Ascite & Hidrotórax

Ascite & Hidrotórax

Você sabia que a ascite é a complicação mais comum decorrente da cirrose, superando até mesmo a Hemorragia Digestiva Alta (HDA)? Esse acúmulo anormal de líquido na cavidade abdominal, popularmente conhecido como barriga d’água, afeta cerca de 85% dos pacientes com cirrose hepática, destacando-se como um sinal crucial da progressão da doença.

A cirrose, caracterizada pela formação de cicatrizes no fígado devido a lesões, resulta em complicações como a ascite. Essa condição é desencadeada pela dificuldade na circulação sanguínea, levando ao aumento da pressão nos vasos sanguíneos e à retenção de sódio e água na cavidade abdominal.

A presença de ascite em pacientes cirróticos indica um prognóstico desfavorável, com uma taxa de mortalidade significativa. Fatores como hiponatremia, baixa pressão arterial e aumento de creatinina estão associados a um mau prognóstico, mesmo em pacientes com pontuação baixa em avaliações como Child-Turcotte-Pugh ou MELD score.

Além disso, pacientes com ascite podem desenvolver formas refratárias, não responsivas ao tratamento clínico padrão, agravando ainda mais o quadro. O hidrotórax hepático, outra complicação, envolve o acúmulo de líquido no espaço pleural de pacientes com cirrose descompensada, podendo levar à insuficiência respiratória.

🚨 Entre os sintomas que alertam para a ascite estão o inchaço abdominal progressivo, inchaço nos pés, dores abdominais e dificuldade para respirar. Outros sinais de cirrose, como icterícia e perda de massa muscular, também podem estar presentes.

🩺 Exames de imagem, especialmente a ultrassonografia, são essenciais para o diagnóstico, sendo seguidos pela coleta e análise do líquido ascítico por paracentese. Essa análise permite identificar complicações infecciosas, como a peritonite bacteriana espontânea.

💼 O tratamento inclui dieta hipossódica, medicamentos diuréticos e mudanças no estilo de vida, como a redução do consumo de sal. Em casos mais graves, procedimentos como a paracentese esvaziadora ou o shunt transjugular intra-hepático portossistêmico (TIPS) podem ser necessários.

👩‍⚕️ Se você enfrenta ascite ou cirrose, é fundamental buscar a orientação de um médico hepatologista. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado não apenas melhoram a qualidade de vida, mas também podem ser decisivos para a sobrevivência. Não hesite em cuidar da sua saúde hepática! 🌱🩺 #SaúdeHepática #Cirrose #Ascite #BemEstar

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Encefalopatia Hepática

Encefalopatia Hepática

A encefalopatia hepática (EH) é um distúrbio que impacta diretamente o Sistema Nervoso Central, resultante da insuficiência hepática e/ou do shunt portossistêmico (SPS) – uma peculiaridade na circulação da veia porta. Seu leque de manifestações varia desde alterações sutis até um estado comatoso, abrangendo um espectro amplo de anomalias neurológicas ou psiquiátricas.

📊 A incidência e prevalência da EH estão intimamente relacionadas à gravidade da insuficiência hepática subjacente e do SPS. Em pacientes com cirrose hepática, a EH sintomática sinaliza a fase descompensada da doença, frequentemente associada a complicações como ascite e varizes esofagogástricas. Além disso, pode manifestar-se em indivíduos sem cirrose, mas com um SPS significativo.

📈 A prevalência da EH sintomática no diagnóstico da cirrose varia entre 10 a 14% em geral, atingindo 16 a 21% na cirrose descompensada. Já a EH mínima ou subclínica afeta de 30 a 40% dos pacientes com cirrose em algum momento, abrangendo de 20% a 80% dos casos.

🧪 A patogênese da EH é multifatorial, envolvendo substâncias tóxicas não metabolizadas pelo fígado doente, afetando substratos essenciais para a função neurológica. Nesse processo neurotóxico, a amônia desempenha um papel central.

📋 A classificação da EH leva em consideração a gravidade das manifestações clínicas:

  1. Mínima: Alterações em testes psicométricos ou neuropsicológicos, sem evidência clínica de dano mental.
  2. Grau I: Euforia, ansiedade, redução da concentração e alterações no sono.
  3. Grau II: Letargia, apatia, desorientação, flapping e mudanças de comportamento.
  4. Grau III: Sonolência, confusão mental, desorientação significativa.
  5. Grau IV: Estado comatoso.

💡 Geralmente, a EH é desencadeada por fatores precipitantes como infecções, distúrbios hidroeletrolíticos, sangramento digestivo, entre outros. O diagnóstico precoce é crucial, pois muitos casos são reversíveis com a correção desses fatores. Ao perceber sinais neuropsicológicos, é essencial procurar um médico hepatologista para uma avaliação e definição do tratamento adequado. Com intervenção precoce, é possível recuperar a qualidade de vida. 🩺💡🌱 #SaúdeHepática #EncefalopatiaHepática #QualidadedeVida

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CONTRAVE®

CONTRAVE®

Contrave®: Uma Aliança Contra a Obesidade para uma Vida Mais Saudável

Contrave® é uma inovadora medicação aprovada pela ANVISA no Brasil em 2021, destinada ao tratamento da obesidade e do sobrepeso em adultos. Desenvolvido pela renomada Merck, o Contrave® tem se destacado como uma opção eficaz para aqueles que buscam controlar o peso de maneira sustentável. A fórmula do Contrave® combina o cloridrato de naltrexona 8 mg e o cloridrato de bupropiona 90 mg em comprimidos de liberação prolongada. Essa poderosa combinação atua sinergicamente no organismo, reduzindo a fome no hipotálamo e regulando os desejos alimentares no sistema límbico, proporcionando uma abordagem abrangente para o controle de peso.

