O intestino “irritado” pela ANSIEDADE

O intestino “irritado” pela ANSIEDADE

Os distúrbios psiquiátricos e as doenças funcionais do aparelho digestório estão intimamente ligados. Vários estudos científicos demonstraram que esses distúrbios psiquiátricos têm um impacto significativo na saúde gastrointestinal e vice-versa. Nesta matéria, serão discutidos os três artigos científicos mais importantes que relacionam os distúrbios psiquiátricos às doenças funcionais do aparelho digestório.

Artigo 1:

O artigo “Depression and gastrointestinal disorders: the role of microbiota in stress-induced inflammation” publicado na revista científica Molecular Psychiatry (2016) aborda a relação entre a depressão e os distúrbios gastrointestinais. O artigo destaca a importância da microbiota intestinal na regulação da saúde mental e gastrointestinal. O estudo mostrou que o estresse crônico pode alterar a microbiota intestinal, levando a inflamação e disbiose intestinal. Esses distúrbios intestinais estão associados a uma maior probabilidade de desenvolvimento de depressão e ansiedade.

Artigo 2:

O artigo “Irritable bowel syndrome and psychiatric disorders: a twin study” publicado na revista científica American Journal of Gastroenterology (2011) analisa a relação entre a síndrome do intestino irritável (SII) e os distúrbios psiquiátricos. O estudo concluiu que a SII está significativamente associada a distúrbios psiquiátricos, incluindo depressão, ansiedade e transtornos de personalidade. O estudo também destacou a importância da predisposição genética para ambos os distúrbios.

Artigo 3:

O artigo “Gastrointestinal symptoms in anxiety disorders: a systematic review and meta-analysis” publicado na revista científica Journal of Psychiatric Research (2019) revisou a literatura científica existente sobre a relação entre a ansiedade e os sintomas gastrointestinais. O estudo mostrou que os pacientes com transtornos de ansiedade têm uma maior prevalência de sintomas gastrointestinais, incluindo dor abdominal, diarreia e constipação. O estudo também destaca a necessidade de avaliar e tratar a saúde gastrointestinal em pacientes com transtornos de ansiedade.

AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA CONJUNTA

Esses três artigos científicos enfatizam a importância da relação entre os distúrbios psiquiátricos e as doenças funcionais do aparelho digestório. A interação entre a microbiota intestinal, o estresse e a predisposição genética pode levar a distúrbios gastrointestinais e psiquiátricos. Os médicos são capazes de avaliar cuidadosamente a saúde gastrointestinal em pacientes com transtornos psiquiátricos e vice-versa. A compreensão dessas interações é crucial para o desenvolvimento de terapias eficazes para esses distúrbios. Isso ocorre porque a ansiedade pode levar a um aumento do estresse no corpo, o que pode afetar negativamente a saúde gastrointestinal. Além disso, a ansiedade pode alterar a microbiota intestinal, que é essencial para a saúde gastrointestinal. Isso pode levar a inflamação e disbiose intestinal, que estão associados a problemas gastrointestinais. É importante lembrar que a ansiedade e os problemas gastrointestinais podem estar interconectados e que é crucial avaliar e tratar ambos para garantir a saúde geral do paciente.

Se você está sofrendo de ansiedade e sintomas gastrointestinais, procure uma avaliação médica especializada para obter ajuda. Há tratamentos disponíveis que podem ajudar a gerenciar esses sintomas e melhorar a sua qualidade de vida.

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Os três “remédios” mais importantes para a sua SAÚDE

Os três “remédios” mais importantes para a sua SAÚDE

A alimentação saudável, a prática regular de atividade física e o sono adequado são fundamentais para a manutenção da saúde. A seguir, serão apresentados os cinco principais trabalhos científicos que comprovam a importância desses hábitos para o bem-estar físico e mental.

