Saúde Digestiva e Qualidade de Vida

 

A saúde digestiva é crucial para o bem-estar geral do corpo. Os problemas digestivos, como azia, refluxo ácido, constipação e diarreia, podem afetar a qualidade de vida e até mesmo levar a complicações médicas mais graves.

Para manter uma boa saúde digestiva, é importante seguir uma dieta equilibrada e rica em fibras, evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína, e manter uma rotina regular de exercícios físicos. Além disso, evitar fumar e gerenciar o estresse também pode ajudar a prevenir problemas digestivos.

Em caso de problemas digestivos, é importante consultar um médico para determinar a causa e receber o tratamento adequado. Isso pode incluir mudanças na dieta e no estilo de vida, medicamentos ou, em alguns casos mais graves, tratamento cirúrgico.

Além disso, existem também algumas práticas de cuidados com a saúde digestiva que podem ser adotadas para manter a saúde geral do sistema digestivo, como:

  • Consumir alimentos ricos em fibras, como frutas, vegetais, cereais integrais e legumes;
  • Beber água suficiente durante o dia;
  • Evitar alimentos gordurosos, fritos e processados;
  • Evitar o uso excessivo de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos;
  • Evitar fumar e ingerir álcool em excesso;
  • Manter uma rotina regular de exercícios físicos;
  • Gerenciar o estresse.

Em resumo, a saúde digestiva é importante para o bem-estar geral do corpo e pode ser mantida através de uma dieta equilibrada, prática regular de exercícios, e evitando hábitos prejudiciais, como fumar e consumo excessivo de álcool. Caso haja problemas digestivos, é importante procurar um GASTROENTEROLOGISTA para determinar a causa e receber o tratamento adequado.

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Cuide-se. O CÂNCER não ficou de quarentena.

Por conta da pandemia, muitas pessoas interromperam suas rotinas de tratamento do câncer, adiando consultas, exames e cirurgias. Os números apontam quedas drásticas dos diagnósticas de vários tipos de câncer, além de diminuição do número de cirurgias, por exemplo. Sabemos que isso não se deve à redução dos casos da doença e é exatamente esse o grande risco. Quanto mais se adia o enfrentamento do câncer, menores são as chances de cura. Por isso aderimos a campanha da SBCO que por vários canais de mídia, motiva a população a retomar seus cuidados de saúde relacionados ao câncer. É importante, é claro, atenção às orientações de prevenção da Covid-19, mas não se deve, por conta da pandemia, negligenciar uma doença altamente letal como o câncer.

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Tratamento da ESTEATOSE HEPÁTICA

Tratamento da ESTEATOSE HEPÁTICA

Espectro da doença hepática gordurosa não-alcoólica (DHGNA)

DHGNA engloba um espectro de alterações no tecido hepático que vai desde simples deposição de gordura ao câncer. Mas para dizer que o insulto principal é pela gordura, é necessário excluir outras causas de lesão do fígado, tais como o consumo excessivo de álcool, as infecções (principalmente as hepatites virais) e a autoimunidade.

No espectro da DHGNA, temos:

  • Esteatose hepática simples – estágio inicial quando há apenas deposição de gordura nas células hepáticas. O fígado está gorduroso, mas não está com sinais de inflamação ou fibrose.
  • Estato-hepatite não-alcoólica, também conhecida por NASH (do inglês – Nonalcoholic Steatohepatitis) – há depósito de gordura (esteatose) em mais de 5% do tecido hepático associado a outros achados patológicos nos hepatócitos (células hepáticas), como a degeneração em balão (ou balonamento hepatocelular) e o infiltrado inflamatório.   
  • Cirrose – há fibrose intensa e difusa com desenvolvimento de nódulos de hepatócitos;
  • Hepatocarcinoma – crescimento desordenado das células hepáticas decorrente de mutações genéticas. A cirrose é um fator de risco para o hepatocarcionoma.

Hoje, nós sabemos que a gordura no fígado não é tão benigna assim. De poucas décadas para cá, descobrimos que a esteatose é um grande risco para a saúde: pode evoluir para cirrose, necessidade de transplante e até câncer hepático, além de ser um fator de risco para doença cardiovascular.