O medicamento, aprovado pelo FDA nos EUA desde setembro de 2014, demonstrou resultados notáveis em estudos clínicos, evidenciando sua eficácia e segurança. A atuação da naltrexona como antagonista opioide e da bupropiona como inibidor da recaptação neuronal de dopamina e norepinefrina permite um efeito sinérgico no hipotálamo e no sistema límbico, resultando em uma perda de peso superior ao efeito isolado de cada componente.

Indicado para adultos com índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m² (obeso) ou entre 27 kg/m² e 30 kg/m² (com sobrepeso) com comorbidades relacionadas ao excesso de peso, o Contrave® é recomendado em conjunto com uma dieta balanceada e o aumento da atividade física.

Em estudos conduzidos ao longo de mais de 10 anos, o Contrave® mostrou-se eficaz na promoção da perda de peso. Um estudo publicado na revista médica The Lancet revelou que, após 56 semanas de tratamento, pacientes utilizando Contrave® perderam significativamente mais peso em comparação com o grupo placebo.

A prática de atividade física e o acompanhamento nutricional são fatores fundamentais para otimizar os resultados do tratamento com Contrave®. Em um estudo clínico publicado na revista Obesity, pacientes que seguiram uma dieta específica e praticaram 6 horas de atividade física por semana alcançaram uma perda média de peso de 11,5%, evidenciando a importância da abordagem holística para o tratamento do peso.

Os benefícios do Contrave® não se limitam apenas à perda de peso. Estudos clínicos demonstraram reduções significativas nos níveis de triglicerídeos, aumento do colesterol HDL (colesterol bom), redução da resistência insulínica e melhoria da glicemia. Pacientes com diabetes tipo 2 experimentaram melhorias na hemoglobina glicada (A1C), destacando os benefícios adicionais à saúde.

É essencial seguir a prescrição médica para o uso adequado do Contrave®, iniciando com 1 comprimido ao dia e ajustando gradualmente até a dose máxima de 4 comprimidos ao dia. Cuidados como evitar refeições com alto teor de gordura são recomendados para otimizar a eficácia do medicamento.

Contrave® está disponível em todas as farmácias do Brasil desde maio de 2023, e seu custo médio varia entre R$ 5,50 a 7,50 por comprimido. O medicamento requer receita de controle especial, válida por 30 dias, emitida em duas vias, sendo uma retida na farmácia e a outra entregue ao paciente. Embora o Contrave® seja geralmente bem tolerado, reações adversas transitórias como náusea, constipação e tontura podem ocorrer. É importante destacar as contraindicações do medicamento, incluindo hipertensão arterial não controlada, transtorno convulsivo, gravidez e outras condições específicas.

Ao considerar o uso do Contrave®, é crucial buscar a orientação de um médico, garantindo um tratamento personalizado e seguro. A duração do tratamento pode variar, sendo determinada pelo profissional de saúde com base nas necessidades individuais do paciente. Contrave® representa uma ferramenta valiosa no combate à obesidade, oferecendo uma abordagem abrangente para aqueles que buscam uma vida mais saudável e equilibrada.

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Ozempic® , Saxenda® e Mounjaro® 

Ozempic® , Saxenda® e Mounjaro® 

Avanços Promissores no Tratamento da Obesidade: Análogos de GLP-1 na Vanguarda

Desafios Passados e a Promessa Atual

Ao longo da história, tratamentos para a obesidade enfrentaram fracassos e desafios, muitas vezes ligados à pressão social para perder peso e à crença generalizada de que o excesso de peso reflete falta de força de vontade. Desde as “pílulas dietéticas arco-íris” repletas de anfetaminas e diuréticos dos anos 1940 até o surgimento e queda do fen-phen nos anos 1990, associado a condições cardíacas e pulmonares catastróficas, a busca por medicamentos seguros e eficazes para perda de peso foi pontilhada de insucessos. Entretanto, uma nova classe de terapias está rompendo esse padrão, trazendo esperança renovada para a redução das taxas de obesidade e doenças crônicas interligadas. Esses medicamentos mimetizam um hormônio intestinal chamado glucagon-like peptide-1 (GLP-1), transformando não apenas a medicina, mas também a cultura popular e os mercados globais, de maneiras empolgantes e desafiadoras. Originalmente desenvolvidos para diabetes, esses agonistas do receptor GLP-1 induzem significativa perda de peso, com efeitos colaterais geralmente gerenciáveis.

A Virada de Jogo: GLP-1 na Vanguarda da Ciência

Em 2023, a Science nomeou os medicamentos GLP-1 como o “Avanço do Ano”, reconhecendo não apenas os benefícios na perda de peso, mas evidências convincentes de melhorias na insuficiência cardíaca e na redução do risco de ataques cardíacos e derrames. Essa revolução não é apenas sobre a perda de peso, mas sobre benefícios significativos para a saúde que transcendem a própria perda de peso.