  1. Alimentação saudável O estudo “Dieta Mediterrânea, Saúde e Longevidade” publicado no New England Journal of Medicine em 2013 mostrou que a dieta mediterrânea, rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais, nozes, azeite de oliva e peixe, reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade.
  2. Atividade física O estudo “Physical activity and all-cause mortality: what is the dose-response relation?” publicado no JAMA Internal Medicine em 2016 mostrou que a prática regular de atividade física, mesmo que em pequenas doses, reduz o risco de morte por todas as causas, incluindo doenças cardiovasculares e câncer.
  3. Sono adequado O estudo “Sleep duration and mortality: a systematic review and meta-analysis” publicado na revista Sleep Medicine Reviews em 2018 mostrou que a falta de sono adequado aumenta o risco de morte por todas as causas, além de estar associada a uma maior incidência de doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade.
  4. Alimentação saudável e atividade física O estudo “Combined effects of healthy diet and active lifestyle on cardiovascular disease: a prospective cohort study” publicado na revista Circulation em 2018 mostrou que a combinação de alimentação saudável e prática regular de atividade física reduz o risco de doenças cardiovasculares em até 70%.
  5. Alimentação saudável, atividade física e sono adequado O estudo “Healthy Lifestyle and Life Expectancy in People with Multimorbidity in the UK Biobank: A Prospective Cohort Study” publicado na revista PLOS Medicine em 2020 mostrou que a adoção conjunta de alimentação saudável, prática regular de atividade física e sono adequado aumenta a expectativa de vida em até sete anos.

Não há dúvida de que a atividade física, a alimentação saudável e o sono adequado são fundamentais para a manutenção de uma vida saudável. A prática regular de exercícios ajuda a fortalecer os músculos, a melhorar a circulação sanguínea e a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, entre outros benefícios. Uma dieta equilibrada e saudável, rica em nutrientes e com a ingestão adequada de água, ajuda a manter o corpo em funcionamento adequado e a evitar doenças relacionadas à alimentação, como a obesidade e a diabetes. E o sono, muitas vezes negligenciado, é essencial para o descanso e a recuperação do corpo e da mente. A falta de sono adequado pode levar a problemas de saúde, como fadiga, irritabilidade e até mesmo a depressão.

Portanto, se você deseja manter sua saúde e bem-estar, certifique-se de fazer exercícios regulares, seguir uma dieta saudável e equilibrada e garantir uma boa noite de sono. Sua saúde agradece! #saúde #atividadefísica #alimentaçãosaudável #sonoadequado #bemestar #vidaativa #viverbem

#Março Azul Marinho

#Março Azul Marinho

O mês de prevenção do câncer de intestino, também conhecido como mês de conscientização sobre o câncer colorretal, é celebrado em março em todo o mundo. A campanha tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a importância da detecção precoce e prevenção deste tipo de câncer, que é um dos mais comuns em todo o mundo.

O câncer colorretal afeta o cólon (intestino grosso) e o reto, sendo mais comum em pessoas com mais de 50 anos de idade, mas também pode ocorrer em pessoas mais jovens. Os sintomas do câncer de intestino incluem dor abdominal, mudanças no hábito intestinal, sangramento retal, fraqueza e perda de peso. No entanto, muitas pessoas não apresentam sintomas na fase inicial da doença, por isso é importante realizar exames preventivos.

A prevenção do câncer de intestino começa com a adoção de hábitos de vida saudáveis, como uma dieta equilibrada rica em fibras, frutas e verduras, além da prática regular de atividade física. Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool também é importante para prevenir o câncer de intestino e outros tipos de câncer.

A detecção precoce é fundamental para o sucesso do tratamento do câncer de intestino. Por isso, a partir dos 50 anos de idade, é recomendado realizar exames preventivos, como a colonoscopia, que permite a identificação de pólipos no cólon antes que se transformem em câncer. Além disso, pessoas com histórico familiar de câncer colorretal devem iniciar os exames preventivos antes dos 50 anos.

