Hérnia Umbilical

Hérnia Umbilical

🤰 Hérnia Umbilical: Entendendo e Cuidando 🌟

A hérnia umbilical é uma protuberância incomum que você pode ver ou sentir sobre o seu umbigo (umbigo). Ela se desenvolve quando parte do seu intestino delgado, junto com gordura ou líquido, forma uma bolsa, empurrando através de uma abertura ou fraqueza na parede muscular abdominal.

As hérnias umbilicais são mais comuns em recém-nascidos, bebês e crianças pequenas. No entanto, adultos também podem desenvolvê-las. Vamos explorar mais sobre esse tema vital! 👶👨‍⚕️🤔

Tipos de Hérnia Umbilical:

  1. Redutível: Se a hérnia é redutível, um profissional de saúde pode empurrar o tecido herniado de volta para o lugar, frequentemente sem necessidade de tratamento imediato. A maioria das hérnias pediátricas é redutível.
  2. Encarcerada: Uma hérnia encarcerada é mais séria do que uma redutível. Ocorre quando os intestinos ficam presos nos músculos abdominais salientes, causando dor e sensibilidade. Exige ação imediata para examinar o tecido e evitar danos aos intestinos.
  3. Estrangulada: Uma hérnia estrangulada ocorre quando o suprimento sanguíneo para os intestinos é cortado, levando à morte do tecido. É uma emergência médica que requer ação rápida para salvar o máximo de tecido possível e evitar complicações, como infecção.

Quão Comuns São as Hérnias Umbilicais?

Elas afetam 1 em cada 6 crianças (até 20%) e afetam ambos os sexos igualmente. São mais comuns em bebês nascidos prematuramente ou com baixo peso ao nascer. Em adultos, afetam cerca de 2% da população geral, sendo o segundo tipo mais comum de hérnia, após as inguinais (virilha).

Sintomas e Causas:

Sintomas:

  • Uma protuberância visível ou palpável perto do umbigo.
  • Geralmente indolor em crianças; em adultos, pode causar desconforto, dor ou pressão.

Causas:

  • Em crianças, ocorre quando o anel abdominal que permite a passagem do cordão umbilical não se fecha completamente.
  • Em adultos, acontece quando a pressão abdominal enfraquece os músculos da parede abdominal, permitindo que partes do intestino se projete.

Complicações da Hérnia Umbilical:

Em adultos, hérnias redutíveis podem se tornar encarceradas, levando a obstrução intestinal. Em casos mais graves, pode ocorrer estrangulamento, resultando na morte do tecido. Monitorar a hérnia e o tempo de tratamento são essenciais para evitar complicações sérias. 💼🔍

Diagnóstico e Testes:

O diagnóstico geralmente é feito por meio de um exame físico. Para avaliar complicações, podem ser utilizados procedimentos de imagem, como ultrassom abdominal ou tomografia computadorizada.

Manejo e Tratamento:

Em crianças, a maioria das hérnias umbilicais se resolve naturalmente até os 4 ou 5 anos. Em adultos, a cirurgia de reparo é comum, envolvendo incisões para acessar a hérnia, reposicionar o tecido e fortalecer a parede abdominal. A malha cirúrgica pode ser usada para reforçar a área.

Prevenção:

Não há uma prevenção garantida, mas em adultos, evitar atividades que criem pressão abdominal e manter um peso saudável pode reduzir o risco. 🏋️‍♀️🥗

Prognóstico:

A maioria das hérnias umbilicais tem um excelente prognóstico. Em crianças, mais de 90% se fecham até os 4 ou 5 anos. Em adultos, a cirurgia resolve a hérnia, com baixa chance de recorrência.

Quando Procurar Atendimento Médico?

Consulte um profissional de saúde ao notar uma protuberância no umbigo. Se você ou seu filho tiverem uma hérnia, fique atento a sintomas que exigem atendimento de emergência.

Perguntas Importantes ao Seu Profissional de Saúde:

  • Qual a gravidade da minha hérnia?
  • Preciso de tratamento?
  • Com que frequência devo ter consultas de acompanhamento?
  • Devo ajustar meu estilo de vida para prevenir complicações?

Conclusão:

A gravidade da hérnia umbilical varia, sendo mais comum e frequentemente inofensiva em crianças. Em adultos, é considerada de maior risco. O reparo cirúrgico pode ser recomendado, oferecendo uma solução eficaz para minimizar complicações futuras. Trabalhe em conjunto com seu profissional de saúde para garantir um cuidado abrangente e bem-sucedido! 💙👨‍⚕️👩‍⚕️ #HérniaUmbilical #CuidadosComASaúde #VidaSaudável

Lembre-se: A informação aqui fornecida é para orientação geral. Sempre consulte seu médico para aconselhamento específico sobre sua situação.

