Encefalopatia Hepática

Encefalopatia Hepática

A encefalopatia hepática (EH) é um distúrbio que impacta diretamente o Sistema Nervoso Central, resultante da insuficiência hepática e/ou do shunt portossistêmico (SPS) – uma peculiaridade na circulação da veia porta. Seu leque de manifestações varia desde alterações sutis até um estado comatoso, abrangendo um espectro amplo de anomalias neurológicas ou psiquiátricas.

📊 A incidência e prevalência da EH estão intimamente relacionadas à gravidade da insuficiência hepática subjacente e do SPS. Em pacientes com cirrose hepática, a EH sintomática sinaliza a fase descompensada da doença, frequentemente associada a complicações como ascite e varizes esofagogástricas. Além disso, pode manifestar-se em indivíduos sem cirrose, mas com um SPS significativo.

📈 A prevalência da EH sintomática no diagnóstico da cirrose varia entre 10 a 14% em geral, atingindo 16 a 21% na cirrose descompensada. Já a EH mínima ou subclínica afeta de 30 a 40% dos pacientes com cirrose em algum momento, abrangendo de 20% a 80% dos casos.

🧪 A patogênese da EH é multifatorial, envolvendo substâncias tóxicas não metabolizadas pelo fígado doente, afetando substratos essenciais para a função neurológica. Nesse processo neurotóxico, a amônia desempenha um papel central.

📋 A classificação da EH leva em consideração a gravidade das manifestações clínicas:

  1. Mínima: Alterações em testes psicométricos ou neuropsicológicos, sem evidência clínica de dano mental.
  2. Grau I: Euforia, ansiedade, redução da concentração e alterações no sono.
  3. Grau II: Letargia, apatia, desorientação, flapping e mudanças de comportamento.
  4. Grau III: Sonolência, confusão mental, desorientação significativa.
  5. Grau IV: Estado comatoso.

💡 Geralmente, a EH é desencadeada por fatores precipitantes como infecções, distúrbios hidroeletrolíticos, sangramento digestivo, entre outros. O diagnóstico precoce é crucial, pois muitos casos são reversíveis com a correção desses fatores. Ao perceber sinais neuropsicológicos, é essencial procurar um médico hepatologista para uma avaliação e definição do tratamento adequado. Com intervenção precoce, é possível recuperar a qualidade de vida. 🩺💡🌱 #SaúdeHepática #EncefalopatiaHepática #QualidadedeVida

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Microbiota Intestinal

Microbiota Intestinal

MICROBIOTA INTESTINAL: O SEU EXÉRCITO INTERNO DE BEM-ESTAR 🌱💪

Descubra o universo fascinante da microbiota intestinal – o ecossistema interno que desempenha um papel crucial na sua saúde e bem-estar! 🌍✨

O QUE É A MICROBIOTA E POR QUE ELA IMPORTA?

A microbiota intestinal é uma comunidade diversificada de micro-organismos que se estabelecem no nosso intestino desde o momento do nascimento. Essas bactérias amigáveis podem pesar até 2 quilos na fase adulta, sendo compostas por mais de 1.000 espécies diferentes, incluindo os heróis chamados probióticos – como as Bifidobactérias e Lactobacilos. 💊🦠

A MARAVILHOSA RELAÇÃO ENTRE MICROBIOTA E SISTEMA IMUNOLÓGICO

Aproximadamente 70% de todas as células do sistema imunológico estão associadas ao trato gastrointestinal. Imagine a microbiota como os defensores do seu exército interno! Ela não apenas regula a imunidade, mas também produz um muco protetor que mantém patógenos à distância e permite a passagem de nutrientes essenciais. 🤺💊

O EIXO CÉREBRO-INTESTINO: ONDE O BEM-ESTAR COMEÇA NA SUA BARRIGA 🧠🤰

A comunicação dinâmica entre cérebro e intestino é essencial. A microbiota desempenha um papel vital na produção de neurotransmissores e hormônios que afetam humor, ansiedade e concentração. Cuide do seu intestino, cuide da sua mente! 🌈😌

O EQUILÍBRIO DELICADO: MICROBIOTA E OBESIDADE

Junto com o sistema nervoso, a microbiota influencia a regulação do armazenamento de gordura e dos níveis de glicose. Desiquilíbrios podem levar a processos inflamatórios, tornando o intestino permeável e aumentando riscos de obesidade e síndrome metabólica. Cuide da sua microbiota para manter o corpo em equilíbrio! 🍏⚖️

SINAIS DE ALERTA: COMO A DISBIOSE PODE SE APRESENTAR?

🚨 Sintomas leves incluem inchaço, gases, fadiga e dores de cabeça. Em casos mais graves, a inflamação descontrolada pode levar a síndrome do intestino irritável, alergias, obesidade, depressão e alterações no humor. Escute o seu corpo! 🚑👂

NUTRIR SUA MICROBIOTA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL E FELIZ 🌈💖

  • Inclua 🍏 alimentos ricos em fibras (frutas, vegetais, grãos integrais).
  • Aposte em probióticos naturais 🥦 (iogurte, kefir, chucrute).
  • Brinde aos polifenóis 🍷 (frutas, vegetais, chá, café, chocolate amargo).
  • Diga não a alimentos processados e gordurosos 🚫🍔.
  • Gerencie o estresse com práticas relaxantes 🧘‍♀️.
  • Hidrate-se bem 💧!