A DHGNA pode evoluir para cirrose e câncer

Didaticamente, fala-se que a DHGNA é a doença dos 25% – conforme esquematizado na figura 1 – pois dados estatísticos dos Estados Unidos (1) indicam que:

  • Cerca de 25% de todos os indivíduos adultos têm gordura no fígado (esteatose);
  • Dos pacientes com esteatose, 25% desenvolvem esteato-hepatite (NASH);
  • Dos pacientes que desenvolvem esteato-hepatite, 25% evoluem para cirrose;
  • Finalmente, dos pacientes com cirrose uma porcentagem desconhecida evolui para câncer hepático.

Cerca de 80% dos pacientes com estato-hepatite têm sobrepeso ou obesidade, 72% deles têm dislipidemia e 44% receberam o diagnóstico de diabetes tipo 2. Portanto “a gordura no fígado seria o correspondente hepático da síndrome metabólica“. Esse fenômeno pode ser explicado pela lipotoxicidade causada pelo “transbordamento da gordura” para esse órgão. Na América do Sul, estima-se que a doença gordurosa não-alcoólica do fígado afete 30% da população. Em vários países, ela já ganhou o primeiro lugar na indicação de transplantes de fígado em mulheres e espera-se que ultrapasse a cirrose hepática alcoólica em homens.

Como a doença hepática gordurosa é diagnosticada?

Médicos generalistas e nós, GASTROENTEROLOGISTAS, fazemos uma avaliação inicial do acometimento hepático como parte do rastreamento de complicações do sobrepeso e obesidade. Nos casos mais graves de gordura no fígado ou quando há alguma dúvida quanto diagnóstico e tratamento, o médico HEPATOLOGISTA deve ser incluído na avaliação e tratamento. Consideramos a história clínica, sinais e sintomas e solicitamos exames complementares.

AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO HEPÁTICA ON-LINE

Tratamento da doença hepática gordurosa não-alcóolica

Ainda não existem tratamentos medicamentosos eficazes para eliminar o acúmulo de gordura no fígado e suas consequências. A vitamina E e a pioglitazona são medicações que mostraram benefício para pacientes com esteatose hepática em estudos desenhados primariamente para outras finalidades, mas ainda não existe uma recomendação universal para utilização desses compostos na DHGNA. Existe alguma evidência que a dieta mediterrânea seja benéfica para pacientes com DHGNA. Além disso, aconselha-se limitar o consumo de bebidas ricas em frutose e beber duas doses de café (cafeinado) por dia. O consumo de álcool deve ser cessado ou muito limitado (<1 dose para mulheres e < 2 doses para homens) para não danificar mais ainda o fígado.

Perder peso é necessário!

Mesmo após 30 anos da descrição desta entidade clínica, o tratamento mais eficaz para a esteato-hepatite não-alcoólica é a mudança de estilo de vida, leia-se dieta e atividade física com o objetivo de perda de peso. Para pacientes com sobrepeso ou obesidade, a restrição calórica mostrou ser a medida mais eficaz no tratamento da doença gordurosa hepática não-alcoólica. A atividade física diminui a quantidade de gordura no fígado independentemente da quantidade de peso perdida. O objetivo do tratamento é que a perda de peso seja, pelo menos, de 7 a 10% do peso original. Nessas porcentagens, já se verifica regressão parcial ou total do depósito de gordura nas células hepáticas. Perda de peso superior a 10% foi relacionada até a quadro de regressão da fibrose em estudos com biópsia hepática. Nos casos de falha do tratamento não medicamentoso para perda de peso, deve-se considerar o uso de medicações antiobesidade e ainda a indicação de cirurgia bariátrica. Por fim, não podemos esquecer que, na maioria das vezes, a DGHNA é uma comorbidade do sobrepeso e obesidade, diabetes, hipertensão e dislipidemia. Em conjunto, essas doenças aumentam muito o risco de doença cardiovascular. Sempre devemos lembrar de associar o tratamento específico de todas as comorbidades já citadas através da mudança de estilo de vida e medicações quando devidamente indicadas.