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Pólipo da Vesícula Biliar

Pólipo da Vesícula Biliar

Os pólipos da vesícula biliar são alterações que, embora geralmente assintomáticas, podem ser um sinal de alerta para algo mais sério. Detectados frequentemente por exames de imagem, como a ultrassonografia abdominal, esses pólipos são pequenas projeções que se formam na parede interna da vesícula. A maioria dos casos não causa sintomas, mas em situações específicas, a remoção cirúrgica, chamada colecistectomia, pode ser indicada para evitar complicações graves, incluindo o câncer. Neste artigo, você vai entender quando o tratamento cirúrgico é necessário, quais fatores aumentam os riscos e como os especialistas determinam a melhor conduta.

O Que São Pólipos da Vesícula Biliar?

Os pólipos da vesícula são divididos em duas categorias: pseudopólipos, que correspondem a cerca de 70% dos casos, e pólipos verdadeiros. Os pseudopólipos, como os causados por colesterolose (acúmulo de gordura na vesícula), não apresentam risco de malignidade. Já os pólipos verdadeiros, como adenomas, podem ser benignos ou malignos, sendo o adenocarcinoma o tipo mais comum de câncer associado a essas lesões. A maioria dos pacientes não apresenta sintomas, e muitos desses pólipos são descobertos acidentalmente durante exames de imagem solicitados por outras razões, como investigação de dor abdominal ou problemas digestivos. Quando, então, a cirurgia é indicada?

Quando a Cirurgia é Necessária?

A decisão de realizar uma colecistectomia depende de vários fatores que aumentam o risco de malignidade ou complicações. Abaixo estão os principais critérios considerados pelos especialistas:

1. Tamanho do Pólipo

O tamanho é um dos principais indicadores de risco. Pólipos com 10 mm ou mais têm maior chance de serem malignos. Assim, pólipos com esse diâmetro ou superiores devem ser removidos cirurgicamente para prevenir a evolução para câncer.

2. Sintomas Associados

Embora a maioria dos pólipos seja assintomática, se o paciente apresenta sintomas como dor abdominal, especialmente no quadrante superior direito, ou episódios de cólica biliar, a remoção pode ser indicada. Isso porque, em alguns casos, os pólipos podem obstruir o fluxo biliar, causando complicações, como a colecistite (inflamação da vesícula).

3. Fatores de Risco Adicionais

Pacientes com fatores de risco, mesmo com pólipos menores que 10 mm, podem ser candidatos à cirurgia. Esses fatores incluem:

  • Idade acima de 50 anos ou histórico familiar positivo para câncer de vesícula biliar.
  • Pólipos sésseis (com base larga).
  • Presença de colangite esclerosante primária.
  • Histórico de retocolite ulcerativa.
  • Pacientes de origem indígena, que apresentam risco aumentado de malignidade nesses casos.

4. Características de Imagem

Quando um pólipo apresenta uma base larga ou está associado a um espessamento da parede da vesícula, os especialistas consideram essas características como sinais de alerta. Da mesma forma, a presença de cálculos biliares concomitantes (pedras na vesícula) pode aumentar a chance de complicações, justificando a intervenção cirúrgica.

5. Crescimento do Pólipo

O acompanhamento dos pólipos por ultrassonografia é essencial, especialmente para lesões menores. Se houver um aumento no tamanho do pólipo, mesmo que inicialmente pequeno, a cirurgia pode ser indicada. Estudos mostram que pólipos que crescem tendem a ter maior risco de malignidade.

Diagnóstico e Acompanhamento

A ultrassonografia é o exame mais utilizado para diagnosticar pólipos da vesícula biliar. Sua alta sensibilidade permite identificar esses pólipos com precisão. Quando há suspeita de malignidade, outros exames, como a tomografia computadorizada ou a ultrassonografia endoscópica, podem ser indicados para avaliar melhor as características da lesão e sua possível extensão. Para pólipos menores que 10 mm, o acompanhamento regular com exames de imagem pode ser suficiente. No entanto, se o pólipo crescer, atingir 10 mm ou mais, ou se associar a fatores de risco, a cirurgia deve ser reconsiderada.

A Colecistectomia Laparoscópica

A colecistectomia laparoscópica é o procedimento cirúrgico padrão para a remoção da vesícula biliar. É uma cirurgia minimamente invasiva, que envolve pequenas incisões e, geralmente, resulta em uma recuperação mais rápida e menos dolorosa para o paciente. Em casos mais complexos, pode ser necessário converter para uma cirurgia aberta (laparotomia), especialmente se houver risco de perfuração da vesícula durante o procedimento. Nos casos em que há suspeita de malignidade, pode ser necessário um estadiamento pré-operatório com tomografia e, em situações avançadas, uma cirurgia mais radical pode ser considerada.

Conclusão

Se você foi diagnosticado com um pólipo na vesícula biliar, é fundamental conversar com seu médico sobre a necessidade de acompanhamento ou intervenção cirúrgica. Pólipos grandes, sintomas associados e fatores de risco podem justificar a remoção precoce da vesícula para evitar complicações graves, como o câncer de vesícula. Lembre-se de que cada caso é único, e apenas um especialista poderá avaliar a melhor conduta para o seu caso.