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Lembre-se, a individualidade é fundamental. Consulte um profissional de saúde para orientações personalizadas e comece sua jornada para um intestino feliz e uma vida plena! 🌟👩‍⚕️ #SaúdeIntestinal #BemEstar #MicrobiotaPoderosa

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Alimentação Saudável (Janeiro Branco)

Alimentação Saudável (Janeiro Branco)

🧠🌱 A Dança Sutil Entre o Intestino e a Mente: O Poder da Alimentação na Saúde Mental 🍏💭

Nos últimos 40 anos, avanços científicos revelaram conexões vitais entre o sistema nervoso entérico e a qualidade de vida, especialmente na esfera da saúde mental.

🔄 Comunicação de Mão Dupla: Cérebro e Trato Gastrointestinal

A comunicação entre o sistema nervoso e o trato gastrointestinal é uma via de mão dupla. Alterações psíquicas podem influenciar processos digestivos, enquanto alterações intestinais, especialmente inflamatórias, podem ter impactos psíquicos.

🌐 Microbiota Intestinal: Além da Digestão

O intestino vai além da digestão, desempenhando funções cruciais. A microbiota intestinal, incluindo bactérias benéficas, desempenha um papel crucial em terapias, incluindo o câncer.

🧘‍♂️ Dieta e Saúde Neurológica: Uma Aliança Necessária

A dieta desempenha um papel vital em condições neurológicas como esclerose múltipla, mal de Parkinson e epilepsias. Estudos indicam que a dieta pode retardar o desenvolvimento e mitigar a progressão dessas doenças.

🌱 Equilíbrio da Microbiota e Saúde Mental

A disbiose intestinal está ligada a distúrbios neurológicos. O desequilíbrio pode contribuir para distúrbios como ansiedade e depressão. Tratamentos probióticos mostram promessas em transtornos de humor, evidenciando a influência direta da microbiota na saúde mental.

🍎 Dieta Saudável: O Primeiro Passo

Manter uma dieta equilibrada e rica em nutrientes é crucial. Evitar alimentos pró-inflamatórios e ultraprocessados é fundamental para promover um ambiente saudável no intestino.

🚶‍♀️🚴‍♂️ Estilo de Vida Ativo e Hidratação Adequada: Pilares do Bem-Estar

Além da dieta, a prática regular de exercícios e a ingestão adequada de água são pilares essenciais para um bem-estar físico e mental duradouro.

🌐 Revolução na Saúde: Alimentação e Estilo de Vida Saudáveis

O cuidado com a dieta e a saúde gastrointestinal emerge como um caminho para uma vida plena e prazerosa. Reduzir alimentos prejudiciais e adotar uma dieta equilibrada são passos fundamentais.

  1. Inclua Fibras na Dieta:
    Consuma alimentos ricos em fibras, como frutas, vegetais, legumes e cereais integrais. As fibras são fontes de nutrientes essenciais para a microbiota intestinal.
  2. Probióticos Naturais:
    Adicione alimentos probióticos à sua dieta, como iogurte natural, kefir, chucrute e kimchi. Esses alimentos contêm bactérias benéficas que contribuem para a diversidade da microbiota.
  3. Diversidade de Vegetais:
    Consuma uma variedade de vegetais coloridos. Cada cor representa diferentes nutrientes e compostos vegetais que alimentam diferentes cepas bacterianas no intestino.
  4. Evite Açúcares Adicionados e Alimentos Processados:
    Reduza o consumo de açúcares adicionados e alimentos ultraprocessados. Estes podem alimentar bactérias indesejadas, prejudicando o equilíbrio da microbiota.
  5. Fontes de Ácidos Graxos Ômega-3:
    Inclua alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3, como peixes de água fria, linhaça e chia. Esses ácidos graxos promovem um ambiente intestinal saudável.
  6. Prebióticos:
    Consuma alimentos prebióticos, como alho, cebola, alho-poró e banana verde. Esses alimentos contêm fibras que alimentam as bactérias benéficas no intestino.
  7. Moderação no Consumo de Antibióticos:
    Utilize antibióticos apenas quando prescritos pelo médico e siga as instruções. O uso excessivo de antibióticos pode impactar negativamente a microbiota.
  8. Hidratação Adequada:
    Mantenha-se bem hidratado, pois a água é essencial para o bom funcionamento do trato gastrointestinal e ajuda na eliminação de toxinas.
  9. Chá Verde e Chá de Hibisco:
    Inclua chás como o verde e o de hibisco, conhecidos por seus antioxidantes, que podem promover um ambiente favorável para a microbiota.
  10. Mastigue Bem os Alimentos:
    Pratique uma mastigação adequada. A digestão começa na boca, e uma boa mastigação facilita a ação das enzimas digestivas e a absorção de nutrientes no intestino.

Lembre-se, a chave para uma microbiota saudável está na diversidade e no equilíbrio dos alimentos consumidos regularmente. Consultar um profissional de saúde pode fornecer orientações personalizadas para suas necessidades específicas.

🌱💡 Cultivando Hábitos Saudáveis: Um Guia para a Vida Plena

Para potencializar resultados, o acompanhamento médico é vital. Uma vida feliz e saudável depende de equilíbrio!

