Cirurgia do Aparelho Digestivo

Cirurgia do Aparelho Digestivo

CBCD

Qualquer procedimento cirúrgico é delicado e deve envolver conhecimentos técnicos, éticos e humanísticos. O Cirurgião do Aparelho Digestivo possui pelo menos 10 (DEZ) anos de estudos obrigatórios (sendo 6 anos de Faculdade, 2 anos de Residência Médica em Cirurgia Geral e mais 2 anos de Residência em Cirurgia do Aparelho Digestivo regulamentado pelo MEC e Conselho Federal de Medicina).

O Cirurgião do Aparelho Digestivo possui habilitação para realizar os procedimentos cirúrgicos complexos em cirurgia abdominal por via convencional ou vídeo-laparoscopia. Os pacientes com câncer do aparelho digestivo (estômago, esôfago, intestino delgado, intestino grosso, reto, ânus, pâncreas, fígado, vesícula e vias biliares) são geralmente tratados por este especialista, que também atua na sua prevenção.

Há várias outras doenças que são comuns em seu consultório como esofagite, refluxo gastro-esofágico, hérnia de hiato, obesidade mórbida (cirurgia bariátrica), gastrite, úlcera gástrica, úlcera duodenal, pancreatite, cálculos na vesícula, abscessos e cistos hepáticos, diverticulite (doença diverticular), retocolite ulcerativa, doença de Crohn, hemorróidas, físsuras, fístulas e abscessos anais, constipação, diarréia, além de hérnias da parede abdominal.

Quando precisar realizar qualquer procedimento cirúrgico no Aparelho Digestório procure saber qual a formação do Médico responsável pelo ato cirúrgico. Certifique-se se ele possui a formação acadêmica adequada, se é membro titular de alguma entidade científica representativa, se possui atualização constante na área em atuação e em especial consulte a opinião dos pacientes já operados por este profissional.

PROCURE SEMPRE UM MÉDICO ESPECIALISTA E CONSULTE UMA SEGUNDA OPINIÃO.

Calculadora CHILD PUGH (Avaliação da Função Hepática)

Calculadora CHILD PUGH (Avaliação da Função Hepática)

CHILD.PUGH

Child e Turcotte, em 1964, analisaram 128 pacientes submetidos à cirurgia de descompressão portal para varizes de esôfago sangrantes. Foram pesquisadas as variáveis comuns dos pacientes que evoluíram mal. Cinco variáveis apresentaram significância: desnutrição, encefalopatia, ascite, hipoalbuminemia e hiperbi-lirrubinemia. Dez anos depois, Pugh e Murray-Lyon descreveram os resultados da transecção esofágica para controle de hemorragia como ponte para descompressão portal. Pugh acrescentou o tempo de protrombina ao score e adicionou valores numéricos, entretanto, eliminou o estado nutricional. Os elementos clínicos e laboratoriais utilizados pelo score de Child-Turcotte-Pugh (CTP) avaliam as funções primárias do fígado. Todo o organismo estará em risco durante a doença hepática avançada. A classificação se refere à avaliação da gravidade em leve (A), moderada (B) ou grave (C). Porém somente a biopsia hepática serve para avaliar o estágio da doença como precoce ou avançada, pré-cirrótica e cirrótica. O estadiamento da doença está ligado amplamente a moléstias hepáticas crônicas, nas quais podem ocorrer progressão para cirrose e doença hepática terminal, mas cujo desenvolvimento pode demorar anos ou décadas. É um fator preditivo razoavelmente confiável de sobrevida de várias doenças hepáticas e antecipa a probabilidade de complicações importantes da cirrose, como sangramento por varizes e peritonite bacteriana espontânea.

  • Child CG, Turcotte JG. Surgery and portal hypertension. Major Probl Clin Surg. 1964;1:1-85. PMID: 4950264.
  • Pugh RN, Murray-Lyon IM, Dawson JL, Pietroni MC, Williams R. Transection of the oesophagus for bleeding oesophageal varices. Br J Surg. 1973 Aug;60(8):646-9. PMID: 4541913.

