Tratamento do Helicobacter Pylori

Tratamento do Helicobacter Pylori

Algumas pessoas têm um “intestino mais sensível” naturalmente. Isso pode ser causado por diversas razões, sendo a contaminação pela bactéria H. pylori uma das mais comuns. Estudos estimam que cerca de 60% da população pode ser afetada por essa bactéria. Muitas pessoas podem ter esse problema sem saber. Você pode fazer parte desse grupo? Descubra mais sobre H. pylori, seus sintomas e tratamentos. 🦠💡

O que é a H.pylori e como ela é adquirida?

A Helicobacter pylori é uma bactéria que gosta de viver no sistema digestivo humano, principalmente no estômago e no intestino. A forma como essa bactéria é transmitida ainda não é completamente conhecida, mas acredita-se que possa acontecer através do contato direto, como contato com a saliva de pessoas que já têm a bactéria, ou até mesmo pela ingestão de alimentos contaminados. Por exemplo, alimentos com a bactéria que não são bem lavados podem causar a infecção.

Quais sintomas ela provoca?

Nem sempre a infecção pela H.pylori causa sintomas nos pacientes acometidos. Ela pode ser assintomática por muitos e muitos anos, mas se tornar sintomática com o passar do tempo e a consequente degradação das mucosas intestinais e estomacais. Quando isso acontece, os sintomas são:

  1. dor estomacal ou intestinal;
  2. sensação de queimação na barriga;
  3. diminuição do apetite;
  4. emagrecimento progressivo;
  5. enjoo e vômito;
  6. sensação de estufamento;
  7. presença de arrotos frequentes;
  8. fezes com a presença de sangue.

Como é feito o diagnóstico do problema?

O diagnóstico de H.pylori pode ser feito de diferentes maneiras, mesclando técnicas não invasivas e algumas mais complexas, tais como a ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA COM BIÓPSIA DA MUCOSA GÁSTRICA.

Qual é o tratamento para eliminar a H.pylori?

O tratamento da H.pylori envolve uma série de estratégias que, juntas, trazem sucesso. É imprescindível que você siga todas as recomendações do seu médico à risca, incluindo o tempo de medicação prescrito. De modo geral, o tratamento inclui o uso de protetores gástricos e a prescrição de um esquema de antibióticos, para matar a bactéria. É importante que eles sejam usados pelo tempo exato pedido pelo médico, para evitar a resistência dos micro-organismos. O tratamento não é indicado para todas as pessoas, sendo bem direcionado e normalmente orientado apenas aos que têm maiores chances de desenvolver complicações (ou para os que já estão vivenciando alguma consequência). Normalmente, os sintomas são controlados com uma boa dieta e algumas medicações de suporte.

Quais são os riscos da H.pylori?

Um dos problemas mais comuns causados pela bactéria H. pylori é o desenvolvimento de anemia. Isso acontece porque a bactéria danifica as paredes do estômago e intestinos, o que pode levar a sangramentos e perda de sangue, resultando na diminuição do ferro no corpo, além da dificuldade na absorção de nutrientes essenciais para o metabolismo do ferro. No entanto, isso não é tudo. Algumas outras consequências são:

  • a ocorrência de úlceras;
  • o desenvolvimento da gastrite;
  • inflamações variadas;
  • câncer de estômago.

Ou seja: é imprescindível fazer um bom acompanhamento médico para combater esse problema!

Quais são os modos de prevenção?

Como vimos, ainda não se sabe exatamente quais são os métodos de contaminação com a bactéria H.pylori. Por isso, pode ser um pouco difícil se prevenir contra essa bactéria. Apesar disso, algumas dicas para evitar o problema são:

  • lavar as mãos antes de se alimentar;
  • lavar as mãos após usar o banheiro;
  • evitar contato direto com talheres e produtos utilizados por outras pessoas;
  • lavar bem os alimentos antes do consumo.

Além disso, é importante fazer consultas médicas frequentes e estar atento aos sinais do seu corpo, mesmo que não seja para prevenir. Isso ajuda a identificar rapidamente qualquer problema de saúde, como a infecção pela bactéria H.pylori, que pode ser muito séria. Considere investigar se seus sintomas estão relacionados a essa bactéria. Quanto antes descobrir, melhor!

