Colangite

Colangite

🔍 O Que é Colangite? Entenda os Sintomas, Causas e Tratamentos! 🔍

O Que é Colangite? A colangite é uma inflamação no sistema de dutos biliares, responsáveis por transportar a bile do fígado e vesícula biliar para a primeira parte do intestino delgado (duodeno).

Na maioria dos casos, a colangite é causada por uma infecção bacteriana e frequentemente ocorre de forma súbita. No entanto, em alguns casos, pode ser de longo prazo (crônica), desenvolvendo-se como parte de uma condição autoimune.

O Que Causa a Colangite? Geralmente, a colangite é causada por um ducto bloqueado em algum lugar do sistema de dutos biliares, sendo os cálculos biliares ou sedimentos os causadores mais comuns. Doenças autoimunes, como a colangite esclerosante primária, também podem afetar o sistema.

Outras causas menos comuns incluem:

  • Tumor
  • Coágulos sanguíneos
  • Estreitamento de um ducto após cirurgia
  • Pâncreas inchado
  • Infecção por parasitas

A colangite também pode ocorrer quando há refluxo de bactérias do intestino delgado, infecção sanguínea (bacteremia) ou durante exames de fígado ou vesícula biliar.

Quem Está em Risco de Colangite? Se você teve cálculos biliares, está em maior risco de colangite. Outros fatores de risco incluem:

  • Doenças autoimunes, como doença inflamatória intestinal (colite ulcerativa ou doença de Crohn)
  • Procedimentos médicos recentes na área dos ductos biliares
  • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)
  • Viagens para países onde há exposição a vermes ou parasitas

Quais São os Sintomas da Colangite? Os sintomas variam de pessoa para pessoa, podendo ser não específicos ou graves, incluindo:

  • Dor na parte superior direita do abdômen
  • Febre
  • Calafrios
  • Amarelamento da pele e olhos (icterícia)
  • Náuseas e vômitos
  • Fezes acinzentadas
  • Urina escura
  • Pressão baixa
  • Letargia
  • Alterações na alerta

Como é Diagnosticada a Colangite? A dor da colangite pode se assemelhar à dor causada por cálculos biliares. Para confirmar o diagnóstico, o profissional de saúde avaliará seu histórico e realizará exames físicos, além de diversos testes de sangue, como hemograma completo, testes de função hepática e culturas sanguíneas.

Exames de imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética colangiopancreatográfica (RMCP), podem ser usados para visualizar o sistema de ductos biliares e identificar a causa da obstrução. Procedimentos endoscópicos, como a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), também podem ser necessários.

Como é Tratada a Colangite? O diagnóstico rápido é essencial, pois a maioria das pessoas com colangite se sente muito doente. Se diagnosticado, o tratamento geralmente envolve hospitalização por alguns dias, com administração de fluidos intravenosos, analgésicos e antibióticos.

Em alguns casos, é necessário drenar o líquido nos ductos biliares usando procedimentos endoscópicos, como a CPRE. Stents podem ser inseridos para manter os ductos abertos. Se o tratamento não for eficaz, a cirurgia pode ser recomendada para drenar a bile e reduzir o acúmulo de fluido.

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Doença de Wilson

Doença de Wilson

🔬 O que é a Doença de Wilson? Entenda e Previna! 🔬

O que é a Doença de Wilson? A Doença de Wilson é um distúrbio genético raro transmitido de pais para filhos. Essa condição hereditária impede que o corpo elimine o excesso de cobre, um mineral essencial, tornando-o tóxico em grandes quantidades. Embora o corpo necessite de pequenas quantidades de cobre provenientes dos alimentos, o acúmulo excessivo pode ser prejudicial. Normalmente, o fígado é responsável por expelir o excesso de cobre pela bile, um suco digestivo. Na Doença de Wilson, o fígado passa a armazenar o cobre, levando a danos hepáticos e acumulação em outros órgãos, olhos e cérebro, tornando-se potencialmente ameaçadora com o tempo.

O que causa a Doença de Wilson? A Doença de Wilson é causada por uma falha herdada no gene ATP7B, sendo um distúrbio autossômico recessivo. Ambos os pais devem transmitir o mesmo gene anormal à criança. Muitas vezes, pais com apenas um gene anormal são portadores da doença, sem exibir sintomas.

