A colonoscopia é um exame endoscópico que permite a visualização do interior do intestino grosso e a parte final do intestino fino. Para isso, utiliza-se um tubo flexível com cerca de um metro de comprimento e um centímetro de diâmetro. Durante o exame, podem ser removidos pólipos ou outras lesões que eventualmente sejam encontrados. O cólon precisa estar completamente limpo, ou seja, isento de fezes e resíduos alimentares, que interferem na visualização adequada e na segurança do exame. O preparo tem início na véspera e prossegue no dia da colonoscopia, com a ingestão de um laxante que limpa completamente o intestino. No entanto, em alguns casos, existe a necessidade de essa limpeza ser feita por meio de lavagem. O exame tem início com a introdução do aparelho pelo ânus. É necessário injetar pequenas quantidades de ar no intestino durante a realização do exame, o que pode causar um desconforto em forma de cólica. Ao término do procedimento, o ar é aspirado, melhorando, assim, o desconforto. Todos os procedimentos médicos envolvem algum risco, mas as complicações decorrentes do exame de colonoscopia são muito raras. As mais temidas são a hemorragia e a perfuração, que podem ocorrer com mais frequência quando algum procedimento terapêutico endoscópico for realizado.
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Endoscopia Digestiva Alta Normal A endoscopia digestiva alta, também chamada de gastroenteroscopia, EDA ou EGD, é um método diagnóstico que permite examinar o esôfago, o estômago e o duodeno. Para fazer isso, o médico utiliza um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, com lentes e luz próprias, para visualizar a mucosa por meio de um monitor de vídeo.
Esta técnica cirúrgica foi idealizada em 2002 pelo Médico-Cirurgião do Aparelho Digestivo canadense MICHEL GAGNER (GAGNER et al, 2007) ao se deparar com pacientes super-obesos e com alto risco de morte perioperatória em virtude das doenças associadas, propôs que a CIRURGIA BARIÁTRICA fosse realizada em duas etapas: no primeiro ano, só reduzir o estômago através da GASTRECTOMIA VERTICAL sem a realização do desvio intestinal e no segundo ano, complementar a cirurgia, realizando agora o desvio no intestino numa técnica conhecida como DUODENAL SWITCH. No entanto, ao chegar no segundo ano de pós-operatório, vários pacientes não quiseram realizar a outra etapa cirúrgica por estarem satisfeitos com o resultado obtido da realização somente da GASTRECTOMIA VERTICAL. Dessa forma, a Gastrectomia Vertical surgiu como um procedimento isolado para o tratamento definitivo da Obesidade Mórbida em pacientes de elevado risco peroperatório que demonstrou grande eficiência, eficácia e efetividade no controle tanto da obesidade mórbida quanto das co-morbidades associadas (WOLNERHANSEN e PETERLI, 2014).
II. TÉCNICA CIRÚRGICA – MECANISMO DE AÇÃO
Na Gastrectomia Vertical é realizada uma secção (corte) gástrica longitudinal transformando o estômago em um tubo bastante estreito o que ocasiona uma restrição do volume gástrico total. Porém esta redução em comparação ao do Bypass Gástrico é menos acentuada (Relação do Volume Residual Gástrico Final – Gastrectomia Vertical: 120 ml versus Bypass Gástrico: 50 ml). A GASTRECTOMIA VERTICAL é considerada uma técnica de cirurgia bariátrica predominantemente RESTRITIVA, pois não se altera nem a anatomia e a capacidade de absorção intestinal, ou seja, seu mecanismo de emagrecimento ocorre através da redução do volume gástrico e aumenta acentuado da saciedade (ROSENTHAL et al, 2012). Nesta técnica ocorre a retirada do fundo gástrico e desta maneira promove-se uma redução acentuada de uma INCRETINA (hormônio gastrointestinal com ação no metabolismo) produzido pelo estômago, chamada de GRELINA, que atua sinalizando o apetite ao nível cerebral central. Sua diminuição ocasiona maior sensação de saciedade e declínio substancial do apetite. Esta técnica não altera a anatomia intestinal e por isso não causa alteração na absorção de ferro, cálcio e vitaminas. Logo a reposição de nutrientes, exames de controle e retornos ao consultório no pós operatório são menos frequentes, uma vez que os riscos de se desenvolver anemia, osteoporose e outras carências vitamínicas é menor. Também, ocorrem menos episódios de hipoglicemia e mal-estar (DUMPING) ao comer alimentos ricos em açúcar (doces e chocolates), menor grau de disfagia (dificuldade para engolir) e vômitos ao comer carnes vermelhas, tornando a dieta no pós-operatório menos restritiva em relação a qualidade dos alimentos (ZOGRAFOS et al, 2010).
