Colangite

Colangite

🔍 O Que é Colangite? Entenda os Sintomas, Causas e Tratamentos! 🔍

O Que é Colangite? A colangite é uma inflamação no sistema de dutos biliares, responsáveis por transportar a bile do fígado e vesícula biliar para a primeira parte do intestino delgado (duodeno).

Na maioria dos casos, a colangite é causada por uma infecção bacteriana e frequentemente ocorre de forma súbita. No entanto, em alguns casos, pode ser de longo prazo (crônica), desenvolvendo-se como parte de uma condição autoimune.

O Que Causa a Colangite? Geralmente, a colangite é causada por um ducto bloqueado em algum lugar do sistema de dutos biliares, sendo os cálculos biliares ou sedimentos os causadores mais comuns. Doenças autoimunes, como a colangite esclerosante primária, também podem afetar o sistema.

Outras causas menos comuns incluem:

  • Tumor
  • Coágulos sanguíneos
  • Estreitamento de um ducto após cirurgia
  • Pâncreas inchado
  • Infecção por parasitas

A colangite também pode ocorrer quando há refluxo de bactérias do intestino delgado, infecção sanguínea (bacteremia) ou durante exames de fígado ou vesícula biliar.

Quem Está em Risco de Colangite? Se você teve cálculos biliares, está em maior risco de colangite. Outros fatores de risco incluem:

  • Doenças autoimunes, como doença inflamatória intestinal (colite ulcerativa ou doença de Crohn)
  • Procedimentos médicos recentes na área dos ductos biliares
  • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)
  • Viagens para países onde há exposição a vermes ou parasitas

Quais São os Sintomas da Colangite? Os sintomas variam de pessoa para pessoa, podendo ser não específicos ou graves, incluindo:

  • Dor na parte superior direita do abdômen
  • Febre
  • Calafrios
  • Amarelamento da pele e olhos (icterícia)
  • Náuseas e vômitos
  • Fezes acinzentadas
  • Urina escura
  • Pressão baixa
  • Letargia
  • Alterações na alerta

Como é Diagnosticada a Colangite? A dor da colangite pode se assemelhar à dor causada por cálculos biliares. Para confirmar o diagnóstico, o profissional de saúde avaliará seu histórico e realizará exames físicos, além de diversos testes de sangue, como hemograma completo, testes de função hepática e culturas sanguíneas.

Exames de imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética colangiopancreatográfica (RMCP), podem ser usados para visualizar o sistema de ductos biliares e identificar a causa da obstrução. Procedimentos endoscópicos, como a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), também podem ser necessários.

Como é Tratada a Colangite? O diagnóstico rápido é essencial, pois a maioria das pessoas com colangite se sente muito doente. Se diagnosticado, o tratamento geralmente envolve hospitalização por alguns dias, com administração de fluidos intravenosos, analgésicos e antibióticos.

Em alguns casos, é necessário drenar o líquido nos ductos biliares usando procedimentos endoscópicos, como a CPRE. Stents podem ser inseridos para manter os ductos abertos. Se o tratamento não for eficaz, a cirurgia pode ser recomendada para drenar a bile e reduzir o acúmulo de fluido.

👩‍⚕️ Sempre consulte seu profissional de saúde para um diagnóstico preciso e orientações específicas. 👨‍⚕️

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Esofagite Eosinofílica

Esofagite Eosinofílica

🌾 Esofagite Eosinofílica (EE): Compreendendo uma Condição Alérgica no Esôfago 🌾

A Esofagite Eosinofílica é uma condição alérgica que ocorre no esôfago. O esôfago fica inflamado e não se contrai adequadamente, podendo estreitar-se e desenvolver anéis ou abscessos. Os sintomas surgem quando o sistema imunológico reage a um alérgeno, produzindo células brancas chamadas eosinófilos.

👉 O Que é Esofagite Eosinofílica (EE ou EoE):

  • Condição alérgica no esôfago.
  • Inflamação e má contração do esôfago.
  • Pode ocorrer em qualquer idade, sendo comum em homens brancos.

