUTO PROGASTRO dispõe de uma equipe de médicos especialistas nas áreas de Gastroenterologia, Hepatologia, Proctologia, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo. Para agendar sua consulta ligue de segunda a sexta-feira, das 08:00h às 18:00h, e fale com a nossa secretária (Mayara). Sua Consulta será agendada na HORA-CERTA, ou seja, você será atendido no horário programado e com todas as normas de segurança sanitária para a prevenção contra o COVID-19.

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Reembolso da Consulta Médica

Reembolso da Consulta Médica

Quantas vezes você quis se consultar com um determinado médico indicado por um amigo ou que você ficou conhecendo através da internet, porém, quando ligou para marcar a consulta verificou que o mesmo não atendia seu convênio? Pois saiba que você não precisa abrir mão de se consultar com o médico que você escolheu. Vários convênios / planos de saúde permitem ao usuário realizar consultas com médicos “fora” do plano de saúde, através do reembolso de consulta médica.

É muito simples, o paciente escolhe livremente o médico que deseja consultar e se o MÉDICO ESPECIALISTA escolhido não atender pelo seu convênio, é possível solicitar o reembolso de consulta médica da seguinte forma:

Como solicitar o reembolso de consulta médica

  1. Após a consulta, o paciente pagará ao médico o valor pela mesma.
  2. O paciente receberá imediatamente o recibo (nota fiscal) que comprova o pagamento da consulta.
  3. O paciente enviará ao convênio o recibo da consulta.
  4. Em até no máximo 30 dias após o convênio receber o comprovante de pagamento da consulta o paciente receberá o depósito em conta do valor referente ao pagamento da consulta.

É importante dizer que cada convênio tem um valor máximo de reembolso e, algumas vezes, o valor da consulta é superior a esse valor. Nesses casos o paciente recebe o valor máximo estipulado pelo convênio. Esse valor máximo do reembolso de consulta médica varia de convênio para convênio. Por isso, a melhor forma de saber se seu plano de saúde reembolsa consultas particulares e qual o valor máximo reembolsado, é ligando para a central de atendimento do seu convênio. De acordo com a ANS, não é obrigação do convênio médico anexar a tabela de valores do reembolso no contrato. Porém, o convênio é obrigado a informar ao paciente o valor máximo reembolsado por consulta de maneira clara e objetiva. E por fim, é importante dizer que no INSTITUTO PROGASTRO apesar de realizarmos as consultas médicas especializadas de forma particular (reembolso), podemos realizar, nos casos indicados, a cirurgia (tratamento cirúrgico) pelo seu convênio. Por isso, sempre escute uma segunda opinião especializada, pois o mais importante é que você sempre consulte e realize seu tratamento com médicos de sua escolha e confiança!

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No INSTITUTO PROGASTRO contamos com profissionais treinados para auxiliar o paciente quanto ao processo de reembolso. Então, se você deseja realizar sua consulta com um MÉDICO ESPECIALISTA, fale conosco através do link abaixo.

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Como Prevenir o CÂNCER DE CÓLON (Intestino Grosso)?

Como Prevenir o CÂNCER DE CÓLON (Intestino Grosso)?

O câncer de cólon e reto abrange tumores na parte do intestino grosso, que é chamada de cólon, no reto e no ânus. Ele pode atingir homens e mulheres, geralmente por volta dos 50 anos de idade. Costuma se desenvolver de forma lenta e, se descoberto em estágio inicial, tem altas chances de cura. Saiba quais os fatores de risco e os principais sinais e sintomas para ficar atento.

COMO O CÂNCER DE CÓLON E RETO SE DESENVOLVE

Como todos os outros tecidos e órgãos do corpo, o cólon e o reto são formados por células que se dividem e se reproduzem de forma ordenada e controlada. Quando acontece alguma alteração, pode ser produzido um excesso de tecido que dá origem ao tumor, que pode ser benigno ou maligno. O câncer pode crescer, comprimindo e invadindo órgãos sadios à sua volta. Além disso, as células cancerosas podem se desprender e se espalhar por meio da corrente sanguínea e/ou vasos linfáticos. Quando isso acontece, o câncer migra para outras partes do corpo, geralmente para o fígado, nódulos linfáticos, pulmão e ossos. 