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Pólipo Intestinal

Pólipo Intestinal

🔍 O QUE SÃO PÓLIPOS COLORRETAIS? 🩸

Pólipos colorretais são comumente encontrados durante exames de rotina do cólon (intestino grosso) e reto (a parte inferior do cólon). Eles afetam cerca de 20% a 30% dos adultos americanos. Os pólipos são crescimentos anormais que começam na camada interna do cólon ou reto. Alguns são planos, enquanto outros têm um caule.

💡 Onde Eles Crescem?
Podem se desenvolver em qualquer parte do cólon, mas crescem mais frequentemente no lado esquerdo e no reto. Embora a maioria não se torne câncer, certos tipos podem ser pré-cancerosos. Remover os pólipos reduz o risco futuro de câncer colorretal. A triagem para pólipos deve começar aos 45 anos ou antes, dependendo dos fatores de risco, como doença inflamatória intestinal, histórico familiar de câncer colorretal ou síndrome de câncer colorretal hereditário.

🚨 SINTOMAS
A maioria dos pólipos colorretais não causa sintomas, a menos que sejam grandes. Por isso, a triagem é crucial. Embora raro, eles podem causar sintomas como:

  • Sangue nas fezes
  • Muco excessivo
  • Alteração nos hábitos intestinais
  • Dor abdominal

🔬 DIAGNÓSTICO
O teste mais comum para detectar pólipos colorretais é a colonoscopia. Se encontrados, são removidos durante o mesmo procedimento. Outros métodos incluem colonografia por CT, exame retal digital, testes de fezes (ocultas ou com base em DNA), enema de bário e sigmoidoscopia.

💉 TRATAMENTO
A remoção é aconselhada, pois não há teste para determinar se se tornarão câncer. Quase todos os pólipos podem ser removidos durante uma colonoscopia. Alguns casos podem exigir mais de um tratamento. Em casos raros, a cirurgia completa pode ser necessária. Para pólipos retais preocupantes, tipos diferentes de excisão local podem ser necessários.

🔄 PROGNÓSTICO APÓS O TRATAMENTO
Uma vez removido completamente, raramente retorna, mas pelo menos 30% dos pacientes desenvolverão novos pólipos. Exames de acompanhamento são recomendados 3 a 5 anos após a remoção. O uso diário de aspirina ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) pode reduzir o risco de novos pólipos. Se você teve pólipos removidos, pergunte ao seu médico sobre o uso desses medicamentos para prevenir o retorno.

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Tratamento da Hipertensão Portal

Tratamento da Hipertensão Portal

Tratamento e Gestão da Hipertensão Portal: Opções e Complicações

A hipertensão portal é uma condição desafiadora de tratar ou curar. Por essa razão, seu médico se concentrará na prevenção e gerenciamento de complicações, buscando reduzir a pressão em sua veia porta. As principais complicações da hipertensão portal estão relacionadas ao sangramento das varizes, e muitas opções de tratamento visam controlar esse sangramento.

Opções de Tratamento para Gerenciar a Hipertensão Portal e Suas Complicações:

  1. Medicação 🩹
  • Se houver veias dilatadas no esôfago ou estômago devido à hipertensão portal, os médicos podem tratá-las com medicamentos para reduzir a pressão nessas veias e evitar sangramentos. Medicamentos usados incluem:
    • Bloqueadores beta, que podem diminuir a pressão portal.
    • Octreotídeo, que reduz o fluxo sanguíneo na região gastrointestinal.
  1. Terapia Endoscópica 🌐
  • Uma endoscopia pode tratar hemorragias gastrointestinais. Alguns tratamentos endoscópicos incluem:
    • Ligadura de varizes, método preferido para controlar hemorragias varicosas.
    • Tamponamento com balão, utilizado para controlar sangramentos severos, mas requer habilidades especializadas.
  1. Procedimentos de Derivação 🚑
  • As derivações são outra abordagem para controlar sangramentos agudos. Se você teve sangramentos recorrentes apesar do tratamento médico ou endoscópico, podem ser necessários procedimentos de derivação:
    • TIPS (Derivação Intra-Hepática Porto-Sistêmica Transjugular): Procedimento avançado realizado por médicos experientes, acessando a veia hepática para inserir um stent.
    • Derivações Cirúrgicas: Realizadas para reduzir a pressão na veia porta, mantendo o fluxo sanguíneo normal e minimizando a encefalopatia hepática.
  1. Transplante de Fígado 🌱
  • O transplante de fígado é o único tratamento eficaz para cirrose e hipertensão portal. Consiste na substituição do fígado doente por um saudável de doadores falecidos ou vivos que doam partes do fígado. Embora seja uma cirurgia longa e complexa, oferece a mais alta taxa de sobrevivência e chance de reabilitação completa. Seu médico discutirá se você é um candidato ao transplante de fígado e as etapas necessárias para entrar na lista de espera por um novo fígado.