🤧 Causas:
A EE é desencadeada por reações alérgicas a certos alimentos ou alérgenos ambientais.

😷 Sintomas:
Os sintomas variam, podendo incluir:

  • Dificuldade para engolir.
  • Dor no peito ou azia.
  • Dor abdominal.
  • Vômitos.
  • Alimentos presos na garganta (emergência médica).
  • Crescimento prejudicado ou ganho de peso insuficiente em crianças.

🔍 Fatores de Risco:

  • Pessoas com dermatite atópica, asma, alergias alimentares ou ambientais têm maior probabilidade de desenvolver EE.
  • Histórico familiar da condição.

👩‍⚕️ Diagnóstico:
Seu médico avaliará seu histórico médico, realizará testes alérgicos e provavelmente solicitará uma endoscopia por um gastroenterologista. Este procedimento envolve a passagem de um endoscópio fino e flexível com uma câmera pela boca e garganta para examinar o esôfago. Uma biópsia pode ser necessária para confirmar o diagnóstico.

💼 Tratamento:

  • Trabalhe em conjunto com um alergista e/ou gastroenterologista.
  • Identifique e evite substâncias ou alimentos desencadeantes.
  • Medicamentos como corticosteroides e inibidores de bomba de prótons podem ajudar a reduzir a inflamação.
  • Eliminação de alimentos específicos da dieta, como laticínios, ovos, trigo, soja, amendoim, oleaginosas e peixes.

🍽️ Estilo de Vida com EE:

  • Gerencie a EE aprendendo quais substâncias causam reações alérgicas e evitando-as.
  • Esteja ciente de que as reações podem levar dias ou semanas para se desenvolver. Paciência é fundamental ao iniciar um plano de eliminação de alimentos.
  • Às vezes, o esôfago precisa ser dilatado se estiver estreitado.

⚠️ Complicações:

  • Se não tratada, a EE pode causar danos ao esôfago, resultando em estreitamento.
  • Complicações incluem alimentos presos na garganta, dificuldade para respirar, dor no peito.

📞 Quando Contatar o Médico:
Entre em contato se notar:

  • Perda de peso progressiva.
  • Aumento nos vômitos.
  • Dificuldade crescente para engolir.
  • Dor abdominal.

🌱 Vivendo com EE:

  • Gerencie a condição em colaboração com seu gastroenterologista.
  • Realize testes conforme orientação médica para monitorar o progresso.
  • Consulte um alergista/imunologista e um nutricionista para lidar com problemas relacionados, como asma, rinite alérgica e alergias alimentares.
  • Grupos de apoio, como a American Partnership for Eosinophilic Disorders (APFED), podem oferecer suporte.

A EE é uma condição vitalícia, mas com paciência na identificação e eliminação de alérgenos, a qualidade de vida pode melhorar significativamente. 🌈🩺

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Acalasia

Acalasia

🍽️ Entendendo a Acalasia: Desordem Rara de Deglutição 🍽️

A Acalasia, uma rara desordem de deglutição, é uma condição vitalícia que pode apresentar sintomas sérios. Com o tratamento adequado, é possível gerenciar esses sintomas para que não interfiram na vida cotidiana.

🌐 O Que Você Precisa Saber:

  • Acalasia, também conhecida como acalasia esofágica ou cardia, é uma desordem rara que afeta cerca de oito a doze pessoas a cada 100.000.
  • Pessoas com acalasia têm dificuldade com os músculos no esôfago, que não funcionam adequadamente para mover os alimentos ingeridos para o estômago.
  • Os sintomas da acalasia incluem dificuldade para engolir, alimentos “presos” no esôfago, regurgitação, perda de peso, dor no peito e tosse.

