Tratamento Cirúrgico do Hepatocarcinoma: Caminhos para a Saúde do Fígado! 🌈
Olá pessoal! Hoje vamos falar sobre um assunto importante e que merece toda a nossa atenção: o tratamento cirúrgico do hepatocarcinoma. 🤔💡
👨⚕️ O Que é Hepatocarcinoma?
O hepatocarcinoma é um tipo de câncer no fígado que precisa ser compreendido para ser combatido. Se você está na faixa dos 20 aos 60 anos, é crucial ficar atento aos sinais e buscar informações para cuidar da sua saúde hepática, principalmente se tiver histórico de esteatose hepática e / ou cirrose hepática.
💪 Caminhos para a Saúde do Fígado
O tratamento cirúrgico é uma opção valiosa no enfrentamento do hepatocarcinoma. É fundamental conhecer as possibilidades disponíveis, que vão desde as ressecções parciais do fígado – as chamadas hepatectomias até o transplante hepático para uma abordagem assertiva e personalizada.
🚀 Por Que é Importante Agir?
A detecção precoce e o tratamento especializado são essenciais para melhores resultados. Não ignore sintomas, e lembre-se de que informação é a melhor arma contra o desconhecido.
👩⚕️ Consulta com Especialistas
Nossos especialistas em gastroenterologia estão prontos para guiá-lo nesse processo. Agende uma consulta e tire todas as suas dúvidas sobre o tratamento cirúrgico do hepatocarcinoma.
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Úlcera Péptica: Quando a Cirurgia é a Melhor Opção! 🩸✨
👋 Saudações a todos que buscam uma vida plena e saudável! Hoje, mergulharemos nas indicações cirúrgicas para a úlcera péptica gastroduodenal. 🤯
📌 O Que Você Precisa Saber:
A úlcera péptica é mais do que uma simples irritação gastroduodenal, mas uma “escavação” das camadas do trato intestinal além da mucosa 🏥
🚨 Quando a Cirurgia é Indicada:
Complicações Recorrentes: Se as úlceras persistem, apesar do tratamento clínico convencional, a cirurgia pode ser necessária para evitar complicações graves.
Perfuração ou Hemorragia: Em casos de perfuração ou hemorragia, a intervenção cirúrgica é crucial para corrigir danos e evitar maiores problemas.
Obstrução Gástrica: Quando a úlcera causa obstrução no trato gastrointestinal, a cirurgia pode restaurar a função normal do sistema digestivo.
👩⚕️ O seu Bem-Estar deve ser sua Prioridade!
Entendemos que cada caso é único. Nossos especialistas estão aqui para avaliar sua condição, discutir opções e orientá-lo no melhor caminho para sua saúde. Não hesite em agendar uma consulta! 📆
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✅ A sua saúde está em boas mãos! Não adie o cuidado que você merece. Consulte-nos e dê o primeiro passo para uma vida mais saudável. 🌿 #somosespecialistas
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🚨 Descubra os Sinais de Alerta: Câncer Esofagogástrico Não Dá Trégua! 🌪️
E aí, pessoal preocupado com a saúde? Hoje vamos falar sobre algo sério, mas que precisa ser discutido: os sinais de alerta para o Câncer Esofagogástrico. Fiquem ligados, a informação é a nossa maior aliada! 🤔💛
👀 Sinais a Não Ignorar
Quem disse que o corpo não fala? Preste atenção! Se você, entre 20 e 60 anos, perceber dificuldades na deglutição, perda de peso inexplicada, ou azia persistente, é hora de dar um check-in no seu bem-estar.
🕵️♀️ Detecção Precoce é a Chave
O câncer esofagogástrico tem melhores prognósticos quando identificado cedo. Consulte um especialista se algo não parecer certo. A sua saúde agradece!
🍽️ Hábitos Alimentares e Estilo de Vida Contam: Fumar, consumo excessivo de álcool, refluxo crônico – esses fatores podem aumentar o risco. Vamos repensar os hábitos para uma vida mais saudável!
👩⚕️ Consulta com Especialistas
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Oi pessoal! 👋 Vocês já ouviram falar em hérnias umbilicais? São mais comuns do que a gente imagina, e entender os sinais de alerta é crucial para uma vida saudável! 🌱
🔍 O que observar?