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Hipertensão Portal

Hipertensão Portal

A hipertensão portal, caracterizada pela elevação da pressão no sistema venoso portal que leva ao fígado, é uma condição médica significativa frequentemente associada à cirrose, um endurecimento do fígado. Reconhecer seus sintomas e obter um diagnóstico preciso é crucial para uma intervenção oportuna e uma gestão eficaz.

Sintomas da Hipertensão Portal:

  • Ginecomastia 🚹
  • Caput Medusae (varizes ao redor do umbigo) 🌀
  • Ascite 🤰
  • Hérnia Umbilical 🩹
  • Inchaço nas Pernas 🦵

Indivíduos com doenças hepáticas avançadas, especialmente cirrose, enfrentam um risco aumentado de desenvolver hipertensão portal. Identificar sintomas prontamente e relatá-los ao seu médico é essencial. Manifestações comuns incluem:

  • Sangramento gastrointestinal (sangue nas fezes ou vômito de sangue)
  • Ascite (inchaço abdominal devido ao acúmulo de fluido)
  • Encefalopatia (confusão e nebulosidade no pensamento)
  • Icterícia (amarelamento da pele e olhos)
  • Edema (inchaço) nas pernas 🦵
  • Caput Medusa (rede visível de veias dilatadas ao redor do umbigo)

Diagnóstico da Hipertensão Portal: Várias abordagens diagnósticas ajudam a confirmar a hipertensão portal, garantindo uma intervenção médica adequada e oportuna.

  1. Imagens e Exames de Sangue:
    • Estudos de imagem não invasivos fornecem imagens detalhadas do sistema venoso portal. A ultrassonografia com Doppler duplex, o teste de imagem inicial, visualiza o fluxo sanguíneo e identifica anomalias.
  2. Estudos de Medição de Pressão:
    • Radiologistas intervencionistas podem realizar estudos de medição de pressão para avaliar a pressão na veia hepática. Este procedimento ambulatorial avalia os níveis de pressão, auxiliando no diagnóstico.
  3. Diagnóstico Endoscópico:
    • A endoscopia é fundamental para diagnosticar varizes, veias dilatadas associadas à hipertensão portal. Permite visualização direta e facilita o tratamento para minimizar os riscos de sangramento.

Complicações da Hipertensão Portal:

  1. Ascite:
    • Excesso de líquido na cavidade abdominal, comum em doenças hepáticas crônicas. O tratamento envolve dieta com baixo teor de sódio, diuréticos e, em casos graves, paracentese.
  2. Varizes:
    • Veias varicosas associadas à hipertensão portal, frequentemente ocorrendo no esôfago ou estômago. A endoscopia revela varizes, e sangramentos agudos exigem atenção imediata.
  3. Encefalopatia:
    • Comprometimento neuropsiquiátrico associado à hipertensão portal. Os sintomas variam de alterações comportamentais leves a letargia severa e coma. O tratamento envolve medicamentos como lactulose e antibióticos.

Compreender as causas, sintomas e métodos de diagnóstico da hipertensão portal é crucial para uma gestão eficaz da saúde. Se você suspeita de hipertensão portal ou experimenta sintomas relacionados, consulte seu médico prontamente para orientação personalizada. A intervenção precoce pode impactar significativamente o curso da condição e melhorar os resultados.

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Esofagite Eosinofílica

Esofagite Eosinofílica

🌾 Esofagite Eosinofílica (EE): Compreendendo uma Condição Alérgica no Esôfago 🌾

A Esofagite Eosinofílica é uma condição alérgica que ocorre no esôfago. O esôfago fica inflamado e não se contrai adequadamente, podendo estreitar-se e desenvolver anéis ou abscessos. Os sintomas surgem quando o sistema imunológico reage a um alérgeno, produzindo células brancas chamadas eosinófilos.