A Jornada do GLP-1: Da Descoberta ao Impacto

A história do GLP-1 levou décadas para se desenrolar, inicialmente não relacionada à luta contra a obesidade. Na década de 1980, pesquisadores descobriram o GLP-1 enquanto investigavam diabetes e regulação do açúcar no sangue. Após anos de trabalho meticuloso, as descobertas se acumularam, revelando um hormônio com influência abrangente no corpo e no cérebro. Desenvolvido como tratamento para diabetes, o primeiro medicamento GLP-1 foi o exenatide (Byetta®), aprovado em 2005. Anos depois, o liraglutide (Victoza®) foi aprovado para diabetes e, posteriormente, para obesidade em 2014. No entanto, a verdadeira revolução ocorreu dois anos atrás, com a aprovação do semaglutide (Ozempic® para diabetes e Wegovy® para obesidade) nos EUA. Diferentemente de seus predecessores, o semaglutide requer apenas uma injeção semanal, e um estudo crucial revelou uma perda de peso sem precedentes de 15% do peso corporal ao longo de aproximadamente 16 meses.

Além da Perda de Peso: GLP-1 e Saúde Cardíaca

Em agosto, um estudo com 529 pessoas com obesidade e insuficiência cardíaca mostrou que, após 1 ano, aqueles que utilizaram semaglutide tiveram quase o dobro de melhoria cardíaca em comparação com o grupo placebo. Em um estudo maior com 17.000 pessoas com excesso de peso e doença cardiovascular, aqueles que usaram semaglutide apresentaram um risco 20% menor de ataques cardíacos e derrames. Esses ensaios foram os primeiros a demonstrar benefícios significativos à saúde além da perda de peso.

Veja abaixo as opções de tratamento e as características gerais de cada medicamento

Zepbound® – Uma Promessa para o Controle Peso

  • Substância: Tirzepatida
  • Farmacêutica: Eli Lilly
  • Situação: Aprovado nos EUA, em análise na Anvisa
  • Objetivo: Tratamento da obesidade ou sobrepeso com comorbidades relacionadas ao peso
  • Perda de peso: Estudos recentes, como o SURMOUNT-4, indicam uma perda de aproximadamente 25,3% após 88 semanas
  • Contraindicação: Alergia à tirzepatida, histórico de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2

Mounjaro® – A Caminho do Mercado Brasileiro

  • Substância: Tirzepatida
  • Farmacêutica: Eli Lilly
  • Situação: Aprovado pela Anvisa (previsto para 2024)
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2) e perda de peso (uso off-label)
  • Perda de peso: Cerca de 25,3% após 88 semanas (SURMOUNT-4)
  • Contraindicação: Alergia à tirzepatida, histórico de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2

Ozempic® – Já Disponível, Aguardando Wegovy® no Brasil

  • Substância: Semaglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2), uso off-label para perda de peso
  • Perda de peso: Cerca de 17,4% após 68 semanas (STEP-4)
  • Contraindicação: Alergia à semaglutida

Wegovy® – Uma Nova Alternativa no Horizonte

  • Substância: Semaglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Aprovado pela Anvisa (previsto para 2024)
  • Objetivo: Tratamento da obesidade ou sobrepeso com comorbidades relacionadas ao peso
  • Perda de peso: Cerca de 17,4% após 68 semanas (STEP-4)
  • Contraindicação: Alergia à semaglutida

Saxenda® – Controle Diário com Liraglutida

  • Substância: Liraglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Tratamento da obesidade ou sobrepeso com comorbidades relacionadas ao peso
  • Perda de peso: Cerca de 6% na dosagem após 56 semanas (estudo SCALE)
  • Contraindicação: Alergia à liraglutida

Victoza® – Controle Glicêmico Diário com Liraglutida

  • Substância: Liraglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2)
  • Perda de peso: Cerca de 6% na dosagem de 3 mg após 56 semanas (STEP-4)
  • Contraindicação: Alergia à liraglutida

Trulicity® – Controle Semanal com Dulaglutida

  • Substância: Dulaglutida
  • Farmacêutica: Eli Lilly
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2)
  • Valor: Varia entre R$ 614,55 e R$ 797,38 (dependendo da alíquota do ICMS em cada estado)
  • Contraindicação: Alergia à dulaglutida, histórico de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2

Mudando Estilos de Vida com Suporte Medicamentoso

Os análogos de GLP-1 simulam o hormônio homônimo no corpo, agindo no pâncreas, estômago e cérebro para aumentar a produção de insulina, reduzir a digestão e ativar a sensação de saciedade. Enquanto semaglutida, liraglutida e dulaglutida simulam apenas o GLP-1, a tirzepatida destaca-se como um duplo agonista, simulando também o hormônio intestinal GIP. Futuramente, a retatrutida, um triplo agonista, promete resultados ainda mais expressivos. O Cirurgião do Aparelho Digestivo PROF. DR. OZIMO GAMA destaca que esses medicamentos devem ser combinados com mudanças de hábitos, como melhorias na alimentação e adoção de atividades físicas regulares, para otimizar os resultados.