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Câncer de Vesícula Biliar: Uma Visão Geral 📌

O câncer de vesícula biliar é um crescimento anormal de células que se inicia na vesícula biliar. Localizada no lado direito do abdômen, abaixo do fígado, a vesícula biliar armazena bile, um fluido digestivo produzido pelo fígado.

Este tipo de câncer é raro, e quando detectado em estágios iniciais, as chances de cura são bastante favoráveis. No entanto, a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados, o que geralmente resulta em prognósticos desfavoráveis.

Devido à falta de sinais específicos, o câncer de vesícula biliar pode passar despercebido até estar em estágio avançado. Além disso, a localização relativamente escondida da vesícula biliar facilita o crescimento do câncer sem ser detectado. 🩺💔

Lembre-se: Se você suspeitar de qualquer problema de saúde, é crucial procurar a orientação de um profissional médico para avaliação e diagnóstico adequados.

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Fístula Anal

Fístula Anal

🍑 Desvendando a Fístula Anal: Um Túnel Incomum com Conexões Importantes 🍑

Uma fístula anal é um túnel anormal sob a pele que conecta o canal anal no cólon à pele das nádegas. A maioria das fístulas anais se forma em reação a uma glândula anal que desenvolveu uma infecção cheia de pus (abscesso).

Sintomas Os sintomas de um abscesso anal e de uma fístula anal podem ser semelhantes e incluir:

  • Dor e inchaço ao redor da área anal
  • Febre e calafrios
  • Sensação de cansaço e mal-estar
  • Vermelhidão, sensibilidade ou coceira na pele ao redor da abertura anal
  • Drenagem de pus perto da abertura anal

Quem Está em Risco Se você desenvolver um abscesso anal, há cerca de 50% de chance de desenvolver uma fístula anal. Mesmo que seu abscesso drene por conta própria, o risco de uma fístula é praticamente o mesmo.

Certas condições que afetam seu trato digestivo inferior ou a área anal também podem aumentar seu risco. Isso inclui:

  • Colite
  • Doença de Crohn
  • Diarreia crônica
  • Tratamento de radiação para câncer retal

Diagnóstico Se você apresentar sintomas que sugerem uma fístula anal, seu provedor de cuidados de saúde pode encaminhá-lo a um especialista em doenças do cólon e reto. O especialista fará perguntas sobre seus sintomas e histórico médico. Durante o exame físico, o médico procurará uma abertura de fístula perto da sua abertura anal. Métodos diferentes podem ser usados para ajudar no diagnóstico, como:

  • Sonda de fístula: uma sonda fina é guiada pela abertura externa da fístula, e um corante especial pode ser injetado para descobrir onde a fístula se abre por dentro.
  • Anuscópio: um dispositivo especial usado para examinar o canal anal.
  • Estudos de imagem: incluindo ultrassom, que cria uma imagem da área anal usando ondas sonoras, ou ressonância magnética (MRI), que produz imagens da área usando ímãs especiais e um computador.

Tratamento Uma vez que você tem uma fístula anal, antibióticos sozinhos não a curarão. Você precisará de cirurgia para curar a fístula. As opções de tratamento cirúrgico incluem:

  • Fistulotomia: abre a fístula de uma maneira que permite que ela cicatrize de dentro para fora. Geralmente é um procedimento ambulatorial, o que significa que você vai para casa no mesmo dia.
  • Preenchimento da fístula com cola ou plugue especial: um tratamento mais recente que fecha a abertura interna da fístula. O médico preenche então o túnel da fístula com um material que seu corpo absorverá ao longo do tempo.
  • Cirurgia reconstrutiva ou cirurgia feita em etapas: pode ser uma opção em alguns casos.
  • Colocação de seton: envolve colocar uma sutura ou banda de borracha (seton) na fístula que é progressivamente apertada. Isso permite que a fístula cicatrize atrás do seton e reduz o risco de incontinência.

Nota: Fístulas anais são muito comuns em pessoas com doença de Crohn. Para aqueles com ambas doença de Crohn e uma fístula, frequentemente é tentada a terapia médica antes da cirurgia.

👨‍⚕️ Sempre consulte um profissional de saúde para orientações específicas. 👩‍⚕️

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Diarréia

Diarréia

💩 Desvendando a Diarreia: O Que Você Precisa Saber 💩

O Que É Diarreia? A diarreia ocorre quando suas fezes estão soltas e aquosas, acompanhadas, muitas vezes, de uma necessidade frequente de ir ao banheiro. É um problema comum que geralmente dura de 1 a 2 dias e desaparece por conta própria. Se persistir por mais de 2 dias, pode indicar um problema mais sério.