👉 O Que é Esofagite Eosinofílica (EE ou EoE):

  • Condição alérgica no esôfago.
  • Inflamação e má contração do esôfago.
  • Pode ocorrer em qualquer idade, sendo comum em homens brancos.

🤧 Causas:
A EE é desencadeada por reações alérgicas a certos alimentos ou alérgenos ambientais.

😷 Sintomas:
Os sintomas variam, podendo incluir:

  • Dificuldade para engolir.
  • Dor no peito ou azia.
  • Dor abdominal.
  • Vômitos.
  • Alimentos presos na garganta (emergência médica).
  • Crescimento prejudicado ou ganho de peso insuficiente em crianças.

🔍 Fatores de Risco:

  • Pessoas com dermatite atópica, asma, alergias alimentares ou ambientais têm maior probabilidade de desenvolver EE.
  • Histórico familiar da condição.

👩‍⚕️ Diagnóstico:
Seu médico avaliará seu histórico médico, realizará testes alérgicos e provavelmente solicitará uma endoscopia por um gastroenterologista. Este procedimento envolve a passagem de um endoscópio fino e flexível com uma câmera pela boca e garganta para examinar o esôfago. Uma biópsia pode ser necessária para confirmar o diagnóstico.

💼 Tratamento:

  • Trabalhe em conjunto com um alergista e/ou gastroenterologista.
  • Identifique e evite substâncias ou alimentos desencadeantes.
  • Medicamentos como corticosteroides e inibidores de bomba de prótons podem ajudar a reduzir a inflamação.
  • Eliminação de alimentos específicos da dieta, como laticínios, ovos, trigo, soja, amendoim, oleaginosas e peixes.

🍽️ Estilo de Vida com EE:

  • Gerencie a EE aprendendo quais substâncias causam reações alérgicas e evitando-as.
  • Esteja ciente de que as reações podem levar dias ou semanas para se desenvolver. Paciência é fundamental ao iniciar um plano de eliminação de alimentos.
  • Às vezes, o esôfago precisa ser dilatado se estiver estreitado.

⚠️ Complicações:

  • Se não tratada, a EE pode causar danos ao esôfago, resultando em estreitamento.
  • Complicações incluem alimentos presos na garganta, dificuldade para respirar, dor no peito.

📞 Quando Contatar o Médico:
Entre em contato se notar:

  • Perda de peso progressiva.
  • Aumento nos vômitos.
  • Dificuldade crescente para engolir.
  • Dor abdominal.

🌱 Vivendo com EE:

  • Gerencie a condição em colaboração com seu gastroenterologista.
  • Realize testes conforme orientação médica para monitorar o progresso.
  • Consulte um alergista/imunologista e um nutricionista para lidar com problemas relacionados, como asma, rinite alérgica e alergias alimentares.
  • Grupos de apoio, como a American Partnership for Eosinophilic Disorders (APFED), podem oferecer suporte.

A EE é uma condição vitalícia, mas com paciência na identificação e eliminação de alérgenos, a qualidade de vida pode melhorar significativamente. 🌈🩺

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Pancreatite Aguda Biliar

Pancreatite Aguda Biliar

Introdução

A pancreatite aguda biliar é uma condição séria que ocorre quando a bile não consegue fluir adequadamente e acaba afetando o pâncreas. Isso pode resultar em uma inflamação aguda e dolorosa, exigindo atenção médica imediata. Neste artigo, vamos explorar as causas, sintomas e opções de tratamento para a pancreatite aguda biliar.

Causas da Pancreatite Aguda Biliar

A pancreatite aguda biliar é desencadeada por uma obstrução na passagem da bile, o que pode ser causado por:

  1. Cálculos Biliares: São depósitos endurecidos que se formam na vesícula biliar. Quando um cálculo biliar bloqueia o ducto biliar comum, a bile não consegue fluir normalmente, afetando o pâncreas.
  2. Refluxo de Bile: Em alguns casos, a bile pode voltar para o ducto pancreático, levando à inflamação.