III. INDICAÇÕES E RESULTADOS
A taxa de emagrecimento ocasionada pela Gastrectomia Vertical chega a ser superior a 60% do excesso de peso em três anos. Os estudos atuais demonstram que a Gastrectomia Vertical possui a mesma taxa de sucesso no controle das doenças associadas a obesidade quando comparada com as técnicas cirúrgicas mistas (ex. Bypass Gástrico). É um procedimento mais fisiológico, sendo indicado atualmente em pacientes no limite da Obesidade Mórbida, adolescentes (acima de 16 anos) ou muito idosos (acima de 65 anos), em pacientes com múltiplas doenças associadas e até mesmo aqueles com algum grau de Cirrose. Um grupo especialmente beneficiado por esta técnica são o das mulheres jovens e ainda sem filhos, pois não ocasionam distúrbios nutricionais e desta maneira não interferem no desenvolvimento do bebê nas futuras gestações (MEAD et al, 2014).
IV. TRATAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2 ATRAVÉS DA GASTRECTOMIA VERTICAL
Quando indicada nos pacientes com diabetes mellitus tipo 2 a Gastrectomia Vertical apresenta uma importante ação metabólica e controla cirurgicamente o Diabetes Mellitus Tipo 2 associado á obesidade com a mesma eficácia que a cirurgia do BYPASS GÁSTRICO (ZHANG et al, 2014).Os estudos científicos mais atuais demonstraram que a GASTRECTOMIA VERTICAL apresenta a mesma eficácia no controle e tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (56% Resolução), Hipertensão Arterial (50% Resolução) e Dislipidemia (67% Resolução) nos pacientes obesos mórbidos quando comparados ao resultados obtidos pelo Bypass Gástrico (CHANG et al, 2014).
IV. VANTAGENS E DESVANTAGENS
Pode-se citar como vantagens deste procedimento:
a) Procedimento mais fisiológico e sem disabsorção intestinal e com menores distúrbios nutricionais pós-operatórios (STEIN et al, 2014);
b) Menor necessidade de suplementos vitamínicos;
c) Pequeno índice de complicações;
d) Inexistência da síndrome de “Dumping”;
e) Mais indicado para pacientes com IMC entre 30 e 35, em especial diabéticos e Hipertensos, ou naqueles com IMC acima de 50 como primeiro tempo de um procedimento misto (Fobi-Capella ou Duodenal-Switch);
f) Uma alternativa em pacientes com a necessidade de monitorização gástrica no pós-operatório – exemplo casos de câncer gástrico na Família;
g) pacientes que não aceitam a ideia de comer pequenos volumes ou apresentar evacuações líquidas com gases mal-cheirosos no pós-operatório.
A sua principal desvantagem é por ser considerada uma técnica cirúrgica IRREVERSÍVEL.
V. RISCOS E COMPLICAÇÕES
A CIRURGIA BARIÁTRICA atualmente é um procedimento seguro. Apresenta as mesmas taxas de complicações e morbidade relacionada aos procedimentos laparoscópicos (Ex. Colecistectomia) em pacientes complexos como nos portadores de obesidade mórbida. As taxas de complicações são as seguintes:
a)Complicações Cirúrgicas : Hemorragia (Sangramento no Estômago e em órgãos adjacentes – tais como o Baço), Fístulas da linha de grampeamento (abertura dos grampos do estômago com vazamento do conteúdo gástrico), Tromboembolismo Pulmonar e Atelectasia ocorrem em aproximadamente 1,5% dos pacientes.
b) Mortalidade Cirúrgica : É aquela que ocorre dentro dos primeiros 30 (trinta) dias de pós-operatório. Esta taxa fica em torno de 0,2 a 0,5%. Os principais fatores relacionados ao aumento desta mortalidade operatória são: sexo masculino, IMC > 50 e diabetes mellitus tipo 2 (KOTHARI et al, 2014).
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O uso de medicamentos como Omeprazol e seus similares foi relacionado ao aumenta o risco de câncer no estômago. A informação foi obtida por meio de um estudo, que foi publicado na revista científica Gut (Leia aqui o Estudo). Esse tipo de medicamento é chamado de inibidor de bomba de próton (IBP) e diminui a produção de ácido por parte do estômago.