Tipos de Diarreia:

  • Curto Prazo (Aguda): Duração de 1 a 2 dias, geralmente causada por alimentos ou água contaminados por uma infecção bacteriana ou viral.
  • Longo Prazo (Crônica): Persiste por várias semanas, podendo ser causada por problemas de saúde como a síndrome do intestino irritável, doença de Crohn ou doença celíaca.

O Que Causa Diarreia? Diversos fatores podem desencadear a diarreia, incluindo infecções bacterianas, vírus, intolerância alimentar, alergias alimentares, parasitas, reações a medicamentos, doenças intestinais e cirurgias no estômago ou vesícula biliar.

Sintomas da Diarreia: Os sintomas variam, mas podem incluir cólicas abdominais, dor no estômago, inchaço, náuseas, urgência para ir ao banheiro, febre, fezes com sangue e desidratação.

Como a Diarreia é Diagnosticada? Se persistente, sua equipe médica realizará um exame físico, avaliará seu histórico de saúde e poderá solicitar exames como análise de fezes, sigmoidoscopia, colonoscopia, testes de imagem ou testes de jejum.

Tratamento para Diarreia: O tratamento dependerá da causa e gravidade, mas geralmente envolve reposição de fluidos perdidos. Se uma infecção bacteriana for detectada, pode ser necessário o uso de antibióticos.

Complicações da Diarreia: A desidratação é uma complicação séria. Sintomas incluem sede, urina reduzida, pele seca, fadiga, tontura e taquicardia.

Prevenção da Diarreia: Bons hábitos pessoais ajudam a prevenir diarreias causadas por bactérias ou vírus. Lave as mãos, utilize desinfetantes à base de álcool, consuma alimentos preparados e cozidos de maneira segura. Ao viajar, tenha cuidado com alimentos e bebidas.

Convivendo com a Diarreia: Em geral, a diarreia é um problema de curto prazo. Beba líquidos durante o episódio. Problemas de saúde como doença inflamatória intestinal e síndrome do intestino irritável podem prolongar ou recorrer a diarreia.

Quando Devo Consultar Meu Médico? Consulte seu médico se a diarreia for frequente, aumentar em quantidade, causar desidratação, sangramento retal, febre ou vômitos.

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Biópsia Hepática

Biópsia Hepática

🔍 O Que é Biópsia Hepática? Tudo o Que Você Precisa Saber! 🔍

O Que é Biópsia Hepática? A biópsia hepática é um exame usado para diagnosticar condições hepáticas. Amostras de tecido são retiradas do fígado e examinadas ao microscópio em busca de sinais de dano ou doença. A biópsia hepática pode identificar células cancerígenas ou outras células anormais no fígado, além de avaliar o funcionamento hepático.

Existem 3 tipos de biópsias hepáticas:

  1. Biópsia hepática percutânea: O método mais comum. Você recebe anestesia local e uma agulha fina é inserida no fígado para retirar a amostra.
  2. Biópsia hepática laparoscópica: Você recebe anestesia geral. Um tubo fino iluminado (laparoscópio) é inserido na pele por uma pequena incisão. O tubo tem uma pequena câmera de vídeo anexada. Seu profissional pode visualizar a parte interna do abdômen em uma tela de computador e uma agulha é inserida por outro tubo para retirar a amostra.
  3. Biópsia hepática transvenosa: Pode ser usada se houver problemas de coagulação sanguínea ou acúmulo de fluido na barriga. Você recebe anestesia local e um corte é feito em uma veia no pescoço. Um tubo oco é inserido na veia até o fígado. Um corante de contraste é injetado no tubo, e raios-X são tirados. O corante destaca a veia nos raios-X, e uma agulha passa pelo tubo até o fígado, retirando amostras de tecido.

Se o profissional desejar amostrar uma parte específica do fígado, a biópsia pode ser realizada no departamento de radiologia, orientada por um teste de imagem, como ultrassom, ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC).

Por Que Eu Precisaria de uma Biópsia Hepática? A biópsia hepática é usada para diagnosticar condições hepáticas que não podem ser identificadas por sintomas ou exames laboratoriais. Ela pode ser indicada se você tiver:

  • Fígado aumentado
  • Amarelamento da pele e olhos (icterícia)
  • Testes laboratoriais anormais que sugerem doença hepática

A biópsia também pode ser usada para diagnosticar condições como hepatite, doença hepática alcoólica, tumores hepáticos, esteatose hepática, doenças metabólicas ou autoimunes, e fibrose hepática.

Quais São os Riscos de uma Biópsia Hepática? Alguns possíveis riscos incluem:

  • Dor e hematomas no local da biópsia
  • Sangramento prolongado do local, interna ou externamente
  • Infecção próxima ao local da biópsia
  • Lesão acidental a outro órgão

Se a biópsia hepática for realizada com raios-X, a quantidade de radiação é pequena, tornando o risco de exposição baixo. Em alguns casos, a biópsia hepática pode não ser recomendada se você tiver problemas de coagulação sanguínea, acúmulo de fluido na barriga ou infecção no trato biliar ou na região do fígado.