Sintomas da Pancreatite Aguda Biliar

Os sintomas da pancreatite aguda biliar podem variar em intensidade, mas geralmente incluem:

  1. Dor Abdominal Súbita e Severa: Geralmente começa na região superior do abdômen e pode irradiar para as costas.
  2. Náuseas e Vômitos: Podem ocorrer devido à inflamação pancreática.
  3. Febre e Calafrios: Em casos mais graves, a febre pode estar presente.
  4. Icterícia: A pele e os olhos podem adquirir uma coloração amarelada devido à obstrução da bile.
  5. Tensão Abdominal: O abdômen pode estar sensível ao toque e com rigidez.

Tratamento da Pancreatite Aguda Biliar

O tratamento da pancreatite aguda biliar é essencialmente uma abordagem multidisciplinar e pode incluir:

  1. Internação Hospitalar: Pacientes com pancreatite aguda biliar muitas vezes requerem hospitalização para monitoramento e tratamento adequado.
  2. Jejum e Hidratação Intravenosa: Inicialmente, os pacientes podem ser orientados a não se alimentar para permitir que o pâncreas descanse. A hidratação intravenosa é essencial para manter o equilíbrio de fluidos.
  3. Medicamentos para a Dor e Controle dos Sintomas: Analgésicos e medicamentos para alívio da náusea podem ser administrados para ajudar a controlar os sintomas.
  4. Colecistectomia: Após a estabilização do paciente, a remoção da vesícula biliar (colecistectomia) pode ser recomendada para prevenir recorrências.
  5. Drenagem da Bile: Em casos graves de obstrução, pode ser necessária a drenagem da bile para restaurar o fluxo normal.
  6. Dieta Específica: Após a fase aguda, uma dieta controlada pode ser introduzida gradualmente.

Conclusão

A pancreatite aguda biliar é uma condição grave que requer cuidados médicos imediatos. Com o tratamento adequado, a maioria dos pacientes se recupera bem. No entanto, é importante ressaltar que a prevenção é crucial, e a remoção dos cálculos biliares e, em alguns casos, a vesícula biliar, pode ser necessária para evitar recorrências. Se você suspeita de pancreatite aguda biliar, é fundamental procurar atendimento médico sem demora.

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Após a ENDOSCOPIA…

Após a ENDOSCOPIA…

A endoscopia digestiva é um procedimento médico comum que permite que os profissionais da saúde examinem o trato gastrointestinal superior, incluindo o esôfago, estômago e duodeno. Embora a endoscopia geralmente seja considerada um procedimento seguro e minimamente invasivo, é importante seguir os cuidados adequados após a realização do procedimento para minimizar o risco de complicações e garantir uma recuperação rápida e eficaz.

Aqui estão alguns cuidados que você deve ter após a realização da endoscopia digestiva:

  1. Descanse: é importante descansar após a endoscopia para permitir que seu corpo se recupere do procedimento. É recomendável que você tire o restante do dia de folga para descansar e evitar atividades extenuantes.
  2. Acompanhamento: é importante que você tenha um acompanhante para levá-lo para casa após o procedimento, já que a sedação usada durante a endoscopia pode afetar sua coordenação e equilíbrio.
  3. Dieta: seu médico irá orientá-lo sobre a sua dieta após a endoscopia, mas geralmente é recomendável que você evite alimentos sólidos até que a sedação tenha passado completamente. Você pode começar com líquidos claros, como água, chá, caldo e suco de maçã.
  4. Evite dirigir: você não deve dirigir por pelo menos 24 horas após a endoscopia, já que a sedação pode afetar sua capacidade de dirigir com segurança.
  5. Evite atividades extenuantes: é importante evitar atividades extenuantes por pelo menos 24 horas após a endoscopia. Isso inclui levantar objetos pesados, exercícios vigorosos e outras atividades que possam exigir muito esforço físico.
  6. Medicação: seu médico pode prescrever medicamentos para aliviar a dor ou a irritação após a endoscopia. Certifique-se de seguir as instruções do seu médico para o uso adequado dos medicamentos.
  7. Siga as instruções do médico: seu médico fornecerá instruções detalhadas sobre os cuidados pós-endoscopia. Certifique-se de seguir essas instruções cuidadosamente para garantir uma recuperação eficaz.
  8. Monitore os sintomas: se você notar quaisquer sintomas incomuns após a endoscopia, como dor abdominal, sangramento ou febre, entre em contato imediatamente com seu médico.