🤔 O Que é Acalasia?
A Acalasia é uma rara desordem de deglutição que afeta o esôfago (o tubo entre a garganta e o estômago). Em pessoas com acalasia, os músculos do esôfago não se contraem corretamente e não ajudam a impulsionar os alimentos em direção ao estômago. Ao mesmo tempo, o anel de músculo na extremidade inferior do esôfago, chamado esfíncter esofágico inferior (LES), é incapaz de relaxar para permitir a passagem dos alimentos para o estômago. A acalasia normalmente afeta adultos entre 30 e 60 anos, atingindo seu pico por volta dos 40 anos. A desordem é cerca de duas vezes mais comum em homens do que em mulheres.

🤷 Causas da Acalasia:
As causas da acalasia são desconhecidas, mas os pesquisadores exploram várias teorias. Uma delas está relacionada à degeneração das células nervosas localizadas entre as camadas dos músculos esofágicos, que permitem que o esôfago empurre os alimentos em direção ao estômago. Estudos sugerem uma possível relação entre a acalasia e infecções parasitárias ou virais. Pessoas com acalasia podem ter mais probabilidade de apresentar evidências de infecções anteriores, como anticorpos para o vírus herpes simplex, vírus do papiloma humano, vírus do sarampo, entre outros. Há também evidências de que a acalasia pode ser uma desordem autoimune inflamatória, o que significa que pode ser causada pelo próprio corpo atacando-se. Sinais de atividade do sistema imunológico foram observados nas células nervosas que controlam os músculos esofágicos. Além disso, pacientes com acalasia têm 3,6 vezes mais chances de ter uma desordem autoimune, como uveíte, diabetes tipo I, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Sjögren.

🌡️ Sintomas da Acalasia:
Os sintomas ocorrem durante ou após as refeições e incluem:

  • Sensação de que alimentos ou líquidos são difíceis de engolir e ficam presos no esôfago.
  • Regurgitação (retorno de alimentos e líquidos à boca após serem engolidos).
  • Dor no peito, podendo ser intensa e acordar a pessoa durante o sono.
  • Azia.
  • Tosse, especialmente à noite.
  • Engasgo ou inalação de alimentos ou líquidos.

Os sintomas podem se agravar, levando a dor no peito significativa, fadiga, desnutrição e perda de peso.

🔍 Tipos de Acalasia:
Os músculos no esôfago podem apresentar mau funcionamento de diferentes maneiras, resultando em três tipos de acalasia:

  1. Tipo 1 (Acalasia Clássica): Os músculos do esôfago se contraem pouco, e a gravidade é a principal força para mover os alimentos.
  2. Tipo 2: Pressão aumentada no esôfago causa compressão, resultando em sintomas mais graves do que o Tipo 1.
  3. Tipo 3 (Acalasia Espástica): Contratações anormais na parte inferior do esôfago, levando a sintomas graves semelhantes a um ataque cardíaco.

🔬 Diagnóstico da Acalasia:
Além do exame físico e histórico médico, os testes para diagnosticar a acalasia podem incluir:

  • Manometria faríngea e esofágica para medir e registrar mudanças de pressão ao engolir.
  • Endoscopia alta para examinar o esôfago e o estômago em busca de anormalidades.
  • Teste de pH sem fio ou teste de impedância de pH por 24 horas para avaliar a acidez no esôfago.

💼 Tratamento da Acalasia:
Atualmente, não há tratamentos que resolvam totalmente a acalasia, mas existem várias abordagens para aliviar os sintomas, como dilatação, cirurgia, injeções de toxina botulínica e medicamentos. O objetivo é normalizar as contrações no esôfago e ajudar o esfíncter a relaxar para permitir a passagem dos alimentos para o estômago.

🎈 Dilatação do Esfíncter Esofágico:
Durante este procedimento, um balão é inflado perto do esfíncter esofágico inferior para reduzir a pressão no esôfago e esticar os músculos do esfíncter, facilitando a passagem de alimentos e líquidos.