Transformando a Alimentação para a Saúde do Futuro: Uma Perspectiva Médica 🌍🥗 #SaúdeIntestinal #AlimentaçãoSaudável #EquilíbrioMental #BemEstar #VidaPlena

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Janeiro Branco (Microbiota Intestinal)

Janeiro Branco (Microbiota Intestinal)

🌿 Explorando o Universo da Microbiota: O Elo Invisível entre Intestino e Cérebro 🧠

Quando falamos de microbiota, estamos nos referindo a trilhões de microrganismos que residem em nosso trato gastrointestinal, desempenhando um papel crucial na otimização da digestão, absorção de nutrientes e vitaminas essenciais. Essa comunidade complexa não só aprimora a imunidade, mas também impulsiona todo o metabolismo. No entanto, o descuido com o estilo de vida, uma dieta desequilibrada e o estresse diário, tanto mental quanto físico, podem impactar negativamente nossa microbiota. Isso resulta em um desequilíbrio que afeta não apenas a saúde física, mas também tem reflexos na saúde mental.

🌐 O Eixo Cérebro-Intestino: Uma Aliança Poderosa

A conexão entre a saúde da microbiota e o sistema nervoso é tão significativa que muitos especialistas a chamam de eixo cérebro-intestino. Essa correlação crucial é respaldada por uma série de estudos publicados em revistas renomadas.

🔬 Novas Pesquisas Revelam: Impacto Direto na Saúde Mental

Estudos demonstram que altos níveis de estresse podem alterar a composição das bactérias intestinais, comprometendo a produção de hormônios como serotonina e dopamina. Isso, por sua vez, influencia o surgimento de transtornos como ansiedade e depressão. Essa interligação é possível porque os microrganismos intestinais desempenham um papel crucial na produção de substâncias neuroquímicas. Alguns são tão vitais para essa conexão que são chamados de psicobióticos.

🌈 Psicobióticos: Microrganismos Amigos da Mente

Esses microrganismos exercem uma incrível ação probiótica no intestino, influenciando positivamente a regulação de neurotransmissores e proteínas. Isso não apenas melhora o humor, mas também modula os processos de aprendizagem e memória.

Estudos sugerem que psicobióticos têm um potencial efeito benéfico no tratamento de desordens mentais, incluindo transtornos depressivos e condições neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.

🌱 Cultivando uma Microbiota Saudável para uma Mente Saudável

Resultados promissores também emergem de pesquisas na China, onde suplementos probióticos e ajustes na dieta mostraram impactos positivos nos sintomas de ansiedade. Isso reforça a importância vital de manter uma microbiota saudável.

🔄 Abordagem Multidisciplinar para o Bem-Estar Mental

Em meio à campanha Janeiro Branco, que destaca a saúde mental, é essencial reconhecer que nosso equilíbrio emocional pode ser impactado por diversos fatores. Uma abordagem multidisciplinar, unindo psicologia e nutrição, emerge como a recomendação ideal para cultivar um bem-estar físico e mental duradouro. 💚 #MicrobiotaSaudavel #BemEstarMental #EixoCerebroIntestino #JaneiroBranco

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Colangite Esclerosante

Colangite Esclerosante

🌿 Colangite Esclerosante Primária (CEP): Desvendando os Mistérios da Saúde Hepática! 🌈

A Colangite Esclerosante Primária (CEP) é uma jornada complexa, uma doença inflamatória crônica que afeta os ductos biliares intra e extra-hepáticos, cruciais para o transporte da bile do fígado ao intestino delgado. 🧐 O termo “primária” revela que a CEP surge sem uma causa conhecida específica, caracterizando-a como uma condição autoimune. Aqui, o sistema imunológico ataca erroneamente os próprios ductos biliares, desencadeando uma inflamação que, ao longo do tempo, leva à formação de cicatrizes (fibrose). 🔄 Essas cicatrizes podem resultar em obstrução, levando a complicações graves como cirrose hepática e colangiocarcinoma (câncer dos ductos biliares).

🌍 A prevalência da CEP varia, com aproximadamente 6,3 casos para cada 100.000 na Suécia e de dois a sete casos para cada 100.000 nos Estados Unidos. No Brasil, a CEP é rara, respondendo por menos de 1-5% dos casos de doença crônica no fígado.

🚹 Acometendo mais frequentemente adultos jovens do sexo masculino numa proporção de 2:1, a CEP está associada à Retocolite Ulcerativa Idiopática (RCUI) em 87-98% dos casos e à doença de Crohn entre 1-13%.

🌈 Sintomas e Evolução da Doença: A CEP pode se esconder silenciosamente nos estágios iniciais, mas à medida que avança, manifesta sintomas como:

  1. Fadiga,
  2. Astenia (fraqueza) e perda de peso,
  3. Coceira intensa na pele,
  4. Icterícia (olhos e pele amarelados),
  5. Acolia fecal (fezes brancas),
  6. Desconforto abdominal,
  7. Febre e calafrios,
  8. Osteoporose.

Esses sintomas variam e podem ser intermitentes, tornando o diagnóstico um desafio adicional. A evolução da CEP é variável, alguns pacientes enfrentando uma progressão lenta ao longo de muitos anos, enquanto outros têm uma evolução mais rápida.

🔬 Como é Feito o Diagnóstico?