As principais recomendações da realização da COLONOSCOPIA são:

  • A partir dos 50 anos de idade, pessoas sem histórico familiar de câncer colorretal devem realizar a colonoscopia a cada 10 anos.
  • Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal devem realizar a colonoscopia antes dos 50 anos e em intervalos menores.
  • Pessoas com sintomas como dor abdominal, mudanças no hábito intestinal, sangramento retal, fraqueza e perda de peso após serem avaliados por um médico avaliadas podem ser encaminhadas para a realização de uma colonoscopia.
  • Em casos de pólipos detectados na colonoscopia, o intervalo de tempo para a próxima colonoscopia pode ser reduzido, dependendo do tipo e quantidade de pólipos.
  • Para pessoas com alto risco de câncer colorretal, como aquelas com doença inflamatória intestinal, o acompanhamento pode incluir outras técnicas além da colonoscopia, como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética.

TRATAMENTO DO CÂNCER COLORRETAL

O tratamento do câncer intestinal varia de acordo com o estágio da doença. Em estágios iniciais, a ressecção cirúrgica e a polipectomia endoscópica podem ser suficientes para a remoção do tumor e prevenção do câncer. Em estágios mais avançados, como o estágio II e III, a cirurgia é combinada com a quimioterapia para eliminar as células cancerosas remanescentes e reduzir o risco de recorrência. No estágio IV, a cirurgia é realizada para remover o tumor e outras áreas afetadas, e a quimioterapia e a radioterapia são utilizadas para controlar o crescimento e disseminação do câncer. É importante lembrar que o tratamento deve ser individualizado e personalizado para cada paciente. A detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de cura e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Faça exames regularmente e consulte um médico em caso de sintomas.

Juntos podemos prevenir e vencer o câncer intestinal!

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Como podemos evitar a infecção pelo H. pylori?

Como podemos evitar a infecção pelo H. pylori?

O Helicobacter pylori é uma bactéria que pode causar infecção no estômago e está associada a várias doenças gastrointestinais, incluindo a gastrite e a úlcera. Algumas maneiras de evitar a infecção pelo Helicobacter pylori incluem:

  1. Lavar as mãos com frequência: a bactéria pode ser transmitida por meio do contato com fezes ou saliva contaminadas. Portanto, é importante lavar as mãos com frequência, especialmente antes das refeições e após o uso do banheiro.
  2. Evitar o compartilhamento de utensílios e copos: a bactéria pode ser transmitida por meio do compartilhamento de objetos contaminados.
  3. Cozinhar os alimentos adequadamente: a bactéria pode ser encontrada em alimentos malcozidos, especialmente em frutos do mar e carnes.
  4. Evitar alimentos contaminados: alimentos que foram armazenados por um longo período ou que foram preparados em condições insalubres podem estar contaminados com a bactéria.
  5. Fazer exames regulares: é importante realizar exames regulares para detectar a presença da bactéria e tratar a infecção precocemente.

Lembrando que cada paciente pode ter necessidades diferentes, é recomendado que um #GASTROENTEROLOGISTA seja consultado para orientações personalizadas e adequadas.

A infecção pelo Helicobacter pylori é uma das principais causas de doenças gastrointestinais, podendo estar associada a diversas condições, incluindo:

  1. Gastrite: inflamação da mucosa gástrica.
  2. Úlcera péptica: lesão na mucosa do estômago ou duodeno.
  3. MALToma gástrico: um tipo de câncer que pode se desenvolver a partir de um tecido linfático que fica na mucosa do estômago.
  4. Dispepsia funcional: um distúrbio caracterizado por dor ou desconforto abdominal sem uma causa aparente.
  5. Refluxo gastroesofágico: quando o conteúdo do estômago volta para o esôfago, podendo causar sintomas como azia e regurgitação.
  6. Linfoma de células B do estômago: um tipo de câncer que afeta as células do sistema imunológico no estômago.

Lembrando que nem todos os indivíduos infectados pelo Helicobacter pylori desenvolvem essas doenças, e que cada paciente pode ter necessidades diferentes, é recomendado que um médico seja consultado para orientações personalizadas e adequadas. O tratamento do Helicobacter pylori é recomendado para pacientes que apresentam infecção pela bactéria e sintomas associados, ou para aqueles que possuem lesões gástricas, como úlceras ou inflamações. As principais indicações para o tratamento do Helicobacter pylori incluem:

  1. Úlcera péptica: O tratamento é indicado para pacientes com úlceras gástricas ou duodenais, para aliviar os sintomas e prevenir a recorrência da úlcera.
  2. Gastrite: O tratamento é indicado para pacientes com gastrite causada pelo Helicobacter pylori, para aliviar a inflamação e prevenir o desenvolvimento de úlceras.
  3. MALToma gástrico: O tratamento é indicado para pacientes com MALToma gástrico, um tipo de câncer que pode estar associado à infecção pelo Helicobacter pylori.
  4. Dispepsia funcional: O tratamento é indicado para pacientes com dispepsia funcional que não respondem a outras terapias.