Ainda não se sabe exatamente as causas do câncer de cólon e de reto, mas alguns fatores de risco influenciam o desenvolvimento, tais como: 

Má alimentação – há evidências de que o câncer de cólon e de reto está associado a dietas gordurosas, hipercalóricas, pobres em fibras e com excesso de carne vermelha e/ou processada.

Constipação intestinal – o contato das fezes com as paredes do cólon e do reto por períodos prolongados aumenta as chances de desenvolver a doença. 

Pólipos – são um tipo de crescimento anormal de tecido nas paredes colorretais, como se fossem verrugas. Costumam aparecer após os 50 anos de idade e, apesar de benignos, deveriam ser retirados por precaução, pois um grande número de tumores se desenvolve a partir desses pólipos. Pessoas com essa condição devem fazer acompanhamento regular com o médico.

Histórico familiar – apesar da maioria dos casos de câncer colorretal ocorrer sem histórico familiar, 30% das pessoas que desenvolvem têm outros familiares que foram acometidos pela doença. Pessoas com histórico de câncer ou pólipos em parentes de primeiro grau têm risco aumentado. 

Doenças inflamatórias – pessoas com doença de Crohn e colite ulcerativa, por causa da inflamação nas paredes colorretais, têm mais risco de desenvolver o câncer. Deve ser feito acompanhamento regular com o médico.

Doenças hereditárias – correspondem a apenas 5% dos casos de câncer colorretal. São pessoas que herdaram mutações genéticas que causam a doença. As mais comuns são: síndrome de Lynch e polipose adenomatosa familiar. Outras, mais raras, são: síndrome de Gardner, síndrome de Turcot, síndrome de Peutz-Jeghers e polipose MUTYH. Pessoas com alguma dessas condições devem fazer acompanhamento regular com o médico.

SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE CÓLON E RETO

No estágio inicial, o câncer colorretal não costuma apresentar sinais e sintomas, o que dificulta sua detecção precoce. Mas é muito importante ficar atento a alguns sinais:

  • Mudança injustificada de hábito intestinal; 
  • Diarreia ou prisão de ventre recorrentes; 
  • Sangue nas fezes (pode ser de coloração clara ou escura); 
  • Evacuações dolorosas;
  • Afinamento das fezes;
  • Constante flatulência (gases);
  • Desconforto gástrico;
  • Sensação de constipação intestinal;
  • Perda injustificada de peso;
  • Cansaço constante.

Importante: a presença de um ou mais destes sinais e sintomas não significa que você está com câncer. Eles podem ser causados por diversas doenças gastrointestinais, como úlceras ou inflamação do colón. Procure o Gastroenterologista para ele identificar a causa e indicar o melhor tratamento para o seu caso.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE CÓLON E RETO 

Para determinar a razão dos sinais e sintomas, o médico vai avaliar tudo o que você disser que está sentindo, seu histórico e fará o exame clínico, incluindo o toque retal. Outros exames são necessários para detectar o câncer colorretal:

Teste de sangue oculto – por meio de uma amostra de fezes, é possível identificar se há sangue que não pode ser visto a olho nu.

Colonoscopia – para examinar o cólon por dentro, o médico usa um tubo fino com uma pequena câmera na ponta. Se necessário, é retirada uma amostra de tecido para análise (biópsia). Independentemente de ter ou não sinais e sintomas que indicam câncer, pessoas com mais de 50 anos devem fazer esse exame de forma regular.

Radiografia – é feita com contraste para que as paredes do intestino fiquem visíveis, permitindo que qualquer anormalidade seja visualizada.

TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE CÓLON E RETO

Se o diagnóstico for positivo, o tratamento será decidido de acordo com a extensão da doença, idade da pessoa, histórico e estado de saúde. Há quatro métodos principais de tratamento para o câncer colorretal: cirurgia, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. O médico poderá indicar um único método ou a combinação deles.