Referências

DIEHL, A. M.; DAY, C. Cause, Pathogenesis, and Treatment of Nonalcoholic Steatohepatitis. N Engl J Med, 377, n. 21, p. 2063-2072, 11 2017.doi: 10.1056/NEJMra1503519

SHEKA, A. C.; ADEYI, O.; THOMPSON, J.; HAMEED, B. et al. Nonalcoholic Steatohepatitis: A Review. JAMA, 323, n. 12, p. 1175-1183, 03 2020. doi: 10.1001/jama.2020.2298

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Consulta Médica 2.0

Consulta Médica 2.0

Ir ao médico não é uma tarefa corriqueira. Muitas pessoas, infelizmente, não se programam ao agendar uma consulta médica e, por isso, muitas vezes ela não rende ou não é satisfatória. É preciso evitar esse tipo de situação, justamente para garantir um bom diagnóstico e começar o tratamento adequado. Mas como conseguir isso? Com algumas mudanças de atitudes, é possível facilitar a vida do paciente e otimizar o resultado da avaliação médica. Levar os exames anteriormente realizados, convidar um acompanhante e relatar tudo ao médico são alguns exemplos disso. Mas não para por aí. Quer saber mais? Acompanhe este texto e conheça 8 dicas de como se organizar antes de ir a uma consulta médica!

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1. Leve os exames já realizados

Muitas doenças são diagnosticadas não por conta dos sintomas atuais. Há situações em que o histórico de saúde evidencia o comportamento de determinada doença. Nesse sentido, exames feitos anteriormente podem dar a pista que faltava para o médico desvendar o que está acometendo você. Por isso, não deixe de levar exames já realizados, principalmente se você já tem o hábito de fazê-los com grande frequência. Além de ajudar o médico a se nutrir de informações passadas, é possível que esses exames não sejam novamente solicitados. Isso também facilita para você, que evita enfrentar a bateria de exames e economiza dinheiro.

2. Faça uma lista dos medicamentos que você faz uso

Até mesmo quem toma pouca quantidade de remédios acaba passando um aperto na hora em que o profissional de saúde pergunta sobre eles. Às vezes, no momento de informá-los ao médico, é possível esquecer algum ou citar os nomes dos medicamentos de forma errada. Para uma boa consulta, esse tipo de situação não pode acontecer. Saber detalhadamente a relação de remédios que você faz uso é fundamental. Isso auxilia o médico a identificar possíveis erros, a suspender ou adicionar novos medicamentos. Também tenha anotado a dosagem de cada um deles. Faça uma lista com essas informações e apresente ao seu médico.

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3. Informe ao médico o histórico de doenças da família

Sabia que muitas doenças são hereditárias? Diabetes, hipertensão e até mesmo câncer podem seguir de geração para geração. Por exemplo: é possível que você tenha registrado no seu DNA uma facilidade para adquirir uma doença que seu avô tinha. Esses detalhes sobre o histórico familiar são essenciais na hora da consulta médica. Sendo assim, informe sobre as doenças que acometerem a sua família. Antes da consulta, tente verificar o quadro de saúde de cada um dos familiares, inclusive dos já falecidos. Anote as enfermidades, caso tenham existido ou existam, e relacione com o grau de parentesco. Geralmente, os riscos de a pessoa apresentar a doença são maiores em parentes de primeiro grau. Conte tudo isso ao seu médico.

4. Leve os seus diagnósticos anteriores

Muitas pessoas chegam à consulta médica dizendo que apresentam determinada doença. Isso por conta de um diagnóstico feito por outro profissional. Por exemplo: você já deve ter ouvido falar de alguém que foi em um médico e obteve o diagnóstico X, enquanto, com outro profissional, o diagnóstico foi Y. Essas situações demonstram que nem sempre esse diagnóstico está correto ou bem definido. Por isso, deixe anotados os diagnósticos que você já recebeu. Informe ao médico quais especialidades você já passou e quais foram as previsões identificadas. Nesse contexto, também fale sobre os sintomas que você já teve nos últimos anos. Algumas doenças aparecem com sinais isolados dependendo da sua idade, por exemplo. Esses tipos de manifestações instáveis até justificam diagnósticos variados ao longo do tempo e em diferentes especialidades. Sendo assim, notifique ao médico sobre fraturas, anemias, infecções que você já teve e como fez para tratá-las. Dessa forma, seu médico tem mais chances de resolver o quebra-cabeça da sua atual situação de saúde.

5. Vá à consulta médica com roupas confortáveis

Pode parecer dica de moda, mas, na verdade, é mais uma atitude para facilitar a consulta médica. Usar roupas inadequadas pode alterar o resultado de alguns procedimentos, como a aferição de pressão. Isso porque roupas muito apertadas podem modificar o metabolismo do seu organismo, o que deixa seu corpo tenso e desregulado, prejudicando na hora de fazer um diagnóstico. Sendo assim, prefira ir ao médico com roupas apropriadas e que sejam fáceis de retirar, pois há sempre a possibilidade de trocar ou tirar alguma peça durante a consulta, a fim de realizar algum exame clínico. Vista-se confortavelmente!