Por conta disso, os IBPs são usados no tratamento de inúmeras afecções do trato gastrointestinal tais como refluxo, gastrite e úlceras. Conduzida pela Universidade de Hong Kong e pela Universidade College London, a pesquisa encontrou que o uso desses medicamentos pode aumentar em 2,4 vezes as chances de câncer de estômago. O estudo é importante pois encontrou provável associação entre o uso contínuo do medicamente e o desenvolvimento do câncer de estômago mesmo após a retirada de uma bactéria que era considerada gatilho para o desenvolvimento da doença. Mesmo após a remoção da Helicobacter pylori as chances de câncer aumentaram conforme pacientes consumiam medicamentos do tipo IBP.
A pesquisa foi conduzida com mais de 63 mil adultos no Reino Unido. Para comparação, os pesquisadores dividiram o grupo em dois. Um dos grupos tomaria medicamentos do tipo IBP. O segundo seria medicado com bloqueadores H2, que também limitam a produção de ácido estomacal. Os pesquisadores encontraram que mesmo após a retirada da H pylori por meio de antibióticos, as chances de desenvolvimento de câncer aumentaram à medida que o grupo tomava IBPs.
Os números mostram que existe uma provável relação entre a recorrência na ingestão do remédio e as chances de câncer. Membros do grupo que ingeriu IBPs diariamente tiveram 5,44 vezes mais chances de câncer do que aqueles que tomavam o remédio apenas uma vez por semana. Após três anos ou mais de uso contínuo, o risco crescia até oito vezes.
Os números podem parecer alarmantes, porém na discussão do próprio artigo os autores vêem tons mais cinzentos nessa associação, desta forma o que temos a orientar nossos pacientes são as recomendações abaixo:
1. Esse foi um estudo retrospectivo, observacional, não-randomizado, e como tal, deve ser analisado com muita atenção e cautela porque esse tipo de estudo pode sugerir associação mas não causa e efeito;
2. É fundamental entender que, nesse estudo, os dois grupos pesquisados (num usando IBP e noutro não) os pacientes não foram comparáveis em relação aos fatores de risco para câncer gástrico, tais como, dieta, história familiar e estado socioeconômico. Bem como, não foram avaliados outros fatores de aumento de prevalência do câncer gástrico, como, fumantes, uso excessivo de bebidas alcoólicas e obesidade;
3. Não há menção da avaliação histopatológica da mucosa gástrica nos pacientes de ambos os grupos, no início do estudo e no seu seguimento;
4. A incidência de câncer gástrico em Hong Kong é maior do que a no Brasil e uma das mais elevadas do mundo.
Os IBPs revolucionaram o tratamento das doenças ácido dependentes, trazendo resultados excelentes para a cura e a qualidade de vida dos seus portadores. Foi comprovado também, que os principais efeitos colaterais dos IBPs estão relacionados à dose total utilizada nos tratamentos.
O que temos como palavra final? Inicialmente, calma. Quem está usando qualquer medicação dessa classe (omeprazol, pantoprazol, esomeprazol, etc.) mantenha seu tratamento e converse com seu médico sobre a relação custo benefício da utilização do mesmo. Somente um especialista (Gastroenterologista) poderá avaliar a necessidade e indicação desta medicação conforme seu quadro clínico e fatores de risco.
O Instituto PROGASTRO é resultado de um trabalho de vários anos de aperfeiçoamento técnico e humanístico, com equipe cirúrgica capacitada após amplo treinamento em cirurgia minimamente invasiva (vídeolaparoscópica), cujo objetivo é a disponibilização de técnicas cirúrgicas SEGURAS trazendo o que existe de mais adequado aos nossos pacientes. Com o nosso compromisso de informar e esclarecer nossos pacientes disponibilizamos no link abaixo uma cartilha com as respostas das principais duvidas a cerca da CIRURGIA BARIÁTRICA e METABÓLICA.
Não faça sua Cirurgia com Dúvidas, este caminho deve ser trilhado com muita segurança e bastante apoio familiar.
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A doença hemorroidária é uma afecção bastante comum, contudo sua prevalência é subestimada devido a vários fatores, sendo os principais: variabilidade dos sintomas clínicos, grande número de pacientes assintomáticos e vergonha por parte do paciente na informação ao seu médico assistente. A taxa de prevalência pode chegar até 20% da população geral.
2. Quando ocorre a Trombose Hemorroidária?
A trombose hemorroidária é uma complicação aguda que ocorre tanto nas hemorroidas externas como internas, caracterizada pela presença de isquemia e trombo nos coxins vasculares submucosos do canal anal. O aparecimento da trombose hemorroidária é abrupto. A dor associada é muito intensa, contínua e tipo latejante. Há secreção e sangramento perianal, com características arteriais. Pode haver dificuldade evacuatória e retenção urinária. O diagnóstico da trombose hemorroidária é Clínico, realizado através da inspeção anal.