🔪 Cirurgia para Acalasia — Miotomia Esofágica:
Uma miotomia envolve o corte dos músculos no esôfago, esfíncter esofágico e parte inferior do estômago para impedir que se contraiam excessivamente. Pode ser realizada por endoscopia (POEM) ou laparoscopia (miotomia de Heller). Lembrando que a miotomia é a solução mais permanente, mas nem sempre é apropriada para todos os pacientes. Consulte sempre um profissional de saúde para orientação adequada. Não ignore os sintomas. Consulte um médico para avaliação e orientação personalizada. Sua saúde é prioridade! 🩺✨

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Esôfago de Barrett

Esôfago de Barrett

🔍 Compreendendo o Esôfago de Barrett: Consequência do Refluxo Gastroesofágico (RGE) 🔍

O Esôfago de Barrett é uma complicação do Refluxo Gastroesofágico (RGE), uma condição em que o conteúdo do estômago, incluindo ácido, reflui para o esôfago.

👁️ O que é o Esôfago de Barrett?
O Esôfago de Barrett ocorre quando o revestimento do esôfago se cura de maneira anormal, mudando de células que se assemelham à pele para células semelhantes às intestinais. Por isso, é suspeito pela aparência do revestimento esofágico (cor rosa salmão em comparação com a cor branca normal) e confirmado por meio de exame microscópico das células. Nos Estados Unidos, é definido como metaplasia intestinal.

🌎 Quem Desenvolve o Esôfago de Barrett?
Cerca de 30 milhões de pessoas na América do Norte têm RGE, a doença gastrointestinal crônica mais comum. Aproximadamente 5% dos pacientes com RGE crônico ou inflamação no esôfago desenvolverão o Esôfago de Barrett. Esta condição é mais comum em homens do que em mulheres e em americanos caucasianos em comparação com afro-americanos. A idade média no momento do diagnóstico é de 55 anos.

🤔 Sintomas do Esôfago de Barrett:
O Esôfago de Barrett geralmente não causa sintomas específicos. Pode estar associado a complicações do RGE. Consulte um gastroenterologista se você apresentar os seguintes sintomas por mais de duas semanas:

  • Azia
  • Indigestão
  • Sangue no vômito ou fezes
  • Dificuldade em engolir alimentos sólidos
  • Regurgitação noturna (líquido ácido ou amargo subindo para o peito ou boca durante a noite)

🔬 Diagnóstico do Esôfago de Barrett:
No Johns Hopkins, nossos médicos experientes utilizam sua perícia juntamente com tecnologias de imagem avançadas para um diagnóstico preciso.

🔍 Procedimentos Diagnósticos:

  1. Endoscopia Alta:
  • Exame abrangente da mucosa esofágica.
  • Uso de endomicroscopia para análise em tempo real durante a endoscopia, evitando biópsias invasivas.
  1. Cromoendoscopia:
  • Utilização de corantes durante a endoscopia para identificar áreas anormais.
  • Aplicação de solução de Lugol para destacar células normais e identificar áreas não coloridas, que podem ser malignas.

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Preparando-se para CIRURGIA

Preparando-se para CIRURGIA

🌟 Fortalecendo para a Cirurgia: Melhorando Resultados com Cuidado Pré-Operatório! 🌟

O Strong for Surgery está revolucionando a preparação para operações, reduzindo riscos e aprimorando os desfechos clínicos! 💪🏥✨

🌐 Visão Global do Strong for Surgery

O PROF. DR. OZIMO GAMA nos apresenta a incrível campanha de saúde pública que une pacientes e cirurgiões para promover a saúde geral e aumentar o sucesso nas cirurgias. Os checklists pré-operatórios são a chave para a comunicação eficaz e padronização das boas práticas em quatro áreas de risco comum. 📋👩‍⚕️👨‍⚕️