Se você, assim como nós, se preocupa com sua saúde e bem-estar, é importante ficar atento aos sinais que o corpo nos dá. Dor ou protuberância (aumento de volume) na região do umbigo podem ser indícios de uma hérnia umbilical. Não ignore esses sinais!
✨ Por que é importante agir rápido?
As hérnias umbilicais podem piorar com o tempo, além de causar abdominal aos esforços ela pode também aumentar de tamanho e causar riscos graves a vida, tais como: obstrução intestinal aguda e necrose do intestino quando ocorre um “estrangulamento do conteúdo herniário”. A boa notícia é que, se identificadas precocemente, podem ser tratadas de forma eficaz! Não deixe para depois o cuidado que o seu corpo merece.
⚠️ Quem deve ficar de olho?
Se você tem entre 20 e 60 anos, essas informações são especialmente para você! Cuide da sua saúde e mantenha-se informado sobre os sinais de alerta.
👩⚕️ Consulta Especializada é a Chave!
Nossos especialistas estão aqui para te ajudar! 👨⚕️ Agende uma consulta e tire todas as suas dúvidas. A prevenção é o melhor caminho para uma vida saudável e feliz!
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📲 👩⚕️ Clínico: (98) 9 9130 4454
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Descubra Como Alimentação Adequada Pode ajudar no tratamento da Gastrite, Úlcera e Refluxo
No Instituto ProGastro, especializado no tratamento clínico e cirúrgico das doenças do aparelho digestivo, entendemos que a nutrição desempenha um papel crucial no manejo da DISPEPSIA (MÁ DIGESTÃO). Este artigo oferece orientações essenciais para quem busca alívio e prevenção dessas condições através da dieta.
🌟Dieta Branda: A Base do Trato Digestivo Saudável
Para pacientes com úlceras pépticas, a recomendação de uma dieta branda é histórica e fundamentada. Esta dieta evita alimentos que possam irritar a mucosa do estômago, incluindo aqueles com alto teor de ácidos, como o tomate, alimentos picantes, fritos e ricos em gordura. Estudos hospitalares norte-americanos confirmam que a maioria dos centros de saúde adota esta prática, promovendo uma recuperação mais eficaz.
🌟Os Benefícios dos Polifenóis
Os polifenóis, presentes em frutas, vegetais, chás e vinho tinto, não são apenas antioxidantes; eles também têm propriedades anti-inflamatórias e citoprotetoras. Incluí-los na sua dieta diária pode ajudar na reepitelização da mucosa gástrica e na redução da inflamação, elementos chave no tratamento de úlceras.
🌟O Papel do Álcool e Tabaco
O consumo de álcool e tabaco é um conhecido agravante das doenças gastrointestinais. Para aqueles com gastrite, úlceras e refluxo, evitar estes elementos é não apenas recomendado, mas essencial para prevenir complicações e promover a cicatrização.
🌟MedicmanetosAnti-inflamatórios e a Proteção do Estômago
Para pacientes que necessitam de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) – Voltaren e Similares, a cautela é necessária. O uso concomitante de inibidores da bomba de prótons (IBPs) – Omeprazol e Similares, pode ser vital para minimizar os riscos associados à formação de úlceras induzidas por medicamentos.
🌟A Importância da Erradicação do H. pylori
Quando a úlcera é causada pela bactéria Helicobacter pylori, a terapia de erradicação é imperativa. Após o tratamento, a manutenção com anti-secretores pode não ser necessária, a menos que haja outras condições, como o uso de AINEs.
🌟Estilo de Vida e Prevenção
Adotar um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta balanceada, exercício regular e controle do estresse, é fundamental para a prevenção e tratamento de úlceras pépticas e gastrite. Alimentos como soja, trigo, tâmaras e cevada têm sido associados a benefícios específicos para certos tipos de gastrite.
A Importância da Consulta Nutricional: ✨ A dieta varia de pessoa para pessoa, pois cada um tem sua tolerância alimentar única. Consultar um nutricionista é essencial para criar um plano adaptado às suas necessidades individuais. 🤓💬
Alimentos Permitidos: Delicie-se sem Preocupações! 🌟🥗
Frutas: maçã, pera, mamão, goiaba (sem casca e cozidas).
Carnes magras: frango, peixe e peru (cozidos, grelhados ou ao vapor).
Lácteos: leite desnatado, iogurte natural e queijo branco.