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3. Quais as opções de Tratamento?
Poderá ser clínico ou operatório dependendo de vários fatores associados ao paciente (co-morbidades), momento do diagnóstico (mais de 72 horas) e finalmente ao estágio da doença hemorroidária.
5.1 Tratamento Clínico: Associa-se o uso de analgésicos por via oral e pomadas por via retal, associadas com mucilaginosos se houver obstipação intestinal e banhos de assento com água morna.
Trombose
5.2 Tratamento Operatório: Quando o intenso edema e a necrose provocados pela trombose hemorroidária é irredutível clinicamente. Para as tromboses hemorroidárias localizadas preferimos a hemorroidectomia à Milligan-Morgan (técnica aberta) ou Ferguson (técnica fechada) com raquianestesia e para as tromboses hemorroidárias extensas, preferimos a hemorroidectomia à Milligan-Morgan.
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É uma afecção que ocorre na região da virilha em aproximadamente 15% da população e se apresenta como um ABAULAMENTO aos esforços. É mais comum em homens na idade adulta e ocorre pela insinuação dos órgãos abdominais, como o intestino, por um orifício até o saco escrotal, no caso dos homens, ou pelo canal pelo qual passa um ligamento responsável pela sustentação da vagina, no caso das mulheres.
1. O que é hérnia inguinal?
A hérnia é qualquer protrusão ou deslocamento do conteúdo abdominal por um orifício natural ou acidental. O termo “inguinal” indica que esse conteúdo passa pela parede abdominal na região da virilha. Ela pode ser bilateral, quando ocorre dos dois lados, ou unilateral, quando ocorre só de um lado. Ela também pode ser direta ou indireta. A direta ocorre quando há um afrouxamento da musculatura e, assim, o extravasamento do conteúdo abdominal se dá por um simples oportunismo e a indireta acontece quando o conteúdo abdominal passa para a bolsa escrotal por um ponto frágil, chamado anel herniário.
2. Quais os fatores de risco?
Pessoas que tiveram casos de hérnia inguinal na família estão mais propensas a ter o problema. A hérnia inguinal também costuma acometer mais homens do que mulheres. Embora possa ocorrer em qualquer idade, ela é mais frequente na fase adulta. Neste caso, a causa mais comum é o enfraquecimento da musculatura abdominal, que ocorre naturalmente conforme envelhecemos. No caso das mulheres, a hérnia se forma em um canal pelo qual passa um ligamento responsável pela sustentação da vagina. Já em crianças do sexo masculino, o problema está relacionado a uma persistência da musculatura no momento em que os testículos descem para a bolsa escrotal. Tal acontecimento deixa um canal aberto na região da virilha que permite a insinuação do conteúdo abdominal.
3. Como se prevenir?
A única maneira de prevenir a hérnia inguinal é evitando forçar a musculatura abdominal, portanto, não faça exercícios físicos muito pesados e consuma fibras para facilitar a evacuação. Mesmo assim, isso não impede a ocorrência do problema, afinal, uma simples tosse já estimula os músculos abdominais.
4. Quais os sintomas?
Dor na região abdominal e um abalamento (como se fosse um caroço) na região da virilha são os principais sinais da hérnia inguinal.
5. Quais as opções de tratamento?
Como é um problema mecânico, a única solução é um procedimento cirúrgico que pode ser feito por corte ou por laparoscopia.
6. Quais as possíveis complicações do problema?
A principal complicação da hérnia inguinal é o encarceramento e estrangulamento do conteúdo abdominal que entrou pelo orifício da parede abdominal. Assim, uma alça do intestino, por exemplo, pode necrosar dentro dessa abertura, tornando a cirurgia muito mais complicada.
7. Como é a cirurgia?
Se não houver qualquer complicação, como necroses ou obstruções, a cirurgia é bastante simples, com taxa de reincidência de aproximadamente 4%. Durante o procedimento, é colocada uma espécie de tela na parede abdominal do paciente para fechar o orifício.
8. Após quanto tempo posso voltar às atividades normais?
O paciente costuma ser liberado no mesmo dia ou no dia seguinte após a cirurgia. Recomenda-se evitar esforços físicos pesados nos primeiros três meses de recuperação, mas, segundo o cirurgião, a cicatrização total ocorre apenas seis meses após o procedimento. O paciente também pode ter relações sexuais 15 dias após a cirurgia, mas com cautela. Entretanto, esse período depende do caso e do estado geral de saúde do paciente, por isso, atenha-se às especificações do seu médico.