O diagnóstico da CEP é um quebra-cabeça, pois os sintomas podem ser inespecíficos ou ausentes nos estágios iniciais. Métodos incluem:

  1. 🩸 Exames de Sangue: Avaliam enzimas hepáticas, bilirrubina e autoanticorpos.
  2. 📷 Exames de Imagem (RM e Ultrassonografia): Detalham alterações estruturais no fígado e ductos biliares.
  3. 🔬 Biópsia Hepática: Pode ser necessária para casos específicos com dúvidas diagnósticas.
  4. 🕵️‍♂️ Exames Endoscópicos: CPRE e outros para investigação mais profunda.

🌿 Tratamento da CEP: Não existe um tratamento definitivo, mas o foco é controlar sintomas e complicações. Inclui:

  1. 🌡️ Terapia Farmacológica: Antibióticos para colangites agudas e ácidos biliares para aliviar sintomas.
  2. 💊 Tratamento de Complicações: Dilatação endoscópica para estenoses nos ductos biliares.
  3. 🔄 Monitoramento Regular: Avaliação médica contínua para ajustar o tratamento conforme necessário.
  4. 🏥 Transplante de Fígado: A última opção para casos graves, proporcionando uma sobrevida em torno de 85% em cinco anos.
  5. 🌱 Estilo de Vida Saudável: Adotar hábitos saudáveis, como dieta equilibrada e exercícios, para melhorar a saúde geral do fígado.

🌟 #SaúdeHepática #CEP #BemEstar #VivaComConsciência

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Alteração da GAMA GT

Alteração da GAMA GT

🔍 Entenda o que é Gama GT, como é feito o exame e qual é o papel dessa enzima na investigação dos problemas que podem acometer o fígado.

O QUE É GAMA GT? 🤔
Gama GT, GGT e gama glutamil transferase são termos diferentes, mas que se referem ao mesmo fator. Trata-se de uma enzima que podemos encontrar em diferentes órgãos do corpo humano. Ela está presente, por exemplo, no pâncreas, coração e fígado, podendo estar elevada quando há comprometimento de algum desses órgãos, como pancreatite, infarto e cirrose, por exemplo.

Porém, a principal fonte dessa enzima é o fígado. Encontramos a Gama GT nas células das vias biliares. Por isso, quando acontece algum tipo de problema com elas, ocorre a elevação desta enzima na corrente sanguínea. É por isso que o Gama GT é um dos exames importantes para avaliação de doenças hepáticas.

QUAL É A FUNÇÃO DESTE EXAME? 🌐
Como você já deve ter percebido, o exame Gama GT é realizado para monitorar e investigar a saúde do fígado. A alteração dessa enzima, com elevação dela na corrente sanguínea, acende o sinal de alerta para a possibilidade de doenças no órgão.

Porém, como essa enzima pode ser encontrada em grandes quantidades também em outros órgãos, o exame de Gama GT acaba não sendo muito específico de forma isolada. Por isso, ele costuma ser realizado junto com o exame de dosagem das outras enzimas do fígado, a fosfatase alcalina e as transaminases (TGO e TGP). Quando as enzimas estão alteradas, há um forte indicativo de problemas no fígado.

O QUE SIGNIFICA GAMA GT ALTERADO
O valor de gama glutamil transferase alto normalmente indica a presença de um problema no fígado, como:

  • Hepatite viral crônica;
  • Diminuição da circulação sanguínea para o fígado;
  • Tumor hepático;
  • Cirrose;
  • Consumo excessivo de álcool ou drogas;
  • Esteatose hepática (gordura no fígado);
  • Obstrução das vias biliares (tumores, cálculo no colédoco);
  • Colangite esclerosante primária ou Colangite biliar primária;
  • Toxicidade hepática por uso de medicamentos.

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES DO EXAME? 🩺
Nem sempre é preciso que haja um motivo específico para solicitação do exame Gama GT. O médico clínico geral ou hepatologista pode pedir para o paciente fazer essa análise entre os seus exames de rotina, a fim de monitorar a saúde do fígado e o seu funcionamento.

Também é recomendado realizar o exame Gama GT quando uma pessoa apresenta alguns sintomas que sugerem doenças no fígado, por exemplo:

  • Icterícia;
  • Urina escura;
  • Perda de apetite;
  • Fadiga;
  • Fraqueza;
  • Coceira pelo corpo;
  • Náuseas e vômitos;
  • Inchaço ou dor abdominal;
  • Fezes muito claras ou esbranquiçadas.

Pacientes que estão fazendo tratamento para alcoolismo também costumam realizar o exame Gama GT com uma frequência maior. Isso porque, quando há uso frequente de bebidas alcoólicas, a tendência é de que essa enzima se mostre elevada. Assim, por meio do exame, é possível verificar se o paciente de fato está realizando o tratamento.

COMO O EXAME DE GAMA GT É REALIZADO? 💉
A realização do exame GGT é muito simples, uma vez que consiste na análise laboratorial de uma amostra de sangue. É feita a coleta dessa amostra com o paciente devidamente preparado. A preparação é importante porque alguns fatores podem alterar o resultado. É preciso fazer jejum de algumas horas, já que os níveis de GGT podem diminuir após refeições, e se abster de bebidas alcoólicas por 24 horas antes do exame. Os medicamentos utilizados devem ser informados, já que algumas substâncias, até mesmo suplementos alimentares, podem alterar a Gama GT.