Carboidratos: arroz branco, macarrão e batata.
Gelatina sem açúcar, bebidas vegetais, chás calmantes e café descafeinado.
Azeite de oliva, vinagre de maçã e temperos naturais. 🍽️🥦🍤
Alimentos a Evitar: Proteja seu Estômago! ❌🍕 Fique longe de alimentos de difícil digestão, processados e ricos em gordura, como:
Salsichas, bacon, frituras, vísceras.
Queijos amarelos, leite integral, sorvete.
Molhos prontos e bebidas alcóolicas.
Alimentos refinados e processados. 🚫🍦
Atenção às Frutas Ácidas: Evite Desconfortos! 🍋🚫 Frutas ácidas podem causar desconfortos, assim como alimentos que causam gases. Ajuste o consumo conforme sua tolerância. 🍇💨
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A hérnia umbilical é uma protuberância incomum que você pode ver ou sentir sobre o seu umbigo (umbigo). Ela se desenvolve quando parte do seu intestino delgado, junto com gordura ou líquido, forma uma bolsa, empurrando através de uma abertura ou fraqueza na parede muscular abdominal.
As hérnias umbilicais são mais comuns em recém-nascidos, bebês e crianças pequenas. No entanto, adultos também podem desenvolvê-las. Vamos explorar mais sobre esse tema vital! 👶👨⚕️🤔
Tipos de Hérnia Umbilical:
Redutível: Se a hérnia é redutível, um profissional de saúde pode empurrar o tecido herniado de volta para o lugar, frequentemente sem necessidade de tratamento imediato. A maioria das hérnias pediátricas é redutível.
Encarcerada: Uma hérnia encarcerada é mais séria do que uma redutível. Ocorre quando os intestinos ficam presos nos músculos abdominais salientes, causando dor e sensibilidade. Exige ação imediata para examinar o tecido e evitar danos aos intestinos.
Estrangulada: Uma hérnia estrangulada ocorre quando o suprimento sanguíneo para os intestinos é cortado, levando à morte do tecido. É uma emergência médica que requer ação rápida para salvar o máximo de tecido possível e evitar complicações, como infecção.
Quão Comuns São as Hérnias Umbilicais?
Elas afetam 1 em cada 6 crianças (até 20%) e afetam ambos os sexos igualmente. São mais comuns em bebês nascidos prematuramente ou com baixo peso ao nascer. Em adultos, afetam cerca de 2% da população geral, sendo o segundo tipo mais comum de hérnia, após as inguinais (virilha).
Sintomas e Causas:
Sintomas:
Uma protuberância visível ou palpável perto do umbigo.
Geralmente indolor em crianças; em adultos, pode causar desconforto, dor ou pressão.
Causas:
Em crianças, ocorre quando o anel abdominal que permite a passagem do cordão umbilical não se fecha completamente.
Em adultos, acontece quando a pressão abdominal enfraquece os músculos da parede abdominal, permitindo que partes do intestino se projete.
Complicações da Hérnia Umbilical:
Em adultos, hérnias redutíveis podem se tornar encarceradas, levando a obstrução intestinal. Em casos mais graves, pode ocorrer estrangulamento, resultando na morte do tecido. Monitorar a hérnia e o tempo de tratamento são essenciais para evitar complicações sérias. 💼🔍
Diagnóstico e Testes:
O diagnóstico geralmente é feito por meio de um exame físico. Para avaliar complicações, podem ser utilizados procedimentos de imagem, como ultrassom abdominal ou tomografia computadorizada.
Manejo e Tratamento:
Em crianças, a maioria das hérnias umbilicais se resolve naturalmente até os 4 ou 5 anos. Em adultos, a cirurgia de reparo é comum, envolvendo incisões para acessar a hérnia, reposicionar o tecido e fortalecer a parede abdominal. A malha cirúrgica pode ser usada para reforçar a área.
Prevenção:
Não há uma prevenção garantida, mas em adultos, evitar atividades que criem pressão abdominal e manter um peso saudável pode reduzir o risco. 🏋️♀️🥗
Prognóstico:
A maioria das hérnias umbilicais tem um excelente prognóstico. Em crianças, mais de 90% se fecham até os 4 ou 5 anos. Em adultos, a cirurgia resolve a hérnia, com baixa chance de recorrência.
Quando Procurar Atendimento Médico?