  1. Nutrição: 🥦🍏
    • O estado nutricional é crucial para resultados operatórios positivos.
    • Uso de fórmulas nutricionais especializadas reduz complicações em até 60%.
  2. Cessação do Tabagismo: 🚭👊
    • Fumantes têm 40% mais complicações pós-operatórias.
    • Parar de fumar melhora cicatrização e satisfação pós-operatória.
  3. Controle Glicêmico: 🩸📊
    • Glicemia controlada beneficia cicatrização e reduz tempo de internação.
    • Identificar diabetes não diagnosticado antes da operação é crucial.
  4. Uso de Medicamentos: 💊📋
    • Revisão completa é vital para aconselhamento adequado.
    • Alguns medicamentos aumentam riscos; outros podem ser mantidos com segurança.
  5. Delirium: 🧠🚨
    • Reconhecimento e tratamento são essenciais para desfechos positivos.
    • Identificação de pacientes de alto risco para intervenções preventivas.
  6. Pré-habilitação: 🏋️‍♀️🧘
    • Deficiências cognitivas, de marcha e nutricionais aumentam riscos.
    • Pré-habilitação acelera a recuperação e reduz morbidade.
  7. Controle Seguro da Dor: 🩹😌
    • Aconselhamento pré-operatório ajuda na gestão eficaz da dor pós-operatória.
    • Expectativas claras e uso seguro de medicamentos são fundamentais.
  8. Diretivas de Pacientes: 🗣️💡
    • Educação pré-operatória reduz ansiedade e promove entendimento.
    • Discussões sobre custos, dor, riscos e necessidade da operação são cruciais.

Ao adotar o Strong for Surgery, estamos construindo um caminho mais seguro e eficaz para cirurgias bem-sucedidas e recuperações mais rápidas! 🌈👩‍⚕️👨‍⚕️ #FortalecendoParaCirurgia #CuidadoPréOperatório

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Diverticulite

Diverticulite

Desvendando os Divertículos: Um Olhar Detalhado no Seu Sistema Digestivo 🕵️‍♂️🌀

Os divertículos são pequenas bolsas salientes que podem se formar na parede do seu sistema digestivo, mais comumente na parte inferior do intestino grosso (cólon). Eles são frequentes, especialmente após os 40 anos, e raramente causam problemas.

A presença de divertículos é conhecida como diverticulose. Quando uma ou mais dessas bolsas ficam inflamadas, e em alguns casos, infectadas, a condição é chamada de diverticulite.

Sinais e Sintomas da Diverticulite:

  • Dor, que pode ser constante e persistir por vários dias. O lado inferior esquerdo do abdômen é o local habitual da dor.
  • Sensibilidade abdominal.
  • Náuseas e vômitos.
  • Febre.

Causas:
Os divertículos geralmente se desenvolvem quando áreas naturalmente mais fracas no cólon cedem à pressão, formando bolsas de tamanhos variáveis. Já se pensou que sementes e nozes causavam diverticulite, mas essa teoria foi desmistificada.

Fatores de Risco:
Vários fatores podem aumentar o risco de desenvolver diverticulite:

  • Envelhecimento: A incidência aumenta com a idade.
  • Obesidade: Estar seriamente acima do peso aumenta as chances.
  • Tabagismo: Fumantes têm maior probabilidade de desenvolver diverticulite.
  • Falta de exercício: O exercício vigoroso parece reduzir o risco.
  • Dieta rica em gordura animal e pobre em fibras: Uma dieta pobre em fibras combinada com alta ingestão de gordura animal parece aumentar o risco.
  • Certos medicamentos: Vários medicamentos estão associados a um aumento do risco, incluindo anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e naproxeno sódico (Aleve).

Tratamento:
O tratamento depende da gravidade dos seus sinais e sintomas.

Diverticulite Não Complicada:
Se os sintomas forem leves, o tratamento pode ser feito em casa.

Seu médico provavelmente recomendará:

  • Antibióticos, embora em casos muito leves, possam não ser necessários.
  • Uma dieta líquida ou de alimentos macios por alguns dias enquanto seu intestino se recupera. Uma vez que os sintomas melhorem, você pode gradualmente reintroduzir alimentos sólidos à sua dieta.

Este tratamento é bem-sucedido na maioria das pessoas com diverticulite não complicada.

Diverticulite Complicada:
Se você tiver um ataque grave ou outros problemas de saúde, provavelmente precisará ser hospitalizado.