Em resumo, a endoscopia digestiva é um procedimento relativamente seguro e eficaz para diagnosticar e tratar problemas gastrointestinais. Seguindo os cuidados adequados após a realização da endoscopia, você pode minimizar o risco de complicações e garantir uma recuperação rápida e eficaz. Se você tiver alguma dúvida ou preocupação sobre os cuidados pós-endoscopia, não hesite em entrar em contato com seu médico.

#Março Azul Marinho

#Março Azul Marinho

O mês de prevenção do câncer de intestino, também conhecido como mês de conscientização sobre o câncer colorretal, é celebrado em março em todo o mundo. A campanha tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a importância da detecção precoce e prevenção deste tipo de câncer, que é um dos mais comuns em todo o mundo.

O câncer colorretal afeta o cólon (intestino grosso) e o reto, sendo mais comum em pessoas com mais de 50 anos de idade, mas também pode ocorrer em pessoas mais jovens. Os sintomas do câncer de intestino incluem dor abdominal, mudanças no hábito intestinal, sangramento retal, fraqueza e perda de peso. No entanto, muitas pessoas não apresentam sintomas na fase inicial da doença, por isso é importante realizar exames preventivos.

A prevenção do câncer de intestino começa com a adoção de hábitos de vida saudáveis, como uma dieta equilibrada rica em fibras, frutas e verduras, além da prática regular de atividade física. Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool também é importante para prevenir o câncer de intestino e outros tipos de câncer.

A detecção precoce é fundamental para o sucesso do tratamento do câncer de intestino. Por isso, a partir dos 50 anos de idade, é recomendado realizar exames preventivos, como a colonoscopia, que permite a identificação de pólipos no cólon antes que se transformem em câncer. Além disso, pessoas com histórico familiar de câncer colorretal devem iniciar os exames preventivos antes dos 50 anos.

As principais recomendações da realização da COLONOSCOPIA são:

  • A partir dos 50 anos de idade, pessoas sem histórico familiar de câncer colorretal devem realizar a colonoscopia a cada 10 anos.
  • Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal devem realizar a colonoscopia antes dos 50 anos e em intervalos menores.
  • Pessoas com sintomas como dor abdominal, mudanças no hábito intestinal, sangramento retal, fraqueza e perda de peso após serem avaliados por um médico avaliadas podem ser encaminhadas para a realização de uma colonoscopia.
  • Em casos de pólipos detectados na colonoscopia, o intervalo de tempo para a próxima colonoscopia pode ser reduzido, dependendo do tipo e quantidade de pólipos.
  • Para pessoas com alto risco de câncer colorretal, como aquelas com doença inflamatória intestinal, o acompanhamento pode incluir outras técnicas além da colonoscopia, como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética.

TRATAMENTO DO CÂNCER COLORRETAL

O tratamento do câncer intestinal varia de acordo com o estágio da doença. Em estágios iniciais, a ressecção cirúrgica e a polipectomia endoscópica podem ser suficientes para a remoção do tumor e prevenção do câncer. Em estágios mais avançados, como o estágio II e III, a cirurgia é combinada com a quimioterapia para eliminar as células cancerosas remanescentes e reduzir o risco de recorrência. No estágio IV, a cirurgia é realizada para remover o tumor e outras áreas afetadas, e a quimioterapia e a radioterapia são utilizadas para controlar o crescimento e disseminação do câncer. É importante lembrar que o tratamento deve ser individualizado e personalizado para cada paciente. A detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de cura e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Faça exames regularmente e consulte um médico em caso de sintomas.

Juntos podemos prevenir e vencer o câncer intestinal!

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Gastrostomia Percutânea Endoscópica

Gastrostomia Percutânea Endoscópica

O que é gastrostomia endoscópica ?

A gastrostomia endoscópica percutânea é um método empregado para fornecimento de dieta enteral por tubo colocado no estômago (gastrostomia) por endoscopia (via endoscópica) através da pele (implantação percutânea) para suporte nutricional adequado de pacientes que não conseguem fazer uso adequado de dieta oral por ingesta insuficiente ou por alterações anatômicas no trato gastrointestinal superior ou que necessitem fazer uso de dieta por sonda nasoenteral por tempo prolongado. As principais indicações da gastrostomia endoscópica são os distúrbios de deglutição secundários a doença de Alzheimer, acidente vascular cerebral, neoplasias de cabeça e pescoço e neoplasia de esôfago.