Consulte um profissional de saúde ao notar uma protuberância no umbigo. Se você ou seu filho tiverem uma hérnia, fique atento a sintomas que exigem atendimento de emergência.
Perguntas Importantes ao Seu Profissional de Saúde:
Qual a gravidade da minha hérnia?
Preciso de tratamento?
Com que frequência devo ter consultas de acompanhamento?
Devo ajustar meu estilo de vida para prevenir complicações?
Conclusão:
A gravidade da hérnia umbilical varia, sendo mais comum e frequentemente inofensiva em crianças. Em adultos, é considerada de maior risco. O reparo cirúrgico pode ser recomendado, oferecendo uma solução eficaz para minimizar complicações futuras. Trabalhe em conjunto com seu profissional de saúde para garantir um cuidado abrangente e bem-sucedido! 💙👨⚕️👩⚕️ #HérniaUmbilical #CuidadosComASaúde #VidaSaudável
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Os pólipos da vesícula biliar são alterações que, embora geralmente assintomáticas, podem ser um sinal de alerta para algo mais sério. Detectados frequentemente por exames de imagem, como a ultrassonografia abdominal, esses pólipos são pequenas projeções que se formam na parede interna da vesícula. A maioria dos casos não causa sintomas, mas em situações específicas, a remoção cirúrgica, chamada colecistectomia, pode ser indicada para evitar complicações graves, incluindo o câncer. Neste artigo, você vai entender quando o tratamento cirúrgico é necessário, quais fatores aumentam os riscos e como os especialistas determinam a melhor conduta.
O Que São Pólipos da Vesícula Biliar?
Os pólipos da vesícula são divididos em duas categorias: pseudopólipos, que correspondem a cerca de 70% dos casos, e pólipos verdadeiros. Os pseudopólipos, como os causados por colesterolose (acúmulo de gordura na vesícula), não apresentam risco de malignidade. Já os pólipos verdadeiros, como adenomas, podem ser benignos ou malignos, sendo o adenocarcinoma o tipo mais comum de câncer associado a essas lesões. A maioria dos pacientes não apresenta sintomas, e muitos desses pólipos são descobertos acidentalmente durante exames de imagem solicitados por outras razões, como investigação de dor abdominal ou problemas digestivos. Quando, então, a cirurgia é indicada?
Quando a Cirurgia é Necessária?
A decisão de realizar uma colecistectomia depende de vários fatores que aumentam o risco de malignidade ou complicações. Abaixo estão os principais critérios considerados pelos especialistas:
1. Tamanho do Pólipo
O tamanho é um dos principais indicadores de risco. Pólipos com 10 mm ou mais têm maior chance de serem malignos. Assim, pólipos com esse diâmetro ou superiores devem ser removidos cirurgicamente para prevenir a evolução para câncer.
2. Sintomas Associados
Embora a maioria dos pólipos seja assintomática, se o paciente apresenta sintomas como dor abdominal, especialmente no quadrante superior direito, ou episódios de cólica biliar, a remoção pode ser indicada. Isso porque, em alguns casos, os pólipos podem obstruir o fluxo biliar, causando complicações, como a colecistite (inflamação da vesícula).
3. Fatores de Risco Adicionais
Pacientes com fatores de risco, mesmo com pólipos menores que 10 mm, podem ser candidatos à cirurgia. Esses fatores incluem:
Idade acima de 50 anos ou histórico familiar positivo para câncer de vesícula biliar.
Pólipos sésseis (com base larga).
Presença de colangite esclerosante primária.
Histórico de retocolite ulcerativa.
Pacientes de origem indígena, que apresentam risco aumentado de malignidade nesses casos.
4. Características de Imagem
Quando um pólipo apresenta uma base larga ou está associado a um espessamento da parede da vesícula, os especialistas consideram essas características como sinais de alerta. Da mesma forma, a presença de cálculos biliares concomitantes (pedras na vesícula) pode aumentar a chance de complicações, justificando a intervenção cirúrgica.
5. Crescimento do Pólipo
O acompanhamento dos pólipos por ultrassonografia é essencial, especialmente para lesões menores. Se houver um aumento no tamanho do pólipo, mesmo que inicialmente pequeno, a cirurgia pode ser indicada. Estudos mostram que pólipos que crescem tendem a ter maior risco de malignidade.