9. Qual a anestesia para esta cirurgia e o tempo de internação?
Geralmente utiliza-se a anestesia Raquidiana e o período de internação hospitalar é de 24 horas.
10. Qual o especialista devo procurar?
O médico especialista neste tipo de afecção é o CIRURGIÃO DO APARELHO DIGESTIVO.
Título: Desvendando as principais informações sobre a Colelitíase: Cálculos na Vesícula Biliar 🧐
Introdução A Colelitíase, popularmente conhecida como “Pedra na Vesícula”, desperta diversas dúvidas e inquietações. Este post tem como objetivo esclarecer os principais questionamentos relacionados a essa condição que tem se tornado mais frequente nos últimos anos. 🌱
1. O que é a Colelitíase? A Colelitíase refere-se à formação de cálculos, conhecidos como pedras, que ocorrem no interior da vesícula biliar em 90% dos casos. Em situações específicas, essas pedras podem surgir nos ductos biliares, sendo chamadas de coledocolitíase.A incidência e o diagnóstico da Colelitíase têm aumentado, em parte devido ao crescente uso da ultrassonografia abdominal em exames de rotina ou check-ups. É interessante notar que, em muitos casos, os cálculos são diagnosticados mesmo antes de o paciente apresentar sintomas perceptíveis.📈
2. Tipos de Cálculos: Os cálculos na vesícula biliar podem ser classificados em dois tipos principais: os de colesterol, que representam cerca de 90% dos casos, e os de bilirrubina, que compõem os 10% restantes. Os cálculos de colesterol são mais comuns e podem se formar devido a diversos fatores, enquanto os de bilirrubina estão frequentemente associados a condições específicas, como anemia ou deficiência no metabolismo da bilirrubina, um pigmento metabolizado pelo fígado. 🔄
3. Esta doença é frequente e quando ela ocorre?
Os estudos têm demonstrado claramente um aumento da incidência de cálculos biliares com o passar da IDADE (principalmente acima de 40 anos). Embora rara na população pediátrica, as crianças com distúrbios hematológicos (alguns tipos de anemia), e com dificuldade de absorção de sais biliares estão predispostas à formação de cálculos biliares. A calculose biliar é mais comum em entre as MULHERES, e deve estar ligado a fatores hormonais, já que há um aumento do número de casos com a GRAVIDEZ. A OBESIDADE também é um fator de risco, já que nestes pacientes há um aumento da concentração de colesterol. A DIABETES também causa um aumento na incidência dos cálculos na vesícula biliar, devido a uma supersaturação do colesterol. Aproximadamente 10% da população acima de 20 anos de idade apresenta cálculo na vesícula biliar.
4. Dr. quais são os sintomas mais comuns?
A presença de cálculos na vesícula biliar pode se manifestar de várias maneiras, sendo que muitos pacientes são assintomáticos (mais de 50%) por vários anos. Nos casos sintomáticos, a obstrução do ducto da vesícula biliar por um cálculo pode causar dor no abdome, principalmente do lado direito próximo às costelas, conhecida como CÓLICA BILIAR. A cólica é causada pela contração da vesícula biliar contra a resistência imposta pela obstrução do ducto, e classicamente surge de 30 a 60 minutos depois das refeições. Caso a obstrução persista, pode haver a evolução para uma inflamação aguda da vesícula biliar (COLECISTITE AGUDA). A calculose biliar também pode se apresentar como “má” digestão, desconforto abdominal vago, náuseas e vômitos, ou até mesmo excesso de flatulência.Este quadro tende a piorar com a ingestão de alimentos gordurosos, mas todos os alimentos podem desencadear sintomas.
5. Como posso saber se tenho PEDRA NA VESÍCULA?
A ultra-sonografia do abdome superior é o método de escolha para a avaliação de pacientes com suspeita de cálculos biliares, e apresenta um índice de acerto de 95 a 99%. Tem como vantagens, além da eficácia, ser um método não invasivo (sem anestesia ou contraste), sem irradiação, razoavelmente barato e desprovido de efeitos colaterais. Os exames laboratoriais podem mostrar a alteração de enzimas do fígado e dos ductos biliares. O hemograma completo estará alterado no caso de infecção.
6. Quais são os riscos desta doença ?
De todos os pacientes portadores de cálculos biliares, de 15 a 20% apresentarão complicações mais graves devido aos cálculos biliares.Estas complicações podem ser referentes à obstrução da vesícula por cálculos maiores, como a colecistite aguda, ou devido à migração dos cálculos biliares pequenos da vesícula para os ductos biliares, como a coledocolitíase, a colangite aguda supurativa e a pancreatite aguda biliar. Um outro risco associado à presença de cálculos de vesícula biliar, em especial acima de 3 cm, é o desenvolvimento de câncer de vesícula á longo prazo.