Cirurgia para câncer de cólon e reto – o tipo de cirurgia dependerá da localização e do tamanho do tumor. Na maioria dos casos, é possível retirar a parte afetada do intestino. Esse procedimento chama-se ressecção do intestino. Durante a cirurgia, são retirados os gânglios linfáticos próximos para verificar se têm células cancerosas. Após a cirurgia, é colocada uma bolsa especial na abertura do abdome para coletar as fezes (colostomia).

  • A colostomia temporária é feita para que as fezes sejam desviadas do baixo cólon e o reto até que eles se recuperem;
  • A colostomia definitiva é necessária quando o baixo reto é inteiramente retirado. 
Câncer de Cólon: Tratamento Cirúrgico Vídeolaparoscópico

Radioterapia – costuma ser aplicada antes ou após a cirurgia, especialmente em câncer de reto. É indicada, também, para casos em que é impossível remover o tumor cirurgicamente por localizar-se muito perto do ânus. Combinada com outros tratamentos, costuma ser muito eficaz para diminuir a volta da doença. 

Quimioterapia – não costuma ser muito eficiente no combate a casos recorrentes ou muito avançados de câncer colorretal. Entretanto, em grupos de pacientes em estágio moderado, a quimioterapia tem apresentado bons resultados.

Imunoterapia – o sistema imunológico do organismo humano tem uma capacidade natural de reconhecer células cancerosas e combatê-las. A imunoterapia ou terapia biológica é um tratamento que estimula e fortalece esta função e costuma ser indicada como tratamento complementar à cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. 

Fonte: Medicina Pfizer

Nódulo no Fígado (Tumor ou Cisto Hepático)

Nódulo no Fígado (Tumor ou Cisto Hepático)

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Nódulo no Fígado

Explorando os Nódulos Hepáticos: Uma Jornada de Diagnóstico e Cuidado 🩺🔍

O nódulo hepático é um achado relativamente comum em exames médicos, e o acesso cada vez mais frequente a exames de imagem de rotina, como ultrassonografias, tem contribuído para o diagnóstico precoce de diversas condições relacionadas ao fígado, pâncreas e vias biliares. A qualidade aprimorada dos aparelhos de imagem também desempenha um papel crucial nesse aumento de detecção.

“Dá-se o nome de nódulo ou tumor (ou neoplasia) a uma proliferação anormal de células, desde aquelas com caráter benigno, até as malignas, também denominadas ‘câncer’.” 📊🔬

O fígado, um órgão vital, apresenta uma alta incidência de nódulos, sejam eles benignos ou malignos. Os grupos de risco, métodos de diagnóstico e abordagens de tratamento ou acompanhamento são bem estabelecidos, sendo sempre adaptados de forma individualizada a cada paciente.

Dr. Qual a Forma de Investigação? 🤔🔬

Quando um nódulo hepático é identificado, a investigação geralmente se inicia com um ultrassom ou ultrassonografia, que é o exame diagnóstico inicial mais comum. Embora o ultrassom forneça indícios sobre o tipo de tumor, um exame de imagem dinâmico com contraste é essencial para uma conclusão definitiva do diagnóstico. A tomografia e, especialmente, a ressonância (preferencialmente com contraste hepatoespecífico – Primovist) têm se destacado, reduzindo a necessidade de biópsias. Além dos exames de imagem, em casos suspeitos de tumores malignos, marcadores tumorais em exames de sangue podem ser úteis. 💉📷

Dr., Já Fiz uma Ultrassonografia que Mostrou um Nódulo no Fígado, O Que Devo Fazer Agora? 🤷‍♂️

Ao receber um diagnóstico de nódulo hepático, é fundamental iniciar uma conversa com seu médico, o profissional que solicitou o exame. Discuta a possibilidade de buscar a opinião de um especialista para avançar na investigação e, eventualmente, obter um diagnóstico específico do tipo de nódulo. Cada tipo de nódulo requer uma abordagem, tratamento ou acompanhamento diferenciado. Exceto para casos específicos, como o carcinoma hepatocelular, e em pacientes com metástases de outros órgãos, a necessidade de investigação recorrente por exames de imagem não é definida. Portanto, para quem não possui doenças crônicas no fígado e nunca foi diagnosticado com câncer, a investigação de nódulos no fígado não é necessária de maneira rotineira. 🤝👨‍⚕️