Como me Preparo para uma Biópsia Hepática? Antes do procedimento:

  • Seu profissional de saúde explicará o procedimento e responderá a quaisquer dúvidas.
  • Você pode precisar assinar um termo de consentimento.
  • Pode ser solicitado que você não coma ou beba nada antes do procedimento.
  • Informe ao seu profissional sobre alergias a medicamentos, látex, fita adesiva ou anestesias.
  • Liste todos os medicamentos que você toma, incluindo prescrições, sem prescrição, vitaminas e suplementos.
  • Informe se tem distúrbios de coagulação sanguínea ou toma medicamentos anticoagulantes.
  • Informe se estiver grávida ou suspeitar de gravidez.

O Que Acontece Durante uma Biópsia Hepática? O procedimento pode variar, mas em geral:

  • Você será instruído a remover roupas, joias e objetos que possam interferir no exame.
  • Vestirá uma roupa hospitalar.
  • Pode receber um sedativo intravenoso para relaxamento.
  • Pode ser posicionado deitado de costas ou do lado esquerdo ou direito.
  • O profissional localizará o fígado e marcará a área da biópsia, usando ultrassom, RM ou TC.
  • A pele sobre o fígado será limpa com solução antisséptica.
  • Você sentirá uma picada quando a anestesia local for injetada, seguida por pressão quando a agulha da biópsia for inserida e retirada.
  • Amostras de tecido hepático serão coletadas e enviadas para análise.

O Que Acontece Depois de uma Biópsia Hepática? A recuperação varia, mas você pode ser levado à sala de recuperação para monitoramento. Depois, você pode ser liberado para casa ou encaminhado a um quarto hospitalar, dependendo do procedimento. É essencial descansar e evitar atividades intensas por alguns dias, e o local da biópsia pode estar dolorido. Caso tenha febre, sangramento excessivo, dor intensa ou outros sintomas preocupantes, entre em contato com seu profissional de saúde.

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Colangite

Colangite

🔍 O Que é Colangite? Entenda os Sintomas, Causas e Tratamentos! 🔍

O Que é Colangite? A colangite é uma inflamação no sistema de dutos biliares, responsáveis por transportar a bile do fígado e vesícula biliar para a primeira parte do intestino delgado (duodeno).

Na maioria dos casos, a colangite é causada por uma infecção bacteriana e frequentemente ocorre de forma súbita. No entanto, em alguns casos, pode ser de longo prazo (crônica), desenvolvendo-se como parte de uma condição autoimune.

O Que Causa a Colangite? Geralmente, a colangite é causada por um ducto bloqueado em algum lugar do sistema de dutos biliares, sendo os cálculos biliares ou sedimentos os causadores mais comuns. Doenças autoimunes, como a colangite esclerosante primária, também podem afetar o sistema.

Outras causas menos comuns incluem:

  • Tumor
  • Coágulos sanguíneos
  • Estreitamento de um ducto após cirurgia
  • Pâncreas inchado
  • Infecção por parasitas

A colangite também pode ocorrer quando há refluxo de bactérias do intestino delgado, infecção sanguínea (bacteremia) ou durante exames de fígado ou vesícula biliar.

Quem Está em Risco de Colangite? Se você teve cálculos biliares, está em maior risco de colangite. Outros fatores de risco incluem:

  • Doenças autoimunes, como doença inflamatória intestinal (colite ulcerativa ou doença de Crohn)
  • Procedimentos médicos recentes na área dos ductos biliares
  • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)
  • Viagens para países onde há exposição a vermes ou parasitas

Quais São os Sintomas da Colangite? Os sintomas variam de pessoa para pessoa, podendo ser não específicos ou graves, incluindo:

  • Dor na parte superior direita do abdômen
  • Febre
  • Calafrios
  • Amarelamento da pele e olhos (icterícia)
  • Náuseas e vômitos
  • Fezes acinzentadas
  • Urina escura
  • Pressão baixa
  • Letargia
  • Alterações na alerta

Como é Diagnosticada a Colangite? A dor da colangite pode se assemelhar à dor causada por cálculos biliares. Para confirmar o diagnóstico, o profissional de saúde avaliará seu histórico e realizará exames físicos, além de diversos testes de sangue, como hemograma completo, testes de função hepática e culturas sanguíneas.

Exames de imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética colangiopancreatográfica (RMCP), podem ser usados para visualizar o sistema de ductos biliares e identificar a causa da obstrução. Procedimentos endoscópicos, como a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), também podem ser necessários.

Como é Tratada a Colangite? O diagnóstico rápido é essencial, pois a maioria das pessoas com colangite se sente muito doente. Se diagnosticado, o tratamento geralmente envolve hospitalização por alguns dias, com administração de fluidos intravenosos, analgésicos e antibióticos.