Ameaças Associadas aos Cálculos na Vesícula Biliar e Suas Consequências 🚨
A inflamação ou colecistite aguda, que é a complicação mais comum do cálculo de vesícula, ocorre quando o cálculo biliar se aloja na saída da vesícula, causando obstrução persistente. Isso desencadeia inflamação e infecção, resultando em dor intensa, diferente da cólica biliar, e podendo persistir por vários dias. Os sintomas incluem náusea, vômito, perda de apetite e febre. A ultra-sonografia revela não apenas os cálculos na vesícula, mas também um espessamento da parede e distensão da vesícula devido à inflamação e obstrução, respectivamente. O tratamento envolve a remoção da vesícula biliar e a administração de antibióticos. 💊👩⚕️
A Coledocolitíase, por sua vez, refere-se à presença de cálculos no ducto biliar (colédoco), geralmente originados na vesícula biliar. Os sintomas incluem dor abdominal em cólica, associada a náuseas e vômitos. Dependendo da intensidade da obstrução do ducto, os pacientes podem apresentar icterícia e urina escura. O tratamento inicia-se com a remoção do cálculo por endoscopia digestiva ou cirurgia, seguida pela ressecção da vesícula biliar. 🩹🌡️
A colangite aguda supurativa surge quando um cálculo impacta o ducto colédoco, causando infecção. Os sintomas incluem febre, icterícia e dor abdominal, podendo levar a complicações graves. O tratamento envolve antibióticos, hidratação e a remoção do cálculo do ducto biliar, seguido pela ressecção da vesícula. A rapidez na intervenção é crucial devido ao risco de sepse. ⚠️💉
A pancreatite aguda biliar, resultante da obstrução do ducto pancreático por um cálculo vesicular, apresenta sintomas como dor abdominal intensa, febre e náuseas. Em casos graves, pode levar à necrose e hemorragia pancreáticas, com risco de morte. O tratamento inicia-se com a ressecção do cálculo, seguida pela remoção da vesícula após a melhora dos sintomas da pancreatite. 🏥🔥
Finalmente, o câncer de vesícula biliar é uma complicação potencial em pacientes com cálculos, especialmente os grandes. Entre 70% e 90% dos casos de câncer de vesícula estão associados a cálculos biliares. É essencial monitorar pacientes com cálculos únicos e grandes, pois 0,4% deles podem desenvolver câncer de vesícula biliar como complicação. 🎗️🔍 Ao reconhecer essas ameaças, podemos destacar a importância da prevenção e do acompanhamento regular, promovendo a saúde e o bem-estar. 🌟
6. Qual o Tratamento da Pedra na Vesícula?
Abordagem Atualizada na Calculose da Vesícula Biliar e o Papel da Cirurgia Vídeo-Laparoscópica 🌐👨⚕️
Diante do quadro clínico relacionado à calculose da vesícula biliar e dos riscos potenciais de complicações sérias, minha rotina de cuidado com os pacientes tem evoluído para incluir a ressecção (retirada) da vesícula biliar, especialmente em casos de pacientes sintomáticos e/ou com múltiplos cálculos de pequeno porte, aumentando assim o risco de migração dessas pedras. Para pacientes assintomáticos com apenas um cálculo, a abordagem não cirúrgica pode ser considerada, porém a monitorização cuidadosa nesses casos permite avaliar a evolução do quadro e intervir cirurgicamente apenas quando necessário, garantindo uma abordagem mais personalizada e minimizando intervenções desnecessárias.
O tratamento da calculose biliar destaca-se pela ressecção da vesícula biliar, conjuntamente com as pedras, utilizando métodos modernos, como a cirurgia vídeo-laparoscópica.Nesse procedimento, o cirurgião realiza quatro pequenas incisões no abdome do paciente, por onde são introduzidas pinças e uma câmera de vídeo. Todo o procedimento é conduzido com o auxílio de um monitor posicionado ao lado do paciente.