CALCULE O SCORE DE CHILD-PUGH CLICANDO AQUI

Colonoscopia

Colonoscopia

A colonoscopia é um exame endoscópico que permite a visualização do interior do intestino grosso e a parte final do intestino fino. Para isso, utiliza-se um tubo flexível com cerca de um metro de comprimento e um centímetro de diâmetro. Durante o exame, podem ser removidos pólipos ou outras lesões que eventualmente sejam encontrados. O cólon precisa estar completamente limpo, ou seja, isento de fezes e resíduos alimentares, que interferem na visualização adequada e na segurança do exame. O preparo tem início na véspera e prossegue no dia da colonoscopia, com a ingestão de um laxante que limpa completamente o intestino. No entanto, em alguns casos, existe a necessidade de essa limpeza ser feita por meio de lavagem. O exame tem início com a introdução do aparelho pelo ânus. É necessário injetar pequenas quantidades de ar no intestino durante a realização do exame, o que pode causar um desconforto em forma de cólica. Ao término do procedimento, o ar é aspirado, melhorando, assim, o desconforto. Todos os procedimentos médicos envolvem algum risco, mas as complicações decorrentes do exame de colonoscopia são muito raras. As mais temidas são a hemorragia e a perfuração, que podem ocorrer com mais frequência quando algum procedimento terapêutico endoscópico for realizado.

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Endoscopia Digestiva Alta

Endoscopia Digestiva Alta

Endoscopia Digestiva Alta Normal A endoscopia digestiva alta, também chamada de gastroenteroscopia, EDA ou EGD, é um método diagnóstico que permite examinar o esôfago, o estômago e o duodeno. Para fazer isso, o médico utiliza um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, com lentes e luz próprias, para visualizar a mucosa por meio de um monitor de vídeo.

Cirurgia Bariátrica: Mitos e Verdades.

Cirurgia Bariátrica: Mitos e Verdades.

Dr_Ozimo_Gama_Cirurgia_Digestiva


O Instituto PROGASTRO é resultado de um trabalho de vários anos de aperfeiçoamento técnico e humanístico, com equipe cirúrgica capacitada após amplo treinamento em cirurgia minimamente invasiva (vídeolaparoscópica), cujo objetivo é a disponibilização de técnicas cirúrgicas SEGURAS trazendo o que existe de mais adequado aos nossos pacientes. Com o nosso compromisso de informar e esclarecer nossos pacientes disponibilizamos no link abaixo uma cartilha com as respostas das principais duvidas a cerca da CIRURGIA BARIÁTRICA e METABÓLICA.

Não faça sua Cirurgia com Dúvidas, este caminho deve ser trilhado com muita segurança e bastante apoio familiar.

Caso ainda permaneça alguma dúvida ou sugestão nos mande uma mensagem no Whatsapp ou deixe nos comentários.

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Cirurgia Bariátrica Consciente

Veja as técnicas Cirúrgicas mais utilizadas nos vídeos abaixo

GASTRECTOMIA VERTICAL

BYPASS GÁSTRICO

Tratamento da TROMBOSE HEMORROIDÁRIA

Tratamento da TROMBOSE HEMORROIDÁRIA

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1. O que são as Hemorroidas?

A doença hemorroidária é uma afecção bastante comum, contudo sua prevalência é subestimada devido a vários fatores, sendo os principais: variabilidade dos sintomas clínicos, grande número de pacientes assintomáticos e vergonha por parte do paciente na informação ao seu médico assistente. A taxa de prevalência pode chegar até 20% da população geral.

2. Quando ocorre a Trombose Hemorroidária?

A trombose hemorroidária é uma complicação aguda que ocorre tanto nas hemorroidas externas como internas, caracterizada pela presença de isquemia  e  trombo nos coxins vasculares submucosos do canal anal. O aparecimento da trombose hemorroidária é abrupto. A dor associada é muito intensa, contínua e tipo latejante. Há secreção e sangramento perianal, com características arteriais. Pode haver dificuldade evacuatória e retenção urinária. O diagnóstico da trombose hemorroidária é Clínico, realizado através da inspeção anal. 

3. Quais as opções de Tratamento?

Poderá ser clínico ou operatório dependendo de vários fatores associados ao paciente (co-morbidades), momento do diagnóstico (mais de 72 horas) e finalmente ao estágio da doença hemorroidária.

5.1 Tratamento Clínico: Associa-se o uso de analgésicos por via oral e pomadas por via retal, associadas com mucilaginosos se houver obstipação intestinal e banhos de assento com água morna. 