Usar com Cautela Sob Orientação Médica

Todos os medicamentos apresentam efeitos colaterais, geralmente leves, como náuseas, diarreia e tonturas. Indicados apenas sob prescrição médica, esses tratamentos exigem uma abordagem holística, onde a incorporação de hábitos saudáveis é fundamental para alcançar resultados duradouros. Transformações, por enquanto, evidenciam-se principalmente entre os estratos socioeconômicos mais privilegiados. Estes medicamentos sugerem a possibilidade de aprofundar a disparidade social no enfrentamento da obesidade, que impacta de maneira mais acentuada os grupos economicamente menos favorecidos em várias populações. Um estudo conduzido em 2022 pela Fundação Getulio Vargas, que analisou dados globais, revela que economias com renda per capita consideravelmente acima da média mundial, como Luxemburgo, Singapura e Suíça, têm menos de 13% da população em situação de obesidade. Em contrapartida, conforme a Pesquisa Nacional de Saúde do Ministério da Saúde, no Brasil, um em cada quatro adultos estava obeso em 2019.

O Futuro dos Tratamentos GLP-1

Apesar do entusiasmo, os medicamentos GLP-1 não estão isentos de efeitos colaterais e incertezas. Complicações gastrointestinais e náuseas levam alguns a interromper o tratamento. Preocupações sobre pessoas não obesas recorrendo a esses medicamentos para emagrecer também estão presentes. Além disso, questões sobre se os agonistas do GLP-1 são medicamentos “para sempre”, necessários indefinidamente para manter a perda de peso, persistem. O alto custo desses medicamentos, ultrapassando os $1000 por mês, também é uma barreira significativa. Diante desse cenário, terapias que mimetizam múltiplos hormônios, como o Tirzepatide da Eli Lilly, aprovado em novembro nos EUA para perda de peso, estão surgindo. Estudos clínicos revelaram perdas de até 21% do peso corporal com esse novo medicamento.

Ressignificando a Obesidade como uma Condição Crônica

A saga do GLP-1 está redefinindo não apenas o tratamento da obesidade, mas também a compreensão da obesidade como uma condição crônica enraizada na biologia, não como uma simples falta de força de vontade. Essa mudança pode ter um impacto tão significativo quanto o próprio medicamento. Enquanto celebramos os avanços, é crucial enfrentar os desafios e incertezas que acompanham essa revolução no tratamento da obesidade. No Brasil para pessoas obesas, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece dois tipos de atendimento: acompanhamento nutricional, com limitações associadas ao poder aquisitivo e às condições práticas para priorizar alimentos in natura, e a cirurgia bariátrica, cuja fila de espera pode ultrapassar um ano. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, em 2022, foram realizados 74.738 procedimentos no Brasil, sendo 65.256 através de planos de saúde. No entanto, ainda não há disponibilidade de tratamento medicamentoso gratuito.

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Exames Radiológicos

Exames Radiológicos

Explorando o Mundo Radiológico da Gastroenterologia: Desvendando as Ferramentas Diagnósticas dos Gastroenterologistas

Na busca constante por respostas para os mistérios que envolvem o sistema digestivo, os gastroenterologistas desempenham um papel vital na detecção e diagnóstico de doenças gastrointestinais. Entre as muitas ferramentas à disposição desses especialistas, os exames radiográficos emergem como heróis silenciosos, revelando os segredos do trato gastrointestinal. Vamos explorar como esses médicos utilizam técnicas radiológicas para desvendar o que está acontecendo no interior do corpo.

O Poder dos Raios-X na Abordagem Inicial

Os raios-X têm sido uma ferramenta confiável na medicina, e os gastroenterologistas os empregam com maestria para investigar sintomas como náuseas, vômitos e dor abdominal. Com exames de raio-X abdominais, realizados em diferentes posições, os médicos conseguem visualizar órgãos absorvendo diferentes quantidades de radiação, identificando nuances de tonalidades que podem indicar obstruções, perfurações ou paralisias no intestino.

Bário: O Aliado Contrastante

Para aprofundar a análise, os gastroenterologistas recorrem a estudos com bário, uma substância espessa e branca que atua como agente de contraste. O esofagograma com bário, popularmente conhecido como “degustação de bário”, oferece uma visão detalhada do esôfago, detectando estreitamentos sutis, chamados de estenoses. Esse método também é aplicado em estudos de trânsito gastrointestinal, que avaliam o esôfago, estômago e parte inicial do intestino delgado.

Ultrassonografia: Olhando Além do Óbvio

A ultrassonografia, uma técnica não invasiva que utiliza ondas sonoras, destaca-se na avaliação de órgãos como vesícula biliar, fígado, pâncreas e rins. O Doppler acrescenta uma dimensão adicional, permitindo a avaliação do fluxo sanguíneo em artérias e veias, essencial para identificar possíveis estreitamentos.

Tomografia Computadorizada: Cortando Camadas para Revelar Verdades

A tomografia computadorizada (TC) oferece imagens transversais detalhadas do corpo, reconstruídas por computadores. Os gastroenterologistas solicitam esse exame para investigar dores abdominais, excluir abscessos e avaliar órgãos como fígado, pâncreas e intestino. Variantes como a angiografia por TC e a enterografia por TC são específicas para avaliar o fluxo sanguíneo e o intestino delgado, respectivamente.