Como há diversos tipos de nódulos e cada um com uma origem e comportamento diverso, devemos falar individualmente de cada um dos mais frequentes:

Hemangioma Hepático: Desvendando o Nódulo Mais Comum no Fígado 🩸🔍

O hemangioma hepático, um nódulo frequentemente presente em 10% da população, destaca-se como a formação hepática mais comum. Mais prevalente em mulheres, sua origem não está completamente definida, embora suspeitas apontem para uma possível relação com a presença de estrogênio. A incidência aumenta após gestação ou reposição hormonal. Raramente é necessário um tratamento cirúrgico, especialmente nos casos de hemangiomas gigantes, sendo a abordagem personalizada a chave para decisões adequadas.

Hiperplasia Nodular Focal: Uma Anomalia Encarada com Calma 🕵️‍♀️

A Hiperplasia Nodular Focal (HNF), presente em 1 a 3% da população, é mais comum em mulheres (8:1), embora sua causa não seja evidente. A necessidade de intervenção cirúrgica é extremamente rara e deve ser considerada caso a caso, oferecendo tranquilidade diante dessa condição hepática pouco intrusiva.

Adenoma Hepático: Desvendando o Raro e Complexo 💊🩹

O adenoma hepático, menos comum que as condições anteriores, possui variantes, sendo uma delas associada ao uso de anticoncepcionais hormonais ou esteroides anabolizantes, especialmente em mulheres. A remoção cirúrgica é frequentemente indicada devido ao risco de malignidade, sangramento ou ruptura intra-abdominal. Dada a variedade de subtipos, a decisão cirúrgica deve ser cuidadosamente ponderada, levando em consideração diversos fatores.

Carcinoma Hepatocelular: Combatendo o Câncer no Fígado 🦠💪

O carcinoma hepatocelular, geralmente associado a hepatite viral ou cirrose, tem visto um aumento de casos em pacientes com doença gordurosa do fígado não cirrótica. A vigilância é crucial, especialmente em cirróticos, com uma incidência anual entre 1 e 4%. As opções de tratamento variam conforme o perfil do paciente, tamanho e quantidade de nódulos, oferecendo chances de cura quando abordado corretamente.

Colangiocarcinoma: Desvendando a Raridade com Cuidado Urgente 🌐🚨

O colangiocarcinoma, câncer hepático raro mais frequente em homens, tem sido mais diagnosticado nas últimas décadas. Poucos fatores de risco são conhecidos, destacando-se a presença de doenças prévias nas vias biliares. O diagnóstico muitas vezes ocorre incidentalmente em exames de imagem de rotina. O tratamento adequado depende de vários fatores e deve ser iniciado prontamente, considerando a agressividade dessa doença.

Metástases Hepáticas: Vigilância e Esperança na Abordagem Precoce 🎗️👀

O fígado é um alvo suscetível a metástases de neoplasias malignas de outros órgãos, principalmente do intestino grosso, pâncreas, mama e estômago. A rotina de exames nesses grupos de risco é crucial, oferecendo a possibilidade de cura em alguns casos quando diagnosticados e tratados por especialistas em tempo hábil. A abordagem precoce é fundamental diante desse desafio complexo.