Sintomas da Doença de Wilson Os sintomas podem aparecer entre os 5 e 35 anos, variando conforme os órgãos afetados:

Sintomas Hepáticos:

  • Fadiga extrema
  • Cãibras musculares
  • Fraqueza
  • Perda de apetite
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Perda de peso
  • Acúmulo de líquido na barriga ou pernas
  • Pele ou olhos amarelados
  • Hematomas fáceis
  • Fígado e baço inchados

Sintomas Neurológicos:

  • Alterações comportamentais
  • Rigidez muscular
  • Tremores incontroláveis
  • Movimentos lentos ou repetitivos
  • Fraqueza muscular
  • Dificuldade para engolir
  • Discurso arrastado
  • Coordenação prejudicada
  • Pensamentos suicidas em casos graves

Sintomas de Saúde Mental:

  • Estresse e ansiedade
  • Depressão
  • Perda de contato com a realidade (psicose)
  • Ideias suicidas

Outros Sintomas:

  • Ossos frágeis (osteoporose)
  • Dor e inchaço nas articulações (artrite)
  • Anemia
  • Baixos níveis de plaquetas ou glóbulos brancos

Quem está em risco? A Doença de Wilson é rara, sendo mais provável em casos de histórico familiar. Afeta igualmente homens e mulheres.

Como é diagnosticada? O diagnóstico pode ser desafiador devido a sintomas similares a outras doenças. Testes de sangue, biópsia hepática, exame ocular e testes genéticos são realizados para confirmar o diagnóstico.

Como é tratada? Não há cura para a Doença de Wilson, mas o tratamento ao longo da vida ajuda a reduzir o acúmulo de cobre. Inclui medicamentos, restrição dietética, suplementos de zinco e, em casos graves, transplante hepático.

Complicações e Prevenção A doença pode levar a danos hepáticos, falência hepática e complicações neurológicas, podendo ser fatal em casos raros. A prevenção não é possível, mas aconselhamento genético pode ajudar a identificar riscos familiares.

Vivendo com a Doença de Wilson Gerenciar a condição envolve medicamentos, dieta controlada e acompanhamento médico regular. Mudanças na dieta, como evitar certos alimentos, são recomendadas. Manter a saúde hepática, vacinar-se contra hepatite A e B, e monitorar os níveis de cobre são essenciais.

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Hemocromatose

Hemocromatose

🩸 Hemocromatose: Desvendando o Acúmulo de Ferro nos Órgãos 🩸

O que é hemocromatose? A hemocromatose é um distúrbio metabólico no qual seus órgãos acumulam excesso de ferro, levando a danos. A forma hereditária afeta uma em cada 300 pessoas nos Estados Unidos, mas muitas vezes passa despercebida devido aos seus sintomas inespecíficos. A forma clássica é mais comum em caucasianos de ascendência norte-europeia e tem origens genéticas.

Sintomas da Hemocromatose Os sintomas geralmente surgem após os 50 anos, quando há um acúmulo significativo de ferro no corpo. Nas mulheres, isso pode ocorrer cerca de 10 anos após a menopausa. Muitos pacientes não apresentam sintomas específicos, sendo o diagnóstico frequentemente resultado de triagem familiar ou de um teste de sangue que indica níveis elevados de ferro ou enzimas hepáticas anormais. Sintomas iniciais incluem fraqueza, fadiga, pigmentação aumentada da pele, queda de cabelo, impotência e dores articulares.

Diagnóstico da Hemocromatose O diagnóstico começa com um exame físico detalhado, onde você descreve seus sintomas e histórico médico. Outros testes incluem exames de sangue, imagem hepática e, em casos específicos, uma biópsia hepática para um diagnóstico definitivo.

Testes Sanguíneos

  • Ferritina sérica: Mede a quantidade de ferro armazenado no fígado, geralmente alta na hemocromatose.
  • Ferro sérico: Avalia a quantidade de ferro no sangue, requer jejum.
  • Teste de saturação de transferrina: Mede a quantidade de ferro no sangue.
  • Enzimas hepáticas e testes de função: Avaliam inflamação e função hepática.
  • Testes genéticos: Identificam mutações no gene HFE para confirmar o diagnóstico.