6. Convide alguém parar ir com você à consulta médica

Em muitas situações, sempre bate uma ansiedade ou desespero para ir à consulta médica. O paciente fica nervoso, o que pode comprometer o procedimento de diagnóstico feito pelo médico. Se você passa por isso, que tal levar um acompanhante para você ficar mais tranquilo? Convide seu companheiro ou companheira, um amigo próximo ou primo. Não se deve ter mais de um acompanhante para não atrapalhar a consulta. Muitos médicos ficam incomodados quando parentes do paciente começam a responder perguntas ou fazer juízo de valor sobre o comportamento de seu ente querido. Evite esse tipo de situação. É importante destacar que pacientes idosos e menores de idade precisam ser acompanhados por um responsável. Essas pessoas geralmente não tem discernimento suficiente para assimilar e seguir as orientações médicas. Nesses casos, apresente-se ao médico, diga qual seu grau de parentesco em relação ao paciente e fale que você vai auxiliar na absorção das informações.

7. Não esconda nada de seu médico

Geralmente, quando vão fazer um checkup, algumas pessoas acham que aquela pequena dor de cabeça ou nas costas, por exemplo, é algo irrelevante para relatar ao médico. Elas comumente acreditam que, na consulta médica, devem se queixar somente de algo mais grave. Essa não é uma boa atitude. Isso porque esconder alguns sintomas do médico pode dificultar e até mesmo inviabilizar o diagnóstico. Qualquer detalhe deve ser relatado ao profissional. E você não precisa ter medo e vergonha de relatar sobre isso. A legislação exige que o sigilo médico-paciente seja inviolável.

8. Não agende a consulta em cima da hora

Outra atitude para facilitar a consulta médica é, justamente, se precaver para esse momento. Isso porque a agenda do médico pode ser muito cheia e, com isso, você não encontrar vaga. Ou então você ter muitos compromissos e acabar se atrasando para a consulta. Evite todo esse estresse se antecipando. Marque na agenda a consulta com dias de antecedência e chegue no consultório pelo menos 10 minutos antes do horário marcado. Tudo isso facilita, tanto para você quanto para a equipe médica. Essas foram algumas atitudes essenciais para uma consulta médica. Além dessas informações, é importante saber escolher um profissional especializado. Informe-se quanto à estrutura do consultório, qualificação e da experiência de outros pacientes, por exemplo. Assim, você terá bons momentos na hora de se consultar com um especialista.

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E aí, está precisando agendar uma consulta médica? Entre em contato conosco! Nós realizamos o processo de agendamento de consultas médicas online.

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Para sua comodidade e segurança, o INSTITUTO PROGASTRO dispõe de uma equipe de médicos especialistas nas áreas de Gastroenterologia, Hepatologia, Proctologia, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo. Para agendar sua consulta ligue de segunda a sexta-feira, das 08:00h às 18:00h, e fale com a nossa secretária (Mayara). Sua Consulta será agendada na HORA-CERTA, ou seja, você será atendido no horário programado e com todas as normas de segurança sanitária para a prevenção contra o COVID-19.

Valorizamos o seu tempo e sua saúde.

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Reembolso da Consulta Médica

Reembolso da Consulta Médica

Quantas vezes você quis se consultar com um determinado médico indicado por um amigo ou que você ficou conhecendo através da internet, porém, quando ligou para marcar a consulta verificou que o mesmo não atendia seu convênio? Pois saiba que você não precisa abrir mão de se consultar com o médico que você escolheu. Vários convênios / planos de saúde permitem ao usuário realizar consultas com médicos “fora” do plano de saúde, através do reembolso de consulta médica.

É muito simples, o paciente escolhe livremente o médico que deseja consultar e se o MÉDICO ESPECIALISTA escolhido não atender pelo seu convênio, é possível solicitar o reembolso de consulta médica da seguinte forma:

Como solicitar o reembolso de consulta médica

  1. Após a consulta, o paciente pagará ao médico o valor pela mesma.
  2. O paciente receberá imediatamente o recibo (nota fiscal) que comprova o pagamento da consulta.
  3. O paciente enviará ao convênio o recibo da consulta.
  4. Em até no máximo 30 dias após o convênio receber o comprovante de pagamento da consulta o paciente receberá o depósito em conta do valor referente ao pagamento da consulta.