O tratamento do Helicobacter pylori geralmente envolve o uso de antibióticos, em combinação com um inibidor de bomba de prótons (medicação que reduz a acidez estomacal), por um período de 7 a 14 dias. O número de vezes que um paciente pode realizar o tratamento do Helicobacter pylori varia de acordo com a gravidade da infecção e a resposta individual ao tratamento. Em geral, é recomendado que o tratamento seja realizado apenas quando há indicação clínica e que o paciente seja acompanhado por um médico para avaliar a eficácia do tratamento e possíveis recorrências da infecção. É importante lembrar que a prevenção da infecção pelo Helicobacter pylori é fundamental, pois uma vez que a infecção se instala, ela pode ser difícil de erradicar completamente e pode levar a complicações gastrointestinais mais graves. O tratamento deve ser orientado por um médico especialista, que irá avaliar cada caso e prescrever a terapia mais adequada para cada paciente.

Dieta para Gastrite: O Que Comer para Aliviar os Sintomas e Promover a Saúde Digestiva

Dieta para Gastrite: O Que Comer para Aliviar os Sintomas e Promover a Saúde Digestiva

A gastrite é uma inflamação da mucosa do estômago que pode causar desconforto, dor, náuseas e até complicações mais graves, como úlceras. No entanto, sabia que a alimentação pode ser uma poderosa aliada no alívio dos sintomas e na prevenção de crises? Neste artigo, você descobrirá como montar uma dieta adequada para gastrite, orientada por especialistas em gastroenterologia.

Entendendo a Gastrite e o Papel da Alimentação

A gastrite pode ter diversas causas, desde infecções por Helicobacter pylori até o uso prolongado de anti-inflamatórios ou estresse. Independentemente do fator desencadeante, o estômago inflamado requer cuidados especiais, e uma alimentação correta é essencial para promover a cicatrização e evitar irritações.

Uma dieta para gastrite deve priorizar alimentos que reduzam a acidez e protejam a mucosa gástrica, evitando aqueles que possam agravar os sintomas. Aqui está um guia prático para escolher os alimentos ideais:

Alimentos Indicados para Gastrite

  1. Frutas Não Ácidas
    Prefira frutas como banana, maçã (sem casca) e pera, que são de fácil digestão e não irritam o estômago.
  2. Legumes e Vegetais Cozidos
    Cenoura, abobrinha e batata são opções excelentes quando cozidas, pois ajudam a acalmar a mucosa gástrica.
  3. Proteínas Magras
    Carnes magras, como frango sem pele e peixe, são boas fontes de proteínas de fácil digestão. Ovos cozidos ou pochê também são recomendados.
  4. Cereais Integrais
    Arroz integral, aveia e pão integral são ricos em fibras e ajudam no funcionamento do sistema digestivo sem agredir o estômago.
  5. Líquidos Leves
    Água de coco, chás como camomila e erva-doce, além de água pura, são opções seguras para manter a hidratação sem causar irritação.

Alimentos que Devem Ser Evitados

Certos alimentos podem agravar os sintomas da gastrite e devem ser evitados, como:

  • Alimentos Ácidos: Limão, laranja e abacaxi.
  • Bebidas Gasosas e Cafeinadas: Refrigerantes, café e energéticos.
  • Frituras e Processados: Fast food, salgadinhos e embutidos são altamente irritantes.
  • Temperos Picantes: Pimenta, alho cru e curry podem aumentar a inflamação.