Ressonância Magnética: Detalhes sem Radiação

A ressonância magnética (RM) utiliza um campo magnético para criar imagens de alta resolução. Com contrastes não iodados, como o gadolínio, os gastroenterologistas podem avaliar órgãos intra-abdominais, identificando massas ou cistos. A Colangiorressonância destaca ductos biliares e pancreáticos, enquanto a Angioressonância foca nas artérias que suprem o trato intestinal.

Mais Além: Estudos Específicos para Condições Específicas

Para investigar casos mais específicos, os gastroenterologistas contam com estudos especializados. A colonoscopia virtual, embora controversa, oferece uma visão tridimensional do cólon. Estudos como o de esvaziamento gástrico, colescintigrafia (HIDA scan) e PET scan proporcionam insights sobre a função do estômago, vesícula biliar e detecção sensível de cânceres gastrointestinais.

Conclusão: Um Olhar Radiológico para uma Saúde Gastrointestinal

Ao cruzar os caminhos do diagnóstico e tratamento, os gastroenterologistas utilizam habilmente uma variedade de exames radiográficos para desvendar os segredos do trato gastrointestinal. Cada imagem, cada contraste, contribui para um quebra-cabeça complexo que leva a respostas vitais para a saúde e bem-estar dos pacientes. Em última análise, esses profissionais proporcionam uma visão clara para um sistema digestivo saudável. 🌐💪

Probióticos

Probióticos

  1. O que são os PROBIÓTICOS?

A Organização Mundial da Saúde diz que probióticos são “microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro (pessoa ou ser vivo que os consome).” 🦠 Bactérias, vírus e leveduras são todos tipos de “microrganismos”. Muitas vezes, são chamados de germes ou bichinhos – mas não os bichinhos rastejantes e assustadores!

👍 Os bichinhos bons vivem no seu intestino sem te deixar doente. Eles ajudam a manter sua saúde em dia.
🤒 Às vezes, há muitos bichinhos ruins no intestino, o que pode te deixar doente.
💊 Pílulas probióticas e alguns alimentos (como iogurte) contêm bichinhos bons que podem ser benéficos.

2. Como eles agem?

Não sabemos ao certo. Eles podem dificultar a sobrevivência de bichinhos ruins no seu intestino. Bichinhos ruins no intestino podem causar mais gases, inchaço na barriga ou diarreia. Alguns bichinhos bons ajudam o sistema imunológico a combater infecções, enquanto outros impedem que os ruins se espalhem para o resto do corpo.

3. Os probióticos são todos iguais?

Existem MUITAS pílulas probióticas diferentes – pode ser avassalador! Algumas têm muitos tipos de bichinhos bons (“cepas”), e outras têm apenas um tipo. Algumas têm doses mais altas desses bichinhos (CFUs ou “unidades formadoras de colônias”) do que outras. Até agora, não sabemos se um tipo ou dose é melhor que outro. 👩‍⚕️ Comece conversando com seu médico ou gastroenterologista.

4. Quando geralmente eles são utilizados?

🔬 Estudos científicos não foram realizados em muitos probióticos. A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) não regula probióticos. Isso significa que não sabemos se são úteis ou seguros para certos sintomas ou doenças. Porém 📚 alguns probióticos foram estudados cientificamente em pessoas com problemas gastrointestinais. Alguns estudos encontraram benefícios, enquanto outros não conseguiram afirmar com certeza. Precisamos de mais estudos científicos. 🩹 Pode ser útil examinar a ciência para cada condição gastrointestinal individualmente. Probióticos podem ser benéficos para as seguintes condições:

  1. Síndrome do Intestino Irritável (SII): Alguns probióticos parecem ajudar, mas a evidência científica é limitada.
  2. Diarreia Associada a Antibióticos (DAI): Muitas evidências mostram que probióticos ajudam a prevenir e reduzir a diarreia causada por antibióticos.
  3. Diarreia Infecciosa: Bichinhos bons podem ajudar contra diarreias causadas por bichinhos ruins, mas não sabemos quais são os mais eficazes.
  4. Diarreia Associada a Clostridium difficile (DACD): Estudos não encontraram probióticos úteis contra essa infecção. A eficácia na prevenção é debatida.
  5. Doença Inflamatória Intestinal (DII): Alguns estudos sugerem benefícios para certos tipos de DII.
  • Doença de Crohn: Probióticos não parecem ajudar.
  • Colite Ulcerativa: Probióticos como Visbiome e E. Coli Nissle 1917 podem ser úteis.
  • Pouchite: Alguns estudos mostram que Visbiome pode ajudar a prevenir, mas a evidência é limitada.

5. Por quanto devemos toma-los ?

Não sabemos por quanto tempo é seguro tomar probióticos. Converse com seu médico sobre continuar ou não. 💊 Acreditamos que probióticos são seguros para a maioria das pessoas. Eles são usados há mais de 100 anos sem muitos problemas. No entanto, a FDA não os regulamenta, então é bom ter cuidado.
⚠️ Probióticos podem ser perigosos para pessoas com certos problemas de saúde. Quem tem condições sérias ou crônicas deve falar com seu médico antes de tomar probióticos.