É importante dizer que cada convênio tem um valor máximo de reembolso e, algumas vezes, o valor da consulta é superior a esse valor. Nesses casos o paciente recebe o valor máximo estipulado pelo convênio. Esse valor máximo do reembolso de consulta médica varia de convênio para convênio. Por isso, a melhor forma de saber se seu plano de saúde reembolsa consultas particulares e qual o valor máximo reembolsado, é ligando para a central de atendimento do seu convênio. De acordo com a ANS, não é obrigação do convênio médico anexar a tabela de valores do reembolso no contrato. Porém, o convênio é obrigado a informar ao paciente o valor máximo reembolsado por consulta de maneira clara e objetiva. E por fim, é importante dizer que no INSTITUTO PROGASTRO apesar de realizarmos as consultas médicas especializadas de forma particular (reembolso), podemos realizar, nos casos indicados, a cirurgia (tratamento cirúrgico) pelo seu convênio. Por isso, sempre escute uma segunda opinião especializada, pois o mais importante é que você sempre consulte e realize seu tratamento com médicos de sua escolha e confiança!

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No INSTITUTO PROGASTRO contamos com profissionais treinados para auxiliar o paciente quanto ao processo de reembolso. Então, se você deseja realizar sua consulta com um MÉDICO ESPECIALISTA, fale conosco através do link abaixo.

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Como Prevenir o CÂNCER DE CÓLON (Intestino Grosso)?

Como Prevenir o CÂNCER DE CÓLON (Intestino Grosso)?

O câncer de cólon e reto abrange tumores na parte do intestino grosso, que é chamada de cólon, no reto e no ânus. Ele pode atingir homens e mulheres, geralmente por volta dos 50 anos de idade. Costuma se desenvolver de forma lenta e, se descoberto em estágio inicial, tem altas chances de cura. Saiba quais os fatores de risco e os principais sinais e sintomas para ficar atento.

COMO O CÂNCER DE CÓLON E RETO SE DESENVOLVE

Como todos os outros tecidos e órgãos do corpo, o cólon e o reto são formados por células que se dividem e se reproduzem de forma ordenada e controlada. Quando acontece alguma alteração, pode ser produzido um excesso de tecido que dá origem ao tumor, que pode ser benigno ou maligno. O câncer pode crescer, comprimindo e invadindo órgãos sadios à sua volta. Além disso, as células cancerosas podem se desprender e se espalhar por meio da corrente sanguínea e/ou vasos linfáticos. Quando isso acontece, o câncer migra para outras partes do corpo, geralmente para o fígado, nódulos linfáticos, pulmão e ossos. 

Ainda não se sabe exatamente as causas do câncer de cólon e de reto, mas alguns fatores de risco influenciam o desenvolvimento, tais como: 

Má alimentação – há evidências de que o câncer de cólon e de reto está associado a dietas gordurosas, hipercalóricas, pobres em fibras e com excesso de carne vermelha e/ou processada.

Constipação intestinal – o contato das fezes com as paredes do cólon e do reto por períodos prolongados aumenta as chances de desenvolver a doença. 

Pólipos – são um tipo de crescimento anormal de tecido nas paredes colorretais, como se fossem verrugas. Costumam aparecer após os 50 anos de idade e, apesar de benignos, deveriam ser retirados por precaução, pois um grande número de tumores se desenvolve a partir desses pólipos. Pessoas com essa condição devem fazer acompanhamento regular com o médico.

Histórico familiar – apesar da maioria dos casos de câncer colorretal ocorrer sem histórico familiar, 30% das pessoas que desenvolvem têm outros familiares que foram acometidos pela doença. Pessoas com histórico de câncer ou pólipos em parentes de primeiro grau têm risco aumentado. 

Doenças inflamatórias – pessoas com doença de Crohn e colite ulcerativa, por causa da inflamação nas paredes colorretais, têm mais risco de desenvolver o câncer. Deve ser feito acompanhamento regular com o médico.

Doenças hereditárias – correspondem a apenas 5% dos casos de câncer colorretal. São pessoas que herdaram mutações genéticas que causam a doença. As mais comuns são: síndrome de Lynch e polipose adenomatosa familiar. Outras, mais raras, são: síndrome de Gardner, síndrome de Turcot, síndrome de Peutz-Jeghers e polipose MUTYH. Pessoas com alguma dessas condições devem fazer acompanhamento regular com o médico.

SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE CÓLON E RETO

No estágio inicial, o câncer colorretal não costuma apresentar sinais e sintomas, o que dificulta sua detecção precoce. Mas é muito importante ficar atento a alguns sinais:

  • Mudança injustificada de hábito intestinal; 
  • Diarreia ou prisão de ventre recorrentes; 
  • Sangue nas fezes (pode ser de coloração clara ou escura); 
  • Evacuações dolorosas;
  • Afinamento das fezes;
  • Constante flatulência (gases);
  • Desconforto gástrico;
  • Sensação de constipação intestinal;
  • Perda injustificada de peso;
  • Cansaço constante.

Importante: a presença de um ou mais destes sinais e sintomas não significa que você está com câncer. Eles podem ser causados por diversas doenças gastrointestinais, como úlceras ou inflamação do colón. Procure o Gastroenterologista para ele identificar a causa e indicar o melhor tratamento para o seu caso.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE CÓLON E RETO 

Para determinar a razão dos sinais e sintomas, o médico vai avaliar tudo o que você disser que está sentindo, seu histórico e fará o exame clínico, incluindo o toque retal. Outros exames são necessários para detectar o câncer colorretal:

Teste de sangue oculto – por meio de uma amostra de fezes, é possível identificar se há sangue que não pode ser visto a olho nu.

Colonoscopia – para examinar o cólon por dentro, o médico usa um tubo fino com uma pequena câmera na ponta. Se necessário, é retirada uma amostra de tecido para análise (biópsia). Independentemente de ter ou não sinais e sintomas que indicam câncer, pessoas com mais de 50 anos devem fazer esse exame de forma regular.

Radiografia – é feita com contraste para que as paredes do intestino fiquem visíveis, permitindo que qualquer anormalidade seja visualizada.

TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE CÓLON E RETO

Se o diagnóstico for positivo, o tratamento será decidido de acordo com a extensão da doença, idade da pessoa, histórico e estado de saúde. Há quatro métodos principais de tratamento para o câncer colorretal: cirurgia, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. O médico poderá indicar um único método ou a combinação deles.

Cirurgia para câncer de cólon e reto – o tipo de cirurgia dependerá da localização e do tamanho do tumor. Na maioria dos casos, é possível retirar a parte afetada do intestino. Esse procedimento chama-se ressecção do intestino. Durante a cirurgia, são retirados os gânglios linfáticos próximos para verificar se têm células cancerosas. Após a cirurgia, é colocada uma bolsa especial na abertura do abdome para coletar as fezes (colostomia).

  • A colostomia temporária é feita para que as fezes sejam desviadas do baixo cólon e o reto até que eles se recuperem;
  • A colostomia definitiva é necessária quando o baixo reto é inteiramente retirado. 
Câncer de Cólon: Tratamento Cirúrgico Vídeolaparoscópico

Radioterapia – costuma ser aplicada antes ou após a cirurgia, especialmente em câncer de reto. É indicada, também, para casos em que é impossível remover o tumor cirurgicamente por localizar-se muito perto do ânus. Combinada com outros tratamentos, costuma ser muito eficaz para diminuir a volta da doença. 

Quimioterapia – não costuma ser muito eficiente no combate a casos recorrentes ou muito avançados de câncer colorretal. Entretanto, em grupos de pacientes em estágio moderado, a quimioterapia tem apresentado bons resultados.

Imunoterapia – o sistema imunológico do organismo humano tem uma capacidade natural de reconhecer células cancerosas e combatê-las. A imunoterapia ou terapia biológica é um tratamento que estimula e fortalece esta função e costuma ser indicada como tratamento complementar à cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. 