Dicas Práticas para o Dia a Dia

  • Fracionar as Refeições: Coma em pequenas quantidades a cada 3 horas para evitar sobrecarregar o estômago.
  • Evitar Bebidas Durante as Refeições: Beba líquidos entre as refeições, não durante.
  • Mastigar Bem os Alimentos: Isso facilita a digestão e reduz o esforço do estômago.

Quando Procurar Ajuda Médica?

Se você sofre de dores constantes, náuseas frequentes ou percebe que os sintomas não melhoram mesmo com a dieta adequada, é essencial procurar um especialista em gastroenterologia. A gastrite pode evoluir e requerer tratamentos clínicos ou medicamentos específicos.

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Colecistectomia Videolaparoscópica

Colecistectomia Videolaparoscópica

A colecistectomia videolaparoscópica é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo realizado para remover a vesícula biliar, geralmente devido a pedras na vesícula ou outras doenças da vesícula biliar. Se você está se preparando para uma colecistectomia videolaparoscópica, aqui estão algumas orientações que podem ajudá-lo a se preparar e se recuperar com sucesso:

  1. Consulta pré-operatória: Antes da cirurgia, você deve se encontrar com seu cirurgião para discutir quaisquer questões específicas que você possa ter, o processo de recuperação, e quaisquer outras perguntas que possa ter. Certifique-se de informar seu cirurgião sobre quaisquer medicamentos que esteja tomando, bem como quaisquer condições de saúde subjacentes que possa ter.
  2. Preparação antes da cirurgia: O cirurgião geralmente dará instruções específicas sobre o que fazer antes da cirurgia. Isso pode incluir restrições alimentares ou de líquidos nas horas que antecedem a cirurgia. Certifique-se de seguir essas instruções com cuidado, pois elas são importantes para garantir que a cirurgia seja segura e eficaz.
  3. Anestesia: A colecistectomia videolaparoscópica geralmente é realizada sob anestesia geral, o que significa que você estará dormindo durante a cirurgia. Certifique-se de discutir quaisquer preocupações que possa ter sobre a anestesia com o seu médico.
  4. Pós-operatório: Após a cirurgia, você será levado para uma sala de recuperação, onde será monitorado por uma equipe médica. Você pode precisar ficar no hospital por algumas horas ou durante a noite para observação. Certifique-se de seguir as instruções do seu cirurgião sobre como cuidar da incisão cirúrgica, quais medicamentos tomar e quais atividades são seguras após a cirurgia.
  5. Recuperação: A recuperação da colecistectomia videolaparoscópica geralmente é rápida, e a maioria dos pacientes pode retornar às suas atividades normais em algumas semanas. Certifique-se de discutir quaisquer restrições ou precauções específicas com o seu cirurgião.
  6. Acompanhamento: Após a cirurgia, você precisará fazer um acompanhamento com o seu cirurgião para monitorar a recuperação e garantir que não haja complicações.

AGENDAMENTO DE CONSULTAS ON-LINE

Embora a colecistectomia videolaparoscópica seja geralmente um procedimento seguro e eficaz, é importante seguir todas as orientações e instruções do seu cirurgião para garantir uma recuperação suave e rápida. Se tiver alguma dúvida ou preocupação, não hesite em entrar em contato com o seu CIRURGIÃO DO APARELHO DIGESTIVO.

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Saúde Digestiva e Qualidade de Vida

 

A saúde digestiva é crucial para o bem-estar geral do corpo. Os problemas digestivos, como azia, refluxo ácido, constipação e diarreia, podem afetar a qualidade de vida e até mesmo levar a complicações médicas mais graves.

Para manter uma boa saúde digestiva, é importante seguir uma dieta equilibrada e rica em fibras, evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína, e manter uma rotina regular de exercícios físicos. Além disso, evitar fumar e gerenciar o estresse também pode ajudar a prevenir problemas digestivos.

Em caso de problemas digestivos, é importante consultar um médico para determinar a causa e receber o tratamento adequado. Isso pode incluir mudanças na dieta e no estilo de vida, medicamentos ou, em alguns casos mais graves, tratamento cirúrgico.

