Tratamento Cirúrgico do CÂNCER GÁSTRICO

Tratamento Cirúrgico do CÂNCER GÁSTRICO

O Câncer Gástrico apresenta uma incidência variável, de acordo com a região geográfica, na dependência dos hábitos sociais e alimentares da população. É freqüente no Brasil, sendo a segunda causa do câncer no sexo masculino e o quarto entre o sexo feminino. No Maranhão, é o primeiro tumor maligno do trato gastrointestinal em freqüência no sexo masculino.

FATORES DE RISCO

Fumo, alimentos preservados no sal, defumados e condimentos, histórico de gastrectomia por úlcera, história familiar e presença de pólipos gástricos do tipo adenomas. Também devem ser considerados os alimentos contaminados com fungos que produzem aflatoxinas (substâncias cancerogênicas). Dentre os fatores protetores, destacamos os vegetais e as frutas frescas.

TRATAMENTO

O início do câncer costuma ser silencioso, podendo ocorrer dor epigástrica (dor na boca do estômago), relacionada ou não com a alimentação. Com a evolução, aparecem anorexia e emagrecimento (falta de apetite). A disfagia (dificuldade de engolir) e vômitos aparecem, em geral, em lesões na junção esofagogástrica ou Antro. O quadro clínico sugestivo e a Endoscopia Digestiva Alta com biópsia gástrica definem o diagnóstico. Após o estabelecimento do diagnóstico, deve-se efetuar o estadiamento pré-operatório (análise da extensão da doença e avaliação de lesões à distância). O estadiamento clínico permite a escolha da melhor conduta terapêutica.

O tratamento é CIRÚRGICO e consiste na retirada parcial ou total do estômago associado a linfadenectomia regional. A Cirurgia pode ser realizada por via convencional ou através de técnica minimamente invasiva (videolaparoscopia ou robótica). A Quimioterapia somente deve ser usada em casos de exceção.

O INSTITUTO PROGASTRO tem equipe de médicos altamente especializados no tratamento destas afecções. Agende sua Consulta com um MÉDICO ESPECIALISTA através do nosso chat on-line.

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Consulta Médica 2.0

Consulta Médica 2.0

Ir ao médico não é uma tarefa corriqueira. Muitas pessoas não se programam ao agendar uma consulta médica e, por isso, muitas vezes ela não rende ou não é satisfatória. É preciso evitar esse tipo de situação, justamente para garantir um bom diagnóstico e começar o tratamento. Mas como conseguir isso? Com algumas mudanças de atitudes, é possível facilitar a vida do paciente e otimizar o resultado da avaliação médica. Levar os exames anteriormente realizados, convidar um acompanhante e relatar tudo ao médico são alguns exemplos disso. Mas não para por aí. Quer saber mais? Acompanhe este texto e conheça 8 dicas de como se organizar antes de ir a uma consulta médica!

1. Leve os exames já realizados

Muitas doenças são diagnosticadas não por conta dos sintomas atuais. Há situações em que o histórico de saúde evidencia o comportamento de determinada doença. Nesse sentido, exames feitos anteriormente podem dar a pista que faltava para o médico desvendar o que está acometendo você. Por isso, não deixe de levar exames já realizados, principalmente se você já tem o hábito de fazê-los com grande frequência. Além de ajudar o médico a se nutrir de informações passadas, é possível que esses exames não sejam novamente solicitados. Isso também facilita para você, que evita enfrentar a bateria de exames e economiza dinheiro.

2. Faça uma lista dos medicamentos que você faz uso

Até mesmo quem toma pouca quantidade de remédios acaba passando um aperto na hora em que o profissional de saúde pergunta sobre eles. Às vezes, no momento de informá-los ao médico, é possível esquecer algum ou citar os nomes dos medicamentos de forma errada. Para uma boa consulta, esse tipo de situação não pode acontecer. Saber detalhadamente a relação de remédios que você faz uso é fundamental. Isso auxilia o médico a identificar possíveis erros, a suspender ou adicionar novos medicamentos. Também tenha anotado a dosagem de cada um deles. Faça uma lista com essas informações e apresente ao seu médico.

3. Informe ao médico o histórico de doenças da família

Sabia que muitas doenças são hereditárias? Diabetes, hipertensão e até mesmo câncer podem seguir de geração para geração. Por exemplo: é possível que você tenha registrado no seu DNA uma facilidade para adquirir uma doença que seu avô tinha. Esses detalhes sobre o histórico familiar são essenciais na hora da consulta médica. Sendo assim, informe sobre as doenças que acometerem a sua família. Antes da consulta, tente verificar o quadro de saúde de cada um dos familiares, inclusive dos já falecidos. Anote as enfermidades, caso tenham existido ou existam, e relacione com o grau de parentesco. Geralmente, os riscos de a pessoa apresentar a doença são maiores em parentes de primeiro grau. Conte tudo isso ao seu médico.

4. Leve os seus diagnósticos anteriores

Muitas pessoas chegam à consulta médica dizendo que apresentam determinada doença. Isso por conta de um diagnóstico feito por outro profissional. Por exemplo: você já deve ter ouvido falar de alguém que foi em um médico e obteve o diagnóstico X, enquanto, com outro profissional, o diagnóstico foi Y. Essas situações demonstram que nem sempre esse diagnóstico está correto ou bem definido. Por isso, deixe anotados os diagnósticos que você já recebeu. Informe ao médico quais especialidades você já passou e quais foram as previsões identificadas. Nesse contexto, também fale sobre os sintomas que você já teve nos últimos anos. Algumas doenças aparecem com sinais isolados dependendo da sua idade, por exemplo. Esses tipos de manifestações instáveis até justificam diagnósticos variados ao longo do tempo e em diferentes especialidades. Sendo assim, notifique ao médico sobre fraturas, anemias, infecções que você já teve e como fez para tratá-las. Dessa forma, seu médico tem mais chances de resolver o quebra-cabeça da sua atual situação de saúde.

5. Vá à consulta médica com roupas confortáveis

Pode parecer dica de moda, mas, na verdade, é mais uma atitude para facilitar a consulta médica. Usar roupas inadequadas pode alterar o resultado de alguns procedimentos, como a aferição de pressão. Isso porque roupas muito apertadas podem modificar o metabolismo do seu organismo, o que deixa seu corpo tenso e desregulado, prejudicando na hora de fazer um diagnóstico. Sendo assim, prefira ir ao médico com roupas apropriadas e que sejam fáceis de retirar, pois há sempre a possibilidade de trocar ou tirar alguma peça durante a consulta, a fim de realizar algum exame clínico. Vista-se confortavelmente!

6. Convide alguém parar ir com você à consulta médica

Em muitas situações, sempre bate uma ansiedade ou desespero para ir à consulta médica. O paciente fica nervoso, o que pode comprometer o procedimento de diagnóstico feito pelo médico. Se você passa por isso, que tal levar um acompanhante para você ficar mais tranquilo? Convide seu companheiro ou companheira, um amigo próximo ou primo. Não se deve ter mais de um acompanhante para não atrapalhar a consulta. Muitos médicos ficam incomodados quando parentes do paciente começam a responder perguntas ou fazer juízo de valor sobre o comportamento de seu ente querido. Evite esse tipo de situação. É importante destacar que pacientes idosos e menores de idade precisam ser acompanhados por um responsável. Essas pessoas geralmente não tem discernimento suficiente para assimilar e seguir as orientações médicas. Nesses casos, apresente-se ao médico, diga qual seu grau de parentesco em relação ao paciente e fale que você vai auxiliar na absorção das informações.

7. Não esconda nada de seu médico

Geralmente, quando vão fazer um checkup, algumas pessoas acham que aquela pequena dor de cabeça ou nas costas, por exemplo, é algo irrelevante para relatar ao médico. Elas comumente acreditam que, na consulta médica, devem se queixar somente de algo mais grave. Essa não é uma boa atitude. Isso porque esconder alguns sintomas do médico pode dificultar e até mesmo inviabilizar o diagnóstico. Qualquer detalhe deve ser relatado ao profissional. E você não precisa ter medo e vergonha de relatar sobre isso. A legislação exige que o sigilo médico-paciente seja inviolável.

8. Não agende a consulta em cima da hora

Outra atitude para facilitar a consulta médica é, justamente, se precaver para esse momento. Isso porque a agenda do médico pode ser muito cheia e, com isso, você não encontrar vaga. Ou então você ter muitos compromissos e acabar se atrasando para a consulta. Evite todo esse estresse se antecipando. Marque na agenda a consulta com dias de antecedência e chegue no consultório pelo menos 10 minutos antes do horário marcado. Tudo isso facilita, tanto para você quanto para a equipe médica. Essas foram algumas atitudes essenciais para uma consulta médica. Além dessas informações, é importante saber escolher uma clínica médica adequada. Informe-se quanto à estrutura e qualificação profissional, por exemplo. Assim, você terá bons momentos na hora de se consultar com um especialista.

E aí, está precisando agendar uma consulta médica? Entre em contato conosco! Nós realizamos o processo de agendamento de consultas médicas online.

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Para sua comodidade e segurança, o INSTITUTO PROGASTRO dispõe de uma equipe de médicos especialistas nas áreas de Gastroenterologia, Hepatologia, Proctologia, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo. Para agendar sua consulta ligue de segunda a sexta-feira, das 08:00h às 18:00h, e fale com a nossa secretária (Mayara). Sua Consulta será agendada na HORA-CERTA, ou seja, você será atendido no horário programado e com todas as normas de segurança sanitária para a prevenção contra o COVID-19.

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Reembolso da Consulta Médica

Reembolso da Consulta Médica

Quantas vezes você quis se consultar com um determinado médico indicado por um amigo ou que você ficou conhecendo através da internet, porém, quando ligou para marcar a consulta verificou que o mesmo não atendia seu convênio? Pois saiba que você não precisa abrir mão de se consultar com o médico que você escolheu. Vários convênios / planos de saúde permitem ao usuário realizar consultas com médicos “fora” do plano de saúde, através do reembolso de consulta médica.

É muito simples, o paciente escolhe livremente o médico que deseja consultar e se o MÉDICO ESPECIALISTA escolhido não atender pelo seu convênio, é possível solicitar o reembolso de consulta médica da seguinte forma:

Como solicitar o reembolso de consulta médica

  1. Após a consulta, o paciente pagará ao médico o valor pela mesma.
  2. O paciente receberá imediatamente o recibo (nota fiscal) que comprova o pagamento da consulta.
  3. O paciente enviará ao convênio o recibo da consulta.
  4. Em até no máximo 30 dias após o convênio receber o comprovante de pagamento da consulta o paciente receberá o depósito em conta do valor referente ao pagamento da consulta.

É importante dizer que cada convênio tem um valor máximo de reembolso e, algumas vezes, o valor da consulta é superior a esse valor. Nesses casos o paciente recebe o valor máximo estipulado pelo convênio. Esse valor máximo do reembolso de consulta médica varia de convênio para convênio. Por isso, a melhor forma de saber se seu plano de saúde reembolsa consultas particulares e qual o valor máximo reembolsado, é ligando para a central de atendimento do seu convênio. De acordo com a ANS, não é obrigação do convênio médico anexar a tabela de valores do reembolso no contrato. Porém, o convênio é obrigado a informar ao paciente o valor máximo reembolsado por consulta de maneira clara e objetiva. E por fim, é importante dizer que no INSTITUTO PROGASTRO apesar de realizarmos as consultas médicas especializadas de forma particular (reembolso), podemos realizar, nos casos indicados, a cirurgia (tratamento cirúrgico) pelo seu convênio. Por isso, sempre escute uma segunda opinião especializada, pois o mais importante é que você sempre consulte e realize seu tratamento com médicos de sua escolha e confiança!

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No INSTITUTO PROGASTRO contamos com profissionais treinados para auxiliar o paciente quanto ao processo de reembolso. Então, se você deseja realizar sua consulta com um MÉDICO ESPECIALISTA, fale conosco através do link abaixo.

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Como Prevenir o CÂNCER DE CÓLON (Intestino Grosso)?

Como Prevenir o CÂNCER DE CÓLON (Intestino Grosso)?

O câncer de cólon e reto abrange tumores na parte do intestino grosso, que é chamada de cólon, no reto e no ânus. Ele pode atingir homens e mulheres, geralmente por volta dos 50 anos de idade. Costuma se desenvolver de forma lenta e, se descoberto em estágio inicial, tem altas chances de cura. Saiba quais os fatores de risco e os principais sinais e sintomas para ficar atento.

COMO O CÂNCER DE CÓLON E RETO SE DESENVOLVE

Como todos os outros tecidos e órgãos do corpo, o cólon e o reto são formados por células que se dividem e se reproduzem de forma ordenada e controlada. Quando acontece alguma alteração, pode ser produzido um excesso de tecido que dá origem ao tumor, que pode ser benigno ou maligno. O câncer pode crescer, comprimindo e invadindo órgãos sadios à sua volta. Além disso, as células cancerosas podem se desprender e se espalhar por meio da corrente sanguínea e/ou vasos linfáticos. Quando isso acontece, o câncer migra para outras partes do corpo, geralmente para o fígado, nódulos linfáticos, pulmão e ossos. 

Ainda não se sabe exatamente as causas do câncer de cólon e de reto, mas alguns fatores de risco influenciam o desenvolvimento, tais como: 

Má alimentação – há evidências de que o câncer de cólon e de reto está associado a dietas gordurosas, hipercalóricas, pobres em fibras e com excesso de carne vermelha e/ou processada.

Constipação intestinal – o contato das fezes com as paredes do cólon e do reto por períodos prolongados aumenta as chances de desenvolver a doença. 

Pólipos – são um tipo de crescimento anormal de tecido nas paredes colorretais, como se fossem verrugas. Costumam aparecer após os 50 anos de idade e, apesar de benignos, deveriam ser retirados por precaução, pois um grande número de tumores se desenvolve a partir desses pólipos. Pessoas com essa condição devem fazer acompanhamento regular com o médico.

Histórico familiar – apesar da maioria dos casos de câncer colorretal ocorrer sem histórico familiar, 30% das pessoas que desenvolvem têm outros familiares que foram acometidos pela doença. Pessoas com histórico de câncer ou pólipos em parentes de primeiro grau têm risco aumentado. 

Doenças inflamatórias – pessoas com doença de Crohn e colite ulcerativa, por causa da inflamação nas paredes colorretais, têm mais risco de desenvolver o câncer. Deve ser feito acompanhamento regular com o médico.

Doenças hereditárias – correspondem a apenas 5% dos casos de câncer colorretal. São pessoas que herdaram mutações genéticas que causam a doença. As mais comuns são: síndrome de Lynch e polipose adenomatosa familiar. Outras, mais raras, são: síndrome de Gardner, síndrome de Turcot, síndrome de Peutz-Jeghers e polipose MUTYH. Pessoas com alguma dessas condições devem fazer acompanhamento regular com o médico.

SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE CÓLON E RETO

No estágio inicial, o câncer colorretal não costuma apresentar sinais e sintomas, o que dificulta sua detecção precoce. Mas é muito importante ficar atento a alguns sinais:

  • Mudança injustificada de hábito intestinal; 
  • Diarreia ou prisão de ventre recorrentes; 
  • Sangue nas fezes (pode ser de coloração clara ou escura); 
  • Evacuações dolorosas;
  • Afinamento das fezes;
  • Constante flatulência (gases);
  • Desconforto gástrico;
  • Sensação de constipação intestinal;
  • Perda injustificada de peso;
  • Cansaço constante.

Importante: a presença de um ou mais destes sinais e sintomas não significa que você está com câncer. Eles podem ser causados por diversas doenças gastrointestinais, como úlceras ou inflamação do colón. Procure o Gastroenterologista para ele identificar a causa e indicar o melhor tratamento para o seu caso.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE CÓLON E RETO 

Para determinar a razão dos sinais e sintomas, o médico vai avaliar tudo o que você disser que está sentindo, seu histórico e fará o exame clínico, incluindo o toque retal. Outros exames são necessários para detectar o câncer colorretal:

Teste de sangue oculto – por meio de uma amostra de fezes, é possível identificar se há sangue que não pode ser visto a olho nu.

Colonoscopia – para examinar o cólon por dentro, o médico usa um tubo fino com uma pequena câmera na ponta. Se necessário, é retirada uma amostra de tecido para análise (biópsia). Independentemente de ter ou não sinais e sintomas que indicam câncer, pessoas com mais de 50 anos devem fazer esse exame de forma regular.

Radiografia – é feita com contraste para que as paredes do intestino fiquem visíveis, permitindo que qualquer anormalidade seja visualizada.

TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE CÓLON E RETO

Se o diagnóstico for positivo, o tratamento será decidido de acordo com a extensão da doença, idade da pessoa, histórico e estado de saúde. Há quatro métodos principais de tratamento para o câncer colorretal: cirurgia, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. O médico poderá indicar um único método ou a combinação deles.

Cirurgia para câncer de cólon e reto – o tipo de cirurgia dependerá da localização e do tamanho do tumor. Na maioria dos casos, é possível retirar a parte afetada do intestino. Esse procedimento chama-se ressecção do intestino. Durante a cirurgia, são retirados os gânglios linfáticos próximos para verificar se têm células cancerosas. Após a cirurgia, é colocada uma bolsa especial na abertura do abdome para coletar as fezes (colostomia).

  • A colostomia temporária é feita para que as fezes sejam desviadas do baixo cólon e o reto até que eles se recuperem;
  • A colostomia definitiva é necessária quando o baixo reto é inteiramente retirado. 
Câncer de Cólon: Tratamento Cirúrgico Vídeolaparoscópico

Radioterapia – costuma ser aplicada antes ou após a cirurgia, especialmente em câncer de reto. É indicada, também, para casos em que é impossível remover o tumor cirurgicamente por localizar-se muito perto do ânus. Combinada com outros tratamentos, costuma ser muito eficaz para diminuir a volta da doença. 

Quimioterapia – não costuma ser muito eficiente no combate a casos recorrentes ou muito avançados de câncer colorretal. Entretanto, em grupos de pacientes em estágio moderado, a quimioterapia tem apresentado bons resultados.

Imunoterapia – o sistema imunológico do organismo humano tem uma capacidade natural de reconhecer células cancerosas e combatê-las. A imunoterapia ou terapia biológica é um tratamento que estimula e fortalece esta função e costuma ser indicada como tratamento complementar à cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. 

Fonte: Medicina Pfizer

Nódulo no Fígado

Nódulo no Fígado

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Nódulo no Fígado

Nódulo hepático é achado relativamente comum de alguns exames. O acesso a exames de imagem de rotina tem sido cada vez mais frequente na população (em checkups ou avaliações de sintomas gastrointestinais), levando ao aumento do diagnóstico de diversas Doenças do Fígado, Pâncreas e Vias Biliares de forma precoce. Um dos achados mais frequentes, os nódulos (ou tumores) hepáticos se destacam. Outro motivo para tornar isso mais comum é a qualidade dos aparelhos, que é cada vez melhor e com maior sensibilidade.

“Dá-se o nome de nódulo ou tumor (ou neoplasia) a uma proliferação anormal de células, desde aquelas com caráter benigno, até as malignas, também denominadas “câncer”.”

O fígado é um órgão que pode apresentar alta incidência de ambas, sendo bem estabelecidos os grupos de risco para cada tipo de tumor, as formas de diagnóstico e o tratamento ou acompanhamento que deve ser realizado com cada paciente, de maneira sempre individualizada.

Dr. qual a forma de investigação?

Um ultrassom ou ultrassonografia é, mais frequentemente, o exame inicial diagnóstico da presença do nódulo (ou tumor) hepático. Embora o ultrassom possa indicar a probabilidade de se tratar de algum tipo específico de tumor, apenas um exame de imagem dinâmico (com contraste) pode ser considerado para conclusão definitiva do diagnóstico. A tomografia e, principalmente, a ressonância (preferencialmente com contraste hepatoespecífico – Primovist) têm cumprido este papel de forma cada vez mais precisa, reduzindo progressivamente a necessidade de biópsias. Além dos exames de imagem, nos casos suspeitos para tumor maligno específico, há uma série de exames de sangue (marcadores tumorais) que podem ser testados.

Dr. já fiz uma Ultrassonografia que mostrou um NÓDULO NO FÍGADO, o que devo fazer agora?

Pergunte inicialmente a seu médico, pois foi ele quem solicitou o exame. Discuta com ele a necessidade de que seja ouvido  um Especialista para prosseguir na investigação e, eventualmente, se chegar ao diagnóstico específico do tipo de nódulo. Pois, como já foi dito, cada tipo requer uma abordagem ou tratamento ou acompanhamento diferente. Com exceção do carcinoma hepatocelular (que é o câncer de fígado “mais comum”) e das metástases (de quem já tem o diagnóstico de câncer em algum outro órgão), os demais tumores hepáticos não têm definida uma necessidade de investigação recorrente por exames de imagem. Assim, quem não tem nenhuma doença crônica no fígado (hepatite crônica, cirrose ou outras) e nem nunca teve o diagnóstico de nenhum câncer não tem motivos para investigar nódulos no fígado de maneira rotineira. Como há diversos tipos de nódulos e cada um com uma origem e comportamento diverso, devemos falar individualmente de cada um dos mais frequentes:

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Tumores Hepáticos

Hemangioma: nódulo hepático mais comum, chega a ser encontrado em 10% da população. Mais frequente em mulheres, não tem uma causa bem estabelecida, mas suspeita-se ter alguma relação com presença de estrogênio, pois o mesmo apresenta aumento de incidência após gestação ou reposição hormonal. O tratamento cirúrgico (nos hemangiomas gigantes) é raramente necessário e deve ser definido de maneira individualizada.

Hiperplasia nodular focal: encontrado entre 1 e 3% das pessoas, a HNF é muito mais comum em mulheres (8:1), sem um fator causal evidente. A necessidade de cirurgia é muito infrequente (quase nunca), e isso também deve ser considerada caso a caso.

Adenoma: mais raro que os anteriores, tem variantes, sendo que uma delas tem relação causal bem estabelecida com o uso de anticoncepcionais hormonais ou esteroides anabolizantes. Muito mais frequente em mulheres. A necessidade de retirada cirúrgica ocorre com frequência pelo risco de malignizar ou sangrar ou de romper dentro do abdome. Como há diferentes subtipos, a indicação cirúrgica deve levar diversos fatores em consideração.

Carcinoma hepatocelular: câncer que incide quase sempre no paciente com hepatite viral ou com cirrose, embora tenham aumentado os relatos em pacientes com doença gordurosa do fígado ainda sem cirrose. Nos cirróticos, a incidência gira entre 1 e 4% ao ano, tornando o acompanhamento e rastreio (vigilância), neste grupo, mandatório. Há diversas formas de tratamento, que variam de acordo com o perfil do paciente, o tamanho e a quantidade de nódulos. Há chance de cura, desde que abordado corretamente.

Colangiocarcinoma: câncer raro, pouco mais frequente em homens, vem se tornando mais frequente nas últimas décadas. Há poucos fatores de risco conhecidos, como a presença de doença prévia em vias biliares. Quase sempre é diagnosticado ao acaso, em exames de imagem de rotina. O tratamento mais adequado depende de diversos fatores, mas sempre deve ser iniciado prontamente, por tratar-se de uma doença agressiva.

Metástases hepáticas: o fígado é o órgão abdominal mais suscetível ao surgimento de metástases de neoplasias malignas de outros órgãos. O mais frequente sítio primário (local do “câncer original”) é o intestino grosso (cólon/reto), seguido por pâncreas, mama e estômago. Dessa forma, o exame de rotina nesses grupos de risco é necessário e poderá haver até mesmo cura em alguns casos, desde que diagnosticados e abordados por especialista em tempo hábil.

Dr. todo nódulo no fígado precisa de Cirurgia?

A primeira respota é não. Mas o tratamento irá variar de acordo com o tipo de nódulo, tamanho, quantidade, localização e das condições clínicas do paciente. A enorme maioria dos nódulos não necessitará, caso faça uma investigação complementar adequada, realizar biópsia. Quantos aos tumores malignos, quando a doença não é muito avançada, quase sempre devem requerer algum tipo de abordagem, que geralmente pode ser cirúrgica. São sempre casos complexos e cujo tratamento deve ser indicado de forma individualizada, uma vez que há diversas abordagens possíveis em alguns casos. Um médico cirurgião especialista em fígado deve ser responsável pelo acompanhamento.

Hepatectomia Videolaparoscopica

Dr. mas minha Ultrassom mostrou um CISTO NO FÍGADO, é a mesma coisa que Nódulo?

Os cistos hepáticos são muito comuns e sua incidência aumenta com a idade, chegando a ocorrer em 50% das pessoas com mais de 60 anos. Embora a grande maioria seja do tipo “simples” e quase nunca necessite de qualquer tipo de abordagem, 5% dos casos (não simples) podem exigir cuidados adicionais (em certos casos, o cisto pode ser cistoadenoma ou cistoadenocarcinoma). Um bom exame de imagem costuma ajudar nessa diferenciação, podendo-se complementar a investigação com alguns exames de sangue. O ideal poderá ser consultar um especialista, para avaliar qual é a melhor conduta em seu caso.

Interpretação de exames e conclusão diagnóstica são atos médicos, que dependem da análise conjunta de dados clínicos e de exames subsidiários, devendo, assim, ser realizadas por um médico.

Lembre-se, procure sempre um Médico Especialista e escute uma Segunda Opinião. Ficou em dúvida? Entre em contato com nossa central de atendimento acessando o Link abaixo

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Cirurgia Hepatobiliopancreática

Cirurgia Hepatobiliopancreática

Instituto ProGastro / Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática

A Cirurgia Hepatobiliopancreática é uma das áreas de atuação da cirurgia do aparelho digestivo, que se dedica ao tratamento de doenças BENIGNAS ou MALIGNAS (Câncer) do fígado, vias biliares e pâncreas. Consiste numa especialidade médica de complexos procedimentos cirúrgicos, que exige treinamento cirúrgico específico da equipe médica e adequada estrutura hospitalar para sua prática. Nesse grupo de cirurgias são realizados os tratamentos de doenças benignas e malignas, tais como:

Nódulos hepáticos (nódulos benignos – adenomas e hepatocarcinoma). O hepatocarcinoma é o câncer primário do fígado. O câncer é derivado das principais células do fígado, os hepatócitos. Como os demais cânceres, surge quando há uma mutação nos genes de uma célula que a faz se multiplicar desordenadamente. Essa mutação pode ser causada por algum agente externo (como o vírus da hepatite B ou C) ou pelo excesso de multiplicações das células, o que aumenta o risco de surgimento de erros na duplicação dos genes. O hepatocarcinoma é caracteristicamente agressivo. Isso justifica o acompanhamento constante dos pacientes portadores de Hepatites Virais (Tipo B e Tipo C) para monitoramento do surgimento destas neoplasias.

Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática: Hepatectomia Laparoscópica

Cistos hepáticos: O cisto hepático é definido como uma pequena bolha que surge na parte interna do fígado. Embora pequena, a bolha contém em seu interior um líquido ou um material viscoso, mais grosso, jamais sendo vazia. Estima-se que cerca de 5% da população brasileira já tenha apresentado um cisto hepático e já tenha feito o tratamento em algum momento de sua vida.

Câncer de vesícula biliar: O câncer de vesícula biliar é um problema raro e grave que afeta a vesícula biliar, um pequeno órgão do trato gastrointestinal que armazena a bile, liberando-a durante a digestão. Normalmente, o câncer de vesícula biliar não provoca qualquer tipo de sintoma e, por isso, em muitos casos, é diagnosticado em fases muito avançadas, quando já afetou outros órgãos como o fígado, ocasionando metástases hepáticas. O câncer de vesícula tem cura quando o seu tratamento é iniciado precocemente com cirurgia, para eliminar todas as células tumorais e impedir a sua propagação para outros órgãos.

Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática: Câncer das Vias Biliares

Câncer de via biliar (colangiocarcinoma): O câncer das vias biliares é incomum e resulta do crescimento de um tumor nos canais que conduzem a bile produzida no fígado para a vesícula biliar. A bile é um líquido importante na digestão, pois ajuda a dissolver as gorduras ingeridas nas refeições. A principal forma de apresentação clínica destes tumores é o aparecimento da ICTERÍCIA PROGRESSIVA (olhos amarelados) nos pacientes.

Cistos de pâncreas (benignos e malignos): Os cistos que podem aparecer nesta área, geralmente não apresentam quaisquer tipos de sintomas quando estão se iniciando, e alguns podem nem precisar de tratamento. Já os casos mais graves, geralmente acima de 2 cm, devem ser avaliados criteriosamente por um Cirurgião Hepatobiliopancreático já que podem ser cistos malignos. Os cistos pancreáticos são mais comuns em pessoas que já possuem uma doença preexistente no local. Por exemplo, pode se relacionar a alguém que já teve um caso de pancreatite, diabetes e obesidade.

Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática: Ressecção Laparoscópica de Cisto Pancreático

Lembre-se, procure sempre um médico especialista e receba uma segunda opinião. Em caso de dúvidas entre em contato conosco através da nossa central de atendimento on-line abaixo

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Pólipo na Vesícula Biliar: Qual o tratamento?

Pólipo na Vesícula Biliar: Qual o tratamento?

Pólipo na vesícula biliar: o que fazer?

Os pólipos de vesícula biliar são protuberâncias na mucosa da vesícula, geralmente são um achado incidental de uma ultrassonografia abdominal, e tem como maior interesse o potencial que alguns tipos de pólipos têm de se tornar um tumor maligno (câncer).

A maioria dos pólipos não têm a capacidade de se malignizar, e são apenas alterações estruturais ou depósitos de gordura (colesterolose) na mucosa. A ultrassonografia encontra pólipos em 1,5 a 4,5% dos exames de vesícula biliar. O mais importante é que, apesar da ultrassonografia identificar o pólipo, ela não pode afirmar com segurança se a lesão se trata de um pólipo benigno e sem risco, ou um pólipo pré-maligno ou um câncer de vesícula.

Desta forma, algumas considerações são feitas de acordo as características dos pólipos, como número e tamanho, para que se decida entre o acompanhamento ultrassonográfico periódico ou pela cirurgia.

Os pólipos são divididos em benignos e malignos. Os pólipos benignos mais comuns são os de colesterol (colesterolose), inflamatórios e adenomas. Os adenomas são importantes porque têm a capacidade de se tornarem tumores malignos. Quanto ao pólipos malignos, os mais comuns são os adenocarcinomas. O fator mais importante em relação ao potencial de malignização dos pólipos é o seu tamanho. Sabe-se que os pólipos com mais de 2cm são quase sempre tumores malignos de vesícula, enquanto os pólipos entre 1 e 2 cm também já apresentam esta possibilidade em até 2/3 dos casos. Os cálculos de colesterol têm em geral menos de 1 cm, e geralmente são múltiplos.

Os pólipos de vesícula são tratados apenas através da cirurgia, ou porque causam sintomas ou como prevenção ao câncer de vesícula. Apesar do maior número de pólipos se tratarem de lesões benignas e sem risco, toda atenção deve ser dada ao risco de um câncer de vesícula, já que esta doença tem um prognóstico ruim.

Desta forma, a ressecção de uma lesão pré-maligna ou de um tumor em fase inicial é muito importante. Os pacientes que apresentam os pólipos em associação com cálculos de vesícula devem ser operados, independente da presença de sintomas ou do tamanho dos pólipos, já que sabidamente esta associação aumenta o risco de câncer de vesícula.

Portanto, as pessoas que apresentaram pólipos de vesícula em sua ultrassonografia devem ser acompanhados por um Cirurgião do Aparelho Digestivo, que decidirá qual a melhor forma de acompanhamento do pólipo ou até mesmo indicará a cirurgia, caso julgue que o pólipo apresenta qualquer risco.

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Câncer de Pâncreas: A melhor prevenção é a INFORMAÇÃO.

Câncer de Pâncreas: A melhor prevenção é a INFORMAÇÃO.

Qual a função do pâncreas?
O pâncreas, localizado na região superior do abdômen, faz parte do sistema digestivo do nosso organismo. Ele possui a função endócrina, que produz a insulina, hormônio responsável por controlar os níveis de glicemia do sangue, e a função exócrina, incumbida de produzir as enzimas relacionadas à digestão e absorção dos alimentos que consumimos.

O que é câncer de pâncreas?
Em grande parte das situações, o câncer neste órgão é o adenocarcinoma, originado no tecido glandular, sendo responsável por mais de 90% dos casos diagnosticados pelos médicos, e pode ser relacionado ao tabagismo. O câncer de pâncreas atinge praticamente na mesma proporção homens e mulheres, em geral, com idade superior a 50 anos, especialmente os mais velho, entre os 65 e os 80 anos. Este tipo de câncer é bastante raro em pessoas com menos de 30 anos de idade.

O que é adenocarcinoma do pâncreas?
É um tipo do câncer de pâncreas que, geralmente, origina-se nos ductos pancreáticos, mas pode também desenvolver a partir das células responsáveis por produzir as enzimas pancreáticas (carcinomas de células acinares). Grande parte dos adenocarcinomas apresenta-se na cabeça do pâncreas, a parte que se encontra mais perto do primeiro segmento do intestino (duodeno).

Quais são os fatores de risco?
O principal fator de risco relacionado ao adenocarcinoma do pâncreas é o tabagismo. As pessoas que usam cigarro e seus derivados tem cerca de três vezes mais chances de desenvolver câncer de pâncreas do que os não fumantes. O risco aumenta de acordo com a quantidade e o tempo de consumo desse tipo de droga. Além disso, aqueles que sofrem de diabetes melitus tipo 2, e de pancreatite crônica, geralmente causada pelo uso excessivo de álcool pelo paciente, tem chances de desenvolver a doença.

Quais são os sintomas do adenocarcinoma do pâncreas?
Perda de peso, olhos e pele amarelados, e dores abdominais são os sintomas mais frequentes deste tipo de câncer. É importante ressaltar que a perda de apetite e a desnutrição também podem ocorrer, dependendo o grau da doença. No entanto, há casos em que o paciente não tem sinais da doença. Apesar de não haver uma justificativa para realização de exames de imagem em pacientes deste tipo, o diagnóstico precoce, a partir da identificação de alguma lesão pré-maligna, pode levar à maiores respostas ao tratamento e chances de cura.

Como é feito o diagnóstico do adenocarcinoma do pâncreas?
É realizado a partir de manifestações clínicas do paciente, relacionadas a exames de imagem, capazes de mostrar a presença do tumor no pâncreas.

É possível evitar o adenocarcinoma do pâncreas?
Por ser associado diretamente a hábitos de vida do paciente, é essencial levar uma vida saudável, com relação à alimentação, e evitar, principalmente, o cigarro e o álcool. Apesar disso, há casos em que o câncer de pâncreas aparece também em pessoas sem histórico de tabagismo ou ingestão de álcool. Mas, é sempre necessário ter hábitos saudáveis para diminuir os riscos de contrair este tipo de câncer de pâncreas.

Como tratar o adenocarcinoma do pâncreas?
O tipo de tratamento a ser indicado pelo médico responsável vai depender de diversos fatores, entre eles, o tipo de tumor, sua localização, seu estágio e do estado de saúde do paciente. Em geral, é possível afirmar que a cirurgia seja mais indicada em estágio inicial, pois pode ser retirado o tumor por completo, contendo o avanço da doença no organismo. Se há existem metástases atingindo outros órgãos, a operação também pode ser realizada com intenção terapêutica ou associada ao tratamento quimioterápico. Além disso, o médico pode indicar a quimioterapia, associada ou não à radioterapia, que ajudará a controlar a doença, aliviar os sintomas e evitar a volta do tumor. Por isso, é sempre importante destacar a importância do diagnóstico precoce do câncer, neste caso, que atinge o pâncreas. Quanto antes for descoberto, maiores são as chances de cura do paciente.

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Vídeo Abaixo: Cirurgia para tratamento do Câncer de Pâncreas

ADENOCARCINOMA DA CABEÇA DO PÂNCREAS