Fonte: Medicina Pfizer

Orientação Nutricional

Orientação Nutricional

Consumidor vai gastar mais em alimentos saudáveis, diz pesquisa ...
Orientação Nutricional

Evitar alimentos irritantes e controlar o estresse são passos importantes do tratamento da Síndrome Dispéptica que é ocasionada geralmente pela GASTRITE e/ou DOENÇA DO REFLUXO. Estas representam as mais usuais causas de atendimento ambulatorial com Gastroenterologistas, a tão conhecida popularmente como má – digestão. Muito prevalente na população, a Síndrome Dispéptica por um conjunto de sintomas ocasionados por uma inflamação na mucosa do estômago, e os principais sintomas são dor de estômago, azia e sensação de estufamento. Além dos medicamentos prescritos, é possível contornar o problema da má digestão mudando o padrão da alimentação e melhorando o estilo de vida, através de uma associação entre noite de sono adequada, atividade física e suspensão do tabagismo e/ou etilismo. O caminho correto do tratamento portanto passa por uma alimentação balanceada, controle do estresse e uso da medicação prescrita de forma adequada.

Como a pirâmide alimentar pode orientar sua dieta - Catarinense Pharma
Pirâmide da Alimentação Saudável

Os pacientes com Síndrome Dispéptica, devem evitar:

  • Café
  • Chá mate
  • Chocolate
  • Refrigerante
  • Sal em excesso
  • Enlatados
  • Embutidos
  • Bebidas alcoólicas
  • Pimenta-do-reino
  • Leite e derivados
  • Frituras
  • Gorduras em excesso

“O sal em excesso é um potente agressor do estômago, ou seja, alimentos demasiadamente salgados, além de enlatados e embutidos, são contraindicados”, explica nossa Gastroenterologista. As bebidas alcoólicas, segundo o nosso Hepatologista, agridem diretamente as células gástricas, aumentando o estresse oxidativo. A pimenta-do-reino, por sua vez, pode aumentar a secreção ácida no estômago, tendo efeito negativo no tratamento de gastrites e úlceras. Já o leite, em especial nos casos de INTOLERÂNCIA A LACTOSE, pode aliviar temporariamente os sintomas da gastrite, pois reduz a acidez estomacal. Porém, por ser extremamente rico em proteínas, acaba por estimular ainda mais a secreção ácida do estômago, provocando a piora minutos depois da ingestão. Logo, é preciso evitar. De acordo com a Dra Flávia Serra (Gastroenterologista), temperos naturais como cúrcuma e alecrim podem ajudar a reduzir a gastrite. “Além disso, os vegetais como couve e repolho e fitoterápicos como aloe vera e espinheira-santa podem ajudar a evitar úlceras”, explica. No entanto, nossa Hepatogastroenterologista lembra que cada organismo é único, e por isso as pessoas podem apresentar reações distintas à ingestão de diferentes alimentos. “A tolerância individual deve ser sempre respeitada”, finaliza.

Aprenda a usar a pirâmide alimentar nas suas refeições
Pirâmide Alimentar Balanceada

Acesso o Link a seguir e baixe nossa orientação nutricional.

Prevenção Nutricional da DIVERTICULITE AGUDA

Prevenção Nutricional da DIVERTICULITE AGUDA

Diverticulite_Aguda

Os DIVERTÍCULOS DO CÓLON são saculações que se desenvolvem na parede do intestino grosso com o passar dos anos, e que ocorrem em pontos de fraqueza desta parede. Sabe-se que 50% das pessoas com mais de 60 anos apresentam divertículos intestinais (DIVERTICULOSE INTESTINAL). Mas o grande medo por portadores da diverticulose, que muitas vezes é assintomática, é evoluir com um quadro de DIVERTICULITE AGUDA, algo que ocorre em 5% dos casos.

A diverticulite aguda é uma inflamação que acontece nos divertículos, podendo causar dor abdominal forte (lado esquerdo inferior do abdome), parada da eliminação de gases e fezes, febre e distensão abdominal. O diagnóstico é confirmado através de hemograma e exames de imagem (ultrassonografia e tomografia computadorizada). O tratamento requer dieta, antibióticos e, em alguns casos mais graves, internações e cirurgia.

Mas a questão é: QUAIS OS REAIS FATORES DE RISCO PARA A DIVERTICULITE AGUDA?

Durante muito tempo se pensou que este quadro era causado pela obstrução dos divertículos por fezes e alimentos. E aí foi fácil associarmos as sementes e grãos como os maiores vilões. Por anos colocamos a culpa no milho, nas castanhas, pipoca e sementes de frutas (tomate, kiwi, mamão, uva). Mas erramos! Na verdade, a ingestão destes alimentos não está relacionado ao desenvolvimento da diverticulite. Pelo contrário! A ingestão de fibras nos protege.