Nódulos no Fígado: Cirurgia Sempre Necessária? 🤔🔪

A primeira resposta é não. O tratamento para nódulos no fígado varia de acordo com diversos fatores, como o tipo de nódulo, seu tamanho, quantidade, localização e as condições clínicas do paciente. É importante destacar que a grande maioria dos nódulos não requer cirurgia, especialmente se uma investigação complementar adequada for realizada. 💉🔍

No caso de tumores malignos, quando a doença não está em estágio avançado, geralmente é necessária alguma forma de abordagem, frequentemente envolvendo procedimentos cirúrgicos. No entanto, cada caso é único e complexo, exigindo uma avaliação individualizada. A realização de biópsias nem sempre é necessária para todos os nódulos, mas pode ser uma ferramenta valiosa em alguns casos para um diagnóstico mais preciso. 👩‍⚕️📊

O acompanhamento desses casos delicados deve ser conduzido por um médico cirurgião especialista em fígado, que terá a expertise necessária para orientar o tratamento adequado. É crucial considerar que há diversas abordagens possíveis, e a decisão deve ser tomada cuidadosamente, levando em conta as características específicas de cada situação. 🩺💼

Em resumo, a necessidade de cirurgia para nódulos no fígado não é uma regra absoluta. Cada caso é único e requer uma abordagem personalizada, com o objetivo de garantir o melhor resultado para a saúde do paciente. 👨‍⚕️🤝

Hepatectomia Videolaparoscopica

Entendendo o Cisto no Fígado: Diferenças entre Nódulos e Cistos 🤔🔍

Receber a notícia de um cisto no fígado pode levantar várias questões, especialmente se já ouvimos falar de nódulos hepáticos. Mas afinal, são a mesma coisa? Os cistos hepáticos são uma ocorrência bastante comum, e sua prevalência aumenta com a idade, atingindo cerca de 50% das pessoas com mais de 60 anos. No entanto, a grande maioria desses cistos é do tipo “simples” e geralmente não requer intervenção. Apenas cerca de 5% dos casos, classificados como não simples, podem exigir atenção adicional, sendo que, em alguns casos, o cisto pode ser do tipo cistoadenoma ou cistoadenocarcinoma.

A diferenciação entre um cisto simples e um mais complexo geralmente é feita por meio de um exame de imagem robusto, podendo ser complementada por alguns exames de sangue. Contudo, para uma avaliação mais precisa e a definição da melhor conduta a ser tomada, é aconselhável buscar a orientação de um especialista. 🩺💡

É importante ressaltar que a interpretação de exames e a conclusão diagnóstica são atividades médicas que dependem da análise integrada de dados clínicos e exames subsidiários. Dessa forma, a consulta com um médico especializado é fundamental para garantir um entendimento preciso da situação e a elaboração do plano de cuidados mais adequado ao seu caso específico. Lembre-se, a sua saúde está nas mãos de profissionais qualificados que podem oferecer a orientação necessária para o seu bem-estar. 🩹👨‍⚕️

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Orientação Nutricional

Orientação Nutricional

Consumidor vai gastar mais em alimentos saudáveis, diz pesquisa ...
Orientação Nutricional

Evitar alimentos irritantes e controlar o estresse são passos importantes do tratamento da Síndrome Dispéptica que é ocasionada geralmente pela GASTRITE e/ou DOENÇA DO REFLUXO. Estas representam as mais usuais causas de atendimento ambulatorial com Gastroenterologistas, a tão conhecida popularmente como má – digestão. Muito prevalente na população, a Síndrome Dispéptica por um conjunto de sintomas ocasionados por uma inflamação na mucosa do estômago, e os principais sintomas são dor de estômago, azia e sensação de estufamento. Além dos medicamentos prescritos, é possível contornar o problema da má digestão mudando o padrão da alimentação e melhorando o estilo de vida, através de uma associação entre noite de sono adequada, atividade física e suspensão do tabagismo e/ou etilismo. O caminho correto do tratamento portanto passa por uma alimentação balanceada, controle do estresse e uso da medicação prescrita de forma adequada.