Diagnóstico e Acompanhamento
A ultrassonografia é o exame mais utilizado para diagnosticar pólipos da vesícula biliar. Sua alta sensibilidade permite identificar esses pólipos com precisão. Quando há suspeita de malignidade, outros exames, como a tomografia computadorizada ou a ultrassonografia endoscópica, podem ser indicados para avaliar melhor as características da lesão e sua possível extensão. Para pólipos menores que 10 mm, o acompanhamento regular com exames de imagem pode ser suficiente. No entanto, se o pólipo crescer, atingir 10 mm ou mais, ou se associar a fatores de risco, a cirurgia deve ser reconsiderada.
A Colecistectomia Laparoscópica
A colecistectomia laparoscópica é o procedimento cirúrgico padrão para a remoção da vesícula biliar. É uma cirurgia minimamente invasiva, que envolve pequenas incisões e, geralmente, resulta em uma recuperação mais rápida e menos dolorosa para o paciente. Em casos mais complexos, pode ser necessário converter para uma cirurgia aberta (laparotomia), especialmente se houver risco de perfuração da vesícula durante o procedimento. Nos casos em que há suspeita de malignidade, pode ser necessário um estadiamento pré-operatório com tomografia e, em situações avançadas, uma cirurgia mais radical pode ser considerada.
Conclusão
Se você foi diagnosticado com um pólipo na vesícula biliar, é fundamental conversar com seu médico sobre a necessidade de acompanhamento ou intervenção cirúrgica. Pólipos grandes, sintomas associados e fatores de risco podem justificar a remoção precoce da vesícula para evitar complicações graves, como o câncer de vesícula. Lembre-se de que cada caso é único, e apenas um especialista poderá avaliar a melhor conduta para o seu caso.
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O câncer de vesícula biliar é um crescimento anormal de células que se inicia na vesícula biliar. Localizada no lado direito do abdômen, abaixo do fígado, a vesícula biliar armazena bile, um fluido digestivo produzido pelo fígado.
Este tipo de câncer é raro, e quando detectado em estágios iniciais, as chances de cura são bastante favoráveis. No entanto, a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados, o que geralmente resulta em prognósticos desfavoráveis.
Devido à falta de sinais específicos, o câncer de vesícula biliar pode passar despercebido até estar em estágio avançado. Além disso, a localização relativamente escondida da vesícula biliar facilita o crescimento do câncer sem ser detectado. 🩺💔
Lembre-se: Se você suspeitar de qualquer problema de saúde, é crucial procurar a orientação de um profissional médico para avaliação e diagnóstico adequados.
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🍑 Desvendando a Fístula Anal: Um Túnel Incomum com Conexões Importantes 🍑
Uma fístula anal é um túnel anormal sob a pele que conecta o canal anal no cólon à pele das nádegas. A maioria das fístulas anais se forma em reação a uma glândula anal que desenvolveu uma infecção cheia de pus (abscesso).
Sintomas Os sintomas de um abscesso anal e de uma fístula anal podem ser semelhantes e incluir:
Dor e inchaço ao redor da área anal
Febre e calafrios
Sensação de cansaço e mal-estar
Vermelhidão, sensibilidade ou coceira na pele ao redor da abertura anal
Drenagem de pus perto da abertura anal
Quem Está em Risco Se você desenvolver um abscesso anal, há cerca de 50% de chance de desenvolver uma fístula anal. Mesmo que seu abscesso drene por conta própria, o risco de uma fístula é praticamente o mesmo.
Certas condições que afetam seu trato digestivo inferior ou a área anal também podem aumentar seu risco. Isso inclui:
Colite
Doença de Crohn
Diarreia crônica
Tratamento de radiação para câncer retal
Diagnóstico Se você apresentar sintomas que sugerem uma fístula anal, seu provedor de cuidados de saúde pode encaminhá-lo a um especialista em doenças do cólon e reto. O especialista fará perguntas sobre seus sintomas e histórico médico. Durante o exame físico, o médico procurará uma abertura de fístula perto da sua abertura anal. Métodos diferentes podem ser usados para ajudar no diagnóstico, como:
Sonda de fístula: uma sonda fina é guiada pela abertura externa da fístula, e um corante especial pode ser injetado para descobrir onde a fístula se abre por dentro.
Anuscópio: um dispositivo especial usado para examinar o canal anal.