6. São as mesmas coisas que PREBIÓTICOS?

Não. Prebióticos são substâncias em alimentos ou pílulas que fazem SEUS PRÓPRIOS bichinhos bons crescerem (em vez de te DAR mais bichinhos bons). Seu corpo não consegue quebrar prebióticos. Eles são deixados como alimento para os bons bichinhos no seu intestino. 🌱

Cirurgia do Pâncreas (Pancreatectomia ou Whipple)

Cirurgia do Pâncreas (Pancreatectomia ou Whipple)

Desvendando os Desafios da Cirurgia de Pâncreas: Riscos, Indicações e Pós-Operatório

A cirurgia de pâncreas, um dos procedimentos mais complexos do aparelho digestivo, apresenta desafios significativos, especialmente em casos de câncer. Este pequeno órgão desempenha um papel crucial no sistema digestivo, e certas condições exigem intervenção cirúrgica. Mas, afinal, quais são os riscos associados a essa cirurgia?

Riscos da Cirurgia de Pâncreas 🚨

A complexidade da cirurgia decorre da proximidade do pâncreas com vasos sanguíneos vitais, resultando em procedimentos longos e potencialmente complicados. Alguns problemas pós-cirúrgicos podem incluir demora na recuperação, fístulas ou vazamentos pancreáticos, alterações gástricas, problemas intestinais, infecções, hemorragias e até o desenvolvimento de diabetes. Apesar da gestão adequada para controlar esses riscos, a cirurgia pancreática ainda apresenta uma mortalidade em torno de 2% e uma taxa de complicações em torno de 20%.

Indicações para Cirurgia de Pâncreas 📋

A intervenção cirúrgica no pâncreas é indicada em diversas condições, sendo as principais:

  1. Câncer de Pâncreas: Um diagnóstico desafiador, geralmente feito tardiamente, tornando a cirurgia crucial. Representando 2% de todos os cânceres, requer uma abordagem cuidadosa.
  2. Cistos Pancreáticos: Embora muitos sejam benignos, cistos com risco de evoluir para câncer podem exigir intervenção cirúrgica.
  3. Pancreatite Crônica: Danos permanentes no pâncreas, muitas vezes relacionados ao consumo excessivo de álcool, podem necessitar de cirurgia.

Procedimentos Cirúrgicos no Pâncreas 🛠️

Os tipos de cirurgia variam, dependendo da condição do paciente:

  1. Duodenopancreatectomia (Cirurgia de Whipple): Remove a cabeça do pâncreas, duodeno, vesícula biliar, canal biliar e partes do estômago e intestino delgado.
  2. Pancreatectomia Total: Remove completamente o pâncreas, indicada em casos graves com disseminação tumoral.
  3. Pancreatectomia Distal: Retira a cauda e parte do corpo do pâncreas, frequentemente com a remoção do baço.
  4. Enucleação: Remove apenas o tumor, preservando grande parte do pâncreas.
Prof. Dr. Ozimo Gama

Cuidados Pós-Operatórios e Recuperação 🌱

A duração da internação e recuperação varia, mas em geral, atividades regulares podem ser retomadas após 30 a 60 dias. Atividades físicas intensas devem aguardar 2 meses. A hidratação, alimentação equilibrada e acompanhamento médico são cruciais nesse período. Pacientes que tiveram o pâncreas totalmente removido podem precisar de insulina.

Em resumo, a cirurgia de pâncreas é desafiadora, mas com a abordagem certa e acompanhamento médico adequado, os riscos podem ser gerenciados, permitindo uma recuperação eficaz. Se você enfrenta condições pancreáticas, consulte um especialista para orientações personalizadas. A saúde do seu pâncreas é vital para o seu bem-estar geral! 🌟🩺

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Recuperação após cirurgia de HÉRNIA

Recuperação após cirurgia de HÉRNIA

🌟 Cuidados Pós-Operatórios Após Cirurgia de Hérnia Abdominal: Sua Jornada para Uma Recuperação Plena! 🌈

Se você passou por uma cirurgia de correção de hérnia abdominal, seja ela umbilical, inguinal, femoral ou incisional, parabéns por dar esse passo crucial em direção à sua saúde e bem-estar! Agora, vamos falar sobre algumas medidas essenciais para uma recuperação suave e eficaz. 🛌💪

Descanso Adequado e Alimentação Saudável 🍏

Após a cirurgia, priorize o repouso para permitir que seu corpo se recupere. Uma alimentação saudável é fundamental para fornecer os nutrientes necessários. Opte por refeições leves, ricas em fibras, e mantenha-se bem hidratado. Evite enlatados e mariscos.🥗🥤

Exercícios Leves: O Passo Certo 🏋️‍♂️

Inicie atividades físicas leves conforme orientação médica. Caminhadas curtas são excelentes para estimular a circulação e evitar complicações. Evite esforços intensos nos primeiros dias e siga gradualmente, adaptando-se ao seu ritmo. Retorno a academia somente após 90 dias.🚶‍♀️🔄