Biópsia Hepática Uma biópsia hepática oferece um diagnóstico definitivo, recomendada se os níveis de ferro estiverem elevados e os sintomas forem consistentes com hemocromatose. Realizada com anestesia local, a biópsia analisa tecido hepático, fornecendo informações sobre hemocromatose e fibrose hepática.

Triagem Preventiva Dada a natureza inespecífica dos sintomas, aqueles com risco devem ser triados regularmente. Isso é crucial para detectar e tratar a hemocromatose precocemente, reduzindo riscos de danos orgânicos.

Imagem: Ressonância Magnética (MRI) do Fígado A ressonância magnética do fígado estima a quantidade de ferro e, em alguns casos, fibrose hepática. Este teste não invasivo pode substituir a biópsia hepática e é uma opção para quem tem medo de espaços fechados.

A hemocromatose é gerenciável com diagnóstico precoce e tratamento adequado. Consulte seu médico regularmente para avaliações e siga as orientações para promover uma vida saudável. 🌟

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Ascite

Ascite

🌊 Ascite: Entendendo e Lidando com a Acumulação de Fluidos no Abdômen 🌊

O que é ascite?
A ascite é uma condição em que o fluido se acumula nos espaços dentro do seu abdômen. Em casos graves, pode ser dolorosa, limitando seus movimentos e, se não tratada, pode levar a infecções no abdômen. O fluido também pode se deslocar para o peito, cercando os pulmões e dificultando a respiração.

O que causa ascite?
A causa mais comum de ascite é a cirrose hepática, frequentemente associada ao consumo excessivo de álcool. Diferentes tipos de câncer também podem desencadear essa condição, especialmente em estágios avançados. Outras causas incluem problemas cardíacos, diálise, baixos níveis de proteína e infecções.

Quais são os sintomas de ascite?
Os sintomas incluem inchaço abdominal, ganho de peso, sensação de plenitude, distensão, sensação de peso, náusea, vômito, inchaço nas pernas, falta de ar e hemorroidas.

Como é diagnosticada a ascite?
O diagnóstico envolve exame físico, histórico médico e, possivelmente, testes como coleta de fluido abdominal para análise e exames de imagem, como ultrassom, ressonância magnética ou tomografia computadorizada.

Como é tratada a ascite?
O tratamento pode incluir redução do consumo de sal, restrição de líquidos, abstenção de álcool, uso de diuréticos e, em casos graves, drenagem do fluido abdominal. Em situações complexas, pode ser necessário um procedimento radiológico chamado TIPS para aliviar a pressão alta causadora da ascite.

Quais são as complicações da ascite?
A ascite pode dificultar atividades diárias, causar dificuldades respiratórias e levar a infecções abdominais, insuficiência renal e hérnias umbilicais ou inguinais.

É possível prevenir a ascite?
Evitar cirrose hepática e câncer é fundamental. Isso inclui parar de beber álcool, manter um peso saudável, praticar exercícios, não fumar, limitar o consumo de sal e praticar sexo seguro para reduzir o risco de hepatite.

Vivendo com ascite:
Siga as orientações do seu médico para reduzir a ingestão de sal, mesmo se estiver usando diuréticos. Pese-se diariamente e contate seu médico se ganhar muito peso.

🔑 Pontos Importantes:

  • Ascite é a acumulação de fluido no abdômen.
  • Afeta pulmões, rins e outros órgãos.
  • Causa dor, inchaço, náusea, entre outros sintomas.
  • Mudanças no estilo de vida e tratamentos podem reduzir complicações.
  • Não tem cura, mas é gerenciável.

📅 Próximos Passos:
Dicas para aproveitar ao máximo sua consulta médica:

  • Anote suas perguntas antes da visita.
  • Leve alguém para ajudar e lembrar das informações.
  • Anote nomes de medicamentos, tratamentos e instruções.
  • Se tiver acompanhamento, registre a data, horário e objetivo da próxima visita.
  • Saiba como entrar em contato com seu médico em caso de dúvidas.