Estudos de imagem: incluindo ultrassom, que cria uma imagem da área anal usando ondas sonoras, ou ressonância magnética (MRI), que produz imagens da área usando ímãs especiais e um computador.
Tratamento Uma vez que você tem uma fístula anal, antibióticos sozinhos não a curarão. Você precisará de cirurgia para curar a fístula. As opções de tratamento cirúrgico incluem:
Fistulotomia: abre a fístula de uma maneira que permite que ela cicatrize de dentro para fora. Geralmente é um procedimento ambulatorial, o que significa que você vai para casa no mesmo dia.
Preenchimento da fístula com cola ou plugue especial: um tratamento mais recente que fecha a abertura interna da fístula. O médico preenche então o túnel da fístula com um material que seu corpo absorverá ao longo do tempo.
Cirurgia reconstrutiva ou cirurgia feita em etapas: pode ser uma opção em alguns casos.
Colocação de seton: envolve colocar uma sutura ou banda de borracha (seton) na fístula que é progressivamente apertada. Isso permite que a fístula cicatrize atrás do seton e reduz o risco de incontinência.
Nota: Fístulas anais são muito comuns em pessoas com doença de Crohn. Para aqueles com ambas doença de Crohn e uma fístula, frequentemente é tentada a terapia médica antes da cirurgia.
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💩 Desvendando a Diarreia: O Que Você Precisa Saber 💩
O Que É Diarreia? A diarreia ocorre quando suas fezes estão soltas e aquosas, acompanhadas, muitas vezes, de uma necessidade frequente de ir ao banheiro. É um problema comum que geralmente dura de 1 a 2 dias e desaparece por conta própria. Se persistir por mais de 2 dias, pode indicar um problema mais sério.
Tipos de Diarreia:
Curto Prazo (Aguda): Duração de 1 a 2 dias, geralmente causada por alimentos ou água contaminados por uma infecção bacteriana ou viral.
Longo Prazo (Crônica): Persiste por várias semanas, podendo ser causada por problemas de saúde como a síndrome do intestino irritável, doença de Crohn ou doença celíaca.
O Que Causa Diarreia? Diversos fatores podem desencadear a diarreia, incluindo infecções bacterianas, vírus, intolerância alimentar, alergias alimentares, parasitas, reações a medicamentos, doenças intestinais e cirurgias no estômago ou vesícula biliar.
Sintomas da Diarreia: Os sintomas variam, mas podem incluir cólicas abdominais, dor no estômago, inchaço, náuseas, urgência para ir ao banheiro, febre, fezes com sangue e desidratação.
Como a Diarreia é Diagnosticada? Se persistente, sua equipe médica realizará um exame físico, avaliará seu histórico de saúde e poderá solicitar exames como análise de fezes, sigmoidoscopia, colonoscopia, testes de imagem ou testes de jejum.
Tratamento para Diarreia: O tratamento dependerá da causa e gravidade, mas geralmente envolve reposição de fluidos perdidos. Se uma infecção bacteriana for detectada, pode ser necessário o uso de antibióticos.
Complicações da Diarreia: A desidratação é uma complicação séria. Sintomas incluem sede, urina reduzida, pele seca, fadiga, tontura e taquicardia.
Prevenção da Diarreia: Bons hábitos pessoais ajudam a prevenir diarreias causadas por bactérias ou vírus. Lave as mãos, utilize desinfetantes à base de álcool, consuma alimentos preparados e cozidos de maneira segura. Ao viajar, tenha cuidado com alimentos e bebidas.
Convivendo com a Diarreia: Em geral, a diarreia é um problema de curto prazo. Beba líquidos durante o episódio. Problemas de saúde como doença inflamatória intestinal e síndrome do intestino irritável podem prolongar ou recorrer a diarreia.
Quando Devo Consultar Meu Médico? Consulte seu médico se a diarreia for frequente, aumentar em quantidade, causar desidratação, sangramento retal, febre ou vômitos.
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🔍 O Que é Biópsia Hepática? Tudo o Que Você Precisa Saber! 🔍
O Que é Biópsia Hepática? A biópsia hepática é um exame usado para diagnosticar condições hepáticas. Amostras de tecido são retiradas do fígado e examinadas ao microscópio em busca de sinais de dano ou doença. A biópsia hepática pode identificar células cancerígenas ou outras células anormais no fígado, além de avaliar o funcionamento hepático.