O tratamento geralmente envolve:

  • Antibióticos intravenosos.
  • Inserção de um tubo para drenar um abscesso abdominal, se um se formar.
  • Cirurgia.

Você provavelmente precisará de cirurgia para tratar a diverticulite se:

  • Tiver uma complicação, como um abscesso intestinal, fístula ou obstrução, ou perfuração na parede intestinal.
  • Tiver tido vários episódios de diverticulite não complicada.
  • Tiver um sistema imunológico enfraquecido.

Existem dois tipos principais de cirurgia:

  1. Ressecção Primária do Intestino:
    O cirurgião remove segmentos do seu intestino doente e, em seguida, reconecta os segmentos saudáveis (anastomose). Isso permite que você tenha movimentos intestinais normais. Dependendo da quantidade de inflamação, a cirurgia pode ser aberta ou um procedimento minimamente invasivo (laparoscópico).
  2. Ressecção do Intestino com Colostomia:
    Se houver tanta inflamação que não seja possível reconectar o cólon e o reto, o cirurgião realizará uma colostomia. Uma abertura (estoma) na parede abdominal é conectada à parte saudável do cólon. Os resíduos passam pela abertura para uma bolsa. Quando a inflamação diminui, a colostomia pode ser revertida, e o intestino reconectado.

Lembrando que a avaliação médica é crucial para determinar o tratamento adequado ao seu caso específico. Consulte um profissional de saúde para orientações personalizadas. 🩺💪 #Diverticulite #SaudeIntestinal #CuidadoComOCorpo

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Refluxo Gastroesofágico

Refluxo Gastroesofágico

Refluxo Gastroesofágico (GERD): Navegando Pelas Ondas do Ácido Estomacal 🌊🔥

O Refluxo Gastroesofágico, ou GERD, ocorre quando o ácido estomacal flui frequentemente de volta para o esôfago, o tubo que conecta a boca ao estômago. Esse refluxo, chamado de refluxo ácido, pode irritar a mucosa do esôfago. Muitas pessoas enfrentam refluxo ácido leve de tempos em tempos, geralmente conseguindo controlar com mudanças no estilo de vida e medicamentos sem receita. No entanto, aqueles com refluxo ácido mais frequente (ocorrendo várias vezes por semana) podem precisar de medicamentos mais fortes ou até cirurgia para aliviar os sintomas.

Sinais Comuns e Sintomas do GERD:

  • Sensação de queimação no peito (azia), geralmente após comer, podendo piorar à noite
  • Dor no peito
  • Dificuldade para engolir
  • Regurgitação de alimentos ou líquido azedo

Causas:
O GERD é causado pelo refluxo ácido frequente. Quando você engole, um anel muscular ao redor da parte inferior do esôfago (esfíncter esofágico inferior) relaxa para permitir que alimentos e líquidos fluam para o estômago. Em seguida, o esfíncter se fecha novamente. Se o esfíncter relaxar anormalmente ou enfraquecer, o ácido estomacal pode voltar para o esôfago, irritando sua mucosa e muitas vezes causando inflamação.

Fatores de Risco:
Condições que aumentam o risco de GERD incluem:

  • Obesidade
  • Hérnia de hiato (protuberância do topo do estômago para o diafragma)
  • Gravidez
  • Distúrbios do tecido conjuntivo, como a esclerodermia
  • Esvaziamento lento do estômago

Fatores que Podem Agravar o Refluxo Ácido:

  • Tabagismo
  • Ingestão de grandes refeições ou alimentação tardia da noite
  • Consumo de certos alimentos (gatilhos), como alimentos gordurosos ou fritos
  • Ingestão de certas bebidas, como álcool ou café

Complicações:
É importante buscar atendimento médico se você tiver GERD crônico ou inflamação no esôfago. Com o tempo, o GERD crônico pode causar:

  • Estreitamento do esôfago
  • Úlcera esofágica ou ferida aberta no esôfago
  • Alterações pré-cancerígenas no esôfago ou esôfago de Barrett

Tratamento:
Seu médico provavelmente recomendará modificações no estilo de vida e medicamentos sem receita inicialmente. Se não houver alívio em algumas semanas, medicamentos prescritos ou cirurgia podem ser recomendados. Os medicamentos prescritos geralmente reduzem a produção de ácido estomacal e são eficazes e seguros, mesmo com uso a longo prazo. Geralmente, são tomados uma ou duas vezes ao dia.