Em alguns casos, é necessário drenar o líquido nos ductos biliares usando procedimentos endoscópicos, como a CPRE. Stents podem ser inseridos para manter os ductos abertos. Se o tratamento não for eficaz, a cirurgia pode ser recomendada para drenar a bile e reduzir o acúmulo de fluido.

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Acalasia

Acalasia

🍽️ Entendendo a Acalasia: Desordem Rara de Deglutição 🍽️

A Acalasia, uma rara desordem de deglutição, é uma condição vitalícia que pode apresentar sintomas sérios. Com o tratamento adequado, é possível gerenciar esses sintomas para que não interfiram na vida cotidiana.

🌐 O Que Você Precisa Saber:

  • Acalasia, também conhecida como acalasia esofágica ou cardia, é uma desordem rara que afeta cerca de oito a doze pessoas a cada 100.000.
  • Pessoas com acalasia têm dificuldade com os músculos no esôfago, que não funcionam adequadamente para mover os alimentos ingeridos para o estômago.
  • Os sintomas da acalasia incluem dificuldade para engolir, alimentos “presos” no esôfago, regurgitação, perda de peso, dor no peito e tosse.

🤔 O Que é Acalasia?
A Acalasia é uma rara desordem de deglutição que afeta o esôfago (o tubo entre a garganta e o estômago). Em pessoas com acalasia, os músculos do esôfago não se contraem corretamente e não ajudam a impulsionar os alimentos em direção ao estômago. Ao mesmo tempo, o anel de músculo na extremidade inferior do esôfago, chamado esfíncter esofágico inferior (LES), é incapaz de relaxar para permitir a passagem dos alimentos para o estômago. A acalasia normalmente afeta adultos entre 30 e 60 anos, atingindo seu pico por volta dos 40 anos. A desordem é cerca de duas vezes mais comum em homens do que em mulheres.

🤷 Causas da Acalasia:
As causas da acalasia são desconhecidas, mas os pesquisadores exploram várias teorias. Uma delas está relacionada à degeneração das células nervosas localizadas entre as camadas dos músculos esofágicos, que permitem que o esôfago empurre os alimentos em direção ao estômago. Estudos sugerem uma possível relação entre a acalasia e infecções parasitárias ou virais. Pessoas com acalasia podem ter mais probabilidade de apresentar evidências de infecções anteriores, como anticorpos para o vírus herpes simplex, vírus do papiloma humano, vírus do sarampo, entre outros. Há também evidências de que a acalasia pode ser uma desordem autoimune inflamatória, o que significa que pode ser causada pelo próprio corpo atacando-se. Sinais de atividade do sistema imunológico foram observados nas células nervosas que controlam os músculos esofágicos. Além disso, pacientes com acalasia têm 3,6 vezes mais chances de ter uma desordem autoimune, como uveíte, diabetes tipo I, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Sjögren.

🌡️ Sintomas da Acalasia:
Os sintomas ocorrem durante ou após as refeições e incluem:

  • Sensação de que alimentos ou líquidos são difíceis de engolir e ficam presos no esôfago.
  • Regurgitação (retorno de alimentos e líquidos à boca após serem engolidos).
  • Dor no peito, podendo ser intensa e acordar a pessoa durante o sono.
  • Azia.
  • Tosse, especialmente à noite.
  • Engasgo ou inalação de alimentos ou líquidos.

Os sintomas podem se agravar, levando a dor no peito significativa, fadiga, desnutrição e perda de peso.

🔍 Tipos de Acalasia:
Os músculos no esôfago podem apresentar mau funcionamento de diferentes maneiras, resultando em três tipos de acalasia:

  1. Tipo 1 (Acalasia Clássica): Os músculos do esôfago se contraem pouco, e a gravidade é a principal força para mover os alimentos.
  2. Tipo 2: Pressão aumentada no esôfago causa compressão, resultando em sintomas mais graves do que o Tipo 1.
  3. Tipo 3 (Acalasia Espástica): Contratações anormais na parte inferior do esôfago, levando a sintomas graves semelhantes a um ataque cardíaco.

🔬 Diagnóstico da Acalasia:
Além do exame físico e histórico médico, os testes para diagnosticar a acalasia podem incluir:

  • Manometria faríngea e esofágica para medir e registrar mudanças de pressão ao engolir.
  • Endoscopia alta para examinar o esôfago e o estômago em busca de anormalidades.
  • Teste de pH sem fio ou teste de impedância de pH por 24 horas para avaliar a acidez no esôfago.

💼 Tratamento da Acalasia:
Atualmente, não há tratamentos que resolvam totalmente a acalasia, mas existem várias abordagens para aliviar os sintomas, como dilatação, cirurgia, injeções de toxina botulínica e medicamentos. O objetivo é normalizar as contrações no esôfago e ajudar o esfíncter a relaxar para permitir a passagem dos alimentos para o estômago.

🎈 Dilatação do Esfíncter Esofágico:
Durante este procedimento, um balão é inflado perto do esfíncter esofágico inferior para reduzir a pressão no esôfago e esticar os músculos do esfíncter, facilitando a passagem de alimentos e líquidos.