Qual o preparo para o procedimento ?

Deve-se interromper uso de inibidores de bomba protônica (IBP) por no mínimo 48 horas antes do exame e de aspirina (AAS) ou clopidogrel por 7 dias antes do procedimento. Caso o paciente necessite do uso contínuo dessas medicações ou adicionalmente faça uso de anticoagulantes, seu médico assistente deve orientar e autorizar a sua interrupção.  Para realização do procedimento é necessário que o estômago esteja vazio. O paciente deverá permanecer em jejum completo por no mínimo 8 horas. Se houver necessidade do uso de alguma medicação prescrita (por exemplo, anti-hipertensivos) antes do exame, ele deve tomá-la com pequenos goles de água. Uso de leite ou de anti-ácidos deve ser evitado. O uso de grande parte das medicações de uso crônico pode ser postergado para após o exame. Caso o paciente seja diabético, ele não deve fazer uso de insulina ou dos hipoglicemiantes orais no dia do exame. O controle dos níveis glicêmicos será realizado durante sua internação, a critério médico. Deve-se evitar uso de unhas pintadas, porque o esmalte prejudica a monitorização da oxigenação sangüínea durante o exame. Antes do exame, é necessário o preenchimento da ficha de admissão e do termo de consentimento informado pelo paciente ou pelo seu representante legal. O médico e/ou a enfermeira estarão disponíveis para explicar o procedimento e responder a todas as perguntas pertinentes ao exame. Por favor, informe a equipe médica a realização de outro exame de endoscopia, história prévia de alergias ou reações a qualquer medicação. Óculos e próteses dentárias devem ser removidos.

O que acontecerá durante o procedimento?

O procedimento será realizado sob sedação ou anestesia sob supervisão de um anestesista, para evitar dor e desconforto por parte do paciente.  Após o paciente relaxar e dormir, será introduzido aparelho de endoscopia digestiva alta pela boca para visualização e completa avaliação do esôfago, estômago e duodeno. Posteriormente, será realizada insuflação do estômago para determinar o local de colocação da gastrostomia (geralmente no lado esquerdo do abdômen). Neste local, após desinfecção e anestesia local, será realizado um pequeno corte na pele através do qual introduziremos o tubo de gastrostomia.  Após o termino do procedimento o paciente retornará ao seu leito de origem, podendo necessitar ficar 24 horas de observação hospitalar.

Quais os riscos do procedimento ?

A gastrostomia endoscópica percutânea inclui procedimento de endoscopia digestiva alta e gastrostomia percutânea por via endoscópcia. Os riscos do procedimento são inferiores àqueles observados com gastrostomia cirúrgica e envolvem os riscos associados ao exame endoscópico e aqueles relacionados à realização da gastrostomia. A endoscopia digestiva é um exame seguro. No entanto, como todo ato médico, ela não é isenta de riscos. A complicação mais freqüente é flebite (dor e inchaço no trajeto da veia puncionada) que pode acontecer em até 5% dos casos, a depender da medicação utilizada para sedação e rinite secundária a administração de oxigênio por cânula nasal. Complicações mais sérias são raras ocorrendo em menos de 0,2% dos casos, podendo estar relacionadas ao emprego de medicamentos sedativos ou ao próprio procedimento endoscópico. As principais complicações associadas à gastrostomia são: extravasamento de suco gástrico e/ou dieta pelo óstio da gastrostomia; inflamação do óstio da gastrostomia por irritação química (suco gástrico) e infecção do óstio com drenagem de secreção purulenta. A infecção de óstio ocorre em 7%-20% dos pacientes, podendo ser reduzida com uso de antibioticoprofilaxia. Na ausência de celulite em expansão ou de sinais sistêmicos de infecção (febre), a infecção do óstio é tratada com a intensificação dos cuidados locais com limpeza freqüente do óstio da gastrostomia com solução de clorexidina. Caso seja necessário, antibióticos por via oral ou intravenosa podem ser necessários. Perfuração de outras vísceras e sangramento podem ocorrer excepcionalmente, requerendo algumas vezes tratamento cirúrgico.

Gastrostomia Percutânea Endoscópica

O que devo fazer após o procedimento ?