5.2 Tratamento Operatório: Quando o intenso edema e a necrose provocados pela trombose hemorroidária é irredutível clinicamente. Para as tromboses hemorroidárias localizadas preferimos a hemorroidectomia à Milligan-Morgan (técnica aberta) ou Ferguson (técnica fechada) com raquianestesia e para as tromboses hemorroidárias extensas, preferimos a hemorroidectomia à Milligan-Morgan. 


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As 10 principais dúvidas sobre a HÉRNIA INGUINAL.

As 10 principais dúvidas sobre a HÉRNIA INGUINAL.


É uma afecção que ocorre na região da virilha em aproximadamente 15% da população e se apresenta como um ABAULAMENTO aos esforços. É mais comum em homens na idade adulta e ocorre pela insinuação dos órgãos abdominais, como o intestino, por um orifício até o saco escrotal, no caso dos homens, ou pelo canal pelo qual passa um ligamento responsável pela sustentação da vagina, no caso das mulheres.

1. O que é hérnia inguinal?

A hérnia é qualquer protrusão ou deslocamento do conteúdo abdominal por um orifício natural ou acidental. O termo “inguinal” indica que esse conteúdo passa pela parede abdominal na região da virilha. Ela pode ser bilateral, quando ocorre dos dois lados, ou unilateral, quando ocorre só de um lado. Ela também pode ser direta ou indireta. A direta ocorre quando há um afrouxamento da musculatura e, assim, o extravasamento do conteúdo abdominal se dá por um simples oportunismo e a indireta acontece quando o conteúdo abdominal passa para a bolsa escrotal por um ponto frágil, chamado anel herniário.

2. Quais os fatores de risco?

Pessoas que tiveram casos de hérnia inguinal na família estão mais propensas a ter o problema. A hérnia inguinal também costuma acometer mais homens do que mulheres. Embora possa ocorrer em qualquer idade, ela é mais frequente na fase adulta. Neste caso, a causa mais comum é o enfraquecimento da musculatura abdominal, que ocorre naturalmente conforme envelhecemos. No caso das mulheres, a hérnia se forma em um canal pelo qual passa um ligamento responsável pela sustentação da vagina. Já em crianças do sexo masculino, o problema está relacionado a uma persistência da musculatura no momento em que os testículos descem para a bolsa escrotal. Tal acontecimento deixa um canal aberto na região da virilha que permite a insinuação do conteúdo abdominal.

3. Como se prevenir?

A única maneira de prevenir a hérnia inguinal é evitando forçar a musculatura abdominal, portanto, não faça exercícios físicos muito pesados e consuma fibras para facilitar a evacuação. Mesmo assim, isso não impede a ocorrência do problema, afinal, uma simples tosse já estimula os músculos abdominais.

4. Quais os sintomas?

Dor na região abdominal e um abalamento (como se fosse um caroço) na região da virilha são os principais sinais da hérnia inguinal.

5. Quais as opções de tratamento?

Como é um problema mecânico, a única solução é um procedimento cirúrgico que pode ser feito por corte ou por laparoscopia.

6. Quais as possíveis complicações do problema?

A principal complicação da hérnia inguinal é o encarceramento e estrangulamento do conteúdo abdominal que entrou pelo orifício da parede abdominal.  Assim, uma alça do intestino, por exemplo, pode necrosar dentro dessa abertura, tornando a cirurgia muito mais complicada.

7. Como é a cirurgia?

Se não houver qualquer complicação, como necroses ou obstruções, a cirurgia é bastante simples, com taxa de reincidência de aproximadamente 4%. Durante o procedimento, é colocada uma espécie de tela na parede abdominal do paciente para fechar o orifício.

8. Após quanto tempo posso voltar às atividades normais?

O paciente costuma ser liberado no mesmo dia ou no dia seguinte após a cirurgia. Recomenda-se evitar esforços físicos pesados nos primeiros três meses de recuperação, mas, segundo o cirurgião, a cicatrização total ocorre apenas seis meses após o procedimento. O paciente também pode ter relações sexuais 15 dias após a cirurgia, mas com cautela. Entretanto, esse período depende do caso e do estado geral de saúde do paciente, por isso, atenha-se às especificações do seu médico.

9. Qual a anestesia para esta cirurgia e o tempo de internação?

Geralmente utiliza-se a anestesia Raquidiana e o período de internação hospitalar é de 24 horas.

10. Qual o especialista devo procurar?

O médico especialista neste tipo de afecção é o CIRURGIÃO DO APARELHO DIGESTIVO.