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CONTRAVE®

CONTRAVE®

Contrave®: Uma Aliança Contra a Obesidade para uma Vida Mais Saudável

Contrave® é uma inovadora medicação aprovada pela ANVISA no Brasil em 2021, destinada ao tratamento da obesidade e do sobrepeso em adultos. Desenvolvido pela renomada Merck, o Contrave® tem se destacado como uma opção eficaz para aqueles que buscam controlar o peso de maneira sustentável. A fórmula do Contrave® combina o cloridrato de naltrexona 8 mg e o cloridrato de bupropiona 90 mg em comprimidos de liberação prolongada. Essa poderosa combinação atua sinergicamente no organismo, reduzindo a fome no hipotálamo e regulando os desejos alimentares no sistema límbico, proporcionando uma abordagem abrangente para o controle de peso.

O medicamento, aprovado pelo FDA nos EUA desde setembro de 2014, demonstrou resultados notáveis em estudos clínicos, evidenciando sua eficácia e segurança. A atuação da naltrexona como antagonista opioide e da bupropiona como inibidor da recaptação neuronal de dopamina e norepinefrina permite um efeito sinérgico no hipotálamo e no sistema límbico, resultando em uma perda de peso superior ao efeito isolado de cada componente.

Indicado para adultos com índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m² (obeso) ou entre 27 kg/m² e 30 kg/m² (com sobrepeso) com comorbidades relacionadas ao excesso de peso, o Contrave® é recomendado em conjunto com uma dieta balanceada e o aumento da atividade física.

Em estudos conduzidos ao longo de mais de 10 anos, o Contrave® mostrou-se eficaz na promoção da perda de peso. Um estudo publicado na revista médica The Lancet revelou que, após 56 semanas de tratamento, pacientes utilizando Contrave® perderam significativamente mais peso em comparação com o grupo placebo.

A prática de atividade física e o acompanhamento nutricional são fatores fundamentais para otimizar os resultados do tratamento com Contrave®. Em um estudo clínico publicado na revista Obesity, pacientes que seguiram uma dieta específica e praticaram 6 horas de atividade física por semana alcançaram uma perda média de peso de 11,5%, evidenciando a importância da abordagem holística para o tratamento do peso.

Os benefícios do Contrave® não se limitam apenas à perda de peso. Estudos clínicos demonstraram reduções significativas nos níveis de triglicerídeos, aumento do colesterol HDL (colesterol bom), redução da resistência insulínica e melhoria da glicemia. Pacientes com diabetes tipo 2 experimentaram melhorias na hemoglobina glicada (A1C), destacando os benefícios adicionais à saúde.

É essencial seguir a prescrição médica para o uso adequado do Contrave®, iniciando com 1 comprimido ao dia e ajustando gradualmente até a dose máxima de 4 comprimidos ao dia. Cuidados como evitar refeições com alto teor de gordura são recomendados para otimizar a eficácia do medicamento.

Contrave® está disponível em todas as farmácias do Brasil desde maio de 2023, e seu custo médio varia entre R$ 5,50 a 7,50 por comprimido. O medicamento requer receita de controle especial, válida por 30 dias, emitida em duas vias, sendo uma retida na farmácia e a outra entregue ao paciente. Embora o Contrave® seja geralmente bem tolerado, reações adversas transitórias como náusea, constipação e tontura podem ocorrer. É importante destacar as contraindicações do medicamento, incluindo hipertensão arterial não controlada, transtorno convulsivo, gravidez e outras condições específicas.

Ao considerar o uso do Contrave®, é crucial buscar a orientação de um médico, garantindo um tratamento personalizado e seguro. A duração do tratamento pode variar, sendo determinada pelo profissional de saúde com base nas necessidades individuais do paciente. Contrave® representa uma ferramenta valiosa no combate à obesidade, oferecendo uma abordagem abrangente para aqueles que buscam uma vida mais saudável e equilibrada.

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Ozempic® , Saxenda® e Mounjaro® 

Ozempic® , Saxenda® e Mounjaro® 

Avanços Promissores no Tratamento da Obesidade: Análogos de GLP-1 na Vanguarda

Desafios Passados e a Promessa Atual

Ao longo da história, tratamentos para a obesidade enfrentaram fracassos e desafios, muitas vezes ligados à pressão social para perder peso e à crença generalizada de que o excesso de peso reflete falta de força de vontade. Desde as “pílulas dietéticas arco-íris” repletas de anfetaminas e diuréticos dos anos 1940 até o surgimento e queda do fen-phen nos anos 1990, associado a condições cardíacas e pulmonares catastróficas, a busca por medicamentos seguros e eficazes para perda de peso foi pontilhada de insucessos. Entretanto, uma nova classe de terapias está rompendo esse padrão, trazendo esperança renovada para a redução das taxas de obesidade e doenças crônicas interligadas. Esses medicamentos mimetizam um hormônio intestinal chamado glucagon-like peptide-1 (GLP-1), transformando não apenas a medicina, mas também a cultura popular e os mercados globais, de maneiras empolgantes e desafiadoras. Originalmente desenvolvidos para diabetes, esses agonistas do receptor GLP-1 induzem significativa perda de peso, com efeitos colaterais geralmente gerenciáveis.

A Virada de Jogo: GLP-1 na Vanguarda da Ciência

Em 2023, a Science nomeou os medicamentos GLP-1 como o “Avanço do Ano”, reconhecendo não apenas os benefícios na perda de peso, mas evidências convincentes de melhorias na insuficiência cardíaca e na redução do risco de ataques cardíacos e derrames. Essa revolução não é apenas sobre a perda de peso, mas sobre benefícios significativos para a saúde que transcendem a própria perda de peso.