Além disso, existem também algumas práticas de cuidados com a saúde digestiva que podem ser adotadas para manter a saúde geral do sistema digestivo, como:

  • Consumir alimentos ricos em fibras, como frutas, vegetais, cereais integrais e legumes;
  • Beber água suficiente durante o dia;
  • Evitar alimentos gordurosos, fritos e processados;
  • Evitar o uso excessivo de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos;
  • Evitar fumar e ingerir álcool em excesso;
  • Manter uma rotina regular de exercícios físicos;
  • Gerenciar o estresse.

Em resumo, a saúde digestiva é importante para o bem-estar geral do corpo e pode ser mantida através de uma dieta equilibrada, prática regular de exercícios, e evitando hábitos prejudiciais, como fumar e consumo excessivo de álcool. Caso haja problemas digestivos, é importante procurar um GASTROENTEROLOGISTA para determinar a causa e receber o tratamento adequado.

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Cuide-se. O CÂNCER não ficou de quarentena.

Por conta da pandemia, muitas pessoas interromperam suas rotinas de tratamento do câncer, adiando consultas, exames e cirurgias. Os números apontam quedas drásticas dos diagnósticas de vários tipos de câncer, além de diminuição do número de cirurgias, por exemplo. Sabemos que isso não se deve à redução dos casos da doença e é exatamente esse o grande risco. Quanto mais se adia o enfrentamento do câncer, menores são as chances de cura. Por isso aderimos a campanha da SBCO que por vários canais de mídia, motiva a população a retomar seus cuidados de saúde relacionados ao câncer. É importante, é claro, atenção às orientações de prevenção da Covid-19, mas não se deve, por conta da pandemia, negligenciar uma doença altamente letal como o câncer.

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Quanto Custa a CIRURGIA BARIÁTRICA?

Quanto Custa a CIRURGIA BARIÁTRICA?

INSTITUTO PROGASTRO

Anualmente mais de 65 mil pessoas fazem a CIRURGIA BARIÁTRICA no Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica. O que mostra que a CIRURGIA DIGESTIVA avançou muito, trazendo mais segurança ao procedimento e, principalmente, tornando-a mais acessível a população brasileira. Neste post, você descobrirá quanto custa (em média), uma cirurgia de redução de estômago e quais os diferentes sistemas (particular, convênios e SUS) poderá utilizar para fazer esse procedimento. Acompanhe!

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QUANTO CUSTA PARA REALIZAR A CIRURGIA BARIÁTRICA?

  • CIRURGIA PARTICULAR (PACIENTE SEM CONVÊNIO)

Apesar da PADRONIZAÇÃO TÉCNICA os custos totais da CIRURGIA BARIÁTRICA variam bastante em virtude das características clínicas individuais (IMC, gravidade das co-morbidades associadas, idade, necessidade de UTI no pós-operatório etc.), o tipo de procedimento cirúrgico (Bypass Gástrico, Gastrectomia Vertical ou Cirurgia Revisional) a ser realizado e o método cirúrgico que será empregado (Cirurgia Convencional, Laparoscópica ou Robótica). Portanto uma cirurgia bariátrica pode custar entre R$ 25 mil a R$ 50 mil, sendo 2∕3 desses valores relativos aos CUSTOS HOSPITALARES (Diárias Hospitalares, Grampeadores, Bisturis Ultrassônicos, Medicações etc.) e 1∕3 representam a remuneração da EQUIPE PROFISSIONAL (Cirurgiões & Anestesiologistas).

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  • CIRURGIA PELO PLANO DE SAÚDE

Em 1º de janeiro de 2012, a Agência Nacional de Saúde Suplementar, incluiu a CIRURGIA BARIÁTRICA no rol obrigatório de cobertura dos planos de saúde. Por isso todas as operadoras de saúde devem obrigatoriamente realizar essa cirurgia. Geralmente o tempo de carência solicitada pelos planos de saúde para realização da cirurgia bariátrica é a mesma para doenças pré-existentes, ou seja, 24 meses. Portanto, não existem planos de saúde sem carência para realizar esse tipo de procedimento, o prazo mínimo é de 24 meses.