As vantagens dessa abordagem são notáveis. A recuperação é rápida, visto que a dor é mínima devido às incisões reduzidas, o que permite que os pacientes retomem suas atividades profissionais em um curto espaço de tempo. O impacto estético também é positivo, uma vez que as incisões apresentam dimensões pequenas, variando de 0,5cm a 1cm. Além disso, em geral, os pacientes recebem alta hospitalar no dia seguinte à cirurgia, otimizando o processo de recuperação. Essa técnica moderna representa um avanço significativo na abordagem da calculose da vesícula biliar, proporcionando aos pacientes uma experiência mais confortável e eficiente. 💪🔍
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Os carboidratos são macronutrientes essenciais para uma alimentação equilibrada e saudável, sua proporção deve variar entre 40% a 55% do total ingerido. O tipo de carboidrato utilizado em uma alimentação varia conforme as escolhas alimentares. A lactose é um deles. É um dissacarídeo muito comum em nossa alimentação, em especial a brasileira, advindo do leite integral de vaca e de seus derivados. Esse dissacarídeo é composto por 2 monossacarídeos: a glicose e a galactose. Porém, para a digestão e absorção completa da lactose, há necessidade de plena atividade das enzimas digestivas. Para isso, o organismo lança mão de duas enzimas, a amilase salivar e a lactase. Os produtos desta digestão (glicose e galactose) são totalmente absorvidos no intestino delgado e vão para corrente sanguínea.
Qual a importância da Intolerância á Lactose?
a intolerância à lactose, causada pela deficiência da enzima lactase responsável pela hidrólise (quebra-digestão) da lactose. Estudos realizados no Brasil, demonstraram que aproximadamente 75% dos adultos apresentam algum grau de intolerância à lactose, com sintomas clínicos característicos de dores abdominais, flatulência, distensão abdominal e diarreia.
A intolerância á Lactose é uma doença comum?
A deficiência de lactase ocorre em cerca de 75% dos indivíduos adultos em todos os grupos étnicos estudados, exceto nos de origem do noroeste da Europa, onde a incidência nos adultos é menor que 20%. Isto ocorre gradualmente ao término da infância e atinge seu pico de incidência na 2ª década de vida.
Quais os sintomas mais comuns?
Os sintomas e sinais da intolerância à lactose são semelhantes a qualquer outra deficiência enzimática especifica. A criança que não metaboliza a lactose terá diarréia e poderá não ganhar peso. O adulto apresentará borborigmo (meteorismo), distensão abdominal (empachamento), flatulência, náuseas, diarréia e cólicas abdominais. Mesmo quando somente a absorção de lactose está diretamente prejudicada pela deficiência da lactase, a diarréia resultante pode ser intensa, o suficiente para eliminar os outros nutrientes antes que eles possam ser absorvidos, podendo provocar a desnutrição.
Quais exames preciso fazer para o Diagnóstico ?
Após avaliação especializada, serão solicitados exames específicos para o diagnóstico diferencial desta afecção. Geralmente pela realização de avaliações bioquímicas, e em alguns casos exames endoscópicos e radiológicos.
Existe tratamento ?
Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados por meio de orientação nutricional, reposição enzimática e medicamentos sintomáticos.
O Refluxo gastroesofágico é o retorno do conteúdo do estômago, como o suco gástrico (ácido) e alimentos, para o esôfago. Quando este refluxo se apresenta de forma intensa e em vários episódios durante o dia, ele é chamado de refluxo gastroesofágico patológico. A doença do refluxo gastroesofágico ocorre devido ao funcionamento precário dos mecanismos anti-refluxo. O refluxo gastroesofágico apresenta uma grande incidência na população, e pode ou não apresentar sintomas, e estar ou não associado a outras doenças, como a hérnia de hiato. O refluxo gastroesofágico corresponde a 75% das doenças do esôfago. A hérnia de hiato é o deslizamento do estômago em direção ao esôfago, sendo que esta alteração anatômica ocorre devido à diferença entre a alta pressão dentro do abdome em relação à baixa pressão dentro do tórax. Acredita-se que a incidência de hérnia de hiato seja de 5 casos para cada 1000 habitantes. A presença da hérnia de hiato confirma a fraqueza da musculatura do diafragma, que é responsável pela manutenção do mecanismo anti-refluxo.
Quais são os sintomas e como é feito o Diagnóstico?
Os sintomas da doença do refluxo gastroesofágico podem ser mínimos, ou mesmo estarem ausentes. Nos casos com queixas mais evidentes, os pacientes referem queimação ou dor no tórax, azia e refluxo de suco gástrico até a boca (regurgitação). Os sintomas tendem a piorar após as refeições e ao se deitar, e alguns pacientes chegam a despertar do sono assustados e engasgados . Desta forma, é muito comum que os pacientes excluam o jantar, ou o realizem muito cedo, evitando assim o refluxo durante a noite. Alguns pacientes apresentam sintomas atípicos, mas que devem ser lembrados, como rouquidão, tosse seca, asma, sinusite, náusea e vômitos.
O diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágica é baseado em quatro exames: a endoscopia digestiva alta, a pHmetria esofágica, a manometria esofágica e a esôfago-estômago-duodenografia (Raio X). A endoscopia digestiva alta é um exame de imagem, em que é possível se visualizar a inflamação do esôfago (esofagite), decorrente da exposição prolongada da mucosa do esôfago ao suco gástrico, assim como a presença de lesões pré-malignas decorrentes desta inflamação crônica. Além disso, avalia a presença de hérnia de hiato. Outra função importante da endoscopia digestiva alta é permitir a realização de bióspsias. A pHmetria esofágica realiza a medição do pH (acidez) do esôfago durante 24 horas, através de uma pequena sonda introduzida pelo nariz do paciente. Desta forma avalia, de acordo com a acidez do esôfago, o número e a intensidade dos episódios de refluxo durante todo o dia. De acordo com os dados colhidos, é possível dizer com certeza se o paciente é ou não portador de refluxo gastroesofágico patológico. A manometria esofágica mede a pressão da musculatura da região esôfago-gástrica (esfíncter esofagiano). Esta musculatura exerce um mecanismo anti-refluxo, e quando ocorre a sua fraqueza, o paciente apresenta a predisposição ao refluxo. A esôfago-estômago-duodenografia é um exame radiológico (Raio X) em que o paciente ingere contraste e é radiografado em diferentes posições. O exame tem como objetivo avaliar o refluxo do contraste ingerido, do estômago para o esôfago.
Qual o risco desta doença ?
A inflamação crônica do esôfago (esofagite) é causada pelo refluxo de ácido do estômago para o esôfago. Nos casos mais leves, a esofagite é auto-limitada. No entanto, nos casos em que o refluxo é persistente, a mucosa do esôfago tende a passar por modificações para uma melhor adaptação à presença contínua do ácido. Desta forma, a mucosa do esôfago troca de tecido por um mais resistente ao ácido, processo este conhecido como metaplasia, e a este novo tecido dá-se o nome de esôfago de Barret. A confirmação da presença do esôfago de Barret se realiza através da visualização pela endoscopia digestiva, e através e exame anátomo-patológico (biópsia). O grande problema do esôfago de Barret é que este é um tecido pré-maligno, ou seja, pode evoluir para o câncer de esôfago caso nenhum tratamento seja instituído, e o refluxo persista. Segundo a literatura médica atual, o único método capaz de evitar a progressão do esôfago de Barret para o câncer é a cirurgia para o tratamento do refluxo gastroesofágico.
Dr. Como é feito o tratamento e quando está indicada a Cirurgia?
A. Tratamento Clínico
O tratamento clínico está indicado nos casos mais leves e nos que não há a presença de lesões pré-malignas no esôfago. Este tratamento consiste na diminuição da produção de ácido pelo estômago através de remédios que inibam a formação do ácido. Desta forma, ocorre a diminuição da acidez no líquido refluído, e o esôfago tem a chance de apresentar melhora do processo inflamatório. Uma outra medicação utilizada são as drogas pró-cinéticas. Estas medicações têm como função fortalecer a musculatura do esôfago, além de promover um rápido esvaziamento do estômago, evitando assim, que haja tempo do suco gástrico refluir para o esôfago.
B. Tratamento Cirúrgico
O tratamento cirúrgico está indicado em pacientes que apresentem lesões esofágicas pré-malignas (esôfago de Barret) decorrentes do refluxo gastroesofágico, pacientes que mantém a sintomatologia do refluxo, mesmo durante o tratamento clínico, e nos pacientes que se tornaram dependentes de remédios por tempo indefinido, ou seja, só ficam livres dos sintomas enquanto estão fazendo uso de medicação. Nos meus pacientes, além de seguir estes critérios de indicação de cirurgia, faço questão de que haja comprovação do refluxo gastroesofágico patológico através da endoscopia digestiva, da pHmetria e da manometria esofágica. A realização destes exames é fundamental para que a melhor técnica cirúrgica seja aplicada em cada caso. Atualmente, o tratamento é realizado por via vídeo-laparoscópica, ou seja, através da introdução de pinças no abdome do paciente, sem a necessidade de uma grande incisão (corte). Desta forma, os pacientes apresentam uma recuperação mais rápida e menos dolorosa, podendo retornar mais rapidamente às suas atividades habituais. Além disso, o benefício estético é indiscutível. Os pacientes recebem alta hospitalar em dois a três dias. A cirurgia consiste no tratamento da hérnia de hiato, com a sutura (pontos) na porção do músculo diafragma que ficou mais fraca. Além disso, é confeccionada uma válvula anti-refluxo com o próprio estômago, tratando definitivamente o refluxo gastroesofágico.