A Jornada do GLP-1: Da Descoberta ao Impacto

A história do GLP-1 levou décadas para se desenrolar, inicialmente não relacionada à luta contra a obesidade. Na década de 1980, pesquisadores descobriram o GLP-1 enquanto investigavam diabetes e regulação do açúcar no sangue. Após anos de trabalho meticuloso, as descobertas se acumularam, revelando um hormônio com influência abrangente no corpo e no cérebro. Desenvolvido como tratamento para diabetes, o primeiro medicamento GLP-1 foi o exenatide (Byetta®), aprovado em 2005. Anos depois, o liraglutide (Victoza®) foi aprovado para diabetes e, posteriormente, para obesidade em 2014. No entanto, a verdadeira revolução ocorreu dois anos atrás, com a aprovação do semaglutide (Ozempic® para diabetes e Wegovy® para obesidade) nos EUA. Diferentemente de seus predecessores, o semaglutide requer apenas uma injeção semanal, e um estudo crucial revelou uma perda de peso sem precedentes de 15% do peso corporal ao longo de aproximadamente 16 meses.

Além da Perda de Peso: GLP-1 e Saúde Cardíaca

Em agosto, um estudo com 529 pessoas com obesidade e insuficiência cardíaca mostrou que, após 1 ano, aqueles que utilizaram semaglutide tiveram quase o dobro de melhoria cardíaca em comparação com o grupo placebo. Em um estudo maior com 17.000 pessoas com excesso de peso e doença cardiovascular, aqueles que usaram semaglutide apresentaram um risco 20% menor de ataques cardíacos e derrames. Esses ensaios foram os primeiros a demonstrar benefícios significativos à saúde além da perda de peso.

Veja abaixo as opções de tratamento e as características gerais de cada medicamento

Zepbound® – Uma Promessa para o Controle Peso

  • Substância: Tirzepatida
  • Farmacêutica: Eli Lilly
  • Situação: Aprovado nos EUA, em análise na Anvisa
  • Objetivo: Tratamento da obesidade ou sobrepeso com comorbidades relacionadas ao peso
  • Perda de peso: Estudos recentes, como o SURMOUNT-4, indicam uma perda de aproximadamente 25,3% após 88 semanas
  • Contraindicação: Alergia à tirzepatida, histórico de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2

Mounjaro® – A Caminho do Mercado Brasileiro

  • Substância: Tirzepatida
  • Farmacêutica: Eli Lilly
  • Situação: Aprovado pela Anvisa (previsto para 2024)
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2) e perda de peso (uso off-label)
  • Perda de peso: Cerca de 25,3% após 88 semanas (SURMOUNT-4)
  • Contraindicação: Alergia à tirzepatida, histórico de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2

Ozempic® – Já Disponível, Aguardando Wegovy® no Brasil

  • Substância: Semaglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2), uso off-label para perda de peso
  • Perda de peso: Cerca de 17,4% após 68 semanas (STEP-4)
  • Contraindicação: Alergia à semaglutida

Wegovy® – Uma Nova Alternativa no Horizonte

  • Substância: Semaglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Aprovado pela Anvisa (previsto para 2024)
  • Objetivo: Tratamento da obesidade ou sobrepeso com comorbidades relacionadas ao peso
  • Perda de peso: Cerca de 17,4% após 68 semanas (STEP-4)
  • Contraindicação: Alergia à semaglutida

Saxenda® – Controle Diário com Liraglutida

  • Substância: Liraglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Tratamento da obesidade ou sobrepeso com comorbidades relacionadas ao peso
  • Perda de peso: Cerca de 6% na dosagem após 56 semanas (estudo SCALE)
  • Contraindicação: Alergia à liraglutida

Victoza® – Controle Glicêmico Diário com Liraglutida

  • Substância: Liraglutida
  • Farmacêutica: Novo Nordisk
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2)
  • Perda de peso: Cerca de 6% na dosagem de 3 mg após 56 semanas (STEP-4)
  • Contraindicação: Alergia à liraglutida

Trulicity® – Controle Semanal com Dulaglutida

  • Substância: Dulaglutida
  • Farmacêutica: Eli Lilly
  • Situação: Disponível nas farmácias
  • Objetivo: Controle glicêmico (diabetes tipo 2)
  • Valor: Varia entre R$ 614,55 e R$ 797,38 (dependendo da alíquota do ICMS em cada estado)
  • Contraindicação: Alergia à dulaglutida, histórico de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2

Mudando Estilos de Vida com Suporte Medicamentoso

Os análogos de GLP-1 simulam o hormônio homônimo no corpo, agindo no pâncreas, estômago e cérebro para aumentar a produção de insulina, reduzir a digestão e ativar a sensação de saciedade. Enquanto semaglutida, liraglutida e dulaglutida simulam apenas o GLP-1, a tirzepatida destaca-se como um duplo agonista, simulando também o hormônio intestinal GIP. Futuramente, a retatrutida, um triplo agonista, promete resultados ainda mais expressivos. O Cirurgião do Aparelho Digestivo PROF. DR. OZIMO GAMA destaca que esses medicamentos devem ser combinados com mudanças de hábitos, como melhorias na alimentação e adoção de atividades físicas regulares, para otimizar os resultados.