Cirurgia e Outros Procedimentos:
Embora o GERD possa geralmente ser controlado com medicamentos, se estes não ajudarem ou se você preferir evitar o uso prolongado de medicamentos, seu médico pode recomendar a fundoplicatura. Nesse procedimento, o cirurgião envolve a parte superior do estômago ao redor do esfíncter esofágico inferior para apertar o músculo e prevenir o refluxo. A fundoplicatura geralmente é realizada com um procedimento minimamente invasivo (laparoscópico). O envolvimento da parte superior do estômago pode ser parcial ou completo. 🩺💙 #GERD #SaudeDigestiva #RefluxoGastroesofagico

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Pancreatite

Pancreatite

Pancreatite: Navegando Pelas Águas da Inflamação Pancreática 🌋🍴

A pancreatite é a inflamação no pâncreas, uma glândula longa e plana situada atrás do estômago, na parte superior do abdômen. O pâncreas desempenha um papel crucial na produção de enzimas para a digestão e hormônios que regulam o processamento de açúcar no corpo. Existem dois tipos de pancreatite com base no momento de início e duração:

  • Pancreatite Aguda:
    Aparece repentinamente e geralmente dura alguns dias.
  • Pancreatite Crônica:
    Pode começar lentamente ao longo do tempo e durar muitos anos.

Sinais e Sintomas da Pancreatite Aguda:

  • Dor abdominal superior
  • Dor abdominal que irradia para as costas
  • Dor abdominal que piora após comer
  • Febre
  • Pulso rápido
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Sensibilidade ao tocar o abdômen

Sinais e Sintomas da Pancreatite Crônica:

  • Dor abdominal superior
  • Perda de peso sem esforço
  • Fezes oleosas e com mau cheiro

Causas:
A pancreatite ocorre quando as enzimas digestivas são ativadas enquanto ainda estão no pâncreas, irritando as células e causando inflamação. Com episódios repetidos de pancreatite aguda, pode ocorrer dano permanente, levando à pancreatite crônica. A formação de tecido cicatricial no pâncreas pode causar perda de função, resultando em problemas digestivos e diabetes.

Condições que podem levar à pancreatite incluem:

  • Alcoolismo
  • Tabagismo
  • Cálculos biliares
  • Certos medicamentos
  • Fatores genéticos
  • Níveis elevados de cálcio no sangue
  • Níveis elevados de triglicerídeos no sangue
  • Câncer de pâncreas

Tratamento:
Dependendo da causa da pancreatite, o tratamento pode incluir:

  • Procedimentos para remover obstruções nos ductos biliares.
  • Cirurgia na vesícula biliar, se os cálculos biliares forem a causa.
  • Cirurgia no pâncreas para drenar fluido ou remover tecido doente.
  • Tratamento para dependência de álcool, se for a causa.

Lembrando que o tratamento adequado é essencial para evitar complicações sérias. Consulte um profissional de saúde para avaliação e orientação específicas para o seu caso. 🩺🍏 #Pancreatite #SaudeDigestiva #CuidadoPessoal

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Doença Inflamatória Intestinal (COLITE)

Doença Inflamatória Intestinal (COLITE)

Doença Inflamatória Intestinal (DII): Entendendo as Tramas da Inflamação Digestiva 🌀🍴

A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é um termo usado para descrever distúrbios que causam inflamação crônica no trato digestivo.

Tipos de DII incluem:

  • Doença de Crohn:
    Caracteriza-se por inflamação que frequentemente atinge as camadas mais profundas do trato digestivo.
  • Retocolite Ulcerativa:
    Envolve inflamação e úlceras ao longo da camada superficial do intestino grosso (cólon) e reto.