O paciente deverá retornar para sua acomodação hospitalar após recuperação anestésica. O tubo de gastrostomia deverá estar fixado ao orifício de inserção do gastrostomia pelo dispositivo de retenção e à pele com esparadrapo ou micropore. O jejum deve ser mantido por 24 horas. Hidratação e aporte calórico serão fornecidos por soluções intravenosas. A equipe de enfermagem realizará curativos não oclusivos periodicamente. Caso haja extravasamento de suco gástrico, secreções ou acúmulo de resíduos no orifício da gastrostomia, comunique a equipe médica imediatamente. Após 24 horas de observação, será liberada dieta pelo tubo de alimentação e na ausência de intercorrências, alta hospitalar. As orientações sobre manuseio e cuidados com o tubo de gastrostomia e seus acessórios e sobre alimentação por gastrostomia serão prestadas pela equipe de Endoscopia e Nutrologia do Hospital onde foi realizado o procedimento. A tração acidental ou intencional da sonda por parte do paciente deve ser evitada, particularmente nas primeiras quatro semanas após a inserção do gastrostomia, pois pode levar ao extravasamento de secreção gástrica e/ou dieta para a cavidade abdominal, peritonite e necessidade de cirurgia. Geralmente antes da alta, um manual de orientações é entregue ao paciente.

Prevenção Nutricional da DIVERTICULITE AGUDA

Prevenção Nutricional da DIVERTICULITE AGUDA

Diverticulite_Aguda

Os DIVERTÍCULOS DO CÓLON são saculações que se desenvolvem na parede do intestino grosso com o passar dos anos, e que ocorrem em pontos de fraqueza desta parede. Sabe-se que 50% das pessoas com mais de 60 anos apresentam divertículos intestinais (DIVERTICULOSE INTESTINAL). Mas o grande medo por portadores da diverticulose, que muitas vezes é assintomática, é evoluir com um quadro de DIVERTICULITE AGUDA, algo que ocorre em 5% dos casos.

A diverticulite aguda é uma inflamação que acontece nos divertículos, podendo causar dor abdominal forte (lado esquerdo inferior do abdome), parada da eliminação de gases e fezes, febre e distensão abdominal. O diagnóstico é confirmado através de hemograma e exames de imagem (ultrassonografia e tomografia computadorizada). O tratamento requer dieta, antibióticos e, em alguns casos mais graves, internações e cirurgia.

Mas a questão é: QUAIS OS REAIS FATORES DE RISCO PARA A DIVERTICULITE AGUDA?

Durante muito tempo se pensou que este quadro era causado pela obstrução dos divertículos por fezes e alimentos. E aí foi fácil associarmos as sementes e grãos como os maiores vilões. Por anos colocamos a culpa no milho, nas castanhas, pipoca e sementes de frutas (tomate, kiwi, mamão, uva). Mas erramos! Na verdade, a ingestão destes alimentos não está relacionado ao desenvolvimento da diverticulite. Pelo contrário! A ingestão de fibras nos protege.


Mas QUEM DEVEMOS CULPAR então? Em pelo menos 50% dos casos os verdadeiros causadores da diverticulite aguda são a obesidade (abdominal em particular), uso de anti-inflamatórios, sedentarismo, dieta rica em gordura (principalmente carne vermelha) e pobre em fibras.


E COMO EVITAR AS CRISES de diverticulite aguda em portadores de diverticulose intestinal? Com adequação de ESTILO DE VIDA e ALIMENTAÇÃO, como as que seguem abaixo:
– manter-se com peso adequado (índice de massa corpórea normal)
– não ingerir mais que quatro porções de carne vermelha por semana
– ingerir mais que 25 gramas de fibras ao dia
– praticar atividades físicas por mais de duas horas por semana
– não fumar

E caso você já tenha sofrido com alguma crise de diverticulite previamente, adeque-se o quanto antes a estas medidas. A cada crise as chances de recidiva da inflamação aumentam exponencialmente. Mais do que procurar um gastroenterologista ou cirurgião nos momentos críticos, busque orientação prévia para ter orientações alimentares e de estilo de vida. Além de diminuir os riscos de crises de diverticulite, estará realmente promovendo mais saúde ao seu corpo e se protegendo de outras doenças causadas pelos mesmos fatores de risco.

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