Usar com Cautela Sob Orientação Médica

Todos os medicamentos apresentam efeitos colaterais, geralmente leves, como náuseas, diarreia e tonturas. Indicados apenas sob prescrição médica, esses tratamentos exigem uma abordagem holística, onde a incorporação de hábitos saudáveis é fundamental para alcançar resultados duradouros. Transformações, por enquanto, evidenciam-se principalmente entre os estratos socioeconômicos mais privilegiados. Estes medicamentos sugerem a possibilidade de aprofundar a disparidade social no enfrentamento da obesidade, que impacta de maneira mais acentuada os grupos economicamente menos favorecidos em várias populações. Um estudo conduzido em 2022 pela Fundação Getulio Vargas, que analisou dados globais, revela que economias com renda per capita consideravelmente acima da média mundial, como Luxemburgo, Singapura e Suíça, têm menos de 13% da população em situação de obesidade. Em contrapartida, conforme a Pesquisa Nacional de Saúde do Ministério da Saúde, no Brasil, um em cada quatro adultos estava obeso em 2019.

O Futuro dos Tratamentos GLP-1

Apesar do entusiasmo, os medicamentos GLP-1 não estão isentos de efeitos colaterais e incertezas. Complicações gastrointestinais e náuseas levam alguns a interromper o tratamento. Preocupações sobre pessoas não obesas recorrendo a esses medicamentos para emagrecer também estão presentes. Além disso, questões sobre se os agonistas do GLP-1 são medicamentos “para sempre”, necessários indefinidamente para manter a perda de peso, persistem. O alto custo desses medicamentos, ultrapassando os $1000 por mês, também é uma barreira significativa. Diante desse cenário, terapias que mimetizam múltiplos hormônios, como o Tirzepatide da Eli Lilly, aprovado em novembro nos EUA para perda de peso, estão surgindo. Estudos clínicos revelaram perdas de até 21% do peso corporal com esse novo medicamento.

Ressignificando a Obesidade como uma Condição Crônica

A saga do GLP-1 está redefinindo não apenas o tratamento da obesidade, mas também a compreensão da obesidade como uma condição crônica enraizada na biologia, não como uma simples falta de força de vontade. Essa mudança pode ter um impacto tão significativo quanto o próprio medicamento. Enquanto celebramos os avanços, é crucial enfrentar os desafios e incertezas que acompanham essa revolução no tratamento da obesidade. No Brasil para pessoas obesas, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece dois tipos de atendimento: acompanhamento nutricional, com limitações associadas ao poder aquisitivo e às condições práticas para priorizar alimentos in natura, e a cirurgia bariátrica, cuja fila de espera pode ultrapassar um ano. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, em 2022, foram realizados 74.738 procedimentos no Brasil, sendo 65.256 através de planos de saúde. No entanto, ainda não há disponibilidade de tratamento medicamentoso gratuito.

Lembre-se: A informação aqui fornecida é para orientação geral. Sempre consulte seu médico para aconselhamento específico sobre sua situação.

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Exames Radiológicos

Exames Radiológicos

Explorando o Mundo Radiológico da Gastroenterologia: Desvendando as Ferramentas Diagnósticas dos Gastroenterologistas

Na busca constante por respostas para os mistérios que envolvem o sistema digestivo, os gastroenterologistas desempenham um papel vital na detecção e diagnóstico de doenças gastrointestinais. Entre as muitas ferramentas à disposição desses especialistas, os exames radiográficos emergem como heróis silenciosos, revelando os segredos do trato gastrointestinal. Vamos explorar como esses médicos utilizam técnicas radiológicas para desvendar o que está acontecendo no interior do corpo.

O Poder dos Raios-X na Abordagem Inicial

Os raios-X têm sido uma ferramenta confiável na medicina, e os gastroenterologistas os empregam com maestria para investigar sintomas como náuseas, vômitos e dor abdominal. Com exames de raio-X abdominais, realizados em diferentes posições, os médicos conseguem visualizar órgãos absorvendo diferentes quantidades de radiação, identificando nuances de tonalidades que podem indicar obstruções, perfurações ou paralisias no intestino.

Bário: O Aliado Contrastante

Para aprofundar a análise, os gastroenterologistas recorrem a estudos com bário, uma substância espessa e branca que atua como agente de contraste. O esofagograma com bário, popularmente conhecido como “degustação de bário”, oferece uma visão detalhada do esôfago, detectando estreitamentos sutis, chamados de estenoses. Esse método também é aplicado em estudos de trânsito gastrointestinal, que avaliam o esôfago, estômago e parte inicial do intestino delgado.

Ultrassonografia: Olhando Além do Óbvio

A ultrassonografia, uma técnica não invasiva que utiliza ondas sonoras, destaca-se na avaliação de órgãos como vesícula biliar, fígado, pâncreas e rins. O Doppler acrescenta uma dimensão adicional, permitindo a avaliação do fluxo sanguíneo em artérias e veias, essencial para identificar possíveis estreitamentos.

Tomografia Computadorizada: Cortando Camadas para Revelar Verdades

A tomografia computadorizada (TC) oferece imagens transversais detalhadas do corpo, reconstruídas por computadores. Os gastroenterologistas solicitam esse exame para investigar dores abdominais, excluir abscessos e avaliar órgãos como fígado, pâncreas e intestino. Variantes como a angiografia por TC e a enterografia por TC são específicas para avaliar o fluxo sanguíneo e o intestino delgado, respectivamente.