Como a pirâmide alimentar pode orientar sua dieta - Catarinense Pharma
Pirâmide da Alimentação Saudável

Os pacientes com Síndrome Dispéptica, devem evitar:

  • Café
  • Chá mate
  • Chocolate
  • Refrigerante
  • Sal em excesso
  • Enlatados
  • Embutidos
  • Bebidas alcoólicas
  • Pimenta-do-reino
  • Leite e derivados
  • Frituras
  • Gorduras em excesso

“O sal em excesso é um potente agressor do estômago, ou seja, alimentos demasiadamente salgados, além de enlatados e embutidos, são contraindicados”, explica nossa Gastroenterologista. As bebidas alcoólicas, segundo o nosso Hepatologista, agridem diretamente as células gástricas, aumentando o estresse oxidativo. A pimenta-do-reino, por sua vez, pode aumentar a secreção ácida no estômago, tendo efeito negativo no tratamento de gastrites e úlceras. Já o leite, em especial nos casos de INTOLERÂNCIA A LACTOSE, pode aliviar temporariamente os sintomas da gastrite, pois reduz a acidez estomacal. Porém, por ser extremamente rico em proteínas, acaba por estimular ainda mais a secreção ácida do estômago, provocando a piora minutos depois da ingestão. Logo, é preciso evitar. De acordo com a Dra Flávia Serra (Gastroenterologista), temperos naturais como cúrcuma e alecrim podem ajudar a reduzir a gastrite. “Além disso, os vegetais como couve e repolho e fitoterápicos como aloe vera e espinheira-santa podem ajudar a evitar úlceras”, explica. No entanto, nossa Hepatogastroenterologista lembra que cada organismo é único, e por isso as pessoas podem apresentar reações distintas à ingestão de diferentes alimentos. “A tolerância individual deve ser sempre respeitada”, finaliza.

Aprenda a usar a pirâmide alimentar nas suas refeições
Pirâmide Alimentar Balanceada

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Cirurgia Hepatobiliopancreática

Cirurgia Hepatobiliopancreática

Instituto ProGastro / Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática

A Cirurgia Hepatobiliopancreática é uma das áreas de atuação da cirurgia do aparelho digestivo, que se dedica ao tratamento de doenças BENIGNAS ou MALIGNAS (Câncer) do fígado, vias biliares e pâncreas. Consiste numa especialidade médica de complexos procedimentos cirúrgicos, que exige treinamento cirúrgico específico da equipe médica e adequada estrutura hospitalar para sua prática. Nesse grupo de cirurgias são realizados os tratamentos de doenças benignas e malignas, tais como:

Nódulos hepáticos (nódulos benignos – adenomas e hepatocarcinoma). O hepatocarcinoma é o câncer primário do fígado. O câncer é derivado das principais células do fígado, os hepatócitos. Como os demais cânceres, surge quando há uma mutação nos genes de uma célula que a faz se multiplicar desordenadamente. Essa mutação pode ser causada por algum agente externo (como o vírus da hepatite B ou C) ou pelo excesso de multiplicações das células, o que aumenta o risco de surgimento de erros na duplicação dos genes. O hepatocarcinoma é caracteristicamente agressivo. Isso justifica o acompanhamento constante dos pacientes portadores de Hepatites Virais (Tipo B e Tipo C) para monitoramento do surgimento destas neoplasias.

Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática: Hepatectomia Laparoscópica

Cistos hepáticos: O cisto hepático é definido como uma pequena bolha que surge na parte interna do fígado. Embora pequena, a bolha contém em seu interior um líquido ou um material viscoso, mais grosso, jamais sendo vazia. Estima-se que cerca de 5% da população brasileira já tenha apresentado um cisto hepático e já tenha feito o tratamento em algum momento de sua vida.

Câncer de vesícula biliar: O câncer de vesícula biliar é um problema raro e grave que afeta a vesícula biliar, um pequeno órgão do trato gastrointestinal que armazena a bile, liberando-a durante a digestão. Normalmente, o câncer de vesícula biliar não provoca qualquer tipo de sintoma e, por isso, em muitos casos, é diagnosticado em fases muito avançadas, quando já afetou outros órgãos como o fígado, ocasionando metástases hepáticas. O câncer de vesícula tem cura quando o seu tratamento é iniciado precocemente com cirurgia, para eliminar todas as células tumorais e impedir a sua propagação para outros órgãos.

Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática: Câncer das Vias Biliares

Câncer de via biliar (colangiocarcinoma): O câncer das vias biliares é incomum e resulta do crescimento de um tumor nos canais que conduzem a bile produzida no fígado para a vesícula biliar. A bile é um líquido importante na digestão, pois ajuda a dissolver as gorduras ingeridas nas refeições. A principal forma de apresentação clínica destes tumores é o aparecimento da ICTERÍCIA PROGRESSIVA (olhos amarelados) nos pacientes.

Cistos de pâncreas (benignos e malignos): Os cistos que podem aparecer nesta área, geralmente não apresentam quaisquer tipos de sintomas quando estão se iniciando, e alguns podem nem precisar de tratamento. Já os casos mais graves, geralmente acima de 2 cm, devem ser avaliados criteriosamente por um Cirurgião Hepatobiliopancreático já que podem ser cistos malignos. Os cistos pancreáticos são mais comuns em pessoas que já possuem uma doença preexistente no local. Por exemplo, pode se relacionar a alguém que já teve um caso de pancreatite, diabetes e obesidade.

Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática: Ressecção Laparoscópica de Cisto Pancreático

Lembre-se, procure sempre um médico especialista e receba uma segunda opinião. Em caso de dúvidas entre em contato conosco através da nossa central de atendimento on-line abaixo

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Prevenção Nutricional da DIVERTICULITE AGUDA

Prevenção Nutricional da DIVERTICULITE AGUDA

Diverticulite_Aguda

Os DIVERTÍCULOS DO CÓLON são saculações que se desenvolvem na parede do intestino grosso com o passar dos anos, e que ocorrem em pontos de fraqueza desta parede. Sabe-se que 50% das pessoas com mais de 60 anos apresentam divertículos intestinais (DIVERTICULOSE INTESTINAL). Mas o grande medo por portadores da diverticulose, que muitas vezes é assintomática, é evoluir com um quadro de DIVERTICULITE AGUDA, algo que ocorre em 5% dos casos.

A diverticulite aguda é uma inflamação que acontece nos divertículos, podendo causar dor abdominal forte (lado esquerdo inferior do abdome), parada da eliminação de gases e fezes, febre e distensão abdominal. O diagnóstico é confirmado através de hemograma e exames de imagem (ultrassonografia e tomografia computadorizada). O tratamento requer dieta, antibióticos e, em alguns casos mais graves, internações e cirurgia.

Mas a questão é: QUAIS OS REAIS FATORES DE RISCO PARA A DIVERTICULITE AGUDA?

Durante muito tempo se pensou que este quadro era causado pela obstrução dos divertículos por fezes e alimentos. E aí foi fácil associarmos as sementes e grãos como os maiores vilões. Por anos colocamos a culpa no milho, nas castanhas, pipoca e sementes de frutas (tomate, kiwi, mamão, uva). Mas erramos! Na verdade, a ingestão destes alimentos não está relacionado ao desenvolvimento da diverticulite. Pelo contrário! A ingestão de fibras nos protege.


Mas QUEM DEVEMOS CULPAR então? Em pelo menos 50% dos casos os verdadeiros causadores da diverticulite aguda são a obesidade (abdominal em particular), uso de anti-inflamatórios, sedentarismo, dieta rica em gordura (principalmente carne vermelha) e pobre em fibras.


E COMO EVITAR AS CRISES de diverticulite aguda em portadores de diverticulose intestinal? Com adequação de ESTILO DE VIDA e ALIMENTAÇÃO, como as que seguem abaixo:
– manter-se com peso adequado (índice de massa corpórea normal)
– não ingerir mais que quatro porções de carne vermelha por semana
– ingerir mais que 25 gramas de fibras ao dia
– praticar atividades físicas por mais de duas horas por semana
– não fumar

E caso você já tenha sofrido com alguma crise de diverticulite previamente, adeque-se o quanto antes a estas medidas. A cada crise as chances de recidiva da inflamação aumentam exponencialmente. Mais do que procurar um gastroenterologista ou cirurgião nos momentos críticos, busque orientação prévia para ter orientações alimentares e de estilo de vida. Além de diminuir os riscos de crises de diverticulite, estará realmente promovendo mais saúde ao seu corpo e se protegendo de outras doenças causadas pelos mesmos fatores de risco.

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