Ambas geralmente são caracterizadas por diarreia, sangramento retal, dor abdominal, fadiga e perda de peso.

Causas:
A causa exata da Doença Inflamatória Intestinal permanece desconhecida. Uma possível causa é uma resposta imunológica anormal que leva o sistema imunológico a atacar as células no trato digestivo. A hereditariedade também parece desempenhar um papel, já que a DII é mais comum em pessoas com familiares que têm a doença. No entanto, a maioria das pessoas com DII não tem esse histórico familiar.

Fatores de Risco:

  • Idade:
    A maioria das pessoas diagnosticadas com DII recebe o diagnóstico antes dos 30 anos. No entanto, algumas pessoas só desenvolvem a doença em seus 50 ou 60 anos.
  • Raça ou Etnia:
    Embora os brancos tenham o maior risco da doença, ela pode ocorrer em qualquer raça.
  • Histórico Familiar:
    O risco é maior se você tiver um parente próximo, como pai, irmão ou filho, com a doença.
  • Tabagismo:
    O tabagismo é o fator de risco controlável mais importante para o desenvolvimento da Doença de Crohn.
  • Medicamentos Anti-inflamatórios Não Esteroides:
    Incluem ibuprofeno (Advil, Motrin IB, outros), naproxeno sódico (Aleve), diclofenaco sódico e outros. Esses medicamentos podem piorar a doença em pessoas com DII.

Tratamento:
O objetivo do tratamento da Doença Inflamatória Intestinal é reduzir ou eliminar a inflamação que desencadeia os sintomas. Isso pode levar não apenas ao alívio dos sintomas, mas também à remissão a longo prazo e à redução dos riscos de complicações. O tratamento geralmente envolve terapia medicamentosa. Se os sintomas da DII não melhorarem, o médico pode recomendar cirurgia.

Entender a DII é crucial para o cuidado digestivo. Se você suspeita de sintomas ou fatores de risco, consulte um profissional de saúde para avaliação e orientação adequadas. 🩺🍏 #DoençaInflamatóriaIntestinal #SaúdeDigestiva #CuidadoPessoal

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Hepatite: Entendendo a Inflamação no Fígado 🌐🩺

Hepatite: Entendendo a Inflamação no Fígado 🌐🩺

Hepatite: Entendendo a Inflamação no Fígado 🌐🩺

A hepatite significa inflamação do fígado. O fígado é um órgão vital que processa nutrientes, filtra o sangue e combate infecções. Quando o fígado está inflamado ou danificado, sua função pode ser afetada. A hepatite é frequentemente causada por um vírus. Nos Estados Unidos, os tipos mais comuns de hepatite viral são hepatite A, hepatite B e hepatite C.

Hepatite A:
É uma infecção aguda (que dura dias a semanas) que geralmente se resolve por conta própria. Existe uma vacina eficaz na prevenção da infecção. Não há tratamento específico.

Hepatite B:
Pode causar uma infecção aguda ou crônica (persistente). Uma vacina também está disponível; na verdade, as vacinas contra hepatite A e B geralmente são administradas simultaneamente. Além disso, existe tratamento eficaz com medicamentos orais que geralmente requerem terapia ao longo da vida.

Hepatite C:
Pode causar uma infecção aguda ou crônica (persistente). Não há vacina disponível. Um dos avanços médicos mais notáveis da última década foi o desenvolvimento de um tratamento altamente eficaz e seguro para a hepatite C, com taxas de cura próximas a 100% e uma duração de tratamento de apenas dois a três meses.

A compreensão da hepatite é crucial para a saúde hepática. Se você suspeita de qualquer sintoma ou exposição, consulte um profissional de saúde para avaliação e orientação personalizada. A prevenção e o tratamento adequados são fundamentais para o cuidado do fígado. 🌿💛 #Hepatite #SaudeHepatica #PrevencaoEVacinas

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