Ressonância Magnética: Detalhes sem Radiação

A ressonância magnética (RM) utiliza um campo magnético para criar imagens de alta resolução. Com contrastes não iodados, como o gadolínio, os gastroenterologistas podem avaliar órgãos intra-abdominais, identificando massas ou cistos. A Colangiorressonância destaca ductos biliares e pancreáticos, enquanto a Angioressonância foca nas artérias que suprem o trato intestinal.

Mais Além: Estudos Específicos para Condições Específicas

Para investigar casos mais específicos, os gastroenterologistas contam com estudos especializados. A colonoscopia virtual, embora controversa, oferece uma visão tridimensional do cólon. Estudos como o de esvaziamento gástrico, colescintigrafia (HIDA scan) e PET scan proporcionam insights sobre a função do estômago, vesícula biliar e detecção sensível de cânceres gastrointestinais.

Conclusão: Um Olhar Radiológico para uma Saúde Gastrointestinal

Ao cruzar os caminhos do diagnóstico e tratamento, os gastroenterologistas utilizam habilmente uma variedade de exames radiográficos para desvendar os segredos do trato gastrointestinal. Cada imagem, cada contraste, contribui para um quebra-cabeça complexo que leva a respostas vitais para a saúde e bem-estar dos pacientes. Em última análise, esses profissionais proporcionam uma visão clara para um sistema digestivo saudável. 🌐💪

Probióticos

Probióticos

  1. O que são os PROBIÓTICOS?

A Organização Mundial da Saúde diz que probióticos são “microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro (pessoa ou ser vivo que os consome).” 🦠 Bactérias, vírus e leveduras são todos tipos de “microrganismos”. Muitas vezes, são chamados de germes ou bichinhos – mas não os bichinhos rastejantes e assustadores!

👍 Os bichinhos bons vivem no seu intestino sem te deixar doente. Eles ajudam a manter sua saúde em dia.
🤒 Às vezes, há muitos bichinhos ruins no intestino, o que pode te deixar doente.
💊 Pílulas probióticas e alguns alimentos (como iogurte) contêm bichinhos bons que podem ser benéficos.

2. Como eles agem?

Não sabemos ao certo. Eles podem dificultar a sobrevivência de bichinhos ruins no seu intestino. Bichinhos ruins no intestino podem causar mais gases, inchaço na barriga ou diarreia. Alguns bichinhos bons ajudam o sistema imunológico a combater infecções, enquanto outros impedem que os ruins se espalhem para o resto do corpo.

3. Os probióticos são todos iguais?

Existem MUITAS pílulas probióticas diferentes – pode ser avassalador! Algumas têm muitos tipos de bichinhos bons (“cepas”), e outras têm apenas um tipo. Algumas têm doses mais altas desses bichinhos (CFUs ou “unidades formadoras de colônias”) do que outras. Até agora, não sabemos se um tipo ou dose é melhor que outro. 👩‍⚕️ Comece conversando com seu médico ou gastroenterologista.

4. Quando geralmente eles são utilizados?

🔬 Estudos científicos não foram realizados em muitos probióticos. A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) não regula probióticos. Isso significa que não sabemos se são úteis ou seguros para certos sintomas ou doenças. Porém 📚 alguns probióticos foram estudados cientificamente em pessoas com problemas gastrointestinais. Alguns estudos encontraram benefícios, enquanto outros não conseguiram afirmar com certeza. Precisamos de mais estudos científicos. 🩹 Pode ser útil examinar a ciência para cada condição gastrointestinal individualmente. Probióticos podem ser benéficos para as seguintes condições:

  1. Síndrome do Intestino Irritável (SII): Alguns probióticos parecem ajudar, mas a evidência científica é limitada.
  2. Diarreia Associada a Antibióticos (DAI): Muitas evidências mostram que probióticos ajudam a prevenir e reduzir a diarreia causada por antibióticos.
  3. Diarreia Infecciosa: Bichinhos bons podem ajudar contra diarreias causadas por bichinhos ruins, mas não sabemos quais são os mais eficazes.
  4. Diarreia Associada a Clostridium difficile (DACD): Estudos não encontraram probióticos úteis contra essa infecção. A eficácia na prevenção é debatida.
  5. Doença Inflamatória Intestinal (DII): Alguns estudos sugerem benefícios para certos tipos de DII.
  • Doença de Crohn: Probióticos não parecem ajudar.
  • Colite Ulcerativa: Probióticos como Visbiome e E. Coli Nissle 1917 podem ser úteis.
  • Pouchite: Alguns estudos mostram que Visbiome pode ajudar a prevenir, mas a evidência é limitada.

5. Por quanto devemos toma-los ?

Não sabemos por quanto tempo é seguro tomar probióticos. Converse com seu médico sobre continuar ou não. 💊 Acreditamos que probióticos são seguros para a maioria das pessoas. Eles são usados há mais de 100 anos sem muitos problemas. No entanto, a FDA não os regulamenta, então é bom ter cuidado.
⚠️ Probióticos podem ser perigosos para pessoas com certos problemas de saúde. Quem tem condições sérias ou crônicas deve falar com seu médico antes de tomar probióticos.

6. São as mesmas coisas que PREBIÓTICOS?

Não. Prebióticos são substâncias em alimentos ou pílulas que fazem SEUS PRÓPRIOS bichinhos bons crescerem (em vez de te DAR mais bichinhos bons). Seu corpo não consegue quebrar prebióticos. Eles são deixados como alimento para os bons bichinhos no seu intestino. 🌱