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Refluxo Gastroesofágico

Refluxo Gastroesofágico

Refluxo Gastroesofágico (GERD): Navegando Pelas Ondas do Ácido Estomacal 🌊🔥

O Refluxo Gastroesofágico, ou GERD, ocorre quando o ácido estomacal flui frequentemente de volta para o esôfago, o tubo que conecta a boca ao estômago. Esse refluxo, chamado de refluxo ácido, pode irritar a mucosa do esôfago. Muitas pessoas enfrentam refluxo ácido leve de tempos em tempos, geralmente conseguindo controlar com mudanças no estilo de vida e medicamentos sem receita. No entanto, aqueles com refluxo ácido mais frequente (ocorrendo várias vezes por semana) podem precisar de medicamentos mais fortes ou até cirurgia para aliviar os sintomas.

Sinais Comuns e Sintomas do GERD:

  • Sensação de queimação no peito (azia), geralmente após comer, podendo piorar à noite
  • Dor no peito
  • Dificuldade para engolir
  • Regurgitação de alimentos ou líquido azedo

Causas:
O GERD é causado pelo refluxo ácido frequente. Quando você engole, um anel muscular ao redor da parte inferior do esôfago (esfíncter esofágico inferior) relaxa para permitir que alimentos e líquidos fluam para o estômago. Em seguida, o esfíncter se fecha novamente. Se o esfíncter relaxar anormalmente ou enfraquecer, o ácido estomacal pode voltar para o esôfago, irritando sua mucosa e muitas vezes causando inflamação.

Fatores de Risco:
Condições que aumentam o risco de GERD incluem:

  • Obesidade
  • Hérnia de hiato (protuberância do topo do estômago para o diafragma)
  • Gravidez
  • Distúrbios do tecido conjuntivo, como a esclerodermia
  • Esvaziamento lento do estômago

Fatores que Podem Agravar o Refluxo Ácido:

  • Tabagismo
  • Ingestão de grandes refeições ou alimentação tardia da noite
  • Consumo de certos alimentos (gatilhos), como alimentos gordurosos ou fritos
  • Ingestão de certas bebidas, como álcool ou café

Complicações:
É importante buscar atendimento médico se você tiver GERD crônico ou inflamação no esôfago. Com o tempo, o GERD crônico pode causar:

  • Estreitamento do esôfago
  • Úlcera esofágica ou ferida aberta no esôfago
  • Alterações pré-cancerígenas no esôfago ou esôfago de Barrett

Tratamento:
Seu médico provavelmente recomendará modificações no estilo de vida e medicamentos sem receita inicialmente. Se não houver alívio em algumas semanas, medicamentos prescritos ou cirurgia podem ser recomendados. Os medicamentos prescritos geralmente reduzem a produção de ácido estomacal e são eficazes e seguros, mesmo com uso a longo prazo. Geralmente, são tomados uma ou duas vezes ao dia.

Cirurgia e Outros Procedimentos:
Embora o GERD possa geralmente ser controlado com medicamentos, se estes não ajudarem ou se você preferir evitar o uso prolongado de medicamentos, seu médico pode recomendar a fundoplicatura. Nesse procedimento, o cirurgião envolve a parte superior do estômago ao redor do esfíncter esofágico inferior para apertar o músculo e prevenir o refluxo. A fundoplicatura geralmente é realizada com um procedimento minimamente invasivo (laparoscópico). O envolvimento da parte superior do estômago pode ser parcial ou completo. 🩺💙 #GERD #SaudeDigestiva #RefluxoGastroesofagico

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Pancreatite

Pancreatite

Pancreatite: Navegando Pelas Águas da Inflamação Pancreática 🌋🍴

A pancreatite é a inflamação no pâncreas, uma glândula longa e plana situada atrás do estômago, na parte superior do abdômen. O pâncreas desempenha um papel crucial na produção de enzimas para a digestão e hormônios que regulam o processamento de açúcar no corpo. Existem dois tipos de pancreatite com base no momento de início e duração:

  • Pancreatite Aguda:
    Aparece repentinamente e geralmente dura alguns dias.
  • Pancreatite Crônica:
    Pode começar lentamente ao longo do tempo e durar muitos anos.