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  • SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

O Sistema Único de Saúde faz a cirurgia de redução de estômago em vários hospitais públicos e credenciados, GRATUITAMENTE. Vale reforçar que o SUS realiza anualmente cerca de 20% do total de cirurgias bariátricas feitas no Brasil, demostrando assim a segurança de se submeter a esse tipo de tratamento pelo sistema público.

Se você tem dúvidas sobre a OBESIDADE & CIRURGIA BARIÁTRICA recomendamos que leia nosso MANUAL DE CIRURGIA SEGURA com as respostas das principais dúvidas relacionadas ao procedimento. BOA LEITURA!!!

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Lembre-se: A informação aqui fornecida é para orientação geral. Sempre consulte seu médico para aconselhamento específico sobre sua situação.

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Hérnia Umbilical

Hérnia Umbilical

Definição

Este é um tipo comum de hérnia (10 a 30% das hérnias) e muitas vezes notado ao nascimento, como uma saliência no umbigo. É causado quando a abertura correspondente a passagem do cordão umbilical na parede abdominal, que normalmente fecha antes do nascimento, não fecha completamente. Defeitos pequenos (menos de meia polegada), em geral, fecham gradualmente até os 2 anos de idade. Hérnias maiores e aquelas que não fecham espontaneamente, em geral, requerem cirurgia na idade de 2-4 anos. Mesmo quando ocorre o fechamento correto desta área ao nascimento, a hérnia umbilical pode aparecer na idade adulta porque este ponto representa uma área de fraqueza da parede abdominal. Gravidez e obesidade são fatores de risco para este tipo de hérnia.

Sintomas

O paciente geralmente apresenta um aumento de volume no umbigo, associado ou não a dor e/ou desconforto. Os sintomas aparecem ou exacerbam quando o paciente faz atividade física e/ou aumento da pressão abdominal e tendem a melhorar com o repouso/decúbito.

Diagnóstico

Normalmente, apenas a história e exame clínico são suficientes. Entretanto, em alguns pacientes, principalmente com objetivo de avaliar o tamanho do defeito e a eventual presença de diástase do músculo reto abdominal, condição que pode interferir na decisão do tratamento, exames de imagem como ecografia e tomografia pode ser necessário.

Complicações

Hérnias umbilicais pequenas, menores que 1,5 cm geralmente não causam complicações. Entretanto, hérnias maiores (até 2 cm) podem causar estrangulamento do conteúdo herniário. E lembrando, o estrangulamento é uma emergência cirurgia, ou seja, requer a realização de uma cirurgia de forma imediata. Fique atento aos sinais e sintomas do estrangulamento: – aumento do tamanho da hérnia de forma aguda/repentina – hérnia/conteúdo não diminui de tamanho ou desaparece mesmo com repouso – dor intensa no local – pode evoluir com distensão do abdome, náuseas e vômitos.

Tratamento

Como para a maioria das hérnias, o tratamento é cirúrgico. Apesar da maioria dos cirurgiões realizar o reparo apenas por sutura simples, por considerar o problema simples, as taxas de recidivas são elevadas, pelo menos 5%. Este problema é ainda mais relevante em pacientes que apresentam diástase (afastamento) dos músculos reto-abdominais, o que causa um enfraquecimento ainda maior da parede abdominal, resultado em maior taxa de recidiva. Cada vez mais, mesmo para defeitos pequenos, mas principalmente para grandes defeitos (maiores que 2 cm), a utilização de telas é recomendada para diminuir a taxa de recidiva. E a Cirurgia laparoscópica? A cirurgia convencional (corte) é a mais frequentemente utilizada. As vantagens são: pode ser realizada sob anestesia local e sedação; os custos do procedimento são mais baixos. A cirurgia laparoscópica pode ser utilizada, as principais vantagens são: resultado estético (evita incisões na região anterior do abdome, cortes da laparoscopia são na lateral), possibilita a colocação de uma tela maior (reforçando toda a fraqueza da linha média do abdome), menos complicações de ferida operatória (principalmente infecção). Entretanto é mais difícil do ponto de vista técnico além de ser necessário anestesia geral.