Mas QUEM DEVEMOS CULPAR então? Em pelo menos 50% dos casos os verdadeiros causadores da diverticulite aguda são a obesidade (abdominal em particular), uso de anti-inflamatórios, sedentarismo, dieta rica em gordura (principalmente carne vermelha) e pobre em fibras.


E COMO EVITAR AS CRISES de diverticulite aguda em portadores de diverticulose intestinal? Com adequação de ESTILO DE VIDA e ALIMENTAÇÃO, como as que seguem abaixo:
– manter-se com peso adequado (índice de massa corpórea normal)
– não ingerir mais que quatro porções de carne vermelha por semana
– ingerir mais que 25 gramas de fibras ao dia
– praticar atividades físicas por mais de duas horas por semana
– não fumar

E caso você já tenha sofrido com alguma crise de diverticulite previamente, adeque-se o quanto antes a estas medidas. A cada crise as chances de recidiva da inflamação aumentam exponencialmente. Mais do que procurar um gastroenterologista ou cirurgião nos momentos críticos, busque orientação prévia para ter orientações alimentares e de estilo de vida. Além de diminuir os riscos de crises de diverticulite, estará realmente promovendo mais saúde ao seu corpo e se protegendo de outras doenças causadas pelos mesmos fatores de risco.

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O que é Diverticulite Aguda?

O que é Diverticulite Aguda?

Doença Diverticular dos Cólons – Instituto InVideo

Atendemos frequentemente pacientes que apresentam divertículos no intestino grosso (cólon), já que esta é uma alteração intestinal comum, principalmente com o avançar da idade. No entanto, existe uma grande confusão no que se refere à utilização dos termos, e por esta razão este artigo tem como principal interesse demonstrar as diferenças entre ter divertículo intestinal, diverticulose ou moléstia diverticular dos cólons e diverticulite.

Os divertículos intestinais representam a presença de um abaulamento da parede do intestino grosso, como se este fosse um pequeno “saco”, e que surge em áreas de maior fraqueza da parede intestinal. Diverticulose ou moléstia diverticular simplesmente descreve que este intestino apresenta divertículos. A diverticulite aguda é a inflamação do divertículo, e decorre da obstrução dos divertículos por fezes e alimentos, e caracteriza o maior problema relacionado com os divertículos, já que esta inflamação está associada à infecção da região.

Diverticulite Aguda

A presença da doença diverticular é mais comum em pessoas acima de 50 anos, mas pode acometer os mais jovens (principalmente os homens). Quanto ao sexo, há uma distribuição homogênea de maneira geral. Os divertículos surgem em decorrência de características pessoais e estilo de vida, como dieta, atividade física e obesidade. A dieta rica em fibras é considerada a melhor maneira de se prevenir o surgimento dos divertículos, principalmente quando associada a prática de exercício, já que há um incremento da função intestinal. A obesidade está relacionada com maior incidência de quadro de diverticulite e de sangramento (hemorragia) decorrente da presença dos divertículos, sendo estas as duas maiores complicações da doença diverticular. Aproximadamente de 15 a 25% dos pacientes com diverticulose apresentarão uma crise de diverticulite, enquanto de 5 a 15% evoluirão com sangramento intestinal.

A maioria das pessoas com a moléstia diverticular ou diverticulose não apresenta sintomas e continuarão assim pelo resto das suas vidas. O diagnóstico é feito em geral durante um exame endoscópico do intestino (colonoscopia) ou através de exames de imagem, como a tomografia computadoriza de abdome.

Diverticulite e diverticulose | Drauzio Varella - Drauzio Varella

A diverticulite aguda, por outro lado, como se caracteriza por inflamação e infecção, apresenta como principal sintoma a dor abdominal. Outros sintomas presentes na diverticulite são náusea, vômitos, constipação, febre e sintomas urinários. Quanto à gravidade das crises de diverticulite, 75% delas são simples, e tratadas apenas com tratamento clínico, enquanto 25% podem ser mais severas, necessitando até mesmo de cirurgia.

A melhor maneira de se evitar as crises de diverticulite aguda é manter uma dieta rica em fibras. Após a primeira crise de diverticulite, um terço dos pacientes permanecerão assintomáticos, outro terço evoluirá com desconforto ocasional, e o último terço apresentará a segunda crise de diverticulite. Após a segunda crise, apenas 10% dos casos ficarão livres dos sintomas de desconforto abdominal.

Tratamento Cirúrgico dos Divertículos do Cólon

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