🔪 Cirurgia para Acalasia — Miotomia Esofágica:
Uma miotomia envolve o corte dos músculos no esôfago, esfíncter esofágico e parte inferior do estômago para impedir que se contraiam excessivamente. Pode ser realizada por endoscopia (POEM) ou laparoscopia (miotomia de Heller). Lembrando que a miotomia é a solução mais permanente, mas nem sempre é apropriada para todos os pacientes. Consulte sempre um profissional de saúde para orientação adequada. Não ignore os sintomas. Consulte um médico para avaliação e orientação personalizada. Sua saúde é prioridade! 🩺✨

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Esôfago de Barrett

Esôfago de Barrett

🔍 Compreendendo o Esôfago de Barrett: Consequência do Refluxo Gastroesofágico (RGE) 🔍

O Esôfago de Barrett é uma complicação do Refluxo Gastroesofágico (RGE), uma condição em que o conteúdo do estômago, incluindo ácido, reflui para o esôfago.

👁️ O que é o Esôfago de Barrett?
O Esôfago de Barrett ocorre quando o revestimento do esôfago se cura de maneira anormal, mudando de células que se assemelham à pele para células semelhantes às intestinais. Por isso, é suspeito pela aparência do revestimento esofágico (cor rosa salmão em comparação com a cor branca normal) e confirmado por meio de exame microscópico das células. Nos Estados Unidos, é definido como metaplasia intestinal.

🌎 Quem Desenvolve o Esôfago de Barrett?
Cerca de 30 milhões de pessoas na América do Norte têm RGE, a doença gastrointestinal crônica mais comum. Aproximadamente 5% dos pacientes com RGE crônico ou inflamação no esôfago desenvolverão o Esôfago de Barrett. Esta condição é mais comum em homens do que em mulheres e em americanos caucasianos em comparação com afro-americanos. A idade média no momento do diagnóstico é de 55 anos.

🤔 Sintomas do Esôfago de Barrett:
O Esôfago de Barrett geralmente não causa sintomas específicos. Pode estar associado a complicações do RGE. Consulte um gastroenterologista se você apresentar os seguintes sintomas por mais de duas semanas:

  • Azia
  • Indigestão
  • Sangue no vômito ou fezes
  • Dificuldade em engolir alimentos sólidos
  • Regurgitação noturna (líquido ácido ou amargo subindo para o peito ou boca durante a noite)

🔬 Diagnóstico do Esôfago de Barrett:
No Johns Hopkins, nossos médicos experientes utilizam sua perícia juntamente com tecnologias de imagem avançadas para um diagnóstico preciso.

🔍 Procedimentos Diagnósticos:

  1. Endoscopia Alta:
  • Exame abrangente da mucosa esofágica.
  • Uso de endomicroscopia para análise em tempo real durante a endoscopia, evitando biópsias invasivas.
  1. Cromoendoscopia:
  • Utilização de corantes durante a endoscopia para identificar áreas anormais.
  • Aplicação de solução de Lugol para destacar células normais e identificar áreas não coloridas, que podem ser malignas.

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Preparando-se para CIRURGIA

Preparando-se para CIRURGIA

🌟 Fortalecendo para a Cirurgia: Melhorando Resultados com Cuidado Pré-Operatório! 🌟

O Strong for Surgery está revolucionando a preparação para operações, reduzindo riscos e aprimorando os desfechos clínicos! 💪🏥✨

🌐 Visão Global do Strong for Surgery

O PROF. DR. OZIMO GAMA nos apresenta a incrível campanha de saúde pública que une pacientes e cirurgiões para promover a saúde geral e aumentar o sucesso nas cirurgias. Os checklists pré-operatórios são a chave para a comunicação eficaz e padronização das boas práticas em quatro áreas de risco comum. 📋👩‍⚕️👨‍⚕️

  1. Nutrição: 🥦🍏
    • O estado nutricional é crucial para resultados operatórios positivos.
    • Uso de fórmulas nutricionais especializadas reduz complicações em até 60%.
  2. Cessação do Tabagismo: 🚭👊
    • Fumantes têm 40% mais complicações pós-operatórias.
    • Parar de fumar melhora cicatrização e satisfação pós-operatória.
  3. Controle Glicêmico: 🩸📊
    • Glicemia controlada beneficia cicatrização e reduz tempo de internação.
    • Identificar diabetes não diagnosticado antes da operação é crucial.
  4. Uso de Medicamentos: 💊📋
    • Revisão completa é vital para aconselhamento adequado.
    • Alguns medicamentos aumentam riscos; outros podem ser mantidos com segurança.
  5. Delirium: 🧠🚨
    • Reconhecimento e tratamento são essenciais para desfechos positivos.
    • Identificação de pacientes de alto risco para intervenções preventivas.
  6. Pré-habilitação: 🏋️‍♀️🧘
    • Deficiências cognitivas, de marcha e nutricionais aumentam riscos.
    • Pré-habilitação acelera a recuperação e reduz morbidade.
  7. Controle Seguro da Dor: 🩹😌
    • Aconselhamento pré-operatório ajuda na gestão eficaz da dor pós-operatória.
    • Expectativas claras e uso seguro de medicamentos são fundamentais.
  8. Diretivas de Pacientes: 🗣️💡
    • Educação pré-operatória reduz ansiedade e promove entendimento.
    • Discussões sobre custos, dor, riscos e necessidade da operação são cruciais.

Ao adotar o Strong for Surgery, estamos construindo um caminho mais seguro e eficaz para cirurgias bem-sucedidas e recuperações mais rápidas! 🌈👩‍⚕️👨‍⚕️ #FortalecendoParaCirurgia #CuidadoPréOperatório

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Diverticulite

Diverticulite

Desvendando os Divertículos: Um Olhar Detalhado no Seu Sistema Digestivo 🕵️‍♂️🌀

Os divertículos são pequenas bolsas salientes que podem se formar na parede do seu sistema digestivo, mais comumente na parte inferior do intestino grosso (cólon). Eles são frequentes, especialmente após os 40 anos, e raramente causam problemas.

A presença de divertículos é conhecida como diverticulose. Quando uma ou mais dessas bolsas ficam inflamadas, e em alguns casos, infectadas, a condição é chamada de diverticulite.

Sinais e Sintomas da Diverticulite:

  • Dor, que pode ser constante e persistir por vários dias. O lado inferior esquerdo do abdômen é o local habitual da dor.
  • Sensibilidade abdominal.
  • Náuseas e vômitos.
  • Febre.

Causas:
Os divertículos geralmente se desenvolvem quando áreas naturalmente mais fracas no cólon cedem à pressão, formando bolsas de tamanhos variáveis. Já se pensou que sementes e nozes causavam diverticulite, mas essa teoria foi desmistificada.

Fatores de Risco:
Vários fatores podem aumentar o risco de desenvolver diverticulite:

  • Envelhecimento: A incidência aumenta com a idade.
  • Obesidade: Estar seriamente acima do peso aumenta as chances.
  • Tabagismo: Fumantes têm maior probabilidade de desenvolver diverticulite.
  • Falta de exercício: O exercício vigoroso parece reduzir o risco.
  • Dieta rica em gordura animal e pobre em fibras: Uma dieta pobre em fibras combinada com alta ingestão de gordura animal parece aumentar o risco.
  • Certos medicamentos: Vários medicamentos estão associados a um aumento do risco, incluindo anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e naproxeno sódico (Aleve).

Tratamento:
O tratamento depende da gravidade dos seus sinais e sintomas.

Diverticulite Não Complicada:
Se os sintomas forem leves, o tratamento pode ser feito em casa.

Seu médico provavelmente recomendará:

  • Antibióticos, embora em casos muito leves, possam não ser necessários.
  • Uma dieta líquida ou de alimentos macios por alguns dias enquanto seu intestino se recupera. Uma vez que os sintomas melhorem, você pode gradualmente reintroduzir alimentos sólidos à sua dieta.

Este tratamento é bem-sucedido na maioria das pessoas com diverticulite não complicada.

Diverticulite Complicada:
Se você tiver um ataque grave ou outros problemas de saúde, provavelmente precisará ser hospitalizado.

O tratamento geralmente envolve:

  • Antibióticos intravenosos.
  • Inserção de um tubo para drenar um abscesso abdominal, se um se formar.
  • Cirurgia.

Você provavelmente precisará de cirurgia para tratar a diverticulite se:

  • Tiver uma complicação, como um abscesso intestinal, fístula ou obstrução, ou perfuração na parede intestinal.
  • Tiver tido vários episódios de diverticulite não complicada.
  • Tiver um sistema imunológico enfraquecido.

Existem dois tipos principais de cirurgia:

  1. Ressecção Primária do Intestino:
    O cirurgião remove segmentos do seu intestino doente e, em seguida, reconecta os segmentos saudáveis (anastomose). Isso permite que você tenha movimentos intestinais normais. Dependendo da quantidade de inflamação, a cirurgia pode ser aberta ou um procedimento minimamente invasivo (laparoscópico).
  2. Ressecção do Intestino com Colostomia:
    Se houver tanta inflamação que não seja possível reconectar o cólon e o reto, o cirurgião realizará uma colostomia. Uma abertura (estoma) na parede abdominal é conectada à parte saudável do cólon. Os resíduos passam pela abertura para uma bolsa. Quando a inflamação diminui, a colostomia pode ser revertida, e o intestino reconectado.

Lembrando que a avaliação médica é crucial para determinar o tratamento adequado ao seu caso específico. Consulte um profissional de saúde para orientações personalizadas. 🩺💪 #Diverticulite #SaudeIntestinal #CuidadoComOCorpo

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