Retorno às Atividades Diárias e Laborais 🏢

Consulte seu médico antes de retomar suas atividades normais. Geralmente, o retorno ao trabalho depende do tipo de cirurgia e do seu estado de saúde. Seja paciente consigo mesmo e respeite os limites do seu corpo. 💼🤲

Vida Sexual Ativa: Com Cautela e Comunicação 🌹

Quando se trata de retomar a atividade sexual, abra um diálogo honesto com seu parceiro e siga as orientações do seu médico. Lembre-se, a comunicação aberta é crucial, e a intimidade deve ser retomada gradualmente, respeitando seu conforto e recuperação. 💑❤️

Sinais de Alerta: Quando Procurar Ajuda Emergencial 🚨

Fique atento aos sinais de alerta, como aumento repentino da dor, saída de secreção pela ferida, inchaço excessivo, febre persistente ou qualquer sinal de infecção. Caso note algo incomum, não hesite em procurar assistência médica imediatamente. Sua saúde é prioridade! ⚠️👩‍⚕️ Lembre-se, cada pessoa é única, e a recuperação pode variar. Siga as orientações do seu médico e cuide de si mesmo durante esse processo. Sua jornada para uma vida saudável está apenas começando! 🌈🌟

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Neoplasia Intraductal Mucinosa (IPMN)

Neoplasia Intraductal Mucinosa (IPMN)

Explorando Cistos Pancreáticos: Uma Visão Geral 🧘‍♀️

No mundo dos cistos pancreáticos, a maioria não é cancerosa. Eles surgem de inflamações ou problemas de nascença no pâncreas. Uma pequena, mas importante, parte desses cistos é cancerosa. Antes considerados raros, os cistos pancreáticos agora estão sendo mais frequentemente diagnosticados devido à utilização mais comum de exames de imagem de alta resolução.

Descobertas Acidentais e Aumento da Prevalência 🌱

Em 2010, uma revisão mostrou que cerca de 13,5% dos cistos pancreáticos são descobertos acidentalmente por meio de ressonâncias magnéticas, e essa proporção aumenta com a idade. Um estudo autopsial identificou cistos pancreáticos em 27,5% dos casos, e a prevalência aumenta com a idade. Com a evolução contínua das técnicas de imagem, é inevitável que mais cistos pancreáticos sejam descobertos acidentalmente.

Os Três Principais Tipos de Cistos Pancreáticos 🍏

Dentre os cistos pancreáticos, três tipos se destacam: neoplasias císticas serosas (NCSe), neoplasias císticas mucinosas (NCM) e IPMNs, que representam cerca de 90% de todos os cistos pancreáticos. NCMs e IPMNs são os mais comuns e, mais importante ainda, têm maior potencial de se tornarem cancerosos. Por outro lado, os NCSe são muito menos comuns e geralmente benignos. 🌈

🍇 IPMNs Desvendados: Estratégias Diversificadas para Três Variantes 🏥

Os diferentes tipos de IPMNs – ducto principal, ducto lateral e ducto misto – exigem tratamentos diferentes. Em pacientes com IPMNs do ducto principal, é recomendada a remoção, a menos que os riscos de problemas de saúde sejam maiores do que os benefícios da cirurgia. O objetivo da cirurgia para tratar os IPMNs é remover todo o tecido glandular anormal ou potencialmente cancerígeno para reduzir a possibilidade de recorrência no restante do pâncreas. Existem duas teorias sobre a origem dos IPMNs. Uma sugere que eles são semelhantes a um câncer, afetando apenas uma parte específica do pâncreas. A remoção do IPMN é vista como o único tratamento necessário nesse caso. Por outro lado, alguns acreditam que os IPMNs representam um problema em todo o tecido ductal do pâncreas, colocando todo esse tecido em risco de se tornar cancerígeno mesmo após a remoção do cisto. A remoção de todo o pâncreas eliminaria esse risco, mas é um procedimento radical que pode causar desequilíbrios metabólicos e insuficiência pancreática. Esse tipo de cirurgia deve ser feito apenas em pacientes com boa condição de saúde, após uma avaliação detalhada e adequada dos riscos.

Os IPMNs do ducto lateral localizados podem ser tratados com uma pancreatectomia anatômica formal, pancreaticoduodenectomia ou pancreatectomia distal, dependendo da localização da lesão. No entanto, diretrizes foram estabelecidas permitindo a gestão não operatória com certas características de IPMN do tipo ductal lateral. Isso inclui pacientes assintomáticos com um tamanho de cisto inferior a 3 cm e ausência de nódulos murais. Os dados para apoiar isso demonstram uma incidência muito baixa de malignidade (aproximadamente 2%) nesse grupo de pacientes, o que quase coincide com a mortalidade esperada de realizar uma resseção anatômica formal. Em aproximadamente 20% a 30% dos pacientes com IPMNs do ducto lateral, há evidências de multifocalidade. Os IPMNs adicionais podem ser visualizados em imagens de alta resolução de CT ou MRI. Idealmente, pacientes com IPMNs do ducto lateral multifocais devem passar por uma pancreatectomia total. No entanto, como mencionado anteriormente, a morbidade aumentada e as alterações no estilo de vida associadas a uma pancreatectomia total permitem uma abordagem mais conservadora. Isso incluiria a remoção do mais suspeito ou dominante das lesões em uma resseção anatômica e vigilância de imagem do remanescente do pâncreas. Se as imagens subsequentes demonstrarem características malignas, geralmente é indicada uma pancreatectomia completa.