Existem 3 tipos de biópsias hepáticas:
Biópsia hepática percutânea: O método mais comum. Você recebe anestesia local e uma agulha fina é inserida no fígado para retirar a amostra.
Biópsia hepática laparoscópica: Você recebe anestesia geral. Um tubo fino iluminado (laparoscópio) é inserido na pele por uma pequena incisão. O tubo tem uma pequena câmera de vídeo anexada. Seu profissional pode visualizar a parte interna do abdômen em uma tela de computador e uma agulha é inserida por outro tubo para retirar a amostra.
Biópsia hepática transvenosa: Pode ser usada se houver problemas de coagulação sanguínea ou acúmulo de fluido na barriga. Você recebe anestesia local e um corte é feito em uma veia no pescoço. Um tubo oco é inserido na veia até o fígado. Um corante de contraste é injetado no tubo, e raios-X são tirados. O corante destaca a veia nos raios-X, e uma agulha passa pelo tubo até o fígado, retirando amostras de tecido.
Se o profissional desejar amostrar uma parte específica do fígado, a biópsia pode ser realizada no departamento de radiologia, orientada por um teste de imagem, como ultrassom, ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC).
Por Que Eu Precisaria de uma Biópsia Hepática? A biópsia hepática é usada para diagnosticar condições hepáticas que não podem ser identificadas por sintomas ou exames laboratoriais. Ela pode ser indicada se você tiver:
Fígado aumentado
Amarelamento da pele e olhos (icterícia)
Testes laboratoriais anormais que sugerem doença hepática
A biópsia também pode ser usada para diagnosticar condições como hepatite, doença hepática alcoólica, tumores hepáticos, esteatose hepática, doenças metabólicas ou autoimunes, e fibrose hepática.
Quais São os Riscos de uma Biópsia Hepática? Alguns possíveis riscos incluem:
Dor e hematomas no local da biópsia
Sangramento prolongado do local, interna ou externamente
Infecção próxima ao local da biópsia
Lesão acidental a outro órgão
Se a biópsia hepática for realizada com raios-X, a quantidade de radiação é pequena, tornando o risco de exposição baixo. Em alguns casos, a biópsia hepática pode não ser recomendada se você tiver problemas de coagulação sanguínea, acúmulo de fluido na barriga ou infecção no trato biliar ou na região do fígado.
Como me Preparo para uma Biópsia Hepática? Antes do procedimento:
Seu profissional de saúde explicará o procedimento e responderá a quaisquer dúvidas.
Você pode precisar assinar um termo de consentimento.
Pode ser solicitado que você não coma ou beba nada antes do procedimento.
Informe ao seu profissional sobre alergias a medicamentos, látex, fita adesiva ou anestesias.
Liste todos os medicamentos que você toma, incluindo prescrições, sem prescrição, vitaminas e suplementos.
Informe se tem distúrbios de coagulação sanguínea ou toma medicamentos anticoagulantes.
Informe se estiver grávida ou suspeitar de gravidez.
O Que Acontece Durante uma Biópsia Hepática? O procedimento pode variar, mas em geral:
Você será instruído a remover roupas, joias e objetos que possam interferir no exame.
Vestirá uma roupa hospitalar.
Pode receber um sedativo intravenoso para relaxamento.
Pode ser posicionado deitado de costas ou do lado esquerdo ou direito.
O profissional localizará o fígado e marcará a área da biópsia, usando ultrassom, RM ou TC.
A pele sobre o fígado será limpa com solução antisséptica.
Você sentirá uma picada quando a anestesia local for injetada, seguida por pressão quando a agulha da biópsia for inserida e retirada.
Amostras de tecido hepático serão coletadas e enviadas para análise.
O Que Acontece Depois de uma Biópsia Hepática? A recuperação varia, mas você pode ser levado à sala de recuperação para monitoramento. Depois, você pode ser liberado para casa ou encaminhado a um quarto hospitalar, dependendo do procedimento. É essencial descansar e evitar atividades intensas por alguns dias, e o local da biópsia pode estar dolorido. Caso tenha febre, sangramento excessivo, dor intensa ou outros sintomas preocupantes, entre em contato com seu profissional de saúde.
👩⚕️ Sempre consulte seu profissional de saúde para orientações específicas. 👨⚕️
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