Sinais e Sintomas da Pancreatite Aguda:

  • Dor abdominal superior
  • Dor abdominal que irradia para as costas
  • Dor abdominal que piora após comer
  • Febre
  • Pulso rápido
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Sensibilidade ao tocar o abdômen

Sinais e Sintomas da Pancreatite Crônica:

  • Dor abdominal superior
  • Perda de peso sem esforço
  • Fezes oleosas e com mau cheiro

Causas:
A pancreatite ocorre quando as enzimas digestivas são ativadas enquanto ainda estão no pâncreas, irritando as células e causando inflamação. Com episódios repetidos de pancreatite aguda, pode ocorrer dano permanente, levando à pancreatite crônica. A formação de tecido cicatricial no pâncreas pode causar perda de função, resultando em problemas digestivos e diabetes.

Condições que podem levar à pancreatite incluem:

  • Alcoolismo
  • Tabagismo
  • Cálculos biliares
  • Certos medicamentos
  • Fatores genéticos
  • Níveis elevados de cálcio no sangue
  • Níveis elevados de triglicerídeos no sangue
  • Câncer de pâncreas

Tratamento:
Dependendo da causa da pancreatite, o tratamento pode incluir:

  • Procedimentos para remover obstruções nos ductos biliares.
  • Cirurgia na vesícula biliar, se os cálculos biliares forem a causa.
  • Cirurgia no pâncreas para drenar fluido ou remover tecido doente.
  • Tratamento para dependência de álcool, se for a causa.

Lembrando que o tratamento adequado é essencial para evitar complicações sérias. Consulte um profissional de saúde para avaliação e orientação específicas para o seu caso. 🩺🍏 #Pancreatite #SaudeDigestiva #CuidadoPessoal

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Doença Inflamatória Intestinal (COLITE)

Doença Inflamatória Intestinal (COLITE)

Doença Inflamatória Intestinal (DII): Entendendo as Tramas da Inflamação Digestiva 🌀🍴

A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é um termo usado para descrever distúrbios que causam inflamação crônica no trato digestivo.

Tipos de DII incluem:

  • Doença de Crohn:
    Caracteriza-se por inflamação que frequentemente atinge as camadas mais profundas do trato digestivo.
  • Retocolite Ulcerativa:
    Envolve inflamação e úlceras ao longo da camada superficial do intestino grosso (cólon) e reto.

Ambas geralmente são caracterizadas por diarreia, sangramento retal, dor abdominal, fadiga e perda de peso.

Causas:
A causa exata da Doença Inflamatória Intestinal permanece desconhecida. Uma possível causa é uma resposta imunológica anormal que leva o sistema imunológico a atacar as células no trato digestivo. A hereditariedade também parece desempenhar um papel, já que a DII é mais comum em pessoas com familiares que têm a doença. No entanto, a maioria das pessoas com DII não tem esse histórico familiar.

Fatores de Risco:

  • Idade:
    A maioria das pessoas diagnosticadas com DII recebe o diagnóstico antes dos 30 anos. No entanto, algumas pessoas só desenvolvem a doença em seus 50 ou 60 anos.
  • Raça ou Etnia:
    Embora os brancos tenham o maior risco da doença, ela pode ocorrer em qualquer raça.
  • Histórico Familiar:
    O risco é maior se você tiver um parente próximo, como pai, irmão ou filho, com a doença.
  • Tabagismo:
    O tabagismo é o fator de risco controlável mais importante para o desenvolvimento da Doença de Crohn.
  • Medicamentos Anti-inflamatórios Não Esteroides:
    Incluem ibuprofeno (Advil, Motrin IB, outros), naproxeno sódico (Aleve), diclofenaco sódico e outros. Esses medicamentos podem piorar a doença em pessoas com DII.

Tratamento:
O objetivo do tratamento da Doença Inflamatória Intestinal é reduzir ou eliminar a inflamação que desencadeia os sintomas. Isso pode levar não apenas ao alívio dos sintomas, mas também à remissão a longo prazo e à redução dos riscos de complicações. O tratamento geralmente envolve terapia medicamentosa. Se os sintomas da DII não melhorarem, o médico pode recomendar cirurgia.

Entender a DII é crucial para o cuidado digestivo. Se você suspeita de sintomas ou fatores de risco, consulte um profissional de saúde para avaliação e orientação adequadas. 🩺🍏 #DoençaInflamatóriaIntestinal #SaúdeDigestiva #CuidadoPessoal

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Hepatite: Entendendo a Inflamação no Fígado 🌐🩺

Hepatite: Entendendo a Inflamação no Fígado 🌐🩺

Hepatite: Entendendo a Inflamação no Fígado 🌐🩺

A hepatite significa inflamação do fígado. O fígado é um órgão vital que processa nutrientes, filtra o sangue e combate infecções. Quando o fígado está inflamado ou danificado, sua função pode ser afetada. A hepatite é frequentemente causada por um vírus. Nos Estados Unidos, os tipos mais comuns de hepatite viral são hepatite A, hepatite B e hepatite C.

Hepatite A:
É uma infecção aguda (que dura dias a semanas) que geralmente se resolve por conta própria. Existe uma vacina eficaz na prevenção da infecção. Não há tratamento específico.

Hepatite B:
Pode causar uma infecção aguda ou crônica (persistente). Uma vacina também está disponível; na verdade, as vacinas contra hepatite A e B geralmente são administradas simultaneamente. Além disso, existe tratamento eficaz com medicamentos orais que geralmente requerem terapia ao longo da vida.

Hepatite C:
Pode causar uma infecção aguda ou crônica (persistente). Não há vacina disponível. Um dos avanços médicos mais notáveis da última década foi o desenvolvimento de um tratamento altamente eficaz e seguro para a hepatite C, com taxas de cura próximas a 100% e uma duração de tratamento de apenas dois a três meses.

A compreensão da hepatite é crucial para a saúde hepática. Se você suspeita de qualquer sintoma ou exposição, consulte um profissional de saúde para avaliação e orientação personalizada. A prevenção e o tratamento adequados são fundamentais para o cuidado do fígado. 🌿💛 #Hepatite #SaudeHepatica #PrevencaoEVacinas

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Cirrose Hepática: Quando o Caminho se Torna Desafiador 🔄🍺

Cirrose Hepática: Quando o Caminho se Torna Desafiador 🔄🍺

Quando a doença hepática avança para um estágio avançado, uma quantidade excessiva de tecido cicatricial substitui o tecido hepático normal. Essa condição é chamada cirrose. Nesse estágio, o dano é considerado irreversível e, eventualmente, pode levar à falência hepática, câncer de fígado, transplante de fígado ou óbito. Existem vários sintomas e sinais típicos de cirrose, incluindo:

- Inchaço abdominal
- Inchaço nas extremidades inferiores (edema)
- Diminuição das habilidades mentais (memória, atenção, concentração)
- Amarelamento da pele e dos olhos (icterícia)
- Urina escura
- Coceira (prurido)

Causas

Muitas doenças hepáticas podem progredir para cirrose ao longo do tempo. As três mais comuns são: – Doença hepática alcoólica, – Doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e a – Hepatite viral (B ou C).

Tratamento

1. Abstinência de Álcool: Evite completamente o uso de álcool.

2. Otimização do Estado Nutricional: Muitos pacientes cirróticos estão desnutridos e podem ter deficiências de vitaminas e minerais. A restrição de sódio (sal) é frequentemente recomendada.

Medicamentos

Com base nos sintomas apresentados, sinais e complicações, podem ser prescritos medicamentos, incluindo diuréticos para ascite e edema; um beta-bloqueador para diminuir a pressão na veia porta (veia que drena sangue para o fígado) e assim reduzir o risco de hemorragia varicosa (hemorragia do esôfago); lactulose e rifaximina para o manejo da encefalopatia hepática (alteração do estado mental).

Procedimentos

Uma esofagogastroduodenoscopia (exame endoscópico) é recomendada, geralmente a cada um a dois anos, para verificar varizes esofágicas; uma paracentese (punção) pode ser realizada para drenar fluido abdominal; uma ultrassonografia do fígado é recomendada a cada seis meses para rastreamento de câncer hepático.

Vacinação

Se não imune, são recomendadas vacinas contra hepatite A e B. Lembre-se, o cuidado é crucial nessa jornada. Consulte um profissional de saúde para orientações específicas sobre seu caso. 🩺🌟

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Incontinência Fecal: O Que Você Precisa Saber 💩🚽

Incontinência Fecal: O Que Você Precisa Saber 💩🚽

A incontinência fecal é a incapacidade de controlar os movimentos intestinais, resultando no vazamento inesperado de fezes do reto. Também conhecida como incontinência intestinal, ela varia desde pequenos vazamentos de fezes ao liberar gases até a perda completa do controle intestinal. Para algumas pessoas, a incontinência fecal é temporária, ocorrendo durante episódios esporádicos de diarreia. No entanto, para outras, torna-se crônica ou recorrente, levando a uma incapacidade de resistir à urgência de defecar, o que pode acontecer tão repentinamente que não dá tempo de chegar ao banheiro a tempo. Isso é conhecido como incontinência por urgência. Outro tipo de incontinência fecal ocorre em pessoas que não percebem a necessidade de evacuar, chamada de incontinência passiva. A incontinência fecal pode estar associada a outros problemas intestinais, tais como:

  • Diarreia
  • Constipação
  • Gases e inchaço abdominal

Causas Para muitas pessoas, a incontinência fecal tem mais de uma causa. Entre as principais estão:

  • Constipação: O acúmulo de fezes ressecadas no reto pode levar ao enfraquecimento dos músculos retais, permitindo o vazamento de fezes líquidas.
  • Diarreia: Fezes sólidas são mais fáceis de reter no reto do que fezes líquidas, o que pode causar ou piorar a incontinência fecal.
  • Hemorroidas: O inchaço das veias no reto pode impedir o fechamento completo do ânus, possibilitando o vazamento de fezes.
  • Perda da capacidade de armazenamento no reto: Cicatrizes ou rigidez no reto, devido a cirurgias, tratamento por radiação ou doença inflamatória intestinal, podem causar vazamento de fezes.
  • Danos musculares: Lesões nos músculos do ânus durante o parto, especialmente com episiotomia ou uso de fórceps, podem dificultar a contenção das fezes.
  • Danos nos nervos: Lesões nos nervos responsáveis pela sensação de fezes no reto ou pelo controle do ânus podem resultar em incontinência fecal. Isso pode ser causado por parto, esforço constante durante evacuações, lesões na medula espinhal ou acidente vascular cerebral. Doenças como diabetes e esclerose múltipla também podem afetar esses nervos.
  • Prolapso retal: O vazamento de fezes pode resultar dessa condição, na qual o reto se desloca para dentro do ânus, danificando os nervos que controlam o ânus.

Fatores de Risco Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolver incontinência fecal, incluindo:

  • Idade: Embora possa ocorrer em qualquer idade, é mais comum em adultos acima de 65 anos.
  • Sexo feminino: A incontinência fecal pode ser uma complicação do parto. Pesquisas recentes também indicam que mulheres em terapia hormonal na menopausa têm um leve aumento no risco de incontinência fecal.
  • Demência: A incontinência fecal é frequente em estágios avançados de doenças como Alzheimer e demência.
  • Danos nos nervos: Pessoas com diabetes de longa data, esclerose múltipla ou trauma nas costas por lesão ou cirurgia podem estar em risco de incontinência fecal, devido aos danos nos nervos que controlam a defecação.

Tratamento O tratamento da incontinência fecal depende da causa e pode incluir medicamentos, exercícios ou cirurgia.

Se os danos musculares estiverem causando a incontinência fecal, o médico pode recomendar um programa de exercícios e outras terapias para restaurar a força muscular. Esses tratamentos podem melhorar o controle do esfíncter anal e a percepção da urgência de defecar.

Cirurgia Em alguns casos, pode ser necessário recorrer à cirurgia para corrigir problemas subjacentes, como prolapso retal ou danos ao esfíncter causados pelo parto.

As opções incluem:

  • Esfincteroplastia: Este procedimento repara um esfíncter anal danificado ou enfraquecido durante o parto, fortalecendo-o e melhorando o controle intestinal.
  • Tratamento do prolapso retal, rectocele ou hemorroidas: A correção cirúrgica desses problemas provavelmente reduzirá ou eliminará a incontinência fecal.

Em casos mais graves, pode ser considerada a colostomia, um procedimento que desvia as fezes para uma abertura no abdômen, utilizando uma bolsa especial para coletar as fezes. Geralmente, a colostomia é considerada apenas quando outros tratamentos não foram bem-sucedidos. 🏥

Lembre-se, a incontinência fecal é uma condição médica tratável, e é fundamental procurar orientação médica para encontrar a melhor abordagem para o seu caso específico. 👩‍⚕️🩺

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