Há menos incerteza no tratamento de IPMNs do ducto principal. A alta incidência de malignidade subjacente aos IPMNs justifica a resseção cirúrgica. IPMNs localizados no corpo e cauda (aproximadamente 33%) podem passar por uma pancreatectomia distal com esplenectomia. IPMNs localizados na cabeça ou processo uncinado do pâncreas devem passar por uma pancreaticoduodenectomia.

Estudos recentes têm se concentrado na realização de ablação cística endoscópica usando etanol e ocasionalmente em combinação com paclitaxel. A ablação serve como uma alternativa à intervenção cirúrgica para cistos menores e para pacientes com comorbidades graves que impediriam a cirurgia. A ablação endoscópica com etanol é contraindicada nos IPMNs do ducto principal devido à interação do etanol com a ativação de zimógenos, resultando em pancreatite aguda. Os resultados a longo prazo em relação à recorrência e sobrevida ainda não estão claros, e a ablação atualmente não é recomendada para pacientes com cistos neoplásicos. 🚫

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Tratamento do CISTO PANCREÁTICO MUCINOSO

Tratamento do CISTO PANCREÁTICO MUCINOSO

🔍 Explorando Cistos Pancreáticos: Uma Visão Abrangente 🧘‍♀️

No vasto universo dos cistos pancreáticos, a maioria deles é não neoplásica, originando-se de inflamações ou anormalidades congênitas do pâncreas. 🫀 Uma porcentagem pequena, porém significativa, desses cistos é neoplásica. Apesar de terem sido considerados uma entidade rara no passado, os cistos pancreáticos têm aumentado em prevalência diagnóstica devido ao uso mais frequente de imagens radiológicos complementares de alta resolução. 📈

🔬 Descobertas Acidentais e Prevalência Crescente 🌱

Com base em uma revisão retrospectiva em 2010, a prevalência geral de cistos pancreáticos incidentais descobertos por ressonância magnética é de 13,5%, e essa taxa aumenta com a idade. Um estudo de autópsia identificou cistos pancreáticos em 27,5% dos casos, com uma prevalência crescente associada à idade. 😲 À medida que as técnicas de imagem continuam a evoluir, é inevitável que mais cistos pancreáticos incidentais sejam descobertos. 📸

👩‍⚕️ Os Três Mosqueteiros dos Cistos Pancreáticos 🍏

Entre os cistos pancreáticos, três tipos destacam-se: neoplasias císticas serosas (NCSe), neoplasias císticas mucinosas (NCM) e IPMNs, representando cerca de 90% de todos os cistos pancreáticos. NCMs e IPMNs são os mais comuns e, o que é mais importante, têm o maior potencial de transformação maligna. Por outro lado, os NCSe são muito menos frequentes e quase sempre benignos. 🌈

🌱 MCNs: Estratégias Cirúrgicas e Opções de Observação 🏥

A presença de diferentes graus de alterações celulares, incluindo a possibilidade de se tornarem cancerígenas, está associada aos neoplasmas mucinosos. O tratamento padrão para todos esses tumores é a remoção cirúrgica, independentemente de onde estejam no pâncreas ou do seu tamanho. Para neoplasmas na cabeça do pâncreas, os pacientes devem passar por uma cirurgia chamada pancreaticoduodenectomia. Porém, a maioria desses tumores se origina no corpo e na cauda do pâncreas, sendo recomendada uma outra cirurgia, chamada pancreatectomia distal. Há opiniões divergentes sobre a necessidade de remover o baço durante essa cirurgia. Se não houver sinal de câncer, pode-se considerar a preservação do baço. Mas, se houver invasão de tecidos durante a cirurgia, é recomendada a remoção completa do baço, juntamente com os vasos sanguíneos e os gânglios linfáticos da região. 🧪🚑 A excisão de linfonodos deve ser limitada à proximidade imediata da lesão pancreática devido à pequena incidência de metástases linfonodais mesmo em NCMs malignos. Às vezes, estruturas ou órgãos adjacentes podem exigir ressecção devido ao envolvimento com o NCM. Em comparação com o adenocarcinoma pancreático, os NCMs tendem a “empurrar” em vez de “invadir”.

Alguns cirurgiões podem adotar a abordagem não operatória para certos NCMs de baixo risco, como NCMs assintomáticos, menores que 3 cm, ausência de nódulos murais, ausência de dilatação dos ductos pancreático e biliar, e ausência de linfadenopatia. Essa abordagem depende de monitoramento regular por imagem para detectar sinais de aumento no tamanho do cisto e presença de nódulos murais. Infelizmente, dados de longo prazo associados à observação são desconhecidos. Nenhum estudo prospectivo identificou a frequência ou modalidade de imagem para vigilância. A gestão não operatória requer uma discussão detalhada com os pacientes e seus cirurgiões para discutir os riscos de esperar para tratar uma neoplasia maligna potencial. As diretrizes atuais recomendam a resseção para NCMs maiores que 3 cm ou com características de alto risco, e alguns recomendam a resseção de todos os NCMs, independentemente